dezembro, 2021

Nossa Visão – 27/12/2021



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Retrospectiva

Na semana mais curta por conta do feriado de natal o Ibovespa registrou variações negativas e acumulou queda de 2,15% encerrando a semana com 104.891 pontos.

O IPCA–15 variou 0,78% e desacelerou em relação a novembro, o dólar recuou 0,38% durante a semana e a curva de juros permaneceu relativamente estável.

O Congresso aprovou o Orçamento de 2022 com reserva de R$ 1,7 bilhão para reajuste do salário dos policiais, para isso foi realizado cortes nas verbas da Receita Federal em 2022.

O Ministério da Saúde reduziu o tempo de intervalo da vacinação das doses reforço contra a Covid para quatro meses.

O governo federal publicou novas regras para a entrada de pessoas ao Brasil, entre elas estão o comprovante de vacinação e teste do tipo antígeno ou PCR realizados respectivamente em até 24 horas e 72 horas antes do embarque com resultado negativo, demonstrando preocupação com uma nova disseminação do vírus.

No exterior, os investidores estão otimistas e acreditam que o avanço da variante Ômicron do Covid-19 não irá trazer restrições significativas à retomada econômica, porém voltou a trazer volatilidade aos mercados.

Além disso, a China reduziu a taxa de juros dos empréstimos de um ano e os EUA apresenta expectativas para alta de juros em 2022.



Focus (24/12/2021)

Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção diminuiu, de 10,04% para 10,02% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA manteve o mesmo, de 5,03%. Para 2023, as estimativas diminuíram de 3,40% para 3,38%. Para 2024, as projeções ficaram em 3,00%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 4,58% para 4,51% em 2021. Para 2022, a estimativa caiu de 0,50% para 0,42%. Para 2023 a projeção caiu de 1,85% para 1,80% e para 2024, a projeção se manteve em 2,00%.

Para a taxa de câmbio, a estimativa subiu de R$5,60 para R$5,63 em 2021. Para 2022, o valor subiu de R$5,57 para R$5,60. Para 2023, a projeção também se manteve o mesmo de R$5,40. Para o ano de 2023, a projeção foi a mesma de R$ 5,30.

Para a taxa Selic, o ano de 2021 fechou em 9,25% Em 2022, a projeção se manteve em 11,50%. No ano seguinte, a projeção manteve a mesma para 8,00% e em 2024, também se manteve em 7,00%.







Perspectivas

Nesta semana será divulgado o último Boletim Focus do ano e a taxa de desemprego do Brasil, a qual as expectativas são de que a mesma recue de 12,5% para 12,1%.

As expectativas são de que O IGP-M seja positivo, com previsão de que o índice fechará o ano com 17.48%.

Quanto as expectativas com relação ao Brasil, passa por um processo de imunização mais eficiente. Teremos que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.

Os dados indicam uma pressão persistente nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.

Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.

A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada.

A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, segue sendo o principal foco, devido as recentes manobras do governo para amplia-lo.

Caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.

Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.

Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.

O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.









Nossa Visão – 20/12/21 – Políticas Monetárias nacionais e internacionais agitadas




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Nossa Visão

O principal destaque dessa última semana, foi o a política monetária, tanto em âmbito nacional, como internacional, com a maioria das decisões tomadas, apontando para menores estímulos.

No cenário nacional, tivemos a divulgação da ata da última reunião do ano, realizada pelo Copom, além do relatório trimestral de inflação.

Conforme a ata divulgada, o banco central, observa que o ciclo de aperto monetário deverá ser mais contracionista. Além disso o BC divulgou que existe grandes chances de ser ultrapassado o limite superior das projeções de inflação para o ano de 2022, que atualmente está em 5,00%.

Em relação ao PIB, o banco central reduziu a projeção de crescimento de 2021 para 4,4%. Essa redução, se deve principalmente em virtude dos dados recentes mais fracos, além da queda de confiança dos empresários e consumidores.

Já em 2022, esse valor que era de 2,1% passou a ser de 1,0% resultado de uma combinação de fatores, como perda de dinamismo recente da atividade, alta da inflação e aumento do risco fiscal.

No Congresso tivemos a finalização da votação em relação a PEC dos precatórios, que abrirá espaço fiscal acima de 100 bilhões para o ano de 2022.

Nos Estados Unidos, o FED anunciou que irá encerrar o seu programa de compra de títulos públicos em março de 2022, o que resultará numa menor liquidez no mercado global. Além disso, foi anunciado que o país sofrerá com 3 elevações na taxa de juros tanto no de 2022, como no ano de 2023.

No Reino Unido, na tentativa de conter a inflação, o banco central elevou da taxa de juros de 0,1% para 0,25%

Já no Banco Central Europeu, decidiu acelerar o ritmo de compra de ativos, com a perspectiva de não sofrer elevação na taxa de juros, indo na contramão da decisão do Reino Unido.



Relatório Focus

Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção diminuiu, de 10,05% para 10,04% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA aumentou de 5,02% para 5,03%. Para 2023, as estimativas diminuíram de 3,46% para 3,40%. Para 2024, as projeções caíram de 3,09% para 3,00%

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 4,65% para 4,58% em 2021. Para 2022, a estimativa de manteve em 0,50%. Para 2023 a projeção caiu de 1,90% para 1,85% e para 2024, a projeção se manteve 2,00%.

Para a taxa de câmbio, a estimativa subiu de R$5,59 para R$5,60 em 2021. Para 2022, o valor aumentou de R$5,55 para R$5,57. Para 2023, a projeção também se manteve o mesmo de R$5,40. Para o ano de 2023, a projeção foi a mesma de R$ 5,30.

Para a taxa Selic, o ano de 2021 fechou em 9,25% Em 2022, a projeção se manteve para 11,50% No ano seguinte, a projeção manteve a mesma para 8,00% e em 2024, também se manteve em 7,00%.






Perspectiva


Nessa semana, aqui no Brasil, teremos a divulgação de dois importantes índices: o primeiro, será o índice de Confiança do Consumidor aqui no Brasil, além do IPCA-15 anual e mensal de dezembro. Com esses dados, teremos uma melhor ideia de como anda o desempenho da atividade econômica do país.

Nos Estados unidos teremos uma semana intensa, com a divulgação do PIB trimestral, que pelas expectativas dos especialistas, deve ser de 2,2%, o nível de confiança do consumidor da CB (Conference Board), além da divulgação dos índices de Vendas de Casas Usadas e Casas Novas, que tem uma importância grande na economia americana.

Outro ponto muito importante, será divulgação do PIB anual que será feito pelo Reino Unido, onde iremos poder mensurar de melhor maneira os efeitos do Brexit.

A variante Ômicron segue abalando os mercados mundiais, apesar de menor letalidade, vários países da Europa adotaram medidas restritivas para impedir sua disseminação. A Holanda por exemplo, impôs um bloqueio total de todas as lojas não essenciais até 14 de janeiro.

Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas de médio e longo prazo seguem dependendo do o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue em mãos do governo.

O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.








ENVIO DO DPIN DE 2022 À SPREV


1) Considerando a publicação da Resolução do Conselho Monetário Nacional – CMN nº 4.963, de 25 de novembro de 2021, em 29 de novembro, e a deliberação ocorrida na 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional dos Regimes Próprios de Previdência Social – CNRPPS, em 2 de dezembro de 2021, previsto no Decreto nº 10.188, de 20 de dezembro de 2019, será editada Portaria do Ministério do Trabalho e Previdência, prorrogando, até 31 de março de 2022:



a) o prazo para envio do Demonstrativo da Política de Investimentos – DPIN relativo ao exercício de 2022;


b) O prazo para envio do Demonstrativo das Aplicações e Investimento dos Recursos – DAIR do mês de janeiro de 2022.


2) Enquanto não adequadas as funcionalidades do CADPREV às alterações promovidas pela Resolução CMN nº 4.963/2021, especialmente em relação aos segmentos e limites de aplicação e tipos de ativos, as informações prestadas na seguinte aba “ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO” não serão consideradas pela SPREV em suas auditorias diretas e indiretas (serão inativadas no CADPREV todas as notificações de batimento de dados dessa aba:



3) Serão consideradas pela SPREV para todos os fins as informações relativas às “ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO”, constantes do arquivo da Política de Investimentos digitalizada, que é encaminhada juntamente com o DPIN. Assim, o que valerá são as informações da Política de Investimentos digitalizada e aprovada pelo Conselho Deliberativo que é enviada pelo CADPREV após o cadastramento do DPIN e colocada em consulta pública no site do CADPREV.


4) Como é o envio do arquivo da Política de Investimentos digitalizada? Desde a renovação do DPIN em 2017, o envio do formulário do DPIN preenchido no CADPREV (antes o preenchimento era no CADPREV-Desktop, agora é diretamente no CADPREV-web) somente é concretizado com o envio do próprio arquivo da Política de Investimentos digitalizada pelo CADPREV. Atenção: somente pode ser enviado pelo CADPREV arquivo da Política de Investimentos no formato PDF e JPG e o tamanho do arquivo não pode exceder 4 MB. O nome do arquivo deve corresponder a DPIN_DIGITALIZADO_2022.pdf. O envio se dá no próprio CADPREV-Web:





5) Como assinar o DPIN e a Política de Investimentos digitalizada? A assinatura digital junto ao DPIN também dará autenticidade ao arquivo da Política de Investimentos encaminhado junto ao demonstrativo.


6) Como preencher a aba “ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO” do DPIN? Sugerimos, dentro do possível, que o RPPS preencha essa aba tendo em mente o seguinte “DE-PARA” entre os segmentos e tipos de ativos previstos na Resolução CMN nº 3.922/2010 e os previstos na Resolução CMN nº 4.963/2021. Para tanto, podem usar a seguinte tabela de “DE-PARA”:





7) Caso o RPPS opte por preencher essa aba “ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO” de outra forma, sem fazer o “DE-PARA”, sem problemas, pois o que será considerado para fins de supervisão da SPREV são as informações constantes do arquivo da Política de Investimentos digitalizada, que é encaminhado junto com o DPIN.


8) Apesar de ser dado prazo até 31 de março de 2022 para o envio do DPIN recomenda-se que a Política de Investimentos para o exercício de 2022, adequada à nova Resolução CMN nº 4.963/2021, seja elaborada e aprovada pelo Conselho Deliberativo o mais rápido possível.


9) Caso já tenha sido elaborada e aprovada pelo conselho deliberativo e encaminhados à SPREV o DPIN e o arquivo da política de investimentos digitalizada antes da Resolução CMN nº 4.963/2021, o que fazer? Infelizmente, a aprovação da nova resolução pelo CMN só foi possível no final do exercício. Assim, o RPPS deverá alterar a política de investimentos, submetê-la novamente à apreciação do conselho deliberativo e reencaminhar o DPIN de 2002 na forma dos itens acima.


10) As aplicações de recursos dos RPPS na carteira de empréstimos consignados (prevista no § 7º da EC nº 103/2019 e no art. 12 da Resolução CMN nº 4.963/2021) depende de o Ministério do Trabalho e Previdência editar, nos termos do § 13 do art. 12 e do art. 29 da Resolução CMN, editar as regulamentações procedimentais para o cumprimento dos requisitos estabelecidos na referida resolução. A SPREV já elaborou minuta de portaria com essas regulamentações procedimentais e encaminhou aos membros do CNRPPS para avaliação, envio de sugestões e posterior deliberação nos termos do Decreto 10.188/2019. Assim, enquanto não sobrevier essa regulamentação pela SPREV e aprovação pelo CNRPPS, os RPPS não poderão aplicar seus recursos em empréstimos consignados com seus segurados!


11)  Caso o RPPS deseja já prever a possibilidade, após a publicação de portaria pelo MTP regulamentando os aspectos procedimentais pela SPREV, de aplicação de recursos na carteira de empréstimos consignados, poderá informar da seguinte forma no DPIN





12) Enquanto não aprovada a Política de Investimentos para 2022 como deverão ser aplicados os recursos do RPPS em 2022? Por imperativo legal (art. 6º, IV, da Lei nº 9.717/1998) a partir de 3 de janeiro de 2022 as aplicações de recursos do RPPS deverão observar o previsto na Resolução CMN nº 4.963/2021. No quadro abaixo apresentamos uma visão geral dos novos segmentos e tipos de ativos previstos na nova Resolução:





NOSSA VISÃO – 13/12/2021 – Novo aumento da SELIC, Impacto da Variante Ômicron




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NOSSA VISÃO

Na última reunião do ano realizada pelo Copom, foi decidido elevar mais uma vez a Selic em 1.5 pontos percentuais, fechando o ano de 2021 em 9,25%. O número ficou bem distante dos 2,00% que foi registrado na primeira reunião realizada em janeiro desse mesmo ano.

As expectativas do próprio banco é que ocorra um reajuste de igual impacto na próxima reunião em fevereiro, devendo elevar a Selic para 10,75%.

Já em relação a PEC dos precatórios, após um acordo para fatiar o texto, o congresso promulgou, os dispositivos que já haviam sido aprovados nas duas casas, e entre essas principais mudanças, está a mudança no cálculo do teto de gastos. As alterações feitas pelo senado, que ainda precisam ser apreciadas pelos deputados, serão apensadas em outras PEC que correm pela câmara, e já pronta para ser elevada ao plenário.

Já no cenário externo, os primeiros indícios da baixa letalidade da variante Ômicron, fizeram o mercado respirar um pouco mais aliviado.

Outro ponto que vale ressaltar, é que essa semana ocorrerá uma reunião do FED, na qual, deve ser anunciada a antecipação do fim do programa de compra de título públicos, o que de certa maneira, impacta a liquidez global.

Além disso, o mercado aguarda a divulgação das novas projeções para a taxa de juros nos Estado Unidos, que pelas expectativas, devem sinalizar pelo menos duas altas em 2022.

Os mercados chineses subiram com as novas especulações de estímulo econômico a serem anunciadas pelo governo para impedir a deterioração adicional do setor imobiliário, com isso o minério de ferro salta em meio ao indicio de estímulos por parte do governo chinês.

Tanto a bolsa de valores brasileira quanto as bolsas estrangeiras, reagiram de forma positiva às menores preocupações com a covid-19.



RELATÓRIO FOCUS

Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção diminuiu, de 10,18% para 10,05% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA manteve o mesmo, de 5,02%. Para 2023, as estimativas diminuíram de 3,50% para 3,46%. Para 2024, as projeções ficaram em 3,09%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 4,71% para 4,65% em 2021. Para 2022, a estimativa caiu de 0,51% para 0,50%. Para 2023 a projeção caiu de 1,95% para 1,90% e para 2024, as projeções caíram de 2,10% para 2,00%.

Para a taxa de câmbio, a estimativa subiu de R$5,56 para R$5,59 em 2021. Para 2022, o valor manteve o mesmo de R$5,55. Para 2023, a projeção também se manteve o mesmo de R$5,40. Para o ano de 2023, a projeção foi a mesma de R$ 5,30.

Para a taxa Selic, o ano de 2021 fechou em 9,25% Em 2022, a projeção subiu de 11,25% para 11,50%. No ano seguinte, a projeção manteve a mesma para 8,00% e em 2024, também se manteve em 7,00%.





PERSPECTIVA

Nessa semana teremos a divulgação do IBC-BR aqui no Brasil e teremos uma maior clareza sobre o desempenho da atividade econômica do país.

Já nos Estados Unidos, o foco nessa semana será em torno da divulgação das novas projeções para a taxa de juros, que pelas expectativas dos especialistas, devem sinalizar, pelo menos duas altas em 2022. Também teremos a divulgação dos dados do varejo de novembro nos EUA, onde o mercado projeta uma alta de 1,7%.

Quanto as expectativas com relação ao Brasil, passa por um processo de imunização mais eficiente. Teremos que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.

Os dados indicam uma pressão persistente nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.

Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.

A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada.

A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, segue sendo o principal foco, devido as recentes manobras do governo para amplia-lo.

Caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.

Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.

Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.

O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.





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