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NOSSA VISÃO – 20/09/2021



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RETROSPECTIVA

Semana de cautela no cenário econômico marcada por uma queda de -2,49% no fechamento semanal do Ibovespa, acompanhando também os acontecimentos do cenário exterior.

No mercado local, os investidores seguem em alerta acompanhando o cenário político que vem sendo um tema recorrente principalmente quando se trata do desenrolar da reforma tributária.

Na quinta-feira (16), foi anunciado pelo governo o aumento temporário do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), essa medida começa a valer a partir do dia 20 de setembro e a tendência é que permaneça até o final do ano, a intenção do governo é levantar recursos para financiar o Auxílio Brasil (versão nova do Bolsa Família).

O CPI dos Estados Unidos subiu 0,3% sendo abaixo do esperado em agosto, consigo é destacado o ritmo de desaceleração, em contrapartida os investidores não consideram mudança quanto a expectativa do FED, que deve anunciar a redução dos estímulos ainda esse ano.

Na China também houve a divulgação dos dados de produção industrial da China, que subiu 5,3% em agosto. O dado ficou abaixo do esperado pelos analistas que esperava alta de 5,6%, destacando a desaceleração do período.

Em ambos os casos, Estados Unidos e China, a visão dos investidores é de que a queda no ritmo das economias em se dado devido a disseminação da variante Delta e consequente fechamento do mercado.



RELATÓRIO FOCUS

Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu, de 8,00% para 8,35% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA também subiu, de 4,03% para 4,10%. Para 2023, as estimativas ficaram em 3,25%. Para 2024, as projeções ficaram em 3,00%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) se manteve em 5,04% em 202. Para 2022, a estimativa caiu, de 1,72% para 1,63%. Para 2023 e 2024, as projeções ficaram em 2,30%.

Para a taxa de câmbio, a estimativa foi mantida em R$5,20 em 2021. Para 2022, o valor ficou em R$ 5,20. Para 2023, a projeção saiu de R$5,07 para R$5,10. No ano seguinte, o valor ficou em R$5,10.

Para a taxa Selic, os analistas elevaram de 8,00% para 8,25% em 2021. Para 2022, a taxa ficou em 8,50%. No ano seguinte, a projeção foi mantida em 6,75% e 6,50% para 2024.




PERSPECTIVA

No decorrer da semana a atenção será voltada para reunião do Copom que trará uma perspectiva quanto ao rumo da política monetária, onde é esperado pelo mercado um aumento na taxa Selic de 1%.

Também será realizada a reunião do Federal Reserve, onde os investidores estarão em alerta quanto aos indícios de redução do seu programa de estímulo nos Estados Unidos.

As expectativas positivas em relação ao Brasil, passam por um processo de imunização mais eficiente.

Teremos agora que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.

Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.

Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.

A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada, agora com a Câmara e Senado definido.

Devemos observar também o processo de imunização da população brasileira com novas vacinas podendo entrar no plano inicial e agora com possível produção nacional com a ButantanVac.

A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.

Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.

Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.

O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.







NOSSA VISÃO – 13/09/2021



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RETROSPECTIVA

A semana mais curta devido ao feriado aqui no Brasil e nos Estados Unidos teve um desfecho negativo. O Ibovespa recuou 0,97% na semana, devido principalmente ao Ato pró governo que aconteceu no feriado de 07 de setembro.

Esse acontecimento gerou bastante volatilidade nos mercados, deixando claro o atrito entre os poderes, ocasionando o recuo da bolsa e o avanço do dólar, mesmo que ao final da semana, com o dialogo restabelecido, o principal índice acionário brasileiro devolveu parte da perda acumulada na semana.

Com isso, com a crise institucional no front político, tivemos uma desvalorização bem significativa do real na semana, aliado a isso, os dados de inflação divulgados pelo IBGE, colocaram o mês de agosto em alta de 0,9%, contribuindo para uma pressão adicional no Banco Central, com a abertura dos juros futuro.

No ano, o IPCA chegou a 5,67% e a 9,7% em 12 meses, contribuindo para entendimento de que a taxa Selic, deve ser ajustada para cima nos próximos períodos, tendo em vista, também, a crise hídrica, tema que segue tendo um papel importante para a elevação dos preços.

No mercado internacional, principalmente nos Estados Unidos, a criação de vagas do setor de trabalho, virem aquém do esperado, e o salário mínimo real, surpresa da semana, veio animando os investidores.

Esses pontos citados, contribuem para que o FED (Banco Central Americano) se mantenha cauteloso em relação a normalização da política monetária.

Ainda por lá, os temores em relação a variante Delta e a escassez de matéria prima, tem dificultado a recuperação econômica no curto prazo.


RELATÓRIO FOCUS

Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu, de 7,58% para 8,00% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA também subiu, de 3,98% para 4,10%. Para 2023, as estimativas ficaram em 3,25%. Para 2024, as projeções ficaram em 3,03%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 5,15% para 5,04% em 2021. Para 2022, a estimativa saiu de 1,93% para 1,72%. Para 2023 caiu de 2,35% para 2,30% e para 2024, as projeções ficaram em 2,50%.

Para a taxa de câmbio, a estimativa aumentou de R$5,17 para R$ 5,20 em 2021. Para 2022, o valor manteve em R$ 5,20. Para 2023, a projeção se manteve em R$5,07. No ano seguinte, o valor caiu de R$5,05 para R$ 5,03.

Para a taxa Selic, os analistas subiram a projeção de 7,63% para 8,00% em 2021. Para 2022, a projeção subiu de 7,75% para 8,00%. No ano seguinte, a projeção foi mantida em 6,50% e também para 2024.






PERSPECTIVA

Para essa semana a atenção será voltada aqui no Brasil para a divulgação do IBC-Br, que é considerado a prévia do PIB.

No mercado internacional, teremos a divulgação dos índices de preços da zona do euro e dos Estados Unidos.

As expectativas positivas em relação ao Brasil, passam por um processo de imunização mais eficiente.

Teremos agora que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.

Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.

Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.

A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada, agora com a Câmara e Senado definido.

Devemos observar também o processo de imunização da população brasileira com novas vacinas podendo entrar no plano inicial e agora com possível produção nacional com a ButantanVac.

A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.

Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.

Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.

O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.










Nossa Visão – 08/06/2015

O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o pregão de sexta-feira em queda de 1,03%, aos 52.973 pontos. Ainda assim, na semana o Ibovespa subiu 0,40%, por conta de dados fracos da economia norte-americana e indefinição quanto a dívida da Grécia.

Na zona do euro, as tensões se aprofundaram depois que a Grécia atrasou um importante pagamento de dívida para o Fundo Monetário Internacional – FMI, que deveria ocorrer na sexta-feira. A Grécia atrasou o pagamento de uma parcela de sua dívida de 240 bilhões de euros, pela primeira vez em cinco anos de crise. A paciência dos credores parece estar próxima do fim, após acusações de ambos os lados. O presidente da Comissão Europeia alertou que o tempo está se acabando para a conclusão de um acordo da dívida a fim de evitar um calote pelo país.

A criação de vagas de trabalho nos EUA disparou em maio e os salários aumentaram, sinais de ímpeto na economia após o fraco desempenho no primeiro trimestre. O relatório de emprego (payroll) dos Estados Unidos apontou para ganhos firmes no mercado de trabalho do país. Os EUA geraram 280 mil postos de trabalho em maio, maior elevação desde dezembro, e bem acima dos 225 mil previstos pelo mercado.

Depois da divulgação dos dados, operadores passaram a precificar que o Federal Reserve – FED começará a elevar os juros em outubro.  E juros mais altos nos EUA tende a atrair para a maior economia do mundo recursos atualmente aplicados em países como o Brasil. Com isso o dólar passa a apreciar em relação às demais moedas.

Do lado doméstico, as atenções foram direcionadas para o resultado da 4ª reunião do Comitê de Política Monetária – COPOM do ano. O comitê fez o que todos no mercado esperavam, ao elevar a taxa de juros em 0,50 ponto percentual, a 13,75% ao ano. Entretanto, o comunicado pós reunião gerou expectativas por mais altas ao não mostrar mudanças com relação aos últimos comunicados. Com isso, o mercado futuro de juros ajustou seus preços, e muitos já veem a SELIC acima de 14,00% ainda este ano.

No mercado corporativo, a boa notícia veio da Petrobrás. A empresa comemorou o sucesso da sua emissão de bonds com vencimento em 100 anos. A companhia emitiu US$ 2,5 bilhões em títulos e ofereceu os papéis com desconto. A demanda chegou a US$ 13 bilhões, e com a forte procura a captação vai custar menos para a empresa.

O Relatório de Mercado Focus, divulgado pela manhã, mostrou que a expectativa mediana para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 passou de uma retração de 1,27% da semana anterior para 1,30%. Há cinco semanas, a projeção era de recuo de 1,18% do PIB deste ano. Para 2016, a mediana das projeções se manteve em crescimento de 1% pela oitava semana seguida.

Em relação à SELIC, os economistas de instituições financeiras mantiveram a perspectiva da taxa para o fim deste ano, acreditando que encerrará 2015 a 14,00%. Com a alta da SELIC para 13,75% na reunião do COPOM da semana passada, os especialistas consultados esperam por mais uma alta de 0,25 pontos percentuais este ano.

Em relação a inflação, os economistas consultados elevaram pela oitava semana consecutiva a previsão para o IPCA deste ano. A expectativa é que o índice oficial de inflação encerre 2015 em 8,46%, contra 8,39% na semana anterior. Para 2015 as projeções foram mantidas em 5,50%.

Na semana o mercado estará atento para alguns eventos que devem guiar o humor dos investidores.

No plano doméstico, o mercado estará de olho na divulgação do IPCA de maio, a ser divulgado na quarta-feira (10), que pode dar indícios importantes sobre a eficácia da política monetária adotada. Qualquer número acima de 0,55% soará como uma resistência na desaceleração dos preços.

A ata do Copom também figurará no radar do mercado. A expectativa é de que o documento não trará grandes sinalizações de como o Bacen se comportará nas próximas reuniões. Os prognósticos serão melhor alinhados no final do mês, quando será divulgado o relatório trimestral de inflação.

Na China, dados inflacionários, balança comercial, vendas no varejo e produção industrial serão conhecidos. A inflação ao consumidor mantém-se em alta, enquanto os produtores veem os preços recuarem, o que reduz suas margens e pode comprometer toda a cadeia do setor industrial.

Nos EUA, indicadores do mercado imobiliário e de emprego chamam atenção, sendo o segundo uma espécie de bússola usada pelo FED em seus próximos passos na política econômica.

Reafirmamos nossa recomendação de, por hora, manter uma carteira posicionada para os vértices mais longos em torno de 60% (no máximo 10% em IMA-B 5+ ou IDKA IPCA 20A, o restante no IMA-B e IMA-Geral). O reposicionamento deverá ser gradativo, visando formar um preço médio para a carteira.

Os demais recursos devem ser direcionados para os vértices mais curtos, para ativos indexados ao CDI, IRF-M 1, IMA-B 5 ou IDKA IPCA 2A.

Na renda variável, mantemos nossa recomendação de uma exposição reduzida, pois não há percepção de melhora nos fundamentos que justifique elevar o risco da carteira no curto/médio prazos. Investimentos neste segmento devem estar direcionados para ativos que utilizam estratégias de gerar valor ao acionista, através de análises fundamentalistas.

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Nossa Visão – 01/06/2015

O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o pregão de sexta-feira em queda de 2,25%, aos 52.760 pontos. Na semana, a queda acumulou 2,97%, enquanto no mês o índice recuou 6,17%, “puxado” pelo temor de um aumento do juro nos EUA, com a divulgação de uma série de dados macroeconômicos. Destaque também para as votações, pelo Congresso, de medidas que tratam do ajuste fiscal.

Mesmo sem convencer dissidentes petistas, o governo conseguiu aprovar no Senado, por 39 votos a 32, o texto base da MP 665, que restringe o acesso a direitos trabalhistas como o seguro-desemprego, o abono salarial e o seguro-defeso. Essa é a primeira medida provisória do ajuste fiscal que segue para sanção da presidente Dilma.

A MP 664 também foi aprovada no Senado. Esta restringe o acesso à pensão por morte e ao auxílio-doença. Entretanto, os senadores mantiveram o texto vindo da Câmara, que altera a formula da aposentadoria do trabalhador, eliminando o atual “fator previdenciário”. Agora o texto segue para sanção da presidente Dilma. Espera-se pelo veto presidencial, pois estimativas do governo apontam para um gasto extra de até R$ 40 bilhões em dez anos.

Por fim, o Senado também aprovou a MP 668 que, dentre diversos aspectos, eleva tributos de produtos importados. Como já foi aprovada pelas duas Casas do Congresso, a medida segue para sanção presidencial. Editada no fim de janeiro pelo governo, a MP eleva as alíquotas de PIS e Cofins para produtos importados para 2,1% e 9,65 % respectivamente, contra os 1,65% e 7,6% praticados anteriormente.

Do lado da economia, o mercado conheceu o número do PIB brasileiro do primeiro trimestre. E animou, ao registrar uma contração menor que a esperada. A contração foi de 0,2% em relação ao trimestre anterior, frente a expectativas do mercado de queda de 0,5%. Com isso, o PIB acumula queda de 0,9% em 12 meses.

O mercado também ficou conhecendo o resultado do PIB americano. A economia dos Estados Unidos sofreu um baque no primeiro trimestre, e “encolheu” 0,7% frente ao trimestre anterior, em termos anualizados. A primeira estimativa para o trimestre, divulgada em abril, indicava uma expansão de 0,2%. O dado ainda será revisado uma segunda vez, em junho. A desaceleração do PIB reflete uma freada nos gastos das famílias e quedas nas exportações, nos investimentos fixos não residenciais e nos gastos dos governos estaduais e locais.

Com a desaceleração da maior economia do mundo, o mercado passa a precificar um aumento do juro americano, mas os membros do Comitê de Política Monetária do FED devem aguardar indicativos de melhora na economia antes de efetuar o aumento.

O Relatório de Mercado Focus, divulgado pela manhã, mostrou que a expectativa mediana para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 passou de uma retração de 1,24% da semana anterior para 1,27%. Há quatro semanas, a projeção era de recuo de 1,18% do PIB deste ano. Para 2016, a mediana das projeções se manteve em crescimento de 1% pela sétima semana seguida.

Em relação à SELIC, os economistas de instituições financeiras elevaram pela segunda semana seguida a perspectiva da taxa para o fim deste ano, acreditando que encerrará 2015 a 14,0%, ante 13,75% da pesquisa anterior. Ainda de acordo com a pesquisa, os especialistas consultados mantiveram a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) elevará a taxa básica de juros, a Selic, em mais 0,50 ponto porcentual na semana que vem, para 13,75% ao ano. Depois disso, o colegiado deverá optar pela manutenção da taxa até o final do ano – a última reunião está prevista para novembro.

Em relação a inflação, os economistas consultados elevaram pela sétima semana consecutiva a previsão para o IPCA deste ano. A expectativa é que o índice oficial de inflação encerre 2015 em 8,39%, contra 8,37% na semana anterior. Para 2015 as projeções foram mantidas em 5,50%.

Por hora, mantemos nossa recomendação de reposicionar os investimentos para os vértices mais longos, de 40% para 60% (no máximo 10% em IMA-B 5+ ou IDKA IPCA 20A, o restante no IMA-B e IMA-Geral). O reposicionamento deverá ser gradativo, visando formar um preço médio para a carteira.

Os demais recursos devem ser direcionados para os vértices mais curtos, para ativos indexados ao CDI, IRF-M 1, IMA-B 5 ou IDKA IPCA 2A.

Na renda variável, mantemos nossa recomendação de uma exposição reduzida, pois não há percepção de melhora nos fundamentos que justifique elevar o risco da carteira no curto/médio prazos. Investimentos neste segmento devem estar direcionados para ativos que utilizam estratégias de gerar valor ao acionista, através de análises fundamentalistas.

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