setembro, 2011

Globalização Financeira.

Nunca se comentou tanto em globalização como nos últimos tempos. As notícias percorrem o mundo em tempo real. Em muitos casos, ficamos sabendo de catástrofes que estão ocorrendo do outro lado do mundo, antes mesmo das cidades vizinhas.

No mundo das finanças não é diferente. Os grandes traders (negociadores) do mercado estão atentos às notícias mundiais. Podemos até dizer que o mercado financeiro é movido pelo sentimento, afinal de contas, a emoção dos investidores influencia sua decisão de investimento e, consequentemente, afeta o valor de mercado dos títulos negociáveis.

Como explicar que em um único dia o Ibovespa (principal índice acionário brasileiro) recuou mais de 7% e na semana seguinte subiu mais de 14%? Simples, o presidente dos Estados Unidos não conseguiu aumentar o teto da dívida norte americana, por isso caiu mais de 7% em um único dia! Mas o que fez o índice subir? Mais simples ainda, os investidores “caíram em si” e chegaram à conclusão de que as empresas brasileiras estão sólidas, gerando lucros recordes, e com uma grande oportunidade, seu preço está muito abaixo de mercado. Logo, um “efeito manada” faz com que os investidores busquem estas ações e o preço das mesmas subam rapidamente.

A globalização financeira faz com que as notícias gerem impactos imediatos nos títulos negociáveis em qualquer mercado do mundo. A migração de investimentos se torna constante, pois os especuladores e até mesmo os investidores estão sempre buscando rentabilidade, segurança e liquidez. Este tripé nem sempre anda junto e, exige cada vez mais do senso crítico dos analistas em busca da melhor combinação em determinado período.

Em momentos de grande volatilidade precisamos ter tranquilidade, mesmo que esta seja difícil! Precisamos ter bom senso, avaliar corretamente os investimentos e deixar um pouco a emoção de lado! As oportunidades que são geradas em momentos como estes são imensas e devemos estar sempre de olho para não perder as “barganhas do mercado”.

Autor: Tiago Luz Boeira

Conheça os mais comuns perfis de liderança.

Especialistas em recursos humanos e gestão pessoal falam quais são os tipos de líderes existentes e explicam cada um deles. Veja em qual perfil você se encaixa!

No ambiente corporativo encontramos diversos estilos de liderança nas equipes. Existem aqueles mais liberais, outros autoritários, alguns gostam de construir laços mais próximos com seus comando, e existem aqueles que apenas delegam funções.

Essas diferenças ocorrem pelas variadas personalidades, níveis de formação e estilos de cada um. Não é possível apontar qual é o melhor estilo para liderar uma equipe. Dependendo das tarefas realizadas, da necessidade atual da organização e o ritmo de serviço, um estilo de liderança pode se encaixar melhor do que outro.

Há casos, por exemplo, que o líder “estilo mandão” é necessário para tirar empresas de crises e solucionar problemas. Já em outras situações, o líder “democrático” pode ser ideal para alavancar resultados.

Mais de um estilo

Às vezes, o mesmo líder deve também saber adaptar seu estilo de comando dependendo da situação no trabalho. “Por exemplo, se a casa está pegando fogo e o líder for fazer uma eleição para ver se evacua ou não a sala porque entende que a liderança ideal é a democrática, ele será ineficaz em uma situação como esta. Nessa situação, o adequado é usar o estilo autoritário, ou seja, ter comando firme”, destaca o professor e palestrante em liderança, Jamil Albuquerque, autor do livro “A arte de lidar com pessoas”. Para ele, a liderança emerge da situação. “Como um artesão que domina um grande número de ferramentas, o líder deve também dominar ao máximo seus estilos de liderança”.

É importante também saber dosar as ações e o momento de utilizar cada modelo de liderança. Isso pode variar de acordo com a complexidade da situação, a maturidade da equipe e a urgência da solução. Utilizar somente um estilo de liderança normalmente causa problemas, o líder comanda estilos e personalidades diferentes.

Mas você sabe dizer exatamente como é o seu estilo de liderança? Sabe adaptar esse estilo para liderar uma equipe da melhor forma possível em diferentes situações?

Com a ajuda de especialistas em recursos humanos e gestão pessoal, o Portal Administradores elencou os dez tipos de liderança mais comuns e quais são seus pontos fortes e fracos no comando de uma equipe.

Descubra qual é o seu principal estilo de liderança e quando se deve adaptar novos estilos para melhorar o desempenho da sua equipe.

Coercitivo - É um tipo muito comum nas empresas. Comanda amedrontando as pessoas. Estilo mandão, do tipo “faça como eu mando”. É movido por resultados, tem habilidades para lidar com colaboradores problemáticos. Ponto fraco: muito voltado a dar feedbacks negativos.

Democrático - Consegue cooperação da equipe, confia na mesma e é muito comunicativo. Cria consenso por meio da participação do grupo. Esse estilo considera que os membros da equipe tem uma certa maturidade e conhecimento para poder participar. Ponto fraco: às vezes é indeciso.

Autoritário - Comanda com firmeza, provoca mudanças na equipe, está à frente, mobiliza as pessoas para um ideal. É do tipo que motiva as pessoas a fazerem algo juntamente com ele. Ponto Fraco: Muito critico com quem não apresenta resultados.

Marcador de ritmo - É de alto desempenho, do tipo que lidera pelo exemplo, voltado a resultados rápidos. No entanto, o resultado geral pode ser negativo, nem sempre as pessoas estão no mesmo patamar de energia. Ponto fraco: muito impaciente com pessoas de ritmo mais lento, costuma sofrer muito por esta razão.

Paternal - constrói laços fraternais, coloca a necessidade das pessoas em primeiro lugar, e é capaz de construir uma equipe voltada aos relacionamentos. É muito bom em resolver conflitos internos. Ponto fraco: cria pessoas dependentes emocionalmente. Tem dificuldade de dar feedback negativo.

Treinador - Costuma desenvolver muito bem as pessoas, líder de muita ação, tipo: “tente de novo”, “você pode”, capaz de identificar pontos fortes e fracos com extrema rapidez. Ponto fraco: Geralmente alega falta de tempo e acredita que tudo se resolva numa sala de treinamento. Muitas vezes é preciso olhar nos olhos num dialogo verdadeiro e definitivo.

Centralizador - As decisões são normalmente tomadas pelo líder. Este estilo pode ser utilizado em momentos de urgência e principalmente quando os profissionais envolvidos possuem baixa maturidade para caminhar sozinhos, ou seja, estão em processo de capacitação para tal. Ponto Fraco: A falta de delegação nas atividades pode desestimular a equipe e causar queda no rendimento final da tarefa.

Liberal - O líder delega poderes para um ou mais membros da equipe e fica a disposição para o que for necessário. O nível de maturidade e conhecimento das tarefas pelos profissionais da equipe, nesse caso, precisa ser bem alto para que possam desenvolver um bom trabalho. Este tipo de liderança pode funcionar bem quando os seguidores são pessoas instruídas e maduras. Ponto Fraco: Caso não aja um acompanhamento constante do líder na orientação e monitoramento das atividades, a equipe pode ficar completamente perdida e o projeto final completamente comprometido.

Inspirador - Serve de exemplo para os empregados. Raramente precisa dar ordem, cada um sabe o que fazer e aonde ir. Encaixa perfeitamente em equipes muito motivadas. Ponto Fraco: Estes profissionais possuem necessidade de status, por isso, em alguns casos, acha que o seu caminho traçado é o melhor e perde a oportunidade de ouvir seus comandados. Pode ter problemas com profissionais mais experientes ou talentos jovens de personalidade forte.

Visionário – Cria projetos em longo prazo construtivos e atraentes para a organização. Para ele, o futuro é que dá sentido à ação do presente. Liderança capaz de reconhecer talentos com facilidade. Ponto Fraco: Pode ter problemas na realização de tarefas em curto prazo e de manter a motivação constante em sua equipe.

Todos os estilos apresentados possuem prós e contras e saber utilizá-los apropriadamente no trabalho é o grande desafio dos profissionais.

Além disso, o professor Jamil Albuquerque destaca que independente de qual seja o estilo de cada um, existem características comuns que todo o líder deve possuir. “Um líder deve ser estudioso, empreendedor, ensinável, e ter uma confiança acima da média. Além disso, deve delegar bem para que cada membro da equipe realize com qualidade suas tarefas, ou seja, embora o colaborador não entenda sempre o que o líder fala, ele deve entender muito bem tudo o que faz”.

Quanto mais completo o líder, maior será sua capacidade de reconhecer a forma mais produtiva de lidar com determinada situação, de assumir a postura adequada para fazer as coisas acontecerem.

Fonte: Os administradores

Adaptação: Camila Delfino

De geração para geração: plano de previdência facilita planejamento sucessório.

Muito mais do que um incremento para a sua renda na aposentadoria, o plano de previdência pode ser uma segurança financeira para a sua família, já que facilita o planejamento sucessório, em caso de falecimento.

Por comodidade e para facilitar a vida dos herdeiros, muitos planejamentos incluem a alocação de recursos em fundos de previdência visando à redução do impacto fiscal e tributário e a facilidade de, em vida, alocar a distribuição dos recursos dos planos para os beneficiários que desejar. Outra facilidade, na opinião da supervisora de negócios de previdência privada do Itaú, Claudia Meggiolaro, é que a pessoa pode mudar de beneficiário a qualquer momento. “Isso evita problemas na partilha”, afirmou.

É grande a flexibilidade para inclusão dos beneficiários. Imagine uma pessoa que tem um plano de previdência e que casa. Ela pode adicionar o cônjuge como beneficiário de 100% do valor acumulado. Então, nasce um filho. Este poderá ser incluído, com a proporção que a pessoa decidir dar a ele do montante acumulado.

Recursos obtidos rapidamente, e sem custo.
O grande diferencial dos planos de previdência, no planejamento sucessório, é a rapidez com que os recursos são destinados aos beneficiários. “Estes recursos são liberados em 20, 30 dias, desde que apresentada à documentação exigida”, explicou o diretor comercial da Brasilprev, Marco Barros.

O recurso adquirido pelos familiares não entram em inventário. Caso entrasse, poderia demorar anos até que os herdeiros recebessem o montante. Além disso, estaria submetido a despesas que, segundo Claudia, poderiam retirar até 40% do valor.

Não podemos esquecer também do aspecto custo. Ao optar por transferir seu patrimônio, ou parte dele, através de um plano de previdência privada, você consegue economizar com tributos, honorários advocatícios e despesas processuais.

Existem benefícios adicionais
Ainda é possível agregar uma segurança adicional, como o pecúlio, que nada mais é do que um benefício pago não na fase de resgate do plano de previdência, mas na fase de acumulação.

O pecúlio trata-se de uma proteção adicional que o titular do plano pode optar em contratar, para se proteger na eventualidade do seu falecimento ou no caso de invalidez causada por acidente durante a fase de acumulação.

Nos dois casos, desde que tenha sido cumprido o período de carência, o titular do plano (no caso de pecúlio por invalidez) ou de seus beneficiários (no caso de pecúlio por morte) terão direito ao recebimento de uma importância em dinheiro, que será paga de uma única vez.

Fonte: Infomoney

Adaptação: Camila Delfino