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Banco Central reduz projeção de crescimento do PIB deste ano para 4%

O Banco Central reduziu hoje- 30/03- a projeção para o crescimento do PIB – Produto Interno Bruto para 2011 de 4,5% para 4%, esta informação consta do relatório de inflação do primeiro trimestre.

Sendo assim, a estimativa do Banco Central fica mais distante da projeção do Ministério da Fazenda, que é de 5% de crescimento. Dado, que faz parte do orçamento de 2011. Com a revisão, entretanto, a estimativa da autoridade monetária se alinha com percepção do mercado financeiro, que projeta crescimento de 4% para o PIB.

Conforme o Banco Central, a redução de sua projeção para o PIB em 2011 foi motivada pela “incorporação de dados preliminares do primeiro trimestre [de 2011] e da atualização do cenário macroeconômico para os seguintes”.

Esclarecimento
O presente ciclo de crescimento econômico  do Brasil, segundo diagnóstico do Banco Central, mostrou relativa redução nos dois últimos trimestres de 2010.

“A tendência de acomodação da atividade econômica deve persistir nos próximos meses, refletindo as ações de política monetária e de caráter macroprudencial, bem como a base de comparação mais elevada após a forte recuperação registrada ao longo de 2010, constituindo, assim, cenário favorável ao crescimento sustentável”.

O Banco Central quer dizer é  que a estimativa de crescimento menor está ligada a elevação dos compulsórios, ação que retirou em dezembro R$ 61 bilhões da economia para arrefecer o consumo, congregada às elevações na taxa de juros no inicio do ano. Essas medidas visam reprimir a demanda e, desta forma, evitar a evolução dos índices de inflação. É importante ressaltar que o crescimento de 7,5% em 2010 gera uma base de comparação elevada.

Setores
Segundo a autoridade monetária o cenário o crescimento da economia considera uma evolução de 1,9% para a agropecuária em 2011, com queda de 1,4 pontos percentuais frente à estimativa anterior, e de 4,2% para a indústria (a projeção anterior mostrava de um crescimento de 5,4%), com 3,6% de crescimento para a indústria de transformação, anteriormente a projeção era de 4,9%, e de 5,2% para a construção civil (a expectativa anterior era de 6,6% de crescimento).

Para o segmento  de serviços, a projeção do Banco Central aponta um crescimento de 3,8%. A estimativa de crescimento projetada para o setor era de 4,2%. Para o comércio, a autoridade monetária projeta um crescimento de 4,2% para  2011, diferente da estimativa anterior que era de 5%, e de 6,2% para os serviços de intermediação financeira.

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