RETROSPECTIVAS
Na pauta dos principais acontecimentos da última semana, o Livro Bege, do FED, um documento que demonstra a leitura econômica dos distritos em que o FED atua, sinalizou poucas alterações significativas desde setembro até o momento, com o mercado de trabalho tendo apresentado leve melhora enquanto a inflação aponta para continua e moderada redução em direção à meta de 2%.
O documento detalhou que a maior parte dos distritos reportaram que as novas contratações estão se direcionando para a substituição e reposição de profissionais e não mais para expansão de equipes, o que sugere uma diminuição da atividade do mercado de trabalho na margem.
A inflação continua a reduzir, mesmo que passando por solavancos, e alguns distritos reportaram uma compressão da margem de lucro de algumas companhias por estas não repassaram um aumento de custo para os clientes.
Com a conjuntura desenhada, o mercado compreende que o cenário de pouso suave se mostra mais provável. Vale lembrar que o pouso suave se caracteriza por uma redução da inflação sem comprometer a atividade econômica, em especial, o mercado de trabalho.
Ainda nos Estados Unidos, o índice composto do PMI, que possui a capacidade de sinalizar a temperatura dos setores manufatureiros e de serviços, apontou elevação para 54,3 pontos em outubro, acima do esperado. Enquanto o setor industrial continua em queda (47,8 pontos em outubro), o setor de serviços permanece em expansão (55,3 pontos em outubro).
Na Europa, o mesmo indicador apontou para mais um mês de fragilidade nas expectativas dos gerentes de grandes empresas dos setores industriais e de serviços. O PMI industrial fechou em 45,9 pontos em outubro, enquanto o PMI de serviços foi pouco melhor, apontando para uma modesta expansão em 51,2 pontos no mês. A síntese, pelo PMI composto, foi de 49,70 pontos, em retração.
Já na agenda econômica brasileira, o principal acontecimento se deu pelo IPCA-15 de outubro que fechou consideravelmente acima do esperado por conta da alta da energia elétrica domiciliar que subiu mais de 5%. A leitura da prévia do IPCA de outubro foi de 0,54%, forte aceleração frente aos 0,13% do mês passado.
Ao longo da semana, a agenda está tomada por divulgações no exterior. Nos Estados Unidos, a semana contará com a divulgação de dados de emprego, com o relatório JOLTS na terça feira, ADP na quarta, e o relatório de emprego na sexta feira.
Ainda nos Estados Unidos, teremos a divulgação do PCE de outubro na quarta-feira, o principal indicador de inflação observado pelo FED, além da leitura do PIB do 3° trimestre também dos Estados Unidos.
Na Europa, também teremos a divulgação do PIB do 3° trimestre na quarta feira, e a inflação ao consumidor medido pelo CPI na quinta feira. Já no Brasil, o principal acontecimento será o CAGED, do mercado de trabalho e o IGP-M na quarta feira, e o dado de produção industrial na sexta feira. Além disso tudo, estamos passando pela temporada de balanços no Brasil e no exterior.
RETROSPECTIVAS
No principal evento que marcou a semana, o Banco Central Europeu decidiu unanimemente realizar mais um corte em sua taxa básica de juros que agora se encontra em 3,25%. A redução já era esperada frente ao processo desinflacionário que o continente vem passando além da atividade econômica que se mostra bastante fragilizada.
Seguindo o que foi passado nas reuniões anteriores, o comunicado reiterou que os movimentos futuros serão totalmente dependentes dos dados macroeconômicos, porém a presidente do BCE, Christine Lagarde, disse que mais um corte em dezembro é possível.
Ainda na Europa, tivemos também a divulgação da inflação ao consumidor medida pelo CPI que no mês de setembro apresentou variação de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O baixo número se deu principalmente pelo custo de energia que teve uma forte queda no mês.
Na Ásia, o crescimento do PIB chinês no terceiro trimestre de 2024 foi de 4,6%, novamente abaixo da meta do partido comunista de 5%. O governo, através de medidas de estímulo, como cortes em suas taxas de juros de 1 e 5 anos, tenta reativar os motores econômicos que por hora demonstram menor atividade, como o setor imobiliário e consumo doméstico. A inflação ao consumidor (CPI) da China ficou em 0,4% na comparação anual com setembro do ano anterior.
Em semana de agenda econômica mais esvaziada no quesito de divulgações de dados macroeconômicos, no Brasil, o principal índice do mercado acionário (Ibovespa) fechou a semana aos 130.500 pontos. O dólar por sua vez voltou a bater os R$ 5,70 em reflexo ao receio do mercado quanto ao quadro fiscal brasileiro.
Ao longo da semana, teremos na quarta-feira o livro bege do Federal Reserve, em que o FED de cada localidade passa a situação e perspectivas econômicas de suas respectivas localidades, sendo crucial para as tomadas de decisões futuras e calibragem de expectativas do mercado, além da divulgação do PMI dos Estados Unidos na quinta feira.
Na Europa, na quarta-feira, teremos a divulgação do PMI industrial, de serviços e o composto, em que será possível capturar as expectativas de grandes líderes de empresas frente ao futuro de seus respectivos setores.
Já no Brasil, o destaque será a divulgação do IPCA-15 de outubro na quinta feira 23 de outubro.




RETROSPECTIVA
Impulsionado por notícias do mercado internacional, em especial da China, e por aspectos domésticos, como o governo brasileiro ventilando possibilidades de políticas fiscais que trariam maior risco para o quadro fiscal brasileiro, o Ibovespa caiu 1,4% fechando em 129.992 pontos, e o dólar, em mais uma semana de alta, subiu 2,8% aos R$5,61.
Ainda no Brasil, a leitura do IPCA de setembro de 0,44% veio levemente abaixo das expectativas de 0,46%, pressionado principalmente por energia elétrica, por conta da bandeira tarifária vermelha e alimentos. Ambos os fatores foram influenciados pelo período de seca. Na janela anual, o registro foi 4,42%, e no acumulado de 2024, 3,31%.
Nos Estados Unidos, a ata do comitê de política monetária do FED (FOMC, na sigla em inglês) da reunião de setembro chamou atenção pelo cerne da preocupação dos membros do FED, que deixou de ser o aspecto inflacionário, e agora passa a ser o mercado de trabalho. A ata, que sinalizou cisão quanto a magnitude de corte por parte dos membros do FED, reforçou que os membros da autoridade monetária possuem maior confiança da continuidade do processo desinflacionário.
Além da ata do FED, a divulgação do CPI de setembro também chamou atenção do mercado, com o CPI de setembro subindo 0,2%, um pouco acima do projetado. Na janela anual, a variação caiu para 2,4%, o mais baixo desde fevereiro de 2021. O número recebeu forte influência do grupo de habitação e alimentos, que contribuíram em 75% do aumento no mês.
No mercado de renda variável americano, tivemos o fechamento das bolsas em máximas históricas, devido a resultados fortes na temporada de balanços das empresas do 3° trimestre de 2024.
Já na China, a volatilidade tomou conta dos mercados com anúncios não muito claros dos pacotes de estímulo por parte do Partido Comunista, após parte do mercado se animar com o impulso divulgado semanas atrás, empresas do setor imobiliário tiveram altas no mercado acionário. Contudo, com falas pouco precisas no tocante a magnitude e velocidade em que esses estímulos viriam, fizeram com que os mercados reagissem de maneira negativa nesse jogo.
No Brasil, essa segunda-feira tivemos o resultado do IBC-br (considerado como a prévia do nosso PIB), o índice apresentou um avanço de 0,20%, acima do esperado de 0,10%, o mesmo acumulou alta de 2,5%, em 12 meses, e 2,9% este ano. Esse índice nos mostra a quão aquecida está nossa economia, o que pode nos dar pistas da futura decisão de nossa taxa Selic. Ainda na segunda-feira, em evento, também teremos as falas do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad e o futuro Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
Esta semana teremos novas divulgações a respeito dos dados econômicos chineses, como a produção industrial, vendas do varejo e o resultado do próprio PIB. É sempre importante ressaltar a influência que a economia chinesa tem em relação ao nosso mercado.
Ainda esta semana, o principal evento global será a decisão da taxa de juros do Banco Central Europeu. No mesmo dia, teremos a divulgação do CPI de setembro do velho continente, além da continuação da temporada de balanços do 3° trimestre.
Com a recente abertura da curva de juros e com as incertezas marcando o cenário externo, recomendamos reduzir a duration da carteira. Tudo isso provocou uma grande volatilidade nos IMAs, principalmente na ponta mais longa. Por isso, recomendamos reduzir gradualmente a exposição em Fundos IMA-B 5+, que tem em sua carteira NTN-Bs com prazos acima de 5 anos e podem sofrer mais com essa recente volatilidade. Ainda no Longo Prazo, recomendamos manter em 10% em fundos deste segmento, de preferência diversificar entre IMA-B e IMA-Geral.
Adicionalmente, mantivemos nossa recomendação para 10% dos investimentos em fundos de Gestão Duration, aproveitando a estratégia de gestão ativa oferecida por esse segmento. Com o ciclo de queda da Selic, fundos de renda fixa passivos terão mais dificuldades de obterem rentabilidade superior a meta de rentabilidade do RPPS, por isso, os fundos de gestão ativa podem apresentar alternativas atrativas para isso.
Para um horizonte de médio prazo, mantivemos nossa recomendação para 10% dos investimentos para fundos deste segmento. É importante diversificar dentro do índice, tendo uma exposição índices pós-fixados, como o IDKA IPCA 2A e o IMA-B 5, atrelados a inflação. Além disso, neste cenário de queda na taxa de juros, é aconselhável uma entrada gradativa no IRF-M e no IRF-M 1+, que são índices pré-fixados, sendo importante agir com cautela devido à volatilidade desse indicador. Uma estratégia gradual permitirá aproveitar possíveis oportunidades e minimizar riscos em um ambiente de juros em declínio.
Quanto à exposição de curto prazo, sugerimos aumentar a exposição neste segmento, principalmente fundos CDI. Com as recentes alterações no cenário econômico, recomentamos uma exposição de 15% neste segmento. A Selic terminal para 2024 é prevista para 10%, mantendo uma taxa de investimentos atrativa para o RPPS.
Para diversificar a carteira, é aconselhável adquirir também títulos privados, principalmente as letras financeiras, até atingir uma alocação de 15%. As letras financeiras oferecem taxas que superam, em sua maioria, as metas atuariais dos RPPS e com prazos de até 10 anos, oferecem alternativas atrativas para diversificação de carteira. Além disso, o congelamento do prêmio, como muitas vezes é feito com taxas prefixadas e atreladas a inflação dentro das LFs, é recomendado em ciclos de queda de juros.
Após a inflação mostrar ser mais resiliente quanto o esperado, o Fed mudou sua comunicação, mostrando ressalva em cortar os juros mais cedo. A expectativa do mercado, que já foi de até sete cortes no ano, agora é de 1 a 2 cortes, com o primeiro deles em setembro. Além disso, a nova resolução de fundos de investimentos, CVM 175, trouxe novas regras para fundos no exterior que ainda não foram adaptadas pela Resolução 4.96321. Por isso, recomendamos cautela para fundos de investimento no exterior, tanto em Renda Fixa como fundos de ações ou multimercado exterior.
Quanto aos fundos de ações relacionados à economia doméstica, mantemos nossa recomendação de 20% de exposição. Por mais que a bolsa de valores tenha mostrado certa volatilidade neste ano de 2024, a expectativa ainda é de alta para os próximos meses, na medida que as principais economias do mundo devem começar o processo de queda de juros, aumentando a demanda por ativos de risco. Sugere-se entrar no mercado de forma gradual, aproveitando oportunidades na bolsa de valores para construir um preço médio mais favorável.
Em relação aos Fundos Multimercado e Fundos de Investimento Imobiliários (FII), recomendamos manter a exposição em 5%. O setor imobiliário é um setor que se beneficia da queda dos juros pois são muito dependentes de financiamento.
Diversificar a carteira de investimentos com essas opções pode ser uma abordagem equilibrada para os RPPS, permitindo obter retornos e ter proteção contra cenários adversos, sempre alinhados com as metas de rentabilidade estabelecidas. Para investidores que enxergam oportunidades de adquirir ativos a preços mais baixos, é importante estar respaldado para a tomada de decisão.
RETROSPECTIVA
Na semana passada, encerramos setembro e começamos o quarto trimestre de 2024 com uma série de notícias impactantes, tanto positivas quanto preocupantes. No Oriente Médio, o conflito escalou dramaticamente, com o Irã lançando mais de 200 bombas em Israel, levando o país a ameaçar retaliação. Esse fato gerou uma onda de apreensão nos mercados financeiros e impulsionou o preço do petróleo, que já estava em alta. Especialistas alertam que um possível ataque a instalações petrolíferas no Irã poderia fazer o preço do barril ultrapassar os 100 USD, considerando que atualmente está em torno de 80 USD. Essa alta é benéfica para a Petrobras, que pode ver seus lucros aumentarem, mas gera preocupações sobre a inflação no Brasil.
No Brasil, a agência de classificação de riscos Moody’s surpreendeu o mercado ao elevar a nota de risco brasileira, aproximando o país do grau de investimento. Essa mudança é especialmente relevante, pois pode atrair mais investimentos estrangeiros. A Moody’s destacou o crescimento do PIB, as reformas fiscais e a independência do Banco Central, como fatores que contribuíram para essa melhora. Contudo, o ceticismo persiste em relação à situação fiscal do Brasil, que enfrenta um déficit crescente e dificuldades para aumentar a arrecadação.
O Ibovespa registrou uma leve queda de 0,5%, fechando a 131.920 pontos, enquanto o dólar subiu, encerrando a semana a 5,46 BRL. Em um panorama global, a bolsa da China teve um crescimento impressionante, alcançando sua maior alta em 16 anos, impulsionada por declarações do primeiro-ministro, que afirmou não ser o momento adequado para aumentar as taxas de juros. Essa mudança gerou um otimismo significativo entre os investidores, refletindo a esperança de uma estabilização econômica no país.
Além disso, a CVM anunciou uma nova regulamentação que ampliará a capacidade de investimento dos FIAGRO, permitindo sua participação no mercado de carbono. Os FIAGRO são fundos voltados para o agronegócio e essa nova possibilidade pode trazer mais recursos para o setor, aumentando sua relevância no mercado financeiro.
À medida que outubro avança, a agenda econômica se torna crucial. Teremos a divulgação de indicadores importantes, como o IPCA de setembro, que pode influenciar a próxima decisão sobre a alta de juros no Brasil. Além disso, dados de inflação, atividade do varejo e serviços também estão previstos. Nos Estados Unidos, os dados sobre a inflação ao consumidor e ao produtor, assim como a ata da última reunião do FOMC, estarão no radar. O cenário econômico global e local exige atenção cuidadosa, especialmente diante das tensões geopolíticas e das mudanças nas políticas monetárias.
Com a recente abertura da curva de juros e com as incertezas marcando o cenário externo, recomendamos reduzir a duration da carteira. Tudo isso provocou uma grande volatilidade nos IMAs, principalmente na ponta mais longa. Por isso, recomendamos reduzir gradualmente a exposição em Fundos IMA-B 5+, que tem em sua carteira NTN-Bs com prazos acima de 5 anos e podem sofrer mais com essa recente volatilidade. Ainda no Longo Prazo, recomendamos manter em 10% em fundos deste segmento, de preferência diversificar entre IMA-B e IMA-Geral.
Adicionalmente, mantivemos nossa recomendação para 10% dos investimentos em fundos de Gestão Duration, aproveitando a estratégia de gestão ativa oferecida por esse segmento. Com o ciclo de queda da Selic, fundos de renda fixa passivos terão mais dificuldades de obterem rentabilidade superior a meta de rentabilidade do RPPS, por isso, os fundos de gestão ativa podem apresentar alternativas atrativas para isso.
Para um horizonte de médio prazo, mantivemos nossa recomendação para 10% dos investimentos para fundos deste segmento. É importante diversificar dentro do índice, tendo uma exposição índices pós-fixados, como o IDKA IPCA 2A e o IMA-B 5, atrelados a inflação. Além disso, neste cenário de queda na taxa de juros, é aconselhável uma entrada gradativa no IRF-M e no IRF-M 1+, que são índices pré-fixados, sendo importante agir com cautela devido à volatilidade desse indicador. Uma estratégia gradual permitirá aproveitar possíveis oportunidades e minimizar riscos em um ambiente de juros em declínio.
Quanto à exposição de curto prazo, sugerimos aumentar a exposição neste segmento, principalmente fundos CDI. Com as recentes alterações no cenário econômico, recomentamos uma exposição de 15% neste segmento. A Selic terminal para 2024 é prevista para 10%, mantendo uma taxa de investimentos atrativa para o RPPS.
Para diversificar a carteira, é aconselhável adquirir também títulos privados, principalmente as letras financeiras, até atingir uma alocação de 15%. As letras financeiras oferecem taxas que superam, em sua maioria, as metas atuariais dos RPPS e com prazos de até 10 anos, oferecem alternativas atrativas para diversificação de carteira. Além disso, o congelamento do prêmio, como muitas vezes é feito com taxas prefixadas e atreladas a inflação dentro das LFs, é recomendado em ciclos de queda de juros.
Após a inflação mostrar ser mais resiliente quanto o esperado, o Fed mudou sua comunicação, mostrando ressalva em cortar os juros mais cedo. A expectativa do mercado, que já foi de até sete cortes no ano, agora é de 1 a 2 cortes, com o primeiro deles em setembro. Além disso, a nova resolução de fundos de investimentos, CVM 175, trouxe novas regras para fundos no exterior que ainda não foram adaptadas pela Resolução 4.96321. Por isso, recomendamos cautela para fundos de investimento no exterior, tanto em Renda Fixa como fundos de ações ou multimercado exterior.
Quanto aos fundos de ações relacionados à economia doméstica, mantemos nossa recomendação de 20% de exposição. Por mais que a bolsa de valores tenha mostrado certa volatilidade neste ano de 2024, a expectativa ainda é de alta para os próximos meses, na medida que as principais economias do mundo devem começar o processo de queda de juros, aumentando a demanda por ativos de risco. Sugere-se entrar no mercado de forma gradual, aproveitando oportunidades na bolsa de valores para construir um preço médio mais favorável.
Em relação aos Fundos Multimercado e Fundos de Investimento Imobiliários (FII), recomendamos manter a exposição em 5%. O setor imobiliário é um setor que se beneficia da queda dos juros pois são muito dependentes de financiamento.
Diversificar a carteira de investimentos com essas opções pode ser uma abordagem equilibrada para os RPPS, permitindo obter retornos e ter proteção contra cenários adversos, sempre alinhados com as metas de rentabilidade estabelecidas. Para investidores que enxergam oportunidades de adquirir ativos a preços mais baixos, é importante estar respaldado para a tomada de decisão.