RETROSPECTIVA
Semana tensa para o mercado acionário Brasileiro, as principais preocupações ao longo do segundo semestre de 2020, ficam cada vez mais latente agora em 2021, o quadro fiscal e os efeitos do Covid 19 impactaram negativamente o mercado.
Os efeitos do Covid-19 no Brasil segue sendo a principal preocupação, dentre as várias que o país coleciona, porém o cenário pode mudar com a chegada das vacinas, tema importante na semana devido ao atraso na agenda estipulada e ausência de vacinas, fato que gerou receio aos investidores na semana.
O clima político por aqui segue conturbado, ainda sem definições nas principais casas, aliado as declarações polêmicas do presidente Jair Bolsonaro, acabam por tornar um ambiente volátil para se investir, desfavorecendo a retomada do apetite ao risco por parte dos investidores.
Nos Estados Unidos o clima é diferente, o ambiente positivo conquistado vem refletindo no mercado, levando os principais índices a alcançarem recordes de pontuação. Durante a semana tivemos a posse de Joe Biden e Kamala Harris, com um discurso pacífico, Biden iniciou atendendo as expectativas.
Ao ingressar ao poder, Biden declarou medidas, como a volta ao Pacto ambiental de Paris e retorno para a OMS (Organização Mundial da Saúde), também suspendeu o oleoduto, que levaria petróleo do Canadá até o Texas, cruzando os Estados Unidos de norte a sul e a polemica construção do muro na fronteira com o México.
Por lá, ainda pode ser aprovado um novo auxílio fiscal até março. Já se especula que seja abaixo da expectativa de mercado, mas ainda sim é muito bem visto aos olhos dos investidores. Em paralelo a tudo isso, o agora ex-presidente Donald Trump tem seu processo de impeachment aprovado na Câmara e segue para o Senado.
Na Zona do Euro, as atenções se voltaram para o fim da reunião do BC Europeu, que manteve mais uma vez a taxas de juros e o programa mensal de compra de ativos.
Os principais índices acionários fecharam a semana acumulando perdas. O Covid-19 segue promovendo mais medidas restritivas para o seu combate, por lá, mais 221 mortes foram registradas dia 22/01.
Em Portugal, por exemplo, foi determinado o fechamento das escolas, universidades e creches até o dia 15 de fevereiro, já o Reino Unido volta a estudar mais medidas restritivas.
Na Ásia, os mercados fecharam a semana também sem ganhos. A pandemia está exigindo mais medidas restritivas por parte da capital chinesa. As preocupações no curto prazo são relacionadas ao feriado do Ano Novo Lunar em fevereiro, devido a isso o governo pediu que a população evite as viagens na tradicional comemoração chinesa.
Por aqui, a logística das vacinas vem sendo assunto para discussões, mesmo com 6 milhões de vacinas em posse, o país segue vacinando minimamente a população.
Na Bovespa, mesmo com o ingresso crescente de capital estrangeiro no mercado durante a semana, o Bolsa de Valores de São Paulo sofreu muitas realizações, refletindo o momento político e econômico do país, fechando a semana com o acumulado de -2,46% aos 117.380 pontos.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), as projeções saíram de 3,43% e ficaram em 3,50%. Para 2022, a previsão para o IPCA permaneceu em 3,50%. Para 2023, as estimativas ficaram em 3,25% e 3,25% para 2024.
A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) saiu de 3,45% e ficou em 3,49%. Para 2022, a estimativa ficou em alta de 2,50% e permaneceu em 2,50% para 2023 e 2024.
A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar em 2021 e 2022, ficou em R$5,00. Para o ano seguinte, a estimativa permaneceu em R$4,90.
Para 2021, a taxa Selic teve sua estimativa elevada de 3,25% para 3,50%. As projeções para 2022 saíram de 4,75% para 5% em 2022 e 6,0% para 2023.
PERSPECTIVA
A semana mais curta devido ao feriado do aniversário de São Paulo, pode levar a uma precificação mais rápida nos ativos de risco durante a semana, mas a existe a expectativa positiva devido a aceleração da vacinação ao redor do mundo e agora também no Brasil.
O Brasil também deve começar a se adaptar à nova forma de governo trazida por Joe Biden, temos que observar como será a interação com os republicados.
Já Bolsonaro segue sendo pressionado em relação a um impeachment, devido a sua atuação diante da pandemia. O atual presidente segue recebendo críticas de todos os lados, então suas próximas ações seguem sendo de extrema importância, e devemos acompanhar o Fórum Mundial de Davos, que terá Mourão e Guedes.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação que começou acelerar e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Mesmo com o Relatório Focus indicando uma desaceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas. É provável que a qualquer sinal de melhora constante na economia, devemos ter uma elevação da SELIC, mesmo que antes do projetado.
Os sinais de abertura na curva de juros, demonstrada pelo aumento da taxa de juros e a alta volatilidade nos títulos federais de longo prazo, aliada ao fato que acontecia desde 2002 e que aconteceu em setembro e outubro de 2020, com as LFTs (Tesouro Selic) sendo negociada a taxas negativas, indica a pressão sobre a Selic.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 10%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 10%, recomendamos a não movimentação no segmento. Os demais recursos mantenham-nos em “quarentena” esperando um melhor momento para realocar. Tomar decisões precipitadas enseja realizar uma perda decorrente da desvalorização dos investimentos sem possibilidades de recuperação na retomada dos mercados. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
Indicadores Diários - 22/01/2021
Índices de Referência - Dezembro/2020
RETROSPECTIVA
Semana agitada no mercado com choque de investidores em relação ao contínuo aumento da expansão de casos de Covid-19 pelo mundo, ainda que com as notícias de início de vacinação da população. Principalmente na Europa, as notícias são de enrijecimento de restrições de contato social, como no caso do Reino Unido que restringiu uma grande quantidade de voos para o país além de não ter em perspectiva para retirar o lookdown até o segundo mês do ano, a França e sua adoção de toque de recolher, Portugal com adoção de outro lookdown, e em paralelo, os avanços de processos de impeachment do ex-presidente Donald Trump também preocupam os investidores.
Domesticamente, o debate político segue muito intenso quanto as questões de eleição para a Câmara e para o Senado, em conjunto com as brigas quanto ao constante aumento de casos e mortes pela pandemia no país em que há o debate quanto ao culpado pelo avanço.
Em relação aos bancos centrais estrangeiros, a ata de reunião do Banco Central europeu colocou de maneira positiva os efeitos de medidas de estímulo fiscal, por não mais conseguirem grandes efeitos por parte de redução de taxa de juros. Por outro lado, o presidente do FED afirmou que manterá sustentando uma taxa de juros baixa por tempo indeterminado.
A alocação de recursos no âmbito fiscal segue em pauta em todas os cantos do globo, aqueles governos que contam com uma margem para expansão desta política, estão fazendo, como é o caso dos países desenvolvidos, como os EUA que planejam sob o governo de Biden promover um estímulo que custará US$ 1,9 trilhão, e a Alemanha que fechou o ano com um déficit fiscal de 158,2 bilhões de euros, enquanto que países emergentes como o Brasil, enxergam as questões dos auxílios como algo a se tomar cuidado.
Quanto aos resultados de performance econômica, é valido mencionar o desempenho da produção industrial do Reino Unido que teve uma redução de 0,1% no penúltimo mês de 2020, enquanto o saldo da balança comercial na zona do euro ficou em 25,1 bilhões de euros puxados por uma inesperada alta de produção industrial de 2,5% contra -0,3% que era o previsto. O PIB alemão teve um encolhimento de 5% em 2020, enquanto na Ásia, a China realizava um saldo de balança comercial de 2020 de 535 bilhões de dólares.
No campo político local, a última semana foi tomada por brigas também relacionadas ao Covid-19. Assuntos como por exemplo a falta de seringas, a lentidão de posicionamento da Anvisa frente às vacinas disponíveis, e a situação do estado do Amazonas frente a escassez de oxigênio para os pacientes mais sensíveis, tiveram os holofotes da mídia nacional. No país, os números fatais do vírus já ultrapassaram os 207 mil, e o de infectados os 8 milhões de pessoas.
RELATÓRIO FOCUS
Com poucas alterações, o relatório Focus do Banco Central informou um superávit de pouco mais de 1 bilhão de dólares na balança comercial até o dia 10 de janeiro, e uma entrada de capital estrangeiro de 1,31 bilhão de dólares.
Os relatórios de inflação, tanto privado (IGP-M), quanto oficial (IPCA) trouxeram impactos muito preocupantes para o cenário nacional. A alta do IPCA de dezembro foi maior desde fevereiro de 2003 (1,35% contra 1,57% de 2003), fechando o acumulado de 2020 em 4,52% (o mais alto desde 2016, que fechou em 6,29%). O IGP-M fechou 2020 com o acumulado de 23,14%, muito impulsionado por conta do dólar, que impacta diretamente no índice de preços do atacado.
Para conter a inflação, já existe a discussão de uma eventual elevação da taxa básica de juros, a Selic, para início de 2021 caso uma mudança não ocorra.
No mercado de ações, a bolsa de valores Bovespa registrou uma entrada de 16,6 bilhões de reais até 13/01, mostrando uma constante alta vinda de três meses anteriores.
PERSPECTIVA
Não sendo possível deixar de falar, a esperança para os próximos dias e semanas é de uma aceleração quanto a imunização da sociedade, para que inclusive os efeitos dos estímulos monetários e fiscais surtam os efeitos desejados.
Num detalhe um pouco maior, o foco dos governos e bancos centrais é em “não errar a mão” nos estímulos, evitando os excessos (como por exemplo em países emergentes em deteriorar muito a situação fiscal), ou de países desenvolvidos com as manobras da taxa de juros, entre outros pontos.
Sob um novo presidente da câmara, a esperança é de avanços nos campos das reformas que estão pautadas a anos pelos ministros do executivo, como por exemplo as privatizações, concessões ao setor privado, entre outros. Reformas estas que contribuiriam para a tão sonhada retomada e desenvolvimento nacional.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, a expectativa quanto à posse de Joe Biden é de um aumento do fluxo de capital estrangeiro para os mercados internacionais.
Os indicadores de preço seguem sendo monitorados pelas autoridades políticas e monetárias, para minimizar os efeitos negativos dos estímulos fiscais e monetários.
Ainda sob a incerteza quanto ao futuro, o mais recomendado é a prudência nos investimentos, para mitigar as perdas.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 10%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 10%, recomendamos a não movimentação no segmento. Os demais recursos mantenham-nos em “quarentena” esperando um melhor momento para realocar. Tomar decisões precipitadas enseja realizar uma perda decorrente da desvalorização dos investimentos sem possibilidades de recuperação na retomada dos mercados. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diários – 15/01/2021
Índices de Referência – Dezembro/2020
RETROSPECTIVA
Na primeira semana cheia de 2021, os principais acontecimentos vieram do exterior, com a distribuição em massa da vacina imunizante contraponto o avanço da disseminação do vírus em diversas regiões, principalmente na Europa e Estados Unidos.
Outros pontos importantes durante a semana foram os dizeres do presidente Jair Bolsonaro, com a impactante frase “O Brasil está quebrado” e defendendo o voto impresso em 2022, causando alguns ruídos políticos. E o com o Presidente Donald Trump, incitando a desordem através de um discurso, que supostamente ocasionou o a invasão ao capitólio.
Porém o saldo da semana se mostrou positivo, com os principais mercados registrando alta, o Dow Jones acumulou alta de 1,60% na semana, Nasdaq 2,42% de alta e Bovespa 5,09% de alta, registrando máxima histórica nos índices.
Aprofundando no assunto Covid-19, a ampliação do contágio e a descoberta de novas variantes com maior potencial de infecção, estão acelerando os países infectados a desenvolver, produzir e imunizar a população.
Porém, mesmo com alguns países saindo na frente no quesito imunização em massa, os números de contágios não param de crescer e mediadas restritivas estão sendo adotadas para contar o avanço, países europeus estão sendo os mais rigorosos nesse aspecto, decretando “lockdown” parcial e endurecendo as regras e distanciamento social.
No Brasil, a infecção alcançou números recordes de contágios e de com quase 200 mil óbitos e quase 8,0 milhões de infectados. Por aqui, Pazuello declarou e apresentou o plano de imunização a população, com os contratos já estipulados junto as farmacêuticas e agora com um plano mais bem definido, principalmente em relação as doses disponíveis para os prazos determinados.
Nos Estados Unidos, o desenrolar das eleições americanas teve mais um ápice, a reunião em capitólio que provavelmente colocaria Biden com o vencedor, dado os votos dos delegados dos estados em contagem, foi interrompida, após apoiadores de Donald Trump invadirem a sede da democracia e vandalizar o ambiente, tudo isso após declarações extremistas do ainda Presidente dos EUA.
No que tange aos indicadores americanos, houve a divulgação de PMI e Payroll, os indicadores de atividade industrial e serviços para diferentes países em dezembro vieram acima dos 50 pontos, indicando avanço e expansão de atividade. Já no Payroll de dezembro, se esperava uma evolução de 71000 posições em relação as vagas no setor público e privado, e o resultado foi de contração em 140000. A taxa de desemprego se manteve estável no período.
Na Europa, a maioria dos países integrantes da UE celebraram a virada para 2021 confinada pela Covid-19, como já citado antes, as medidas restritivas por lá, deram o tom dessa passagem de ano. Na Itália, Alemanha e França, foi adotado o toque de recolher para evitar o avanço da contaminação. A segunda onda por lá vem alcançando números equiparáveis com a primeira onda.
Pelo lado positivo, o Brexit e o processo de imunização da população contra a Covid-19, com mais uma farmacêutica disponibilizando vacinas, e os índices da produção industrial acima da expectativa, foram os determinantes para a semana positivas nos mercados.
Os mercados acionários da Ásia fecharam as primeiras negociações do ano com ganhos. O otimismo se deu devido ao panorama econômico global, depois das vacinas, do acordo comercial entre a União Europeia e o Reino Unido e com as expectativas para o governo de Joe Biden.
RELÁTORIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), as projeções saíram de 4,38% e ficaram em 4,37%. Para 2021, a previsão para o IPCA saiu de 3,32% para 3,34%. Para 2022, as estimativas ficaram em 3,50% e 3,25% para 2023.
A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) saiu de -4,36% e ficou em -4,37%. Para 2021, a estimativa ficou em alta de 3,41% e com avanço em 2,50% para 2022 e 2023.
A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar em 2021, ficou em R$5,00 e R$4,90 em 2022. Para o ano seguinte, a estimativa permaneceu em R$4,85.
Para 2021, a estimativa saiu de 3,00% para 3,25%. As projeções para 2022 saíram de 4,50% para 4,75% em 2022 e 6,0% para 2023.
PERSPECTIVA
O cenário externo segue favorável, com inflação e juros baixos, aliado ao constante aumento de liquidez promovido pelos principais bancos centrais do mundo.
Juntamente a isso, a imunização da população diminui as ondas da pandemia e pode finalmente desencadear a recuperação econômica, possivelmente podendo ser vista após o primeiro trimestre de 2021.
No brasil, muitos pontos precisam ser definidos para que 2021 não seja um desgaste político a maneira de 2020. Resta saber como se definirá o congresso, e qual será a base de apoio de Bolsonaro para acelerar as reformas.
A preocupação com o quadro fiscal, o grave endividamento e teto de gastos, restando apenas esperar que o acordado seja respeitado, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento inesperado na taxa de juros, por esse motivo, e do risco Brasil, fato que seria prejudicial para a o momento atual da economia.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação que começou acelerar e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Mesmo com o Relatório Focus indicando uma desaceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas seguem sendo o plano de vacinação contra a Covid-19 e toda a pauta de reforma que segue sem definição pelo governo.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas. É provável que a qualquer sinal de melhora constante na economia, devemos ter uma elevação da SELIC, mesmo que antes do projetado.
Os sinais de abertura na curva de juros, demonstrada pelo aumento da taxa de juros e a alta volatilidade nos títulos federais de longo prazo, aliada ao fato que acontecia desde 2002 e que aconteceu em setembro e outubro de 2020, com as LFTs (Tesouro Selic) sendo negociada a taxas negativas, indica a pressão sobre a Selic.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 10%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 10%, recomendamos a não movimentação no segmento. Os demais recursos mantenham-nos em “quarentena” esperando um melhor momento para realocar. Tomar decisões precipitadas enseja realizar uma perda decorrente da desvalorização dos investimentos sem possibilidades de recuperação na retomada dos mercados. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diário – 08/01/2021
Índices de Referencia – Dezembro/2020
RETROSPECTIVA
Na última semana do ano mais atípico dos últimos tempos, tivemos um cenário controlado e desacelerado no que tange a agenda política, houveram discussões pontuais, mas o foco ainda se mantem na batalha contra os efeitos da pandemia do Covid-19 e suas possíveis mutações.
Os mercados acionários buscaram finalizar 2020 no azul, como é o caso do Brasil, que conseguiu superar as perdas durante o ano e até bater a máxima histórica no intra-day, que mesmo não sendo sustentada, impôs um certo ar de otimismo.
No dia 28/12 ao início da semana, todas as bolsas acionárias finalizaram o dia com ganhos, devido ao otimismo promovido pelas vacinas imunizantes, novos testes estão sendo realizados e mais de 40 países estão no processo de imunização.
Nos Estados Unidos, o contraste entre infecções, vacinas e o pacote de estímulos fiscais, se mantem. O país é o número um em número de infectados, porém já iniciou a vacinação em parte da população.
Já o tão esperado auxílio de US$900 bilhões para amparar cidadãos e pequenas empresas americanas prometem dar um alívio para os negócios. O ponto mais volátil da semana se deu acerca das discussões sobre o valor do cheque que cada americano deverá receber, que envolveu algumas citações de Donald Trump sobre o assunto.
Na Europa, a União Europeia e o Reino Unido entraram em acordo e o Brexit deve acorrer em definitivo em primeiro de janeiro de 2021. Ainda por lá, as medidas restritivas estão cada vez mais austeras para tentar conter o avanço da nova cepa de coronavírus. Entretanto, a UE está no processo de imunização em cerca de 27 países.
Na Ásia a semana seguiu também como o foco nas vacinas, sem ter agenda política para o fim e para o início do ano, as bolsas renovaram ganhos no consolidado da semana, tendo apenas a China apresentando realização. O cenário segue positivo por lá devido a uma sinalização de estímulos por parte dos governos, em principal o Japonês.
Por aqui, o Ibovespa seguiu o otimismo do resto do mundo e até chegou a bater os 120 mil pontos, marco que seria muito importante após um ano de muita volatilidade e aversão ao risco.
Mesmo com o conturbado cenário político e as constantes discussões sobre as vacinas, os investidores aumentaram as suas posições e enxergam um cenário mais positivo para 2021. A vacinação em São Paulo está marcada para dia 25 de janeiro, que vem carregada de expectativas.
Sobre as medidas de contenção do Covid-19 para o final do ano e início de 2021, de acordo com Marco Vinholi – Secretário estadual de Desenvolvimento Regional, das 645 cidades paulistas, a Secretaria de Desenvolvimento Regional notificou apenas duas dezenas por descumprimento das novas regras.
As medidas mais restritivas estão fundamentadas em critérios técnicos e de saúde, como estabelecidas pelo Centro de Contingência. O integral cumprimento das normas é fundamental para contenção das taxas de contaminação da Covid-19 em todo o estado de São Paulo.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), as projeções saíram de 4,39% e ficaram em 4,38%. Para 2021, a previsão para o IPCA saiu de 3,34% para 3,32%. Para 2022, as estimativas ficaram em 3,50% e 3,25% para 2023.
A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) saiu de -4,40% e ficou em -4,36% para o fechamento de 31 de dezembro. Para 2021, a estimativa ficou em alta de 3,34% e com avanço em 2,50% para 2022 e 2023.
A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar ficou em R$5,14 ao final de 2020. Para 2021, a projeção ficou em R$5,00 e saiu de R$4,95 para R$4,90 em 2022. Para o ano seguinte, a estimativa saiu de R$4,87 para R$4,85.
Ao final de 2020, a taxa básica de juros, a Selic, ficou em 2,00%. Já para esse ano, a estimativa saiu de 3,13% para 3,00%. As projeções ficaram em 4,50% em 2022 e 6,0% para 2023.
PERSPECTIVA
Para 2021, a expectativa é de recuperação econômica, após o ano conturbado de 2020, o novo ano já se inicia com grandes pontos pressionados, como a imunização da população contra o Corona Vírus e a agenda ativa de reformas.
2021 colocará em prova as políticas econômicas adotadas no ano passado, enxergaremos os reflexos das políticas exercidas e já se espera as novas ações do Banco Central para o ano que entra, o BC deve continuar presente na economia trilhando um caminho em busca do progresso econômico.
A preocupação com o quadro fiscal, endividamento, rolagem de dívidas e teto de gastos, ainda segue em pauta, tendo que ser definida e finalizada ainda nesse mês, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento na taxa de juros e no risco Brasil e isso não seria bom para o estado da economia atual, que já segue prejudicada.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação que começou acelerar e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Mesmo com o Relatório Focus indicando uma desaceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas do mercado seguem as mesmas, não enxergando espaço para uma queda brusca e esperando algum gatilho advindo das medidas do governo para um posicionamento mais forte nos ativos de risco.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas. É provável que a qualquer sinal de melhora constante na economia, devemos ter uma elevação da SELIC, mesmo que antes do projetado.
Ainda segue no radar os sinais de abertura na curva de juros, o que nos preocupa quanto ao aumento de taxa de juros e a alta volatilidade nos títulos federais de longo prazo. Fato que não acontecia desde 2002 e que aconteceu em setembro e outubro de 2020, são as LFTs (Tesouro Selic) sendo negociada a taxas negativas.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 10%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 10%, recomendamos a não movimentação no segmento. Os demais recursos mantenham-nos em “quarentena” esperando um melhor momento para realocar. Tomar decisões precipitadas enseja realizar uma perda decorrente da desvalorização dos investimentos sem possibilidades de recuperação na retomada dos mercados. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diários 31/12/2020
Índices de Referencia – Dezembro/2020
RETROSPECTIVA
Na última semana do ano mais atípico dos últimos tempos, tivemos um cenário controlado e desacelerado no que tange a agenda política, houveram discussões pontuais, mas o foco ainda se mantem na batalha contra os efeitos da pandemia do Covid-19 e suas possíveis mutações.
Os mercados acionários buscaram finalizar 2020 no azul, como é o caso do Brasil, que conseguiu superar as perdas durante o ano e até bater a máxima histórica no intra-day, que mesmo não sendo sustentada, impôs um certo ar de otimismo.
No dia 28/12 ao início da semana, todas as bolsas acionárias finalizaram o dia com ganhos, devido ao otimismo promovido pelas vacinas imunizantes, novos testes estão sendo realizados e mais de 40 países estão no processo de imunização.
Nos Estados Unidos, o contraste entre infecções, vacinas e o pacote de estímulos fiscais, se mantem. O país é o número um em número de infectados, porém já iniciou a vacinação em parte da população.
Já o tão esperado auxílio de US$900 bilhões para amparar cidadãos e pequenas empresas americanas prometem dar um alívio para os negócios. O ponto mais volátil da semana se deu acerca das discussões sobre o valor do cheque que cada americano deverá receber, que envolveu algumas citações de Donald Trump sobre o assunto.
Na Europa, a União Europeia e o Reino Unido entraram em acordo e o Brexit deve acorrer em definitivo em primeiro de janeiro de 2021. Ainda por lá, as medidas restritivas estão cada vez mais austeras para tentar conter o avanço da nova cepa de coronavírus. Entretanto, a UE está no processo de imunização em cerca de 27 países.
Na Ásia a semana seguiu também como o foco nas vacinas, sem ter agenda política para o fim e para o início do ano, as bolsas renovaram ganhos no consolidado da semana, tendo apenas a China apresentando realização. O cenário segue positivo por lá devido a uma sinalização de estímulos por parte dos governos, em principal o Japonês.
Por aqui, o Ibovespa seguiu o otimismo do resto do mundo e até chegou a bater os 120 mil pontos, marco que seria muito importante após um ano de muita volatilidade e aversão ao risco.
Mesmo com o conturbado cenário político e as constantes discussões sobre as vacinas, os investidores aumentaram as suas posições e enxergam um cenário mais positivo para 2021. A vacinação em São Paulo está marcada para dia 25 de janeiro, que vem carregada de expectativas.
Sobre as medidas de contenção do Covid-19 para o final do ano e início de 2021, de acordo com Marco Vinholi – Secretário estadual de Desenvolvimento Regional, das 645 cidades paulistas, a Secretaria de Desenvolvimento Regional notificou apenas duas dezenas por descumprimento das novas regras.
As medidas mais restritivas estão fundamentadas em critérios técnicos e de saúde, como estabelecidas pelo Centro de Contingência. O integral cumprimento das normas é fundamental para contenção das taxas de contaminação da Covid-19 em todo o estado de São Paulo.
RELATÓRIO FOCUS
Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), as projeções saíram de 4,39% e ficaram em 4,38%. Para 2021, a previsão para o IPCA saiu de 3,34% para 3,32%. Para 2022, as estimativas ficaram em 3,50% e 3,25% para 2023.
A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) saiu de -4,40% e ficou em -4,36% para o fechamento de 31 de dezembro. Para 2021, a estimativa ficou em alta de 3,34% e com avanço em 2,50% para 2022 e 2023.
A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar ficou em R$5,14 ao final de 2020. Para 2021, a projeção ficou em R$5,00 e saiu de R$4,95 para R$4,90 em 2022. Para o ano seguinte, a estimativa saiu de R$4,87 para R$4,85.
Ao final de 2020, a taxa básica de juros, a Selic, ficou em 2,00%. Já para esse ano, a estimativa saiu de 3,13% para 3,00%. As projeções ficaram em 4,50% em 2022 e 6,0% para 2023.
PERSPECTIVA
Para 2021, a expectativa é de recuperação econômica, após o ano conturbado de 2020, o novo ano já se inicia com grandes pontos pressionados, como a imunização da população contra o Corona Vírus e a agenda ativa de reformas.
2021 colocará em prova as políticas econômicas adotadas no ano passado, enxergaremos os reflexos das políticas exercidas e já se espera as novas ações do Banco Central para o ano que entra, o BC deve continuar presente na economia trilhando um caminho em busca do progresso econômico.
A preocupação com o quadro fiscal, endividamento, rolagem de dívidas e teto de gastos, ainda segue em pauta, tendo que ser definida e finalizada ainda nesse mês, caso o desajuste fiscal aconteça, além de gerar desconfiança dos investidores estrangeiros, geraria um aumento na taxa de juros e no risco Brasil e isso não seria bom para o estado da economia atual, que já segue prejudicada.
Situação que o Brasil vem tentando evitar ao longo dos últimos anos, reconquistar os investidores estrangeiros, a partir de um quadro fiscal mais bem elaborado, uma agenda de reformas estruturais, que ocasionalmente levaria o Brasil a um controle maior sobre as receitas e gastos governamentais.
Segue no radar, o aumento dos índices de preço da economia, uma inflação que começou acelerar e que tem impactos significativos já no curto prazo, podendo já ser vista no IPCA. Mesmo com o Relatório Focus indicando uma desaceleração do índice para os próximos períodos.
Apesar de todas as oscilações de mercado, as expectativas do mercado seguem as mesmas, não enxergando espaço para uma queda brusca e esperando algum gatilho advindo das medidas do governo para um posicionamento mais forte nos ativos de risco.
Os dados indicam uma pressão no curto prazo nos preços ao consumidor amplo e isto pode levar o Banco Central a intensificar as discussões sobre o ritmo das reformas. É provável que a qualquer sinal de melhora constante na economia, devemos ter uma elevação da SELIC, mesmo que antes do projetado.
Ainda segue no radar os sinais de abertura na curva de juros, o que nos preocupa quanto ao aumento de taxa de juros e a alta volatilidade nos títulos federais de longo prazo. Fato que não acontecia desde 2002 e que aconteceu em setembro e outubro de 2020, são as LFTs (Tesouro Selic) sendo negociada a taxas negativas.
O mais recomendado para o atual momento é a cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter sem ainda a desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.
Mantemos nossa recomendação de adotar cautela nos investimentos e acompanhamento diário dos mercados e estratégias. Mantemos a sugestão para que os recursos necessários para fazer frente às despesas correntes sejam resgatados dos investimentos menos voláteis (CDI, IRF-M1, IDkA IPCA 2A). Para o IMA-B que é formado por títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que são as NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B ou Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais), não estamos recomendando o aporte no segmento, com a estratégia de alocação em 10%, sendo indicado para os RPPS que possuem porcentagem igual ou maior, aos que possuírem porcentagem inferior a 10%, recomendamos a não movimentação no segmento. Os demais recursos mantenham-nos em “quarentena” esperando um melhor momento para realocar. Tomar decisões precipitadas enseja realizar uma perda decorrente da desvalorização dos investimentos sem possibilidades de recuperação na retomada dos mercados. Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.
* Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.
Indicadores Diários 31/12/2020
Índices de Referencia – Dezembro/2020