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Redução dos índices de inflação e decisão do Copom influenciam movimento do IMA

Dos os indicadores do mercado de renda fixa, o que apresentou o melhor retorno no mês de julho foi o IMA-Geral, com uma variação positiva de 1,29%. Resultado acima do CDI que ficou em 0,86%. Avaliando os sub-índices que compõem o IMA, o IRF-M registrou variação de 1,63% no mês, com destaque para o IRF-M1+, cuja carteira é composta por títulos com prazo superior a um ano, que teve rentabilidade de 1,91% em julho.

O bom resultado obtido pelos indicadores de renda fixa se deve, em grande parte, a dois fatores: a redução no ritmo de aumento da meta para a taxa Selic, e ao arrefecimento dos índices de inflação em julho, que alteraram as expectativas dos agentes do mercado, no curto e médio prazos. Assim, os papéis indexados a taxas prefixadas e que, deste modo, tem uma maior exposição a risco de oscilação nas taxas de juros, mostraram valorização expressiva na segunda metade de julho, notadamente aqueles de prazo mais longo, como pode ser observado nos números apresentados por IRF-M1+ e IMA-B5+.

O IMA-B, cuja carteira é composta por títulos indexados ao IPCA, teve resultado positivo de 1,58% em julho, merecendo atenção a variação do IMAB5+, que incorpora papéis com prazo de vencimento maior do que cinco anos, com alta de 1,90%. Este sub-índice já alcança no ano a rentabilidade de 9,49%, e em doze meses tem o melhor resultado (14,85%) dentre os índices que compõem o IMA, à exceção daqueles que são compostos por títulos indexados ao IGP-M (NTN-C), que tradicionalmente têm as maiores valorizações.

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