RETROSPECTIVA
Semana marcada por uma maior oscilação nos mercados acionários no mundo, tendo como principal motivador a falta de gatilhos que impulsionassem os índices globais a superar as máximas históricas alcançadas recentemente.
Ante a bons resultados do primeiro trimestre, era natural que houvesse movimentos de realização de lucros na semana, mesmo com a melhora da perspectiva econômica, com os bons resultados nos Estados Unidos, China e em parte da Europa.
Porém o fator que acabou pesando de maneira negativa nos mercados, foi a percepção de intenção de elevação dos impostos nos Estados Unidos, que seria o escape para financiar o programa de investimento para infraestrutura anunciado por Biden.
Mesmo a intenção de elevação dos impostos não sendo novidade, já que estava presente no projeto de infraestrutura divulgado, a intenção se fez mais clara em um ambiente de muito otimismo, devido as perspectivas de crescimento acima da média, e de certa forma, mostrou que os mercados negligenciaram esse fator de risco, mas que tal circunstância não deve promover desordem.
Porém as previsões dadas pelos analistas, terão que ser revisadas e uma nova projeção contemplando os reais impactos dessa medida e as possíveis consequências caso essa ação se concretize deve ser modelada, como forma antecipadora dos acontecimentos, os mercados estabeleceram novos preços de equilíbrio.
Em relação a pandemia, a Covid-19 segue sendo o principal fator de expectativas ao redor do mundo, onde países que mentem uma agenda de vacinação acelerada podem se projetar economicamente, e os países mais atrasados sofrem com as medidas restritivas e os problemas sanitários.
Em relação ao Brasil o país se manteve no 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 14,3 milhões de casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 391 mil. São 12,6 milhões pessoas recuperadas, dados do fechamento de 26/04.
Por aqui, Jair Bolsonaro sancionou com vetos na quinta-feira (22) a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021, com cortes de quase R$ 30 bilhões.
Com veto definitivo de R$ 19,8 bilhões de dotações orçamentárias, sendo R$ 10,5 bilhões em emendas de relator, R$ 1,4 bilhão em emendas de comissões do Congresso e R$ 7,9 bilhões em despesas discricionárias do Executivo.
Houve também, o bloqueio adicional de mais R$ 9 bilhões, que não foram detalhados pela Secretaria-Geral da Presidência e podem ser desbloqueados até o fim do ano.
O rombo estimado nas contas públicas é R$ 247,1 bilhões em 2021, além dos gastos fora da meta fiscal, que podem superar mais de R$ 100 bilhões.
Pelas alterações, vão ser bancados com crédito extraordinário cerca de R$ 20 bilhões para enfrentamento da Covid-19; R$ 10 bilhões para renovação do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) e mais R$ 5 bilhões para o Pronampe, linha de crédito para socorrer pequenas e médias empresas.
Em resumo, na semana tivemos o recuo da Bovespa em (0,48%), Dow Jones (0,45%) Nasdaq (0,25%) e do em Dolar (1,52%).
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu de 4,92% para 5,01%. Para 2022, a previsão para o IPCA ficou em 3,60%. Para 2023 e 2024, as estimativas ficaram em 3,25%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) finalmente volta a subir e sai de 3,04% para a 3,09% em 2021. Para 2022, a estimativa ficou em 2,34%. Para 2023 e 2024, as projeções ficaram em 2,50%.
A taxa de câmbio ficou em R$5,40 para 2021. Para 2022, o valor saiu de R$5,26 para R$5,40. Para 2023, a projeção saiu de R$5,00 para R$5,17. Para 2024, o valor também saiu de R$5,00 para R$5,08.
Para a taxa Selic, os analistas elevaram de 5,25% para 5,50% em 2021, a estimativa saiu de 6,00% para 6,13% para 2022. Para 2023, a projeção foi mantida para 6,50% e saiu de 6,25% para 6,50% em 2024.
PERSPECTIVA
Para a semana que entra, o calendário de balanços segue sendo um dos do o principal focos do nosso mercado, mais de 20 balanços serão divulgados e os resultados prometem movimentar os mercados nacionais.
Com a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021 aprovada, o impasse no congresso é cessado por enquanto, porém o cabo de guerra parece não ter terminado ainda.
As expectativas positivas em relação ao Brasil, passam por um processo de imunização mais eficiente, e ao que parece, podemos estar próximos dessa aceleração.
Teremos agora que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
Devemos observar também, o desenrolar da PEC emergencial, que já em vigência aumenta o poder de compra dos consumidores e pode impactar a inflação de curto prazo.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada, agora com a Câmara e Senado definido.
Devemos observar também o processo de imunização da população brasileira com novas vacinas podendo entrar no plano inicial e agora com possível produção nacional com a ButantanVac.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação acelerada e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Agora com a sinalização do Relatório Focus indicando uma aceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diário – 23/04/2021
Índices de Referência – Março/2021
RETROSPECTIVA
Semana marcada por muito otimismo nos mercados, colocando a semana entre umas das mais positivas desde o início da pandemia. Embora muitos pontos ainda não tenham sido solucionados, o avanço da vacinação em diversos países, principalmente nos EUA ditaram o ritmo da semana.
Em relação a pandemia, o Brasil voltou para o 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 13,9 milhões de casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 373 mil. São 12,3 milhões pessoas recuperadas, dados do fechamento de 18/04.
Em dados divulgados na semana, O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) de 15 de abril de 2021 variou 0,74% e acumula alta de 7,09% nos últimos 12 meses, reforçando as discussões em relação a inflação em âmbito nacional.
O Ibovespa rompeu os 120 mil pontos durante a semana, em uma alta acumulada de 2,92%, fechando a semana em 121.113 pontos, na sexta feira (16). No plano de fundo, o orçamento de 2021, os desgastes políticos, agenda da vacinação e a CPI da Covid-19 seguiram no radar.
Porém os resultados advindos da China, um dos principais parceiros comerciais do Brasil, principalmente no setor de commodities, contribuíram para a euforia da semana.
Por lá, o Governo da China, divulgou alguns resultados referente ao primeiro trimestre, o mais impactante foi em relação ao PIB, que subiu 18,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Tivemos também, a queda da taxa de desemprego a 5,3% e o avanço das vendas no varejo, que subiram 34,2%. Mesmo que aquém do projetado, os dados são extremamente positivos e contribuíram para uma semana de muito otimismo.
Nos Estados Unidos, a pandemia ainda segue atingindo algumas regiões, porém, com os indicadores de vendas no varejo subindo e os de pedidos de auxílio-desemprego caindo, revela que os efeitos da vacinação acelerada já apresentam resultado positivo.
Com isso, os principais índices norte-americanos renovaram alta na semana, o Dow Jones subiu 1,2%, o S&P 500 subiu 1,4% e o Nasdaq avançou 1,1%.
Houve um ponto de preocupação durante a semana com a pausa na vacinação com doses da Johnson&Johnson, devido a algumas reações adversas, a vacina da Janssen é administrada em dose única e até que o processo instaurado seja concluído, haverá uma pausa na agenda prevista.
Na Europa, semana de otimismo puxado pelo processo de vacinação e indicadores de desempenho das empresas. Durante a semana o Euro ganhou força frente ao Dólar, as principais bolsas da região alcançaram a máxima histórica.
Ainda por lá, os números expressivos na semana estão relacionados aos números da economia chinesa surpreendendo no primeiro trimestre, aliado a temporada de resultados financeiros, que se mostraram positivos.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu de 4,85% para 4,92%. Para 2022, a previsão para o IPCA também subiu de 3,53% para 3,60%. Para 2023 e 2024, as estimativas permaneceram em 3,25%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) novamente caiu, desta vez de 3,08% para a 3,04% em 2021. Para 2022, a estimativa saiu de 2,33% para 2,34%. Para 2023 e 2024, as projeções ficaram em 2,50%.
A taxa de câmbio saiu de R$5,37 para R$5,40 para 2021. Para 2022, o valor saiu de R$5,25 para R$5,26. Para 2023, a projeção ficou em R$5,00. No ano seguinte, o valor também ficou em R$5,00.
Para a taxa Selic, os analistas elevaram de 5,00% para 5,25% em 2021, mantiveram os 6,00% em 2022. Para o ano seguinte, a projeção foi mantida para 6,50% e ficou em 6,25% em 2024.
PERSPECTIVA
As perspectivas se mantem as mesmas da semana anterior, os temas seguem proporcionalmente os mesmos, no pano de fundo, aguardamos os próximos passos do Supremo Tribunal Federal – STF sobre os processos do ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, no âmbito da Operação Lava Jato.
E na semana o foco fica na decisão que deve ser tomada por Jair Bolsonaro referente ao Projeto de Lei Orçamentária Anual aprovado a duas semanas.
As expectativas positivas em relação ao Brasil, passam por um processo de imunização mais eficiente, e ao que parece, podemos estar próximos dessa aceleração.
Teremos agora que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
Devemos observar também, o desenrolar da PEC emergencial, que já em vigência aumenta o poder de compra dos consumidores e pode impactar a inflação de curto prazo.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada, agora com a Câmara e Senado definido.
Devemos observar também o processo de imunização da população brasileira com novas vacinas podendo entrar no plano inicial e agora com possível produção nacional com a ButantanVac.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação acelerada e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Agora com a sinalização do Relatório Focus indicando uma aceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diário – 16/04/2021
Índices de Referência – Março/2021
RETROSPECTIVA
Semana marcada por muita volatilidade nos mercados, mas com desfecho positivo desta vez, seguindo o ambiente favorável no exterior, principalmente na China e nos Estados Unidos, os principais mercados acionários fecharam a semana no campo dos ganhos.
Por aqui, o Ibovespa apresentou alta de 2,09% na semana, pegando carona com ambiente externo favorável aliado aos bons resultados na Infra Week, apelido criado pelo governo para esta semana de leilões na área de infraestrutura.
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, comemorou a venda de cinco terminais portuários, ao todo, os investimentos estabelecidos em contratos chegam a mais de 10 bilhões de reais.
A expectativa é que os contratos estabelecidos na semana, tenham potencial para gerar 200.000 novos empregos. Logo, o governo aproveitou o sucesso das concessões como uma excelente oportunidade desviar o foco notícias negativas da gestão econômica e da pandemia no país.
Ponto de extrema importância, porque mesmo com o avanço da vacinação no Brasil, ainda estamos longe de recuperar o atraso, a aceleração é evidente, mas fato é, que ainda estamos passando pelo pior momento em relação ao número de óbitos.
Na semana, foi anunciado o IPCA de março, registrando inflação de 0,93% ante a 0,86% de fevereiro, acumulando no ano, inflação de 2,05% e em 12 meses de 6,10%.
Apesar do dado vir mais baixo que o esperado, não muda expectativa de nova alta da Selic entre 0,75% e 1% na próxima reunião do Copom nos dias 4 e 5 de maio. Nos próximos meses, a inflação pode vazar em 12 meses 7,5%.
Nos Estados Unidos, o cenário é de extremo otimismo, levando em consideração ao recém sucesso implementado por Joe Biden em relação a imunização da população.
Ao final da semana, os EUA, bateram um novo recorde na aplicação de vacinas contra a Covid-19. Em 24h, o país vacinou 4,6 milhões de pessoas.
O presidente Joe Biden em pronunciamento, na terça-feira (6/04), declarou que “Depois de 19 de abril, em todo o país, todo adulto maior de 18 anos estará apto a ser vacinado.
Integrantes do FED se pronunciaram na semana, contribuindo para o bom momento nos mercados, presidente da distrital de St. Louis do Federal Reserve, James Bullard, afirmou que ainda é cedo para se discutir mudanças na conduta da política monetária no país.
Segundo Bullard, o FED prevê que a economia americana crescerá 6,5% em 2021. Ele também ressaltou que estão atentos aos riscos contra e estabilidade financeira e inflação.
Na Europa, os mercados foram puxados pelos acontecimentos nos Estados Unidos, por lá, há a agenda econômica seguiu fraca na semana.
Na Ásia, a semana ficou dividida entre ganhos e perdas, após a interpretação do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto), do Fed, em relação a conduta da política monetária norte americana. Sendo puxados para o campo positivo pelas projeções do Fundo Monetário Internacional – FMI para o crescimento da economia global.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu de 4,81% para 4,85%. Para 2022, a previsão também subiu de 3,52% para 3,53%. Para 2023 e 2024, as estimativas ficaram em 3,25%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 3,17% para a 3,08% em 2021. Para 2022, a estimativa permaneceu em 2,33%. Para 2023 e 2024, as projeções ficaram em 2,50%.
A taxa de câmbio saiu de R$5,35 para R$5,37 em 2021. Para 2022, o valor ficou em R$5,25. Para 2023 e 2024, a projeção ficou em R$5,00.
Para a taxa Selic, os analistas elevaram de 5,00% para 5,25% em 2021, mantiveram os 6,00% em 2022. Para 2023, a projeção foi mantida para 6,50% e ficou em 6,25% em 2024.
PERSPECTIVA
As perspectivas se mantem as mesmas da semana anterior, os temas seguem proporcionalmente os mesmos, agora com o foco decisão que deve ser tomada por Jair Bolsonaro referente ao Projeto de Lei Orçamentária Anual aprovado na semana passada.
As expectativas positivas em relação ao Brasil, passam por um processo de imunização mais eficiente, e ao que parece, podemos estar próximos dessa aceleração.
Teremos agora que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
Devemos observar também, o desenrolar da PEC emergencial, que já em vigência aumenta o poder de compra dos consumidores e pode impactar a inflação de curto prazo.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada, agora com a Câmara e Senado definido.
Devemos observar também o processo de imunização da população brasileira com novas vacinas podendo entrar no plano inicial e agora com possível produção nacional com a ButantanVac.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação acelerada e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Agora com a sinalização do Relatório Focus indicando uma aceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diário – 09/04/2021
Índices de Referência – Março/2021
RETROSPECTIVA
Semana marcada mais uma vez por pontos relacionados a pandemia, no contraponto entre o ápice da curva de infectados e o avanço na agenda de vacinação. Temas relacionados ao governo também se fizeram presente, com a proposta orçamentaria aprovada e a dança das cadeiras nos ministérios.
Pelo terceiro ano consecutivo, o governo federal terá que se endividar para arcar com as despesas correntes (como a Previdência Social, salários de servidores, subsídios e o custeio da máquina pública).
Devido tal atitude ferir a “regra de ouro” da Constituição Federal, o Congresso precisará autorizar esses endividamentos. E o que tudo indica, é que esse processo possa se repetir para o próximo ano.
No total, R$ 453,7 bilhões do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) 2021 estão condicionados a essa autorização.
Como possível forma de resposta a pressão sofrida por Bolsonaro em relação ao combate a pandemia, o Presidente do Brasil anunciou uma grande reforma ministerial ao início da semana, ao todo, seis ministérios passaram por mudanças em Brasília.
Em um cenário geral, Bolsonaro perde força, o denominado “centrão” se fortalece e o ponto estratégico do governo, que seria Paulo Guedes, não consegue se movimentar para atender as expectativas de mercado.
Nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden anunciou, na quarta-feira (31), o aguardado pacote de infraestrutura de US$ 2,2 trilhões focado em auxiliar o país a minimizar os impactos da pandemia na economia.
A expectativa é de que o pacote seja parte de um plano ainda mais ambicioso por parte do governo norte americano, que ainda terá investimentos voltados para a área de saúde.
O valor do pacote deve ser despendido ao longo de oito anos, para financiar a medida, o imposto sob empresas deve subir 21% para 28%.
Joe Biden também deve adotar medidas destinadas a impedir o offshoring de lucros – a migração dos lucros para outros países-, com o objetivo de elevar a arrecadação de impostos em território nacional.
Na Europa, a região apresentou alta na semana, puxada pelo bom momento norte americano e asiático, além do forte resultado dos índices dos Gerentes de Compras de Manufatura da Zona do Euro, com destaque para o da Alemanha.
Em resumo, a maioria dos índices acionários iniciaram abril no campo positivo. Mesmo com as dificuldades devido a pandemia de coronavírus, os números das principais economias estão reagindo positivamente e alimentando as projeções de uma recuperação global mais acelerada.
No que tange os indicadores de referência, o Ibovespa obteve o ganho de 5,99% no mês e acumula queda de 2% no trimestre. Nos primeiros 3 meses do ano o Dow Jones acumula ganho de 7,7%, o S&P 500 valorizou 5,7% e o Nasdaq ganhou 2,7%.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção foi mantida em 4,81%. Para 2022, a previsão para o IPCA saiu de 3,51% para 3,52%. Para 2023 e 2024, as estimativas ficaram em 3,25%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 3,18% para a 3,17% em 2021. Para 2022, a estimativa caiu de 2,34% para 2,33%. Para 2023 e 2024, as projeções ficaram em 2,50%.
A taxa de câmbio saiu de R$5,33 para R$5,35 para 2021. Para 2022, o valor saiu de R$5,26 para R$5,25. Para 2023 e 2024, a projeção ficou em R$5,00
Para a taxa Selic, os analistas mantiveram em 5,00% em 2021, mantiveram os 6,00% em 2022. Para o ano seguinte, a projeção foi mantida para 6,50% e caiu de 6,38% para 6,25% em 2024.
PERSPECTIVA
As perspectivas se mantem as mesmas da semana anterior, os temas seguem proporcionalmente os mesmos, agora com o foco nos efeitos das decisões tomadas por Jair Bolsonaro referente aos ministérios e em relação ao Projeto de Lei Orçamentária Anual aprovado na semana.
As expectativas positivas em relação ao Brasil, passam por um processo de imunização mais eficiente, e ao que parece, podemos estar próximos dessa aceleração.
Teremos agora que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
Devemos observar também, o desenrolar da PEC emergencial, que já em vigência aumenta o poder de compra dos consumidores e pode impactar a inflação de curto prazo.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada, agora com a Câmara e Senado definido.
Devemos observar também o processo de imunização da população brasileira com novas vacinas podendo entrar no plano inicial e agora com possível produção nacional com a ButantanVac.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação acelerada e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Agora com a sinalização do Relatório Focus indicando uma aceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
Os sinais de abertura na curva de juros, demonstrada pelo aumento da taxa de juros e a alta volatilidade nos títulos federais de longo prazo, aliada ao fato que não acontecia desde 2002 e que aconteceu em setembro e outubro de 2020, com as LFTs (Tesouro Selic) sendo negociada a taxas negativas, indica a pressão sobre a Selic.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diário – 01/04/2021
Índices de Referência – Fevereiro/2021
RETROSPECTIVA
Semana marcada mais uma vez por pontos relacionados a pandemia, no contraponto entre o ápice da curva de infectados e o avanço na agenda de vacinação. Temas relacionados ao governo também se fizeram presente, com a proposta orçamentaria aprovada e a dança das cadeiras nos ministérios.
Pelo terceiro ano consecutivo, o governo federal terá que se endividar para arcar com as despesas correntes (como a Previdência Social, salários de servidores, subsídios e o custeio da máquina pública).
Devido tal atitude ferir a “regra de ouro” da Constituição Federal, o Congresso precisará autorizar esses endividamentos. E o que tudo indica, é que esse processo possa se repetir para o próximo ano.
No total, R$ 453,7 bilhões do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) 2021 estão condicionados a essa autorização.
Como possível forma de resposta a pressão sofrida por Bolsonaro em relação ao combate a pandemia, o Presidente do Brasil anunciou uma grande reforma ministerial ao início da semana, ao todo, seis ministérios passaram por mudanças em Brasília.
Em um cenário geral, Bolsonaro perde força, o denominado “centrão” se fortalece e o ponto estratégico do governo, que seria Paulo Guedes, não consegue se movimentar para atender as expectativas de mercado.
Nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden anunciou, na quarta-feira (31), o aguardado pacote de infraestrutura de US$ 2,2 trilhões focado em auxiliar o país a minimizar os impactos da pandemia na economia.
A expectativa é de que o pacote seja parte de um plano ainda mais ambicioso por parte do governo norte americano, que ainda terá investimentos voltados para a área de saúde.
O valor do pacote deve ser despendido ao longo de oito anos, para financiar a medida, o imposto sob empresas deve subir 21% para 28%.
Joe Biden também deve adotar medidas destinadas a impedir o offshoring de lucros – a migração dos lucros para outros países-, com o objetivo de elevar a arrecadação de impostos em território nacional.
Na Europa, a região apresentou alta na semana, puxada pelo bom momento norte americano e asiático, além do forte resultado dos índices dos Gerentes de Compras de Manufatura da Zona do Euro, com destaque para o da Alemanha.
Em resumo, a maioria dos índices acionários iniciaram abril no campo positivo. Mesmo com as dificuldades devido a pandemia de coronavírus, os números das principais economias estão reagindo positivamente e alimentando as projeções de uma recuperação global mais acelerada.
No que tange os indicadores de referência, o Ibovespa obteve o ganho de 5,99% no mês e acumula queda de 2% no trimestre. Nos primeiros 3 meses do ano o Dow Jones acumula ganho de 7,7%, o S&P 500 valorizou 5,7% e o Nasdaq ganhou 2,7%.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção foi mantida em 4,81%. Para 2022, a previsão para o IPCA saiu de 3,51% para 3,52%. Para 2023 e 2024, as estimativas ficaram em 3,25%.
A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 3,18% para a 3,17% em 2021. Para 2022, a estimativa caiu de 2,34% para 2,33%. Para 2023 e 2024, as projeções ficaram em 2,50%.
A taxa de câmbio saiu de R$5,33 para R$5,35 para 2021. Para 2022, o valor saiu de R$5,26 para R$5,25. Para 2023 e 2024, a projeção ficou em R$5,00
Para a taxa Selic, os analistas mantiveram em 5,00% em 2021, mantiveram os 6,00% em 2022. Para o ano seguinte, a projeção foi mantida para 6,50% e caiu de 6,38% para 6,25% em 2024.
PERSPECTIVA
As perspectivas se mantem as mesmas da semana anterior, os temas seguem proporcionalmente os mesmos, agora com o foco nos efeitos das decisões tomadas por Jair Bolsonaro referente aos ministérios e em relação ao Projeto de Lei Orçamentária Anual aprovado na semana.
As expectativas positivas em relação ao Brasil, passam por um processo de imunização mais eficiente, e ao que parece, podemos estar próximos dessa aceleração.
Teremos agora que acompanhar as decisões do Bancos Centrais em relação a política monetária, que indica seguir com medidas contracionistas, tendo em vista o plano de vacinação em prática, a aceleração da inflação e os estímulos que seguem sendo despejados na economia.
Podendo se esperar mais mudanças na taxa de juros no futuro próximo, como já é adiantado no relatório semanal do Banco central.
Devemos observar também, o desenrolar da PEC emergencial, que já em vigência aumenta o poder de compra dos consumidores e pode impactar a inflação de curto prazo.
A partir disso, teremos que avaliar o andamento de reformas e em qual intensidade será elaborada, agora com a Câmara e Senado definido.
Devemos observar também o processo de imunização da população brasileira com novas vacinas podendo entrar no plano inicial e agora com possível produção nacional com a ButantanVac.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado e brusco na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação acelerada e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Agora com a sinalização do Relatório Focus indicando uma aceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas.
Os sinais de abertura na curva de juros, demonstrada pelo aumento da taxa de juros e a alta volatilidade nos títulos federais de longo prazo, aliada ao fato que não acontecia desde 2002 e que aconteceu em setembro e outubro de 2020, com as LFTs (Tesouro Selic) sendo negociada a taxas negativas, indica a pressão sobre a Selic.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 5%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 5%, recomendamos a não movimentação no segmento. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diário – 01/04/2021
Índices de Referência – Fevereiro/2021