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ENTENDENDO O DI FUTURO

O Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia negociado no Mercado da BM&F constitui-se em uma referência para a economia como um todo por sintetizar, em seus pregões, as expectativas sobre os comportamentos dos juros para períodos futuros.

As operações com Depósitos Interfinanceiros compõem o universo que é a base de cálculo da taxa média de DI da Cetip. Nesse universo, as operações entre bancos grandes ou pequenos, públicos ou privados, estrangeiros ou nacionais formam uma das taxas referenciais mais importantes do sistema financeiro nacional para várias operações bancárias. Essa taxa é apurada por meio de metodologia estatística definida e divulgada diariamente pela Cetip, como uma taxa de juro ao ano, com base em 252 dias úteis, representando o custo básico de captação bancária para aquele dia específico. De maneira resumida, pode-se dizer que o Depósito Interfinanceiro representa uma operação de empréstimo entre bancos e que a taxa média DI da Cetip representa a taxa referencial básica do custo das operações interbancárias.

A BM&F, com o objetivo de aperfeiçoar os instrumentos de proteção de risco, lançou, em junho de 1991, o Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia (DI Futuro). Ao atender à demanda por hedge de entidades comerciais e bancárias e da indústria de fundos de investimento, esse instrumento tornou-se rapidamente uma das maiores inovações da indústria de derivativos no Brasil.

O contrato futuro de DI baseia-se nas taxas médias calculadas pela Cetip, que espelham o custo médio praticado nas operações de troca de disponibilidade de recursos entre instituições financeiras para curtíssimo prazo.

O objeto de negociação do DI Futuro é a taxa de juro efetiva até o vencimento do contrato, definida para esse efeito pela acumulação das taxas diárias de DI no período compreendido entre a data de negociação, inclusive, e o último dia de negociação, inclusive. Este contrato demonstra a expectativa do mercado para a taxa de juro efetiva acumulada entre a data de hoje e o último dia de negociação do contrato (último dia útil do mês). A cotação do DI Futuro negociado no Mercado BM&F é expressa sob a forma de uma taxa efetiva de juro anual, base 252 dias úteis, com até três casas decimais.

O vencimento do contrato futuro de DI é mensal e acontece sempre no primeiro dia útil do mês. Nesse dia, é divulgada a taxa de juro praticada na véspera, completando as informações necessárias para o cálculo da taxa de juro acumulada. As negociações com o contrato que está vencendo podem ser realizadas no pregão até o último dia útil do mês anterior ao do vencimento.

O que é DI Futuro?

Contratos de DI Futuro são acordos de compra ou venda da expectativa de taxa de juro de DI para o período compreendido entre a data de negociação e a data de vencimento do contrato.

De maneira resumida, pode-se dizer que o Depósito Interfinanceiro (DI) representa uma operação de empréstimo entre bancos e que a taxa média DI da Cetip representa a taxa referencial básica do custo das operações interbancárias.

A BM&F, com o objetivo de aperfeiçoar os instrumentos de proteção de risco, lançou, em Junho de 1991, o Contrato Futuro de Taxa Média de Depósitos Interfinanceiros de Um Dia. Ao atender à demanda por hedge de entidades comerciais e bancárias e da indústria de fundos de investimento, esse instrumento tornou-se rapidamente uma das maiores inovações da indústria de derivativos no Brasil.

O contrato futuro de DI baseia-se nas taxas médias calculadas pela Cetip, que espelham o custo médio praticado nas operações de troca de disponibilidade de recursos entre instituições financeiras para curtíssimo prazo.

Por quê negociar DI Futuro?

No mercado de renda variável, os ativos financeiros estão sujeitos a oscilações diárias, que podem provocar situações indesejáveis para aqueles que têm programação financeira sem muita mobilidade.

Neste cenário, o mercado futuro de taxa de juro desempenha papel importante ao viabilizar a transferência de riscos entre seus diversos participantes. A flexibilidade do contrato futuro de depósitos interfinanceiros da BM&f o torna um dos instrumentos mais atrativos para a administração de portfólios de renda fixa.

A principal função das operações que envolvem contratos futuros de DI é o hedging (proteção) contra grandes oscilações na taxa de juro de algum contrato financeiro. As principais estratégias são:

Taxa pós-fixada contra taxa prefixada: se o investidor tem uma grande dívida com a taxa de juro pós-fixada e o cenário econômico aponta para uma alta de juros, a solução para evitar o impacto da alta seria vender um contrato futuro, transformando a taxa pós-fixada em prefixada. As datas de liquidação financeira do contrato e do empréstimo devem coincidir.

Taxa prefixada contra taxa pós-fixada: se o investidor tiver uma grande dívida com a taxa de juro prefixada, e houver uma expectativa de baixa de juro, por meio da compra de um contrato futuro, será possível proteger-se do impacto da baixa do juro sobre o resultado financeiro.

Principais características do DI Futuro

A negociação de DI Futuro no Mercado BM&F constitui-se em uma referência para a economia como um todo por sintetizar as expectativas sobre os comportamentos dos juros para períodos futuros.

Isso é possível, em primeiro lugar, pelo seu elevado grau de liquidez, que garante a formação de preços em ambiente competitivo e com total transparência. Além disso, trata-se de um contrato futuro referenciado em uma taxa amplamente divulgada e conhecida pelo mercado.

Fonte: ADVFN

http://br.advfn.com/

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