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RETROSPECTIVA
Recapitulando os principais acontecimentos da última semana, tivemos o Ibovespa com fechamento semanal em -3,10%, apresentando bastante volatilidade, devido aos temas relacionados a PEC dos precatórios e também ao mercado externo.
Ainda assim, no último pregão tivemos um alívio referente também a PEC dos precatórios na possível discussão do fatiamento da PEC, onde poderia ser aprovado parte do texto agora, que auxiliaria a aprovação da parte regulatória do Auxilio Brasil e a segunda parte poderia ser revisada e aprovada posteriormente.
Em relação a PEC, tema de bastante relevância na semana, foi o principal causador de volatilidades nos mercados, devido a sua incerteza em relação ao seu desfecho final, com isso também foram discutidos como seria utilizado a fatia a mais que foi aberta no teto de gastos e o reajuste salaria para o servidor público, foi o tema mais discutido.
Discussão gerada após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que considerou um aumento de 10%, em contrapartida o Presidente da Câmara, Arthur Lira, disse que não enxerga espaço para tal medida, com isso a volatilidade e a incerteza fiscal acabaram ocasionando uma queda no mercado bem significativa.
No mercado internacional, em agenda global enfraquecida, os investidores estiveram atentos as declarações dos presidentes dos Bancos Centrais, acerca da condução da política monetária e também agregando mais volatilidade nos mercados, temos a Europa, que agora é considerado o novo epicentro da pandemia, tudo isso em meio a uma inflação acelerada.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu de 9,77% para 10,12% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA subiu de 4,79% para 4,96%. Para 2023, a estimativa saiu de 3,32% para 3,42%. Para 2024, as projeções saíram dos 3,09% para 3,10%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 4,88% para 4,80% para 2021. Para 2022, a estimativa caiu de 0,93% para 0,70%. Para 2023, a projeção ficou em 2,00%. Para 2024, a projeção também ficou em 2,00%.
Para a taxa de câmbio, a estimativa ficou em R$5,50. Para 2022, o valor ficou em R$5,50. Para 2023, a projeção ficou em R$5,30 e para o ano seguinte o valor ficou em R$5,25.
Para a taxa Selic, os analistas mantiveram a projeção da taxa em 9,25% em 2021. Para 2022, a taxa saiu de 11,00% para 11,25%. No ano seguinte, a projeção ficou em 7,75% e ficou em 7,00% em 2024.
PERSPECTIVA
Para as próximas semanas, devemos acompanhar de fato a aprovação da PEC dos precatórios, os PMI dos Estados Unidos e as vendas na Black Friday (26/11).
Quanto as expectativas com relação ao Brasil, passa por um processo de imunização mais eficiente. Teremos que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Os dados indicam uma pressão persistente nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, segue sendo o principal foco, devido as recentes manobras do governo para amplia-lo.
Caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.

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RETROSPECTIVA
Essa semana o mercado doméstico apresentou uma baixa volatilidade, tendo em vista o andamento da PEC dos precatórios. O Ibovespa registrou uma alta acumulada de 1,44% nessa semana.
Foi aprovada em segundo turno, a PEC dos Precatórios, que libera cerca de R$ 90 bilhões no orçamento e pode viabilizar o Auxílio Brasil com o valor de R$ 400. Agora a proposta está no aguardo do Senado, entretanto o governo ainda vê dificuldades na votação.
A reação do mercado foi positiva, pois por mais que ela represente um furo no teto de gasto a PEC tem sido vista como limitadora destes gastos.
Na semana anterior também teve a divulgação do IPCA de outubro que avançou para 1,25% registrando uma alta acumulando 10,67% em 12 meses. Nos Estados Unidos também foi divulgada a maior alta de inflação desde 1990, o índice de preços ao consumidor acumulou em 12 meses 6,2%.
Na China, os dados de vendas do varejo nesta segunda feira surpreenderam positivamente, com uma alta de 3,5% em outubro. Entretanto, os investidores seguem em alerta devido a economia chinesa ter sido afetada pela crise do setor imobiliário e crise energética que tem afetado a atividade industrial.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu, de 9,77% para 9,33% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA também subiu, de 4,79% para 4,63%. Para 2023, as estimativas aumentaram de 3,27% para 3,32%. Para 2024, as projeções ficaram em 3,09%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 4,93% para 4,88% em 2021. Para 2022, a estimativa caiu de 1,00% para 0,93%. Para 2023 manteve em 2,00% e para 2024, as projeções caíram de 2,05% para 2,00%.
Para a taxa de câmbio, a estimativa manteve em R$5,50. Para 2022, o valor manteve também em R$5,50. Para 2023, a projeção ficou em R$5,30. No ano seguinte, o valor subiu de R$5,20 para R$ 5,25.
Para a taxa Selic, os analistas mantiveram a projeção em 9,25% para 2021. Em 2022, a projeção manteve em 11%. No ano seguinte, a projeção foi subiu de 7,50% para 7,25% e em 2024 se manteve em 7,00%.
Nessa semana teremos a divulgação do IBC-BR aqui no Brasil e teremos uma maior clareza sobre o desempenho da atividade econômica do país.
Também teremos a divulgação dos dados do varejo de outubro nos EUA, onde o mercado projeta uma alta de 1,1%. No Reino Unido os dados relativos ao emprego em outubro mostrarão se houve um aumento no desemprego após o vencimento do regime de subsídios salariais durante a pandemia.
Quanto as expectativas com relação ao Brasil, passa por um processo de imunização mais eficiente. Teremos que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Os dados indicam uma pressão persistente nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, segue sendo o principal foco, devido as recentes manobras do governo para amplia-lo.
Caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.

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RETROSPECTIVA
A última semana foi marcada pelas discussões em relação a política monetária, devido a reunião do FED e a divulgação da Ata do Copom por aqui, também tivemos a PEC dos precatórios, que segue para o Senado e a divulgação dos balanços das empresas referente ao 3º trimestre.
O Ibovespa, principal índice acionário do mercado, apresentou alta acumulada de 1,3%na semana, tendo que até quinta-feira o índice acumulava queda e veio se recuperar apenas na sexta-feira, repercutindo os dados do mercado em relação aos balanços das empresas, referente ao 3º trimestre de 2021 e se aproveitando do bom humor externo, com o Payroll dos Estados Unidos, vindo melhor que o esperado.
Tivemos a Divulgação da Ata do Copom, onde o comitê deixou bem claro as suas preocupações em relação as desancoragens das expectativas inflacionarias, que podem gerar um alto custo para a economia de longo prazo, com isso, motiva o Copom a elevar os juros a convergir a inflação ao centro da meta em ainda 2022.
A reunião do FED, se mostrou em linha com as expectativas de mercado, anunciando o início do Tapering, que seria a redução da compra de títulos, impactando a liquidez global, e influenciando os ativos de risco.
Entretanto a autoridade monetária informou que continuará a contribuir para a retomada econômica, fato que gerou otimismo no mercado. O que se espera é que o banco central norte americano, eleve os juros em meados de 2022.
Em relação a PEC dos precatórios, que altera a regra do teto de gastos, avançou na Câmara e deve seguir para o Senado, pela proposta, o espaço adicional para o teto de gastos para 2022 é de aproximadamente de R$ 92 Bilhões.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu de 9,17% para 9,33% em 2021. Para 2022, a previsão para o IPCA subiu de 4,55% para 4,63%. Para 2023, as estimativas ficaram em 3,27%. Para 2024, as projeções saíram dos 3,07% para 3,10%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 4,94% para 4,93% para 2021. Para 2022, a estimativa caiu de 1,20% para 1,00%. Para 2023, a projeção ficou em 2,00%. Para 2024 caiu de 2,20% para 2,05%.
Para a taxa de câmbio, a estimativa ficou em R$5,50. Para 2022, o valor ficou em R$5,50. Para 2023, a projeção saiu de R$5,25 para R$5,30 e para o ano seguinte o valor ficou em R$5,20.
Para a taxa Selic, os analistas mantiveram a projeção da taxa em 9,25% em 2021. Para 2022, a taxa subiu de 10,25% para 11,00%. Em 2023, a projeção subiu de 7,25% para 7,50% e avançou também de 6,75% para 7,00% em 2024.
Apesar da agenda cheia, o foco segue para a PEC dos precatórios, que será votada em segundo turno na Câmara e deverá passar para o Senado.
Quanto as expectativas com relação ao Brasil, passa por um processo de imunização mais eficiente. Teremos que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Os dados indicam uma pressão persistente nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, segue sendo o principal foco, devido as recentes manobras do governo para amplia-lo.
Caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.