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PIB BRASILEIRO DEVE CRESCER 2,00% EM 2014, APONTA RELATÓRIO DE INFLAÇÃO

Com a qualificação dos gestores e membros dos comitês de investimentos, imposta pelo Ministério da Previdência através da Portaria 440/13, uma leitura que não pode ficar fora da lista de gestores e participantes de comitê de investimentos é sem dúvida o Relatório de Inflação publicado pelo Banco Central do Brasil.

O Relatório de  Inflação é publicado trimestralmente pelo Banco Central do Brasil e tem o objetivo de avaliar o desempenho do regime de metas         para a inflação  e delinear cenário prospectivo sobre o comportamento dos preços, explicitando as condições das economias nacional e internacional que orientaram as decisões do Copom – Comitê de Política Monetária Copom em relação à condução da política monetária.

Em 2013, a economia brasileira apresentou crescimento de 2,3% medido pelo PIB – Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos dentro das fronteiras do país.

Nesta edição do Relatório de Inflação, a autoridade monetária aponta que o crescimento da produção industrial brasileira em 2014 será de 1,5%, contra 1,3% registrado em 2013.

Já a evolução do setor de serviços para este ano foi estimado em 2,2%, ante 2,0% apontados  em 2013.

Nas projeções do consumo das famílias, o banco Central aponta que deve registrar crescimento da ordem de 2,0%. Em 2013 o mês item apontou evolução de 2,3%.

A autoridade monetária aponta que na sua avaliação esse crescimento será “amparado no cenário de manutenção das baixas taxas de desemprego e de ganhos reais de salários moderados”.

As exportações e importações de bens e serviços devem crescer 1,3% e 0,9%, respectivamente, em 2104, ante elevações de 2,5% e 8,4%, respectivamente, em 2013.

“As exportações devem se beneficiar do cenário de maior crescimento global e da depreciação do real, a qual também deve contribuir para o arrefecimento das importações” afirma o Banco Central.

A posição do Banco Central em elevar sua estimativa para os preços administrados, que estava com uma alta de 4,5% para 2014 e 2015, e nesta projeção passou para 5,0%, foi considerada importante. A autoridade monetária elevou sua estimativa para aumento de energia elétrica para 2014, de 7,50% para 9,50%. É importante essa manifestação do Banco Central, pois reconhece que essa política de represamento dos preços administrados pelo governo está acarretando efeitos negativos à economia, até mesmo porque mantém as expectativas de inflação muito altas no horizonte relevante para a ação do Copom.

O cenário de referência da autoridade monetária assinalou que elevou a estimativa para a inflação de 2014 de 5,60% para 6,10% e aumentou, ligeiramente, a projeção relativa a 2015, de 5,40% para 5,50%.

Caso haja interesse em conhecer documento completo, clique aqui.

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