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Educação ExecutivaEducação Executiva

Certificação: conhecimento e oportunidade

É no conhecimento que existe a chance de libertação. Uma pessoa que decide não conhecer, aceita sua condição de escravo, aceita sua condição de submissão; conhecer é a condição pra eu me libertar de mim mesmo e das amarras sociais.”

A frase acima, do professor Leandro Karnal, resume bem a relação entre o conhecimento e a ignorância. A ignorância a que me refiro aqui é no sentido de ignorar, de não conhecer. É preciso explicar, pois em tempos de redes sociais, o hábito da leitura e, consequentemente, a interpretação correta do texto é raridade.

Mas e o porquê desta colocação? A resposta é simples, em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, se tornou extremamente necessário se aperfeiçoar e distinguir para poder ingressar no mercado e evoluir na carreira. Entretanto, só o experiencia não basta — é necessário atestar de alguma forma as habilidades e capacidades profissionais e ainda o seu conhecimento.

Mas como colocar as habilidades e conhecimento a prova e abrir as portas deste mercado cada vez mais concorrido e competitivo? A resposta a esta pergunta é, obviamente, buscar algum tipo de certificação que possa colocar a prova o conhecimento. E a porta de entrada para esse mercado é sem dúvida a certificação CPA-10 – que atesta as habilidades e as competências práticas destinada aos profissionais que atuam na distribuição de produtos de investimento em agências bancárias ou plataformas de atendimento – e a certificação CPA 20 – destinada aos profissionais que atuam na distribuição de produtos de investimento para clientes dos segmentos varejo alta renda, private, corporate e investidores institucionais em agências bancárias ou em plataformas de atendimento..

Essas certificações foram criadas pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercadores Financeiros e de Capitais – ANBIMA, que tem por missão fortalecer a representação do setor e apoiar a evolução de um mercado de capitais capaz de financiar o desenvolvimento econômico e social local e influenciar o mercado global.

Mas por quais motivos investir na obtenção da certificação?

1. Diferencial

Ao concorrer por uma vaga no mercado de trabalho, é fundamental comprovar as qualificações – frequentemente, um currículo é o instrumento utilizado. É uma maneira pelo qual o profissional sinaliza que é habilitado para a vaga.

A certificação, no processo de seleção não é obrigatória, mas supondo que haja disputa pela vaga,  o profissional que possuir a certificação CPA-10 ou CPA 20, levará vantagem em relação aos demais que não as possuam.

2. Facilita a entrada no mercado

As normas que estabelecem a obrigatoriedade da certificação são a Resolução 3057/02, do Conselho Monetário Nacional, alterada pela Resolução 3158 de 2003. Posteriormente entrou em vigor a Resolução 3309/05, que dispõe sobre a certificação de empregados das cooperativas de crédito. Estas regras passaram a exigir dos profissionais do mercado financeiro e das instituições bancárias – voltados ao atendimento – a comprovação do seu conhecimento por meio de exames de certificação, que são organizados por entidades de reconhecida capacidade técnica. Ou seja, qualquer pessoa que pleiteie uma vaga voltada para a distribuição (venda) ou análise de investimentos para o público, no País, deve obter uma certificação — e a CPA-10 e CPA 20 são uma das alternativas disponíveis.

3. Possibilidade de crescimento financeiro e profissional

A certificação profissional, para quem atua no mercado financeiro no atendimento e venda de produtos financeiros, é uma obrigação legal. Mas além desta obrigação ela representa um fator de distinção, pois em momentos como o que vivemos atualmente, pode representar a diferença entre concorrer e conquistar uma vaga no mercado de trabalho.

Para quem pretende ingressar neste segmento do mercado ou fazer carreira, obter um das certificações disponíveis, tais como a CPA-10 ou CPA 20 é primordial. O profissional que tiver atestado o seu conhecimento e capacidade técnicas, geralmente terá maior possibilidade de estabilidade no seu cargo e melhores chances de evolução na carreira.

4. O conhecimento liberta

O objeto de estudos do mercado financeiro é vasto. Via de regra temos apenas dois segmentos de investimentos, renda fixa e variável, entretanto estes dois segmentos possuem diversas variantes que vão das mais simples as mais complexas. Existem ainda as normas e leis que devem ser seguidas. Desta forma, um profissional competente deve se manter atualizado em seu segmento de atuação.

Dedicar-se ao exame de certificação CPA-10, ou qualquer outra certificação disponível é igualmente é uma forma de elevar a capacitação e conhecimento. Dominando os conceitos que englobam a atuação no mercado financeiro, faz com que o profissional se torne mais competente.

Algo que qualquer candidato a obtenção da certificação deve estar atento é que sem estudo e dedicação não é fácil ser aprovado nesse exame. O conteúdo abordado na prova são 7 (sete) ao todo, que vão desde Sistema Financeiro Nacional e Participação do Mercado, passando por Ética, Regulamentação e Análise do Perfil do Investidor e Fundos de Investimentos. Além disso, para obter a certificação nas provas disponibilizadas pela ANBIMA, o profissional deve apresentar um índice de acertos de  70% em 50 questões no CPA 10 e 60 no CPA 20. Em outras certificadoras o conteúdo abordado é parecido, mas o percentual mínimo pode variar.

Assim, é muito importante buscar  uma forma e uma plataforma que possibilite uma preparação adequada ao perfil do candidato. Da mesma forma é fundamental manter contato com instrutores que tenham experiencia e conheçam por dentro o mercado e, obviamente, ter acesso a informações confiáveis e de qualidade.

Ao fazer a opção pela certificação, antes de dar início ao programa de estudos e procurar um curso preparatório é importante realizar um planejamento.

Um dos pontos a ser levado em consideração é o tempo que quer dispor para estudar e a data em que pretende fazer a prova. Um plano de estudos deve levar em conta, no máximo, duas horas de estudo por dia e, a utilização dos canais de tutoria para esclarecimento de dúvidas e exercícios desenvolvidos na forma das questões que serão respondidas no exame.

E, para terminar, a recomendação é para que exercite a interpretação de texto, pois as questões que fazem parte do programa de certificação, especialmente da Anbima, são interpretativas.

Se a sua opção for por uma carreira no mercado financeiro, é fundamental se dedicar e estudar os temas voltados para este segmento, pois além de aumentar as suas chances, o conhecimento liberta.

Certificações ANBIMA, alcançam 1 milhão de provas realizadas

A Anbima comemorou no dia 27/06 último, a marca de um milhão de provas nas quatro certificações que oferece, sendo grande parte das provas voltadas para a certificação CPA 10, mas percebe-se uma maior procura por CPA 20 e CEA.

Também nos sentimos orgulhosos por esta marca uma vez que, desde o início, fazemos parte deste processo ministrado curso preparatório para estas certificações.

Fonte primária da informação: ANBIMA

(…)

Foram feitas mais de um milhão de provas das nossas quatro certificações: CPA-10 (Certificação Profissional ANBIMA – Série 10), CPA-20 (Certificação Profissional ANBIMA – Série 20), CEA (Certificação de Especialista em Investimentos ANBIMA) e CGA (Certificação de Gestores ANBIMA). Os números foram alcançados em maio deste ano, mas são computados desde o lançamento do nosso programa de certificação continuada em 2002.

No total, mais de 73% dos exames realizados são da CPA-10, somando 738.328 provas. Certificação mais popular entre os profissionais do mercado, a CPA-10 é voltada para aqueles que atuam na prospecção ou venda de produtos de investimento diretamente para o público, em agências ou plataformas digitais.

A CPA-20 aparece na sequência, com 24%, ou 249.560 provas. A certificação é voltada aos que atuam na venda de produtos de investimento ou na manutenção de carteiras nos segmentos de varejo alta renda, private banking, corporate e investidores institucionais, também em agências ou plataformas digitais.

A CEA e a CGA, certificações mais recentes, lançadas em 2009, somam cerca de 3% das provas. A primeira é voltada para profissionais que dão assessoria aos gerentes de pessoas físicas na indicação de produtos de investimento. Já a segunda é exigida de quem atua na gestão de recursos de terceiros, com poder para tomar decisões de investimentos.

Curso gratuito sobre Mercado de Capitais abre inscrições para professores universitários

Programa TOP oferece uma semana de aulas a docentes em São Paulo

Com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de projetos que contribuam para promover melhores padrões de educação financeira da população, e reconhecendo o papel que o professor pode ter na disseminação do conhecimento sobre o mercado de capitais e a atuação das instituições que o integram, o Comitê Consultivo de Educação da CVM, realiza periodicamente cursos no âmbito do Programa TOP.

O principal objetivo do programa é promover uma atualização de conhecimentos relativos ao mercado de capitais, aliando uma visão prática a teoria e criar um canal permanente de comunicação e relacionamento entre as instituições do Comitê e os professores, divulgando a atuação de cada entidade e o apoio que pode ser prestado ao docente.
E contribuir para o desenvolvimento de multiplicadores, junto às instituições de ensino de nível superior, que repassem aos alunos as informações recebidas no programa, bem como participem de outras iniciativas educacionais.

O programa é voltado para professores vinculados a instituições de ensino de nível superior, de graduação ou pós-graduação, que lecionem ou tenham lecionado disciplinas relacionadas ao mercado de capitais, conforme regulamento.

Dos dias 15 a 19/07 os professores do ensino superior podem atualizar seus conhecimentos sobre Mercado de Capitais em um curso oferecido pelo Comitê Consultivo de Educação da CVM.  A 21ª edição do Programa TOP está com as inscrições abertas até dia 26 de junho.

Além de integrarmos o grupo, participaremos do curso com duas aulas. Uma delas abordará a atuação da ANBIMA no mercado, com Marcelo Billi, gerente de Comunicação e Marketing, e outra tratará dos fundos de investimento, com Luiz Felipe Santos, membro do Comitê de Educação de Investidores.

Os temas que serão apresentados durante o curso, de 15 a 19 de julho, em São Paulo, abordam o papel da bolsa de valores, o processo de supervisão das instituições financeiras, além de produtos como debênturesderivativos e fundos. Quem assistir a todas as palestras recebe um certificado de participação.

O programa é uma oportunidade para os acadêmicos renovarem seus conhecimentos em teoria financeira somada à visão prática de operadores e instituições que estão atuando no dia a dia do mercado, além de promover um contato mais próximo entre as instituições que fazem parte do comitê e os docentes.

Serviço: Programa TOP da CVM
Data: de 15/07 a 19/07 – de segunda à sexta-feira
Horário: das 9h às 18h30
Local: B3 Educação
Endereço: Rua Líbero Badaró, 471, Centro – São Paulo
Inscrições: gratuitas pelo site

Fonte primária da informação: Anbima

A importância do conhecimento e avaliação do perfil do investidor

Nós brasileiros, de uma maneira geral, temos grande dificuldade em lidar com dinheiro. O limitado conhecimento da matéria pode ser justificado por o assunto não ser tratado nas escolas, e ainda por termos convivido durante um longo tempo com índices de inflação extremamente elevados no período anterior a entrada em vigor do plano real. Estes fatores, mas não apenas estes, contribuíram para que a população não tenha criado o hábito de organizar sua vida financeira e desenvolver um planejamento para o futuro.

O processo de estabilização da nossa economia após a implantação do Real criou condições para que as pessoas pudessem perceber as vantagens de planejamento financeiro, tanto que o tema é tratado com mais profundidade pela mídia e percebe-se nas conversas do dia a dia a preocupação  com o assunto. Mas  apesar desta evolução, a falta de conhecimento ainda é evidente.

Para aqueles que conseguem vencer a primeira etapa do “obstáculo” o de  gastar menos do que ganha, o segundo passo parece ser o mais desafiador, pois  é,  como e onde obter as informações necessárias para elaborar um adequado planejamento financeiro.

Ultrapassada a barreira, por falta de conhecimento e uma certa dose de insegurança, esse “novo investidor” geralmente busca amparo nos conselhos dos gerentes de banco, com amigos habituados a aplicar no mercado financeiro, ou ainda em sites “especializados” em investimentos. O principal problema enfrentado neste tipo de aconselhamento é que, na grande maioria dos casos, as necessidades de quem está buscando a informação nem sempre são levadas em consideração, pois o gerente do banco está muito mais preocupado em buscar atingir suas metas, que na maioria dos casos conflitam com os objetivos do cliente. Já o amigo, na maioria das vezes, não tem um conhecimento assim tão aprofundado que permita uma orientação eficiente. Por sua vez, os sites que prometem ganhos extraordinários não são tão confiáveis assim.

Quando o investidor procura a melhor opção para aplicar suas economias, mesmo que intuitivamente, o mesmo deve estar atendo a  pelo menos três fatores na hora de decidir o destino de seu dinheiro: o risco da aplicação, o rendimento esperado e a liquidez, que é  a facilidade em converter o investimento em dinheiro.

As pessoas investem suas reservas por vários motivos. Uns acumulam recursos ao longo dos anos para criar um fundo para aposentadoria objetivando manter certa estabilidade financeira ao deixar o mercado de trabalho. Outras têm por objetivo acumular recursos para a educação dos filhos, para a compra de uma casa, para a aquisição de um carro, e mesmo para as viagens de férias ou para aumentar o patrimônio pessoal.

Assim, há um motivo pelo qual aquele investimento está sendo feito. Há um objetivo que o investidor deseja alcançar, razão pela qual estruturou e organizou suas finanças pessoais visando constituir uma reserva financeira.

Desta forma é preciso compreender que existe uma alternativa de investimento adequada a cada objetivo.

Além deste fatores, as pessoas tendem a reagir de maneira diferente quando expostos a determinadas situações. Uns se mostram conformados com determinado lucro, ainda que este possa ser considerado abaixo da média de mercado. Por outro lado, existem investidores que, na busca por um retorno maior, admitem não ter nenhum retorno ou até retornos negativos, desde haja a possibilidade de se obter um retorno maior.

Algo que deve ficar bem claro para quem está iniciando seus passos no caminho dos investimentos é que só existem duas modalidades de ativos: os de renda fixa e os de renda variável. Entretanto o mercado financeiro criou uma série de variantes, uma vez que os indivíduos apresentam diferentes perfis e objetivos. Para cada necessidade, existe uma variante de ativo financeiro. Logo, é primordial que o investidor antes de realizar a aplicação busque conhecer antecipadamente as características do investimento que deseja realizar por intermédio de profissionais ou canais sérios. Portanto , será necessário disponibilizar certas informações, que em alguns casos podem ser tratadas ou vistas como confidenciais.

Uma forma de se proteger das indicações que podem causar desconforto e dor de cabeça no futuro é se habituar, antes de escolher a modalidade de aplicação, a se perguntar:

  • Por que motivo eu estou querendo aplicar recursos no mercado financeiro? Ou seja, qual o meu objetivo do investimento.
  • Qual o meu horizonte de tempo? Em resumo, por quanto tempo posso ficar com meu dinheiro aplicado ou quando pretendo utilizar estes recursos.
  • Qual o retorno esperado? Que rentabilidade deseja neste investimento? Lembrando sempre que quanto maior a rentabilidade desejada, maiores serão os riscos a serem corridos.
  • Qual a volatilidade da aplicação?  Em outras palavras, qual a possibilidade de o retorno do investimento variar, para mais ou para menos, ao longo do tempo?
  • Em caso de retorno abaixo da expectativa ou prejuízo, como isso afetará minha situação financeira? Eu tenho condições de absorver o resultado?
  • Há a possibilidade de necessitar dos recursos antes da data preestabelecida para o resgate?
  • Em caso de extrema necessidade, posso solicitar o resgate do investimento antes do prazo combinado para o vencimento da operação (liquidez)?

Uma alternativa que não deve ser desprezada, antes da tomada de decisão de realizar qualquer movimento é procurar a ajuda de um profissional, pois este certamente poderá contribuir para que as suas perguntas tenha as respostas devidas para que assim possa aplicar seus recursos da melhor forma possível.

Este profissional, conhecido por uns como planejador financeiro ou, popularmente, consultor de investimentos, possui os conhecimentos necessários para orientar o investidor no sentido de aplicar seus recursos nos ativos mais adequados ao seu perfil e objetivos.

Um outro aspecto que precisa ser destacado é que, atualmente, tanto o planejador financeiro quanto o gerente ou qualquer outro profissional que faça a recomendação de investimento deve cumprir um procedimento legal que é a avaliação do perfil do investidor.

Desde de novembro de 2013, com a publicação da Instrução CVM 539, o mercado passou a contar legalmente com uma medida denominada API – Análise do Perfil do Investidor, que tem por objetivo ajudar o investidor a encontrar os produtos adequados aos seus objetivos e perfil. De uma maneira geral, trata-se de um questionário que deve abordar informações relevantes sobre a condição financeira, idade, quantidade de recursos que os clientes dispõem para investir, para que pretendem utilizar o capital que estão investindo, em quanto tempo etc.

As respostas agrupadas revelam o perfil do investidor e, em algumas situações, já direcionam para os produtos de investimentos mais adequados ao objetivo e perfil de risco do investidor. Isso oferece maior segurança para ao cliente, no momento de investir seus recursos.

No exterior, a API é conhecida como suitability e é bastante aplicada em países onde o mercado de investimentos são mais desenvolvidos.

Voltando ao papel do planejador financeiro, as pessoas ainda acreditam que a função de um destes profissionais é o de buscar “o máximo retorno em um investimento”, quando, na verdade, o papel principal é o de colaborar para que o investidor consiga atingir seus objetivos da maneira mais adequada, buscando o maior ganho possível e dentro de um perfil de risco adequado.

Em se tratando de investimento, ou aplicação financeira, como queiram, o cidadão comum ainda mostra muito receio e desconhecimento. Por esta razão, ainda há muita hesitação em buscar o auxílio de um consultor especializado. A evolução do processo de interesse pelo mercado financeiro fará com que a utilização dos serviços deste profissional seja cada vez mais requisitada.

O mercado financeiro e de capitais tem grande importância para o ambiente econômico, principalmente na medida em que os negócios enfrentam uma concorrência cada vez maior.

Aqueles dispostos a investir seus recursos nesse mercado, precisam estar atentos para que consigam trabalhar seu capital de melhor forma possível, seja para aplicar ou para financiar seus investimentos.

Como o nosso mercado, assim como em outros países, está sempre em mutação, é necessário nos manter atentos e atualizados sobre tudo o que vem ocorrendo.

A experiência no mundo dos investimentos irá aprimorar a capacidade de empregar bem seu capital, fazendo com que o patrimônio líquido familiar possa crescer a cada dia.

A falta de conhecimento por sua vez irá limitar o acesso ao mercado de capitais, visto que um investidor racional jamais deverá aplicar seus recursos em um mercado ou produto que não conhece.

A busca por conhecimento, aliada aos serviços prestados por bons e competentes profissionais, será o marco para que o brasileiro possa compreender melhor os produtos de investimento a disposição no mercado e passar a investir melhor os seus recursos, de acordo com suas necessidades e perfil de risco.

A economia e o país só tem a ganhar como isso.

Conteúdos das provas de certificação são ajustados aos novos códigos de autorregulação

Publicado originalmente em: Anbima 05/12/18

Apostilas de estudo da CPA-10 também foram atualizadas

Devido às mudanças nos códigos de autorregulação, o conteúdo das provas das certificações foi atualizado. As alterações passam a valer a partir do dia 2 de janeiro de 2019, quando os Códigos de Distribuição e de Administração de Recursos de Terceiros entram em vigor – ou seja, apenas nas provas realizadas à partir de 2019. Desta forma, os programas detalhados (relação de temas cobrados nos exames) e a apostila de estudos da CPA-10(Certificação Profissional ANBIMA – série 10) também passaram por ajustes.

O funcionamento das entidades fechadas de previdência complementar foi excluído da CPA-20 (Certificação Profissional ANBIMA – série 20) e da CEA (Certificação de Especialista em Investimentos ANBIMA). As informações cobradas sobre distribuição foram aprofundadas nessas certificações e na CGA (Certificação de Gestores ANBIMA), enquanto antes eram apenas citadas definições usadas no Código de Varejo. O mesmo aconteceu em relação ao Código de Administração de Recursos de Terceiros – antes, não havia nos programas exigências das regras do Código de Gestão de Patrimônio.

As demais mudanças foram adequações de terminologias e reorganização dos conteúdos, para que ficassem alinhadas aos novos códigos.

Novos códigos

A autorregulação mudou o foco das regras, que antes era voltado aos produtos de investimento, para a atividade e a conduta dos agentes que atuam nos mercados financeiro e de capitais. Devido a isso, dois novos códigos entrarão em vigor em 2019: o de Distribuição, que substitui os de Varejo e de Private Banking; e o de Administração de Recursos de Terceiros, que traz as regras dos antigos códigos de Fundos e de Gestão de Patrimônio.

A autorregulação mudou o foco das regras, que antes era voltado aos produtos de investimento, para a atividade e a conduta dos agentes que atuam nos mercados financeiro e de capitais. Devido a isso, dois novos códigos entrarão em vigor no ano que vem: o de Distribuição, que substitui os de Varejo e de Private Banking; e o de Administração de Recursos de Terceiros, que traz as regras dos antigos códigos de Fundos e de Gestão de Patrimônio.

Conteúdos das provas de certificação são ajustados aos novos códigos de autorregulação

Publicado originalmente em: Anbima
Apostilas de estudo da CPA-10 também foram atualizadas

Devido às mudanças nos códigos de autorregulação, o conteúdo das provas das certificações foi atualizado. As alterações passam a valer a partir do dia 2 de janeiro de 2019, quando os Códigos de Distribuição e de Administração de Recursos de Terceiros entram em vigor – ou seja, apenas nas provas realizadas no ano que vem. Desta forma, os programas detalhados (relação de temas cobrados nos exames) e a apostila de estudos da CPA-10(Certificação Profissional ANBIMA – série 10) também passaram por ajustes.

O funcionamento das entidades fechadas de previdência complementar foi excluído da CPA-20 (Certificação Profissional ANBIMA – série 20) e da CEA (Certificação de Especialista em Investimentos ANBIMA). As informações cobradas sobre distribuição foram aprofundadas nessas certificações e na CGA (Certificação de Gestores ANBIMA), enquanto antes eram apenas citadas definições usadas no Código de Varejo. O mesmo aconteceu em relação ao Código de Administração de Recursos de Terceiros – antes, não havia nos programas exigências das regras do Código de Gestão de Patrimônio.

As demais mudanças foram adequações de terminologias e reorganização dos conteúdos, para que ficassem alinhadas aos novos códigos.

Novos códigos

A autorregulação mudou o foco das regras, que antes era voltado aos produtos de investimento, para a atividade e a conduta dos agentes que atuam nos mercados financeiro e de capitais. Devido a isso, dois novos códigos entrarão em vigor no ano que vem: o de Distribuição, que substitui os de Varejo e de Private Banking; e o de Administração de Recursos de Terceiros, que traz as regras dos antigos códigos de Fundos e de Gestão de Patrimônio.

A autorregulação mudou o foco das regras, que antes era voltado aos produtos de investimento, para a atividade e a conduta dos agentes que atuam nos mercados financeiro e de capitais. Devido a isso, dois novos códigos entrarão em vigor no ano que vem: o de Distribuição, que substitui os de Varejo e de Private Banking; e o de Administração de Recursos de Terceiros, que traz as regras dos antigos códigos de Fundos e de Gestão de Patrimônio.

Morar sozinho, liberdade ou problema?

Algumas pessoas moram sozinhas por opção. Porém, outras, moram sozinhas por não ter alternativa. Nestes casos não importa a idade, 18 ou 81 anos, o sentimento é sempre o mesmo: “E agora, o que esperar”?

De início, a percepção da maioria das pessoas é de liberdade por não ter que dividir o mesmo espaço com outras pessoas. Poder andar sem roupas pela casa, acordar a hora que bem quiser e ainda por cima deixar a cama desarrumada. Ninguém vai te chamar a atenção porque comeu besteira no almoço e no jantar, ou porque chegou em casa bêbado ou bêbada, ou ainda, por ter deixado a toalha molhada sobre a cama.

Mas nesta nova fase, nem tudo são flores, as pessoas que optam por morar sozinhos estão muito mais propensas a se endividar que aqueles que dividem as suas despesas com outra ou outras pessoas. Uma pesquisa divulgada pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito e pela CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas revelou que 79% das pessoas que participaram do estudo afirmaram não ter realizado qualquer tipo de planejamento ao decidir morar sozinhos.

Sem planejamento, mostra a pesquisa, 25% das pessoas que optaram por morar sozinho ficaram endividadas.

Pouco menos da metade, cerca de 45%, das pessoas endividadas julgam que o fato de morar sozinhos contribui para elevar a possibilidade de descontrole financeiro. Metade admite ter se endividado por não dividir com alguém as despesas.

O estudo revelou que grande parte dos que optaram por morar sozinhos não têm muito controle dos custos domésticos. A desorganização financeira está ligada ao fato de 33% dos entrevistados não dar a devida importância que o assunto merece e outros 27% por não ter o hábito.

Outro fato que chamou a atenção dos pesquisadores é que apenas 33% das pessoas costuma guardar dinheiro, o restante não tem esse comportamento. Mesmo não tendo o hábito de guardar dinheiro, 40% das pessoas que moram sozinhas costumeiramente parcelam suas compras e o mais preocupante é que 33% tem pelo menos uma parcela em atraso.

Morar sozinho traz a vantagem das pessoas não terem que dar satisfação a ninguém, porém pode levar ao desequilíbrio financeiro, uma vez que entre os principais motivos que levam estas pessoas ao desequilíbrio orçamentário estão as despesas com baladas, bares e restaurantes (28,4%), além de compra de roupas, sapatos e acessórios.

Morar sozinho requer muita disciplina para manter as obrigações em dia. Pois, neste caso é a própria pessoa que precisa controlar o orçamento e conservar a “casa” em ordem.

Anbima promove mudanças nas regras e conteúdo para certificação e atualização – Revisado

O principal objetivo da certificação profissional é a elevação e a manutenção da capacitação técnica dos profissionais que atuam no atendimento a clientes nas instituições financeiras e assemelhadas.

A certificação é regulamentada  pelo Banco Central através da Resolução 3.158/03 que visa estabelecer que as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar no Brasil precisam tomar medidas visando que seus colaboradores, para exercerem as atividades de distribuição e intermediação de títulos, valores mobiliários e derivativos, sejam considerados aptos em exame de certificação organizado por entidade de reconhecida capacidade técnica.

Na mesma linha a autoridade monetária publicou a Resolução 3.309/05 que dispõe sobre a certificação de empregados das cooperativas de crédito e sobre a atuação dessas instituições na distribuição de cotas de fundos de investimentos.

Visando atender aos dispositivos legais a Anbima assumiu o compromisso de elaborar e manter um programa detalhado com o objetivo de permanecer sempre alinhado à legislação em vigor, objetivando a inclusão de novos assuntos, tão logo o dinamismo e a evolução do mercado de capitais venham torná-los relevantes e essenciais.

Desta forma, as alterações no conteúdo dos Códigos elaborados e mantidos pela Anbima são atualizados sempre que necessário, dentre as alterações que entraram em vigor em 02/07/2018 está a cessação da prova para a renovação das certificações da CPA-10 (Certificação Profissional ANBIMA – Série 10) e da CPA-20 (Certificação Profissional ANBIMA – Série 20).

Segundo o código em vigor a renovação dessas certificações serão realizadas unicamente por meio de cursos, seja oferecido pela própria Anbima ou pelo mercado. Igualmente, a atualização do CEA (Certificação de Especialista em Investimentos ANBIMA) será também realizada por meio de curso oferecido pela Anbima ou pelo mercado, somente para profissionais de instituições financeiras associadas a Anbima.

Para os profissionais que atuem em instituições financeiras o prazo foi mantido em cinco anos, entretanto para quem exerça atividades em cooperativas de crédito, entidades seguradoras e de previdência complementar, RPPS ou instituições de agente autônomo de investimento, o prazo para atualização da certificação será de três anos, mediante realização de curso oferecido, apenas, pela Anbima.

Cabe esclarecer que para quem contratou curso de atualização antes de 02/07/2018, a Anbima vai considerar como válido para efeitos de renovação, desde que respeitado o prazo de vencimento.

Outra alteração promovida pela Anbima foi provocada pela entrada em vigor da Instrução 558/15 da CVM, que permitiu que os gestores comercializem seus próprios fundos, assim além da CGA, os profissionais deverão obter uma certificação pertinente à função de distribuição de produtos, ou seja, CPA-10 ou CPA-20.

Além das alterações descritas acima, a Anbima promoveu a adequação do conteúdo do programa, tanto de certificação como de atualização. As mudanças não são significativas, pois tratam basicamente de adaptar o conteúdo programático as modificações no edital e códigos de regulação e melhores práticas da entidade. As mudanças passam a valer a partir de 01/01/2019.

O principal objetivo da certificação profissional é a elevação e a manutenção da capacitação técnica dos profissionais que atuam no atendimento a clientes nas instituições financeiras e assemelhadas.

A SELIC e o seu bolso

Você em algum momento já deve ter se perguntado: mas afinal o que é essa tal taxa SELIC e para que serve?

Na verdade, a SELIC tem dois significados, primeiramente vamos entender o que é a SELIC Meta e qual a sua finalidade.

A SELIC Meta é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). Nestas reuniões, os membros do Copom discutem uma série de fatores que afetam a economia.

A estimativa para a inflação, por exemplo, tem o objetivo de estabelecer qual será a taxa básica daquele período. São realizadas 8 reuniões anuais. A SELIC é utilizada para manter a inflação dentro do patamar especificado, pois o objetivo da política monetária é manter a inflação sobre controle.

Já a taxa SELIC Over é a taxa média ponderada das operações realizadas entre as instituições financeiras pelo prazo de um dia, com a garantia de Títulos Pública Federal. Resumidamente um banco toma dinheiro emprestado de outro oferecendo como garantia títulos públicos e se comprometendo a quitar o empréstimo no dia seguinte. Esta operação é conhecida como “Operação Compromissada”.

A Taxa SELIC, a partir de 01/01/1998 é divulgada em percentual ao ano, considerando o ano base de 252 úteis, ou seja, é calculada apenas sobre dias úteis.

Utilizada como paramento, pelos bancos, para fixar as taxa que cobrarão nos empréstimos ou as taxas que pagarão nas aplicações;

Calculada e divulgada diariamente pelo SELIC – Sistema Especial de Liquidação e Custódia, daí o nome Taxa SELIC.

Resumidamente quando acontece a elevação da SELIC os investidores preferem emprestar dinheiro ao governo, uma vez que o rendimento fica atrativo. Por outro lado, quando a SELIC cai, os investidores dão preferência por resgatar os recursos aplicados uma vez que o rendimento dos títulos públicos diminui e desta forma os recursos resgatados irão transitar pelos bancos que são “obrigados” a emprestar dinheiro ao consumidor em busca de obter um retorno maior. Desta forma, quanto maior a SELIC, mais “caro” será tomar dinheiro emprestado das instituições financeiras, pois que haverá menos dinheiro disponível

Pense em dinheiro como uma mercadoria como outra qualquer. Também neste caso será aplicada a lei de oferta e procura, ou seja, quanto menos dinheiro circulando mais caro será, maior a quantidade de dinheiro circulando menos ele custará.

Além de controlar o acesso ao crédito a SELIC também contribui para o controle de entrada e saída de investimentos estrangeiros. O investidor atraído por uma taxa de juros mais alta faz ingressar mais dinheiro no país e quanto maior a entrada de dólares no país, menor a cotação dessa moeda norte-americana e vice-versa.

As pessoas normalmente reclamam dos juros altos uma vez que diminuem o consumo, o que acaba prejudicando o comércio e a indústria, pois o consumo tende a diminuir em função da dificuldade de financiamento. A redução das vendas no comércio provoca queda nos pedidos à indústria que por sua vez reduz a produção, o que em um segundo momento tem como consequência a elevação do desemprego, provocando a retração da economia.

Outra consequência da elevação na taxa básica de juros é o ingresso no sistema financeiro brasileiro de capital estrangeiro que tem a única finalidade de aproveitar o momento de juros elevados. Como mostrado acima, isso provoca uma redução da diferença entre o Real e o dólar, pois se trata de capital especulativo. A redução da diferença entre o Real e o dólar torna o produto nacional menos atrativo, se comparado aos produtos estrangeiros, e desta forma reduz as exportações agravando ainda mais os reflexos sobre a economia. Como estes recursos podem sair daqui a qualquer momento vai provocar oscilação na moeda norte-americana.

O consumidor é afetado, pois a SELIC é o “termômetro” para a fixação das taxas de juros praticadas no país: cartões de crédito, empréstimo pessoal, cheque especial, crediário, poupança e as várias modalidades de aplicações financeiras disponíveis no mercado. Até o mercado de ações sofre os impactos das altas e baixas da SELIC.

Como a taxa SELIC Over surge dos empréstimos realizados entre bancos é a partir desta taxa média que as instituições financeiras irão definir qual taxa cobrarão para conceder um empréstimo ou qual a taxa irão pagar em um título de renda fixa. Quanto menor o patamar da SELIC, mais “barato” fica para o consumidor fazer um empréstimo ou comprar a prazo.

Contudo, essa relação não é direta. No momento em que a autoridade monetária (BC) reduz a SELIC Meta, essa queda não é repassada de imediato ao consumidor. Isso ocorre porque as instituições financeiras embutem nos financiamentos, os impostos (IOF), a inadimplência, suas despesas administrativas e ainda o seu lucro. A diferença entre a taxa que as instituições pagam para tomar dinheiro emprestado de seus clientes (títulos de renda fixa) e o que cobram no momento de conceder um empréstimo é o conhecido por “spread bancário”.

Por outro lado, os juros pagos pelas instituições financeiras também sofrem a influência da SELIC, pois as pessoas que conseguem um equilíbrio em sua vida financeira, ao poupar o excedente vai conseguir um melhor rendimento. De uma maneira geral, quanto maior a SELIC, maior o rendimento das aplicações de renda fixa (CDB, LCI, LCI e até a Caderneta de Poupança) no momento da aplicação.

Então, muita atenção com as altas e baixas da taxa SELIC na hora de tomar ou emprestar dinheiro no mercado financeiro.

Anbima promove mudanças nas regras e conteúdo para certificação e atualização

O principal objetivo da certificação profissional é a elevação e a manutenção da capacitação técnica dos profissionais que atuam no atendimento a clientes nas instituições financeiras e assemelhadas.

A certificação é regulamentada  pelo Banco Central através da Resolução 3.158/03 que visa estabelecer que as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar no Brasil precisam tomar medidas visando que seus colaboradores, para exercerem as atividades de distribuição e intermediação de títulos, valores mobiliários e derivativos, sejam considerados aptos em exame de certificação organizado por entidade de reconhecida capacidade técnica.

A mesma linha a autoridade monetária publicou a Resolução 3.309/05 que dispõe sobre a certificação de empregados das cooperativas de crédito e sobre a atuação dessas instituições na distribuição de cotas de fundos de investimentos.

Visando atender aos dispositivos legais a Anbima assumiu o compromisso de elaborar e manter um  programa  detalhado com o objetivo de permanecer sempre alinhado à legislação em vigor, objetivando  a inclusão de novos assuntos, tão logo o dinamismo e a evolução do mercado de capitais venham torná-los relevantes e essenciais.

Desta forma, as alterações no conteúdo dos Códigos elaborados e mantidos pela Anbima são atualizados sempre que necessário, dentre as alterações que entraram em vigor em 02/07/2018 está a cessação da prova para a renovação das certificações da CPA-10 (Certificação Profissional ANBIMA – Série 10) e da CPA-20 (Certificação Profissional ANBIMA – Série 20). Segundo o código em vigor a renovação dessas certificações serão realizadas unicamente por meio de cursos, seja oferecido pela própria Anbima ou pelo mercado. Igualmente, a atualização do CEA (Certificação de Especialista em Investimentos ANBIMA)  será também realizada por meio de  curso oferecido pela Anbima ou pelo mercado.

Para os profissionais que atuem em instituições financeiras o prazo foi mantido em cinco anos, entretanto para quem exerça atividades em cooperativas de crédito, entidades seguradoras e de previdência complementar ou  instituições de agente autônomo de investimento , o prazo para atualização da certificação será de três anos.

Cabe esclarecer que para quem contratou curso de atualização antes de 02/07/2018, a Anbima vai considerar como válido para efeitos de renovação, desde que respeitado o prazo de vencimento.

Outra alteração promovida pela Anbima foi provocada pela entrada em vigor da Instrução 558/15 da CVM, que permitiu que os gestores comercializem seus próprios fundos, assim além da CGA, os profissionais deverão obter uma certificação pertinente à função de distribuição de produtos, ou seja, CPA-10 ou CPA-20.

Além das alterações descritas acima, a Anbima promoveu a adequação do conteúdo do programa, tanto de certificação como de atualização. As mudanças não são significativas, pois tratam basicamente de adaptar o conteúdo programático as modificações no edital e códigos de regulação e melhores praticas da entidade. As mudanças passam a valer a partir de 01/01/2019.

O principal objetivo da certificação profissional é a elevação e a manutenção da capacitação técnica dos profissionais que atuam no atendimento a clientes nas instituições financeiras e assemelhadas. A certificação é regulamentada  pelo Banco Central através da Resolução 3.158/03 que visa estabelecer que as instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar no Brasil precisam tomar medidas visando que seus colaboradores, para exercerem as atividades de distribuição e intermediação de títulos, valores mobiliários e derivativos, sejam considerados aptos em exame de certificação organizado por entidade de reconhecida capacidade técnica. A mesma linha a autoridade monetária publicou a Resolução 3.309/05 que dispõe sobre a certificação de empregados das cooperativas de crédito e sobre a atuação dessas instituições na distribuição de cotas de fundos de investimentos.Visando atender aos dispositivos legais a Anbima assumiu o compromisso de elaborar e manter um  programa  detalhado com o objetivo de permanecer sempre alinhado à legislação em vigor, objetivando  a inclusão de novos assuntos, tão logo o dinamismo e a evolução do mercado de capitais venham torná-los relevantes e essenciais.