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Retrospectiva
Novamente tivemos uma boa semana com o fechamento do real e da bolsa valorizados. O Ibovespa encerrou a semana com alta de 1,2% e quase aos 114 mil pontos, sendo essa, a quinta semana consecutiva de valorização.
O Dólar fechou a semana com uma queda de 1,44% em relação ao real, com cotação da moeda estrangeira a R$ 5,25.
O IPCA de janeiro foi divulgado, com alta de 0,54% no mês e alta de 10,38% nos últimos 12 meses, sendo a maior inflação para o mês nos últimos 6 anos, porém em linha com as expectativas e reforçando a sinalização do Banco Central sobre as perspectivas de política monetária.
O presidente do Banco Central disse durante um evento que o pico da inflação no Brasil desse ano será entre abril e maio, devido à quebra de safra e alta de petróleo.
Na ata do Copom publicada durante a semana, a previsão é que novos aumentos aconteçam em menor magnitude na taxa Selic para as próximas reuniões que acontecerão.
Foi divulgado que as vendas no varejo cresceram 0,3% em dezembro, acumulando alta de 4,5% em 2021, mas um resultado 1,6% abaixo do nível pré pandemia.
Já os serviços prestados em dezembro cresceram 1,4% em relação a novembro, descontados efeitos sazonais, com alta de 10,5% em 2021.
Também tivemos o aumento das tensões entre a Rússia e Ucrânia. Na sexta-feira, os EUA alertaram que a Rússia estaria concentrando mais tropas ao redor da Ucrânia e que uma invasão poderia acontecer a qualquer momento. Com isso, volatilidade nos mercados aumentaram e preços do petróleo avançaram mais de 3%.
Nos EUA, os dados de inflação ao consumidor, o CPI, atingiram 0,6% em janeiro, superando as expectativas e acumulando 7,5% em 12 meses, o maior patamar dos últimos 40 anos. O resultado reforçou a postura anunciada pelo Fed, com o mercado apostando que a política monetária deverá ser ainda mais dura.
Como resultado, os títulos de 10 anos americanos chegaram a 2%, o maior nível desde 2019, pressionando as ações globais, com isso, o mercado precifica mais de 6 elevações da taxa básica de juros norte americana para 2022.
Focus (11/02/2022)
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção aumentou de 5,44% para 5,50% em 2022. Para 2023, a previsão para o IPCA permaneceu em 3,50%. Para 2024, as estimativas aumentaram de 3,00% para 3,04%. Para 2025, as projeções ficaram em 3,00%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) se manteve em 0,30% em 2022. Para 2023, a estimativa caiu de 1,53% para 1,50%. Para 2024 a projeção se manteve em 2,00%, e para 2025, a projeção também se manteve em 2,00%.
Para a taxa de câmbio em 2022, o valor caiu de R$5,60 para R$5,58. Para 2023, a projeção se diminuiu de R$ 5,50 para R$5,45. Para o ano de 2024, a projeção caiu de R$ 5,39 para R$ 5,32, e para 2025 a projeção se manteve em R$ 5,35.
Para a taxa Selic em 2022, a projeção subiu de 11,75% para 12,25%. No ano seguinte, a projeção manteve a mesma para 8,00%. Em 2024 a projeção subiu de 7,00% para 7,25% e para 2025, as projeções se mantiveram em 7,00%.
No Brasil, os destaques dessa semana serão as negociações a respeito dos projetos de desoneração de combustíveis.
Já no cenário internacional, os destaques são sobre preços de commodities. Além das divulgações da inflação ao produtor e vendas do varejo de janeiro nos EUA. Na China termos a divulgação da inflação ao produtor e ao consumidor. Já nos EUA teremos também a divulgação da ata da última reunião de juros.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento do país, segue sendo um tema de preocupação, principalmente devido as manobras do governo para ampliar o teto de gastos.
Outro fator que tende a trazer um cenário mais desafiador é a antecipação da corrida eleitoral, onde há uma expectativa de alta polarização entre os candidatos à presidência.
Sendo assim, permanece a recomendação de cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter ainda sem desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Sobre a nossa ótica, mantivemos a não recomendação de fundos de longuíssimo prazo (IMA-B 5+ E IDKA 20A), 5% em fundos de longo prazo (IMA-B TOTAL E FIDC/ CRÉDITO PRIVADO/ DEBÊNTURE) e 30% em fundos Gestão Duration.
Diante da expectativa de alta na taxa de juros fundos atrelados ao CDI tendem a ter bom desempenho, indicamos uma maior porcentagem de exposição em fundos de curto prazo (CDI), que agora passa a ser 15%, enquanto os fundos de médio prazo, passam a representar 10% de acordo com a nossa alocação tática.
Em relação aos fundos pré-fixados, não recomendamos a estratégia, pois diante da expectativa de alta na taxa de juros o desempenho destes fundos tende a ser afetado. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (IRF-M1, IDkA IPCA 2A).
Já para os títulos públicos, seguindo nossa ótica e diante das seguidas elevações na taxa de juros demonstram ser uma boa oportunidade. Recomendamos que a exposição seja feita primeiramente utilizando a marcação à mercado, e posteriormente quando atingindo o valor esperado, seja feita a transferência para marcação na curva.
Uma alternativa que vem se mostrando forte nos últimos tempos, e que possui boa expectativa, é a diversificação em fundos de investimento no exterior, recomendamos primeiramente a exposição em fundos com hedge com 5% para posteriormente realizar uma entrada gradativa em fundos que não utilizam hedge cambial também com 5%.
Quanto a fundos de ações atrelados a economia doméstica recomendamos a entrada gradativa de modo que o investidor fique atento a oportunidades da bolsa de valores, construindo um preço médio mais atrativo.
Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.

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Retrospectiva
O principal destaque da última semana, ficou para a reunião do COPOM que foi realizada no dia último dia 02, na qual, foi anunciado uma nova alta para na taxa Selic de 1,5 ponto percentual, assim passando de 9,25% ao ano (a.a.) para 10,75% a.a.
É a primeira vez desde maio de 2017 que o Brasil volta a ter a taxa básica de jutos em dois dígitos.
Já o Ibovespa, subiu cerca de 0,49%, indo para a quarta semana consecutiva de alta, fechando a semana em 112.244 pontos.
Na última semana, a câmara recebeu a pec dos combustíveis, que é uma proposta de emenda da constituição defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, e que permite a União, os Estados e Municípios, a zerar ou reduzir parcialmente a alíquotas dos tributos que incidem em cima dos combustíveis e o gás.
Já para essa semana, o foco estará voltado divulgação do Índice de Preço do Consumidor Ampliado (IPCA) do mês de janeiro, aos dados da economia, além da divulgação dos dados relacionados as vendas no varejo no mês de dezembro.
Já no resumo internacional, o foco ficou no aumento de tensão entre Rússia e Ucrânia, e no possível conflito entre os dois países. Já os Estados Unidos, deram a ordem para o envio de tropas para o leste europeu, para defender a Ucrânia de uma potencial invasão russa.
Já na China, após o feriado do ano novo lunar, tivemos a divulgação de alguns dados que aprontaram para leve expansão no país.
Tivemos também, a divulgação do Payroll americano. Na qual, foram divulgados os números em relação a criação de empregos americanos, números esses, que ficaram acima das expectativas dos mercados.
Relatório Focus
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção aumentou de 5,38% para 5,44% em 2022. Para 2023, a previsão para o IPCA ficou em 3,50%. Para 2024, as estimativas se mantiveram em 3,00%. Para 2025, as projeções ficaram em 3,00%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) se manteve em 0,30% em 2022. Para 2023, a estimativa caiu de 1,55% para 1,53%. Para 2024 a projeção se manteve em 2,00%, e para 2025, a projeção também se manteve em 2,00%.
Para a taxa de câmbio em 2022, o valor se manteve em R$5,60. Para 2023, a projeção se manteve em R$ 5,50. Para o ano de 2024, a projeção caiu de R$ 5,40 para R$ 5,39, e para 2025 a projeção caiu de R$ 5,39 para R$ 5,35.
Para a taxa Selic em 2022, a projeção se manteve em 11,75%. No ano seguinte, a projeção manteve a mesma para 8,00%. Em 2024 e 2025, as projeções também se mantiveram em 7,00%.
Para essa semana, além do IPCA do mês de janeiro, aos dados da economia real e dados no varejo no mês de dezembro, também teremos a divulgação da ata da última reunião do Copom.
Outra divulgação pelo Banco Central que acontecerá essa semana, será o IBC-Br, referente ao mês de dezembro, que costuma ser chamado de “prévia do PIB”. A expectativa é que o indicador apresente variação positiva mensal de 0,2%.
Essa semana teremos o discurso de Christine Lagarde, Presidente do Banco Central Europeu, na qual sempre é acompanhado pelos investidores de perto, pois costumam fornecer indicações sobre futuras mudanças na política monetária e nas taxas de juros.
Já nos Estados Unidos, serão divulgados os números das importações, exportações e balança comercial de dezembro. Além disso, os dados de inflação também serão divulgados. O índice de preços ao consumidor (CPI) de janeiro sairá ao final da semana, com expectativa de alta de 0,5%.
Na Europa, essa semana conheceremos os dados da inflação da Alemanha, além do PIB do Reino Unido.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento do país, segue sendo um tema de preocupação, principalmente devido as manobras do governo para ampliar o teto de gastos.
Outro fator que tende a trazer um cenário mais desafiador é a antecipação da corrida eleitoral, onde há uma expectativa de alta polarização entre os candidatos à presidência.
Sendo assim, permanece a recomendação de cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter ainda sem desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Sobre a nossa ótica, mantivemos a não recomendação de fundos de longuíssimo prazo (IMA-B 5+ E IDKA 20A), 5% em fundos de longo prazo (IMA-B TOTAL E FIDC/ CRÉDITO PRIVADO/ DEBÊNTURE) e 30% em fundos Gestão Duration.
Já em fundos de médio e curto prazo, houve alterações. Diante da expectativa de alta na taxa de juros fundos atrelados ao CDI tendem a ter bom desempenho, indicamos uma maior porcentagem de exposição em fundos de curto prazo (CDI), que agora passa a ser 15%, enquanto os fundos de médio prazo, passam a representar 10% de acordo com a nossa alocação tática.
Em relação aos fundos pré-fixados, não recomendamos a estratégia, pois diante da expectativa de alta na taxa de juros o desempenho destes fundos tende a ser afetado. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (IRF-M1, IDkA IPCA 2A).
Já para os títulos públicos, seguindo nossa ótica e diante das seguidas elevações na taxa de juros demonstram ser uma boa oportunidade. Recomendamos que a exposição seja feita primeiramente utilizando a marcação à mercado, e posteriormente quando atingindo o valor esperado, seja feita a transferência para marcação na curva.
Uma alternativa que vem se mostrando forte nos últimos tempos, e que possui boa expectativa, é a diversificação em fundos de investimento no exterior, recomendamos primeiramente a exposição em fundos com hedge com 5% para posteriormente realizar uma entrada gradativa em fundos que não utilizam hedge cambial também com 5%.
Quanto a fundos de ações atrelados a economia doméstica recomendamos a entrada gradativa de modo que o investidor fique atento a oportunidades da bolsa de valores, construindo um preço médio mais atrativo.
Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
Nesta última quarta-feira, dia 2 de fevereiro, o COPOM anunciou nova alta de 1,5 ponto percentual na Taxa SELIC – a taxa básica de juros, que passa de 9,25% para 10,75% ao ano.
Trata-se do oitavo aumento consecutivo da taxa, e, da primeira vez em quase cinco anos que o país volta a ter uma taxa básica de juros de dois dígitos.
A SELIC deve continuar subindo nas próximas reuniões do Copom como medida para conter a inflação. As previsões do último relatório FOCUS colocam como expectativa um fechamento em 11,25% para o final de 2022.

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Retrospectiva
Tivemos uma semana mais tranquila com bons resultados para a bolsa de valores e para o câmbio.
O Ibovespa continuou a ter resultados positivos durante a semana e a encerrou com alta de +2,7% totalizando quase 112 mil pontos.
Por outro lado, o dólar fechou a semana com uma queda de -0,75% em relação ao real com cotação da moeda à R$ 5,38/USD.
A prévia do IPCA-15 apresentou alta de 0,58% no último mês, bem acima das previsões que o mercado projetou e acumulou alta de 10,2% nos últimos 12 meses.
As contas externas encerraram 2021 com déficit de US$ 28 bilhões, pior que o resultado de 2020, mas melhor que os resultados pré-pandemia.
Bolsonaro sancionou o orçamento de 2022, aprovando gastos discricionários para poder recompor o orçamento de gastos obrigatórios, principalmente no que tange à folha de pagamento.
O Brasil foi convidado a fazer parte da OCDE, porém terá que cumprir alguns requisitos para que seja parte da organização que realiza pesquisas, define diretrizes e firma importantes acordos que impactam sobre a política e a economia dos países membros, a fim de promover o desenvolvimento de seus participantes.
A tensão geopolítica entre Rússia e Ucrânia está pressionando o preço do barril do petróleo em momentos de vulnerabilidade enérgica da Europa, o que aumentou a dependência do uso do gás natural. Com isso, os governadores decidiram prorrogar o congelamento do ICMS sobre combustíveis por mais 60 dias para tentar conter os preços, já que o barril de petróleo chegou a 90 dólares, o maior valor desde 2014.
O Fed manteve as expectativas da elevação da taxa de juros, mas não é apropriado subi-la em breve, o que possivelmente irá acontecer somente em março.
Além disso, o presidente do banco central norte americano informou que não descarta a possibilidade de elevar a taxa em as reuniões durante o ano. Com isso, o mercado passou a precificar 5 altas nos juros americanos em 2022.
Em 2021 o índice de preços das despesas de consumo pessoal (PCE), indicador de inflação utilizado pelo Fed, subiu 3,9%, o maior aumento desde 1990. Já a economia cresceu 5,7%, o resultado mais forte desde 1984.
Na China, na véspera do feriado de Ano Novo Lunar, maior feriado do país e que se inicia nessa semana, os índices HSI e CSI 300 acumulam queda de -4% na semana causado pelo aumento nos casos de Covid-19, que atingiram o pico dos últimos 18 meses, além do pessimismo do mercado em relação às empresas de tecnologia.
Além disso, a sinalização da injeção de estímulos na economia favoreceu as moedas exportadoras de commodities.
Focus 28/01/202
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção aumentou de 5,15% para 5,38% em 2022. Para 2023, a previsão para o IPCA aumentou de 3,40% para 3,50%. Para 2024, as estimativas se mantiveram em 3,00%. Para 2025, as projeções ficaram em 3,00%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) aumentou de 0,29% para 0,30% em 2022. Para 2023, a estimativa caiu de 1,69% para 1,55%. Para 2024 a projeção se manteve em 2,00%, e para 2025, a projeção também se manteve em 2,00%.
Para a taxa de câmbio em 2022, o valor se manteve em R$5,60. Para 2023, a projeção se manteve em R$ 5,50. Para o ano de 2024, a projeção se manteve em R$ 5,40 e para 2025 a projeção se manteve em R$ 5,39.
Para a taxa Selic em 2022, a projeção se manteve em 11,75%. No ano seguinte, a projeção manteve a mesma para 8,00%. Em 2024 e 2025, as projeções também se mantiveram em 7,00%.
No Brasil, teremos a reunião do Copom na terça e quarta-feira, as expectativas são de que a taxa Selic alcance 10,75% na tentativa de minimizar a inflação.
Além disso, haverá divulgação do resultado primário do setor público consolidado, da criação de empregos formais (CAGED) e da produção industrial, todos referentes a dezembro.
No cenário internacional teremos a publicação de dados de emprego nos Estados Unidos de dezembro.
Teremos também os resultados do PIB do 4º trimestre e dos índices de inflação ao consumidor e ao produtor na Zona do Euro referente a janeiro.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento do país, segue sendo um tema de preocupação, principalmente devido as manobras do governo para ampliar o teto de gastos.
Outro fator que tende a trazer um cenário mais desafiador é a antecipação da corrida eleitoral, onde há uma expectativa de alta polarização entre os candidatos à presidência.
Sendo assim, permanece a recomendação de cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter ainda sem desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Sobre a nossa ótica, mantivemos a não recomendação de fundos de longuíssimo prazo (IMA-B 5+ E IDKA 20A), 5% em fundos de longo prazo (IMA-B TOTAL E FIDC/ CRÉDITO PRIVADO/ DEBÊNTURE) e 30% em fundos Gestão Duration.
Já em fundos de médio e curto prazo, houve alterações. Diante da expectativa de alta na taxa de juros fundos atrelados ao CDI tendem a ter bom desempenho, indicamos uma maior porcentagem de exposição em fundos de curto prazo (CDI), que agora passa a ser 15%, enquanto os fundos de médio prazo, passam a representar 10% de acordo com a nossa alocação tática.
Em relação aos fundos pré-fixados, não recomendamos a estratégia, pois diante da expectativa de alta na taxa de juros o desempenho destes fundos tende a ser afetado. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (IRF-M1, IDkA IPCA 2A).
Já para os títulos públicos, seguindo nossa ótica e diante das seguidas elevações na taxa de juros demonstram ser uma boa oportunidade. Recomendamos que a exposição seja feita primeiramente utilizando a marcação à mercado, e posteriormente quando atingindo o valor esperado, seja feita a transferência para marcação na curva.
Uma alternativa que vem se mostrando forte nos últimos tempos, e que possui boa expectativa, é a diversificação em fundos de investimento no exterior, recomendamos primeiramente a exposição em fundos com hedge com 5% para posteriormente realizar uma entrada gradativa em fundos que não utilizam hedge cambial também com 5%.
Quanto a fundos de ações atrelados a economia doméstica recomendamos a entrada gradativa de modo que o investidor fique atento a oportunidades da bolsa de valores, construindo um preço médio mais atrativo.
Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.