novembro, 2010

Crédito e Mercado disponibiliza nos formatos presenciais e à distância (On line) a partir de 01/12/2010, o novo Curso CEA – Certificação de Especialistas em Investimentos ANBIMA

A Crédito & Mercado Educação Executiva, valendo-se de sua vasta experiência no desenvolvimento de cursos para as Certificações da ANBIMA (antiga ANBID) tem a satisfação de informar que acaba de disponibilizar através de seu site o curso preparatório para a Certificação de especialistas em Investimentos ANBIMA, o CEA (antigo CEI).

Os cursos podem ser adquiridos nos formatos à distância (EAD) ou presenciais.

A estrutura do programa é modular, progressiva e utiliza recursos como Exposições Conceituais, Atividades Individuais e em Grupo. A Metodologia é composta por atividades expositivas e interativas que são baseadas nas experiências dos participantes, e em contextos reais e atuais de mercado, na visão de processos e em atitudes e comportamentos positivos de um profissional especialista em Investimentos.

Publico Alvo

A Certificação de Especialista em Investimentos é destinada aos profissionais que assessoram decisões de investimento, atuando em agências bancárias ou plataformas de atendimento a clientes.
O programa desta Certificação foi definido pela ANBIMA (antiga ANBID) a partir da premissa de que o especialista deve fazer suas recomendações de investimento em função do “perfil do investidor” e suitability, e não apenas segundo a sua demanda por um produto específico. E para que esta recomendação ao investidor seja adequada, estão implícitos os conhecimentos dos tópicos tratados no programa da CEA (antigo CEI).

CVM edita nova norma para ofertas públicas de aquisição

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou nesta quinta-feira uma instrução que muda regras para ofertas públicas de aquisição de ações (OPA).

Segundo a CVM, o texto atualiza a diretriz anterior sobre o assunto, de 2002. A nova norma estabelece o dever de sigilo dos ofertante antes da OPA e os procedimentos a serem observados, caso a informação do lançamento da oferta saia do controle.

“As mudanças foram motivadas, principalmente, pela necessidade de adaptação das regras de OPA a um cenário em que as ofertas públicas para aquisição do controle de companhias abertas tendem a se tornar mais presentes”, informou o órgão regulador do mercado de capitais, em comunicado.

A nova instrução, que entra em vigor imediatamente, traz ainda a obrigatoriedade de identificação, com 10 dias de antecedência, de um terceiro que pretenda interferir no leilão de uma OPA.

Nos casos de OPA para aquisição de controle, será proibida a interferência de terceiros por lote inferior ao visado pelo ofertante e a elevação de preço no leilão pelo ofertante, caso tenha sido lançada uma oferta concorrente.

No caso de OPA total para aquisição do controle, os acionistas que serão alvo da oferta terão direito a uma opção de venda que poderá ser exercida até 30 dias após o leilão.

“Na prática, essa norma dá ao acionista a possibilidade de aceitar a oferta após o leilão, evitando que ele seja coagido a vender suas ações por preço que considera inadequado”, diz o comunicado.

A nova instrução também cria uma regra para OPA parcial para aquisição do controle, que permite aos investidores aceitá-la de forma condicional, podendo vender as ações caso a oferta tenha sucesso. Para isso, a oferta precisa ser aprovada incondicionalmente por titulares de um lote de ações que deem ao ofertante o controle da companhia.

Com as mudanças, a CVM passará a exigir também mais e melhores informações sobre nas OPAs para aquisição de controle, tanto de ofertantes, quanto da companhia alvo da oferta, além dos administradores e principais acionistas, incluindo negócios deles com ações e derivativos durante o período da operação.

Por fim, o regulador aperfeiçoou regras para laudos contratados pelo ofertante em algumas modalidades de OPA, acerca do trabalho esperado e da responsabilidade dos avaliadores.

Banco do Brasil estuda criar uma corretora de valores própria, diz gerente

O Banco do Brasil (BBAS3) estuda a criação de uma corretora de valores própria, informou Gilberto Lourenço, gerente geral de Relações com Investidores do banco na noite da última terça-feira (23), durante encontro da Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), em São Paulo.

Em reposta à questionamentos de acionistas, que disseram ser prejudicados pelo fato de o banco não ter uma corretora própria para que eles, clientes do banco, possam fazer seus investimentos no mercado de capitais, Lourenço destacou que este é um assunto presente na pauta da instituição financeira há algum tempo e que segue entre a lista de prioridades.

Prioridades

“Estamos com um estudo interno muito forte (para encontrar a melhor forma de ter uma corretora própria), mas ainda não concluímos isso”, disse. O executivo lembrou que o banco esteve focado nos últimos meses em sua oferta de ações, realizada em maio, o que deixou outros projetos de lado. No entanto, passada a oferta, o executivo acredita que em breve este pedido dos acionistas será atendido.

Lourenço destacou que o banco continua com sua estratégia de elevar sua participação no mercado de capitais, e que, neste sentido, ter uma corretora de valores seria um grande passo. Além disso, o gerente ressaltou que o BB recebeu neste ano do Federal Reserve norte-americano o título de Finantial Holding Company, “que deve ajudar a acelerar este processo da corretora”.