dezembro, 2019

NOSSA VISÃO – 30/12/2019

Retrospectiva

O rali de final de ano deu as caras, e os ganhos nos mercados de riscos se intensificaram nos principais mercados mundo afora. A falta de notícias e uma agenda fraca de indicadores devido aos feriados mantiveram os mercados no rumo da valorização.

Nos EUA, destaque para a divulgação do número de pedidos de bens duráveis feitos à indústria, que registrou uma queda de 2,0% em novembro, abaixo das estimativas que apontavam ganhos de 1,0% com o fim da greve na General Motors que durou quase dois meses. O resultado foi frustrado pela queda nas encomendas de equipamentos de transportes, especialmente em aeronaves de defesa, combinada com uma queda nas encomendas da Boeing.

Na pauta das boas notícias, a China anunciou que cortará tarifas de importação para todos os parceiros comerciais sobre mais de 859 tipos de produtos, num momento em que os chineses buscam ampliar seus estoques de carne de porco, produtos farmacêuticos e componentes de tecnologia.

Para os mercados de ações internacionais, a semana manteve o viés positivo. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, subiu 0,14% e o FTSE-100, da bolsa inglesa, avançou 0,82%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, valorizou 0,58% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, cresceu 0,09%.

Por aqui, destaque para a divulgação do Índice de confiança da Indústria (ICI), divulgado pela FGV. O índice avançou 3,2 pontos em dezembro para 99,5 pontos. No acumulado do quarto trimestre, o índice acumula alta de 3,9 pontos. O aumento é reflexo da melhora da percepção dos empresários em relação à situação atual e do aumento do otimismo em relação aos próximos meses.

A FGV divulgou que o IGP-M, também conhecido como a inflação do aluguel, avançou 2,09% em dezembro, frente aos 0,30% de alta verificada em novembro. No ano, o índice acumulou alta de 7,30%. Entre os três componentes do IGP-M, a maior alta no ano foi registrada no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), de 9,08%. Considerando a origem, os produtos agropecuários subiram 16,8%, puxado pelo aumento no preço da carne bovina, enquanto os industriais tiveram alta de 6,57%.

Em relação ao emprego, conforme divulgou o IBGE através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a taxa de desocupação o país fechou o trimestre encerrado em novembro em 11,2%, com a população desocupada atingindo 11,9 milhões de pessoas. A taxa caiu tanto na comparação com o trimestra anterior (11,8%), quanto em relação ao mesmo trimestre de 2018 (11,6%). As vagas temporárias abertas no comércio relacionadas às datas comemorativas do final do ano contribuíram para a queda do índice. A ocupação no setor cresceu 1,8%, o que corresponde a 338 mil postos de trabalho gerados.

Para a bolsa brasileira, novos recordes foram superados e assim a semana fechou com ganhos. O Ibovespa avançou 1,23% na semana, aos 116.533 pontos, acumulando valorização no ano de 32,60%, mesmo número em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,050. Na semana, a moeda norte-americana recuou 1,1%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com valorização de 0,95%, acumulando ganhos no mês de 1,37% e de 22,18% no ano.

Relatório Focus

No Relatório Focus revelado hoje, os economistas que militam no mercado financeiro aumentaram mais uma vez a estimativa para o IPCA deste ano para 4,04%, registrando uma nova alta em relação às previsões da semana passada, que estava em 3,98%. A projeção reflete uma maior preocupação sobre a pressão do aumento de custos sobre os preços de produtos e serviços. Para 2020 a estimativa passou de 3,60% para 3,61%. O resultado continua abaixo da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%, e do ano que vem de 4,00%.

Com a Selic definida em 4,50% para este ano, o mercado financeiro manteve suas apostas em relação à taxa de juros, informando que ao final de 2020 a taxa estará em 4,50%, mesma taxa da semana anterior. Para 2021, a previsão é de que a Selic encerre o ano em 6,38%, ante 6,25% da pesquisa anterior.

A projeção do mercado para o PIB de 2019 subiu novamente, pela quarta semana consecutiva. A expectativa de crescimento da economia este ano passou a ser de 1,17%, ante 1,16% da semana anterior. Há quatro semanas, a estimativa de alta era de 0,99%. Para 2020, o mercado financeiro revisou a previsão de expansão do PIB para 2,30% ante 2,28% da semana anterior. Quatro semanas atrás, a expectativa estava em 2,22%. Em dezembro o BACEN atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 0,9% para elevação de 1,2%. No caso de 2020, a projeção do BACEN passou de 1,8% para 2,2%.

A projeção para o dólar no fim de 2019 foi mantida em R$ 4,10. Um mês atrás a estimativa também era de R$ 4,10. Para o próximo ano, a projeção para o câmbio foi reduzida para R$ 4,08, ante R$ 4,10 da projeção anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, a mediana das previsões para 2019 foi alterada para US$ 76,12 bilhões. Há um mês, estava em US$ 75,00 bilhões. Para 2020, a expectativa foi mantida em US$ 80,00 bilhões, os mesmos US$ 80,00 bilhões de um mês antes.

Perspectiva

Em mais uma semana esvaziada devido aos feriados, destaque para a divulgação de indicadores de atividade nos EUA, China e na região do Euro, além da inflação na Alemanha.

Por aqui não haverá divulgação de indicadores importantes na semana. Assim, nossos mercados ficarão sensíveis às questões políticas e ao mercado externo.

Os mercados de ações serão ajustados pelo noticiário do final de semana, em que a China divulgou importante decisão de política monetária. O Banco Popular da China (BPoC, na sigla em inglês), utilizará a taxa básica de empréstimo como nova referência para precificar os contratos de empréstimos a taxas flutuantes existentes, o que ajudará a reduzir o custo de crédito, especialmente as empresas de pequeno/médio porte, em mais uma medida de estímulo a economia local.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos um aumento da exposição para 15%, em razão do prêmio que ainda poderá ser capturado devido à taxa básica de juros na mínima histórica, além da pauta de reformas que deverão refletir na melhora do quadro fiscal do país.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma redução na exposição para 20%, e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs, a alocação sugerida passa a ser de 5%. Ambas as reduções estão relacionadas à taxa de juros doméstica na mínima histórica, com objetivo de redirecionar os recursos para os mercados com maiores possibilidades de ganhos.

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfólio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é uma redução para 5% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de aumento da exposição para 20% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, o ajuste das recomendações se dará através da redução no teto dos investimentos em ações.

Adicionamos na estratégia a recomendação de investimentos no segmento de investimentos no exterior, com um percentual máximo de 5%, devido à necessária diversificação da carteira na busca por investimentos descorrelacionados da taxa de juros doméstica, além do recente surgimento de produtos direcionados a este segmento.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –27/12/19

Índices de Referência –Novembro/2019

NOSSA VISÃO – 23/12/2019

Retrospectiva

A semana foi de ganhos para os mercados de risco, com o abrandamento das tensões geopolíticas (impeachment nos EUA, Brexit, Argentina) e o noticiário positivo da economia nas principais regiões, além de ausência de notícias ruins que pudessem surpreender.

Nos EUA, foi divulgado que o índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) composto, que engloba os setores industrial e de serviços, avançou a 52,2 pontos, o maior em cinco meses, e reforça que a economia norte americana avança com vigor.

Já na região do euro, o PMI composto ficou estável em 50,6 pontos, indicando que a expansão do bloco continua modesta, com destaque para o PMI industrial, que recuou para 45,9 pontos, apontando contração do setor.

O banco central da Inglaterra decidiu, por maioria de votos, manter a taxa básica de juros inalterada em 0,75% ao ano, bem como a manutenção do programa de compra de ativos. O colegiado declarou que espera ver apenas um crescimento econômico marginal no quarto trimestre, depois que o PIB aumentou 0,3% no terceiro trimestre, acrescentando que a economia global está mostrando sinais de estabilização.

No Japão, o banco central local decidiu manter a taxa de depósito de curto prazo inalterada em -0,10% ao ano, e a meta do juro do título do governo japonês de 10 anos em torno de 0,0%, além de manter o compromisso de comprar 80 trilhões de ienes em títulos soberanos.

Para os mercados de ações internacionais, a semana foi de valorizações. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, subiu 0,27% e o FTSE-100, da bolsa inglesa, avançou 3,11%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, valorizou 1,65% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, caiu -0,86%.

Por aqui, destaque para a divulgação da ata do COPOM. O documento informou que os membros do comitê veem que o ritmo de crescimento da economia será gradual, porém revelaram que a economia local se encontra num caminho pavimentado. Entretanto, a ata não trouxe indicações sobre os próximos passos na definição do juro básico da economia, ao afirmar que o atual estágio do ciclo impõe cautela.

O Bacen divulgou o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), com a projeção para o IPCA mantida em 4% em 2019. No último relatório divulgado, em setembro deste ano, a projeção do Bacen era de 3,3% para o IPCA. A previsão para 2020 é de 3,5%, ante 3,6% projetado no documento de setembro.

O IBGE divulgou que o IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, subiu 1,05% em dezembro, o maior resultado mensal desde junho de 2018. Destaque para a alta do grupo Alimentação e Bebidas, que apresentou a maior variação (2,59%), e o maior impacto, de 0,63 ponto percentual. A alta do grupo é explicada pelo aumento no preço das carnes.

Para a bolsa brasileira a semana manteve o ritmo de recuperação e recordes. O Ibovespa avançou 2,27% na semana, aos 115.121 pontos, acumulando valorização no ano de 30,99% e 34,34% em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,095. Na semana, a moeda norte-americana recuou 0,33%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com desvalorização de -1,67%, acumulando ganhos no ano de 21,03%.

Relatório Focus

No Relatório Focus revelado hoje, os economistas que militam no mercado financeiro aumentaram, pela quinta semana consecutiva, a estimativa para o IPCA deste ano para 3,98%, registrando uma nova alta em relação às previsões da semana passada, que estava em 3,86%. A projeção reflete uma maior preocupação sobre a pressão do aumento de custos sobre os preços de produtos e serviços. Para 2020 a estimativa foi mantida em 3,60%, a mesma de oito semanas atrás. O resultado continua abaixo da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%, e do ano que vem de 4,00%.

Com a Selic definida em 4,50% para este ano, o mercado financeiro manteve suas apostas em relação à taxa de juros, informando que ao final de 2020 a taxa estará em 4,50%, mesma taxa da semana anterior. Para 2021, a previsão é de que a Selic encerre o ano em 6,25%, ante 6,13% da pesquisa anterior.

A projeção do mercado para o PIB de 2019 subiu novamente nesta semana. A expectativa de crescimento da economia este ano passou a ser de 1,16%, ante 1,12% da semana anterior. Há quatro semanas, a estimativa de alta era de 0,99%. Para 2020, o mercado financeiro revisou a previsão de expansão do PIB para 2,28% ante 2,25% da semana anterior. Quatro semanas atrás, a expectativa estava em 2,20%. Em dezembro, o Bacen atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 0,9% para elevação de 1,2%.

A projeção para o dólar no fim de 2019 foi alterada para R$ 4,10, ante R$ 4,15 da semana anterior. Um mês atrás a estimativa era de R$ 4,10. Para o próximo ano, a projeção para o câmbio foi mantida em R$ 4,10.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, a mediana das previsões para 2019 foi alterada para US$ 76,10 bilhões. Há um mês, estava em US$ 77,00 bilhões. Para 2020, a expectativa foi mantida em US$ 80,00 bilhões, os mesmos US$ 80,00 bilhões de um mês antes.

Perspectiva

Em semana esvaziada devido aos feriados, destaque por aqui para o último dia da semana, que concentrará a divulgação de três indicadores relevantes: o IGP-M, a ser revelado pela FGV, os números da Pnad Contínua, a ser divulgada pelo IBGE, com o índice de desemprego e números relacionados ao mercado de trabalho, além do resultado primário do governo central referente a novembro, que reúne as contas do Tesouro, Previdência Social e Bacen.

Nos EUA, destaque para os números de encomendas de bens duráveis e estoque de petróleo, a serem revelados na terça-feira.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos um aumento da exposição para 15%, em razão do prêmio que ainda poderá ser capturado devido à taxa básica de juros na mínima histórica, além da pauta de reformas que deverão refletir na melhora do quadro fiscal do país.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma redução na exposição para 20%, e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs, a alocação sugerida passa a ser de 5%. Ambas as reduções estão relacionadas à taxa de juros doméstica na mínima histórica, com objetivo de redirecionar os recursos para os mercados com maiores possibilidades de ganhos.

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfólio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é uma redução para 5% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de aumento da exposição para 20% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, o ajuste das recomendações se dará através da redução no teto dos investimentos em ações.

Adicionamos na estratégia a recomendação de investimentos no segmento de investimentos no exterior, com um percentual máximo de 5%, devido à necessária diversificação da carteira na busca por investimentos descorrelacionados da taxa de juros doméstica, além do recente surgimento de produtos direcionados a este segmento.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –20/12/19

Índices de Referência –Novembro/2019

NOSSA VISÃO – 16/12/2019

Retrospectiva

A semana foi de ganhos para os mercados de risco, após as decisões dos principais bancos centrais da América e Europa sobre as políticas monetárias das regiões, além de notícias sobre um acordo comercial entre EUA e China.

Destaque para a reunião do Federal Reserve (FED, o banco central norte-americano), que na quarta-feira decidiu por manter a taxa de juros local inalterada no intervalo entre 1,50% a 1,75%, em decisão unânime. A expectativa agora é que o FED mantenha o juro parado por um tempo prolongado, afirmando no comunicado pós-reunião que a postura atual é apropriada para dar suporte ao avanço do PIB e manter a inflação próxima ao centro da meta, fixada em 2% ao ano.

Na zona do euro também ocorreu a reunião do banco central da região, que decidiu pela manutenção das taxas de juros inalteradas na primeira reunião conduzida pela nova presidente do banco, Christine Lagarde. A taxa de depósitos ficou mantida em -0,50%, e a taxa de refinanciamento em zero. Já a taxa de empréstimo foi mantida em 0,25%. Além disso, o colegiado manteve o programa de recompra em 20 bilhões de euros por mês.

Ainda na região do euro, foi decidido em eleição que o Reino Unido será governado pelo premiê britânico Boris Johnson. Foi uma vitória esmagadora dos ”conservadores” sobre os “trabalhistas”, o candidato vitorioso garantiu que a saída do Reino Unido da União Europeia será concretizada até a data prevista, 31 de janeiro.

No final da semana foi noticiado que um acordo comercial entre EUA e China está próximo de ser concluído, após o presidente Donald Trump comunicar que as tarifas adicionais sobre US$ 156 bilhões, que valeriam a partir de 15 de dezembro, estavam suspensas, em contrapartida com a concordância pelos chineses de mudanças estruturais e com compras de produtos agrícolas dos EUA.

Para os mercados de ações internacionais, a semana foi de altas significativas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, subiu 0,88% e o FTSE-100, da bolsa inglesa, avançou 1,57%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, valorizou 0,73% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, cresceu 2,86%.

Por aqui, destaque para a reunião do comitê de política monetária do BACEN (COPOM), que decidiu pelo corte de mais 0,50 pontos percentuais na taxa de juros parâmetro, levando a taxa Selic ao patamar de 4,50% e renovando o piso histórico da taxa. No comunicado pós reunião, os integrantes do comitê deixaram em aberto os próximos passos ao informar que “o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária” e que o rumo dos juros “continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”.

Ao final da semana, a agência de classificação de riscos internacional Standard & Poor’s informou que alterou a perspectiva da nota de crédito soberana para o Brasil, de “estável” para “positiva”, indicando que num futuro próximo poderá melhorar a nota de crédito retornando para grau de investimento. Como justificativa para o movimento, a agência informou que foram avaliados os avanços em medidas para uma melhora do quadro fiscal que tem ajudado para reduzir o alto déficit do país.

Para a bolsa brasileira a semana manteve o ritmo de recuperação e recordes. O Ibovespa avançou 1,30% na semana, aos 112.564 pontos, acumulando valorização no ano de 28,08% e 28,72% em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,109. Na semana, a moeda norte-americana recuou 0,89%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com valorização de 1,05%, acumulando ganhos no ano de 23,08%.

Relatório Focus

No Relatório Focus revelado hoje, os economistas que militam no mercado financeiro aumentaram, pela quinta semana consecutiva, a estimativa para o IPCA deste ano para 3,86%, registrando uma nova alta em relação às previsões da semana passada, que estava em 3,84%. A projeção reflete uma maior preocupação sobre a pressão do aumento de custos sobre os preços de produtos e serviços. Para 2020 a estimativa foi mantida em 3,60%, a mesma de sete semanas atrás. O resultado continua abaixo da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%, e do ano que vem de 4,00%.

Com a Selic definida em 4,50% para este ano, o mercado financeiro manteve suas apostas em relação à taxa de juros, informando que ao final de 2020 a taxa estará em 4,50%, mesma taxa da semana anterior. Para 2021, a previsão é de que a Selic encerre o ano em 6,13%, ante 6,25% da pesquisa anterior.

A projeção do mercado para o PIB de 2019 subiu nesta semana. A expectativa de crescimento da economia este ano passou a ser de 1,12%, ante 1,10% da semana anterior. Há quatro semanas, a estimativa de alta era de 0,92%. Para 2020, o mercado financeiro revisou a previsão de expansão do PIB para 2,25% ante 2,24% da semana anterior. Quatro semanas atrás, a expectativa estava em 2,17%. Em setembro, o Bacen atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 0,8% para elevação de 0,9%.

A projeção para o dólar no fim de 2019 foi mantida em R$ 4,15. Para o próximo ano, a projeção para o câmbio também foi mantida em R$ 4,10.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, a mediana das previsões para 2019 foi alterada para US$ 75,55 bilhões. Há um mês, estava em US$ 80,00 bilhões. Para 2020, a expectativa foi mantida em US$ 80,00 bilhões, os mesmos US$ 80,00 bilhões de um mês antes.

Perspectiva

Após o Ibovespa renovar a máxima histórica no fechamento do pregão da semana, após as decisões dos bancos centrais em estímulos adicionais em suas políticas monetárias, e com uma solução para a guerra tarifária entre EUA e China, os investidores se voltam para o calendário de indicadores a serem conhecidos nesta semana.

Destaque para a divulgação da ata da última reunião do Copom, além do relatório trimestral de inflação a ser apresentado pelo presidente da instituição, Roberto Campos.

Entre os indicadores domésticos a serem conhecidos, destaque para o IPCA-15, considerado a prévia da inflação. Conforme especialistas do mercado, o indicador pode superar o número de novembro, que foi de 0,51%, ainda pressionado pela alta nos preços de alimentos. Será também revelado o déficit em conta corrente do mês novembro, após a apreensão com o dado de outubro que registrou déficit de US$ 7,5 bilhões, o maior para o mês desde 2014.

O mercado também estará voltado aos detalhes do acordo comercial entre EUA e China, na medida em que informações vão sendo reveladas.

Nos EUA, serão conhecidos os números do PIB americano, além de dados dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) que darão um quadro mais atual sobre o crescimento da economia da região.

Enquanto no continente asiático, ocorrerá a reunião de política monetária do banco central japonês (BoJ, na sigla em inglês), além da divulgação de dados da produção industrial e vendas no varejo da China.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos um aumento da exposição para 15%, em razão do prêmio que ainda poderá ser capturado devido à taxa básica de juros na mínima histórica, além da pauta de reformas que deverão refletir na melhora do quadro fiscal do país.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma redução na exposição para 20%, e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs, a alocação sugerida passa a ser de 5%. Ambas as reduções estão relacionadas à taxa de juros doméstica na mínima histórica, com objetivo de redirecionar os recursos para os mercados com maiores possibilidades de ganhos.

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfólio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é uma redução para 5% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de aumento da exposição para 20% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, o ajuste das recomendações se dará através da redução no teto dos investimentos em ações.

Adicionamos na estratégia a recomendação de investimentos no segmento de investimentos no exterior, com um percentual máximo de 5%, devido à necessária diversificação da carteira na busca por investimentos descorrelacionados da taxa de juros doméstica, além do recente surgimento de produtos direcionados a este segmento.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –13/12/19

Índices de Referência –Novembro/2019

NOSSA VISÃO – 09/12/2019

Retrospectiva

Após dias de forte volatilidade nas bolsas mundiais, devido às idas e vindas ao avanço do acordo comercial entre EUA e China, a maioria dos mercados encerrou a semana no azul.

No início da semana o presidente Donald Trump manifestou desprezo ao acordo comercial, ao declarar que não seria de todo ruim esperar até depois das eleições americanas em 2020 para firmar o pacto, num gesto claramente populista em meio ao processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados. Trump também disparou sua artilharia contra o Brasil e Argentina, ao ameaçar taxar o aço e o alumínio em represália à desvalorização das moedas locais frente ao dólar. A França também não foi poupada, após Donald Trump ameaçar com imposição de tarifas de 100% sobre importações francesas em retaliação por impostos sobre empresas de tecnologia norte-americanas. São ações claramente eleitoreiras, visando angariar simpatia dos americanos em meio às pressões pré-eleitorais.

Em novembro, a atividade norte-americana deu sinais de moderação, conforme divulgou o Instituto para a Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês). O índice calculado para o setor de serviços recuou a 53,9 pontos, ante 54,7 pontos em outubro, indicando desaceleração no ritmo de expansão do segmento. Já a consultoria IHS Markit revelou uma recuperação marginal da atividade do setor, com os números indicando uma retomada de novas encomendas. O índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) avançou a 51,6 pontos em novembro, ante 50,6 pontos da leitura anterior.

Conforme divulgou o Departamento de Trabalho dos EUA, a geração de empregos no setor privado em novembro ficou em 266 mil novos postos, a máxima desde janeiro, e a taxa de desemprego oscilou para 3,5%, o menor patamar em 50 anos. Os números foram impulsionados pela retomada do trabalho após uma greve de trabalhadores da General Motors (GM).

Na China, foi divulgado pela agência Caixin/Markit que o PMI de serviços avançou para 53,5 pontos em novembro, ante 51,5 em outubro. Já o PMI composto da indústria e serviços subiu de 52,0 pontos em outubro, para 53,2 pontos em novembro, o maior nível em 21 meses.

Na zona do euro, destaque para as manifestações populares na França contra a reforma da previdência. Antes mesmo de serem conhecidas alterações a serem propostas, alguns serviços essenciais foram paralisados devido a greves.

A agência IHS Markit divulgou que o PMI para a zona do euro continuou a sinalizar crescimento marginal do setor privado. O índice permaneceu em 50,6 pontos no mês de novembro, repetindo a leitura de outubro.

Para os mercados de ações internacionais, a semana foi de movimentos mistos. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, recuou -0,52 e o FTSE-100, da bolsa inglesa, caiu -1,45%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, valorizou 0,16% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, avançou 0,26%.

Por aqui, foi divulgado pelo IBGE que o PIB do terceiro trimestre avançou 0,6%, uma leve recuperação diante do crescimento do segundo trimestre, que teve o número revisado para 0,5%. O número foi puxado pelo consumo das famílias e pelo investimento privado. Em relação ao terceiro trimestre de 2018, o crescimento foi de 1,2%. Embora em ritmo ainda fraco e mais lento do que se esperava, o número deve ser comemorado.

Do lado dos preços, o IBGE divulgou que o IPCA, índice que mede a inflação oficial do Brasil, cresceu 0,51% em novembro, ante 0,10% n o mês anterior. O número foi o maior para o mês de novembro desde 2015. O acumulado do ano foi para 3,12% e o dos últimos doze meses, para 3,27%. A dispersão do índice foi generalizada, com sete dos nove grupos pesquisados em alta. Destaque para o grupo de Despesas Pessoais, com alta de 1,21%, e Alimentação e Bebida, com alta de 0,72% e peso relevante no índice.

Para a bolsa brasileira a semana foi de recuperação e recordes. O Ibovespa avançou 2,67% na semana, aos 111.125 pontos, acumulando valorização no ano de 26,44% e 26,11% em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,146 na venda, o menor nível desde 11 de novembro. Na semana, a moeda norte-americana recuou 2,25%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com valorização de -1,05%, acumulando ganhos no ano de 21,80%.

Relatório Focus

No Relatório Focus revelado hoje, os economistas que militam no mercado financeiro aumentaram, pela quinta semana consecutiva, a estimativa para o IPCA deste ano para 3,84%, registrando uma alta em relação às previsões da semana passada, que estava em 3,52%. A projeção reflete uma maior preocupação sobre a pressão do aumento de custos sobre os preços de produtos e serviços. Para 2020 a estimativa foi mantida em 3,60%. O resultado continua abaixo da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%, e do ano que vem de 4,00%.

Para a taxa Selic, o mercado financeiro manteve suas apostas em relação à taxa de juros, informando que ao final de 2019 a taxa estará em 4,50%, mesma taxa da semana anterior. Para 2020, a previsão também foi mantida em 4,50%. Para 2020, o Top 5, grupo formado pelas instituições financeiras que mais acertam as previsões, projeta a Selic em 4,00% ao ano.

A projeção do mercado para o PIB de 2019 subiu nesta semana. A expectativa de crescimento da economia este ano passou a ser de 1,10%, ante 0,99% da semana anterior. Há quatro semanas, a estimativa de alta era de 0,92%. Para 2020, o mercado financeiro revisou a previsão de expansão do PIB para 2,24% ante 2,22% da semana anterior. Quatro semanas atrás, a expectativa estava em 2,08%. Em setembro, o Bacen atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 0,8% para elevação de 0,9%.

A projeção para o dólar no fim de 2019 foi alterada para R$ 4,15, ante R$ 4,10 da semana anterior. Para o próximo ano, a projeção para o câmbio foi ajustada de R$ 4,01 para R$ 4,10.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, a mediana das previsões para 2019 foi mantida em US$ 75,00 bilhões. Há um mês, estava em US$ 80,00 bilhões. Para 2020, a expectativa foi mantida em US$ 80,00 bilhões, os mesmos US$ 80,00 bilhões de um mês antes.

Perspectiva

Entre os principais destaques da agenda desta semana estão as reuniões dos bancos centrais dos EUA, Europa e do Brasil, que decidirão sobre as taxas de juros locais. Nos EUA, os dados relativos ao mercado de trabalho, divulgados na sexta-feira, devem nortear os membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) sobre o futuro do juro norte-americano. A expectativa é de que os dados confirmem o cenário de reaquecimento da economia local, e a manutenção do juro é o cenário mais provável.

Já o Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) também se reunirá nesta semana, e o consenso do mercado é pela redução de 0,50 pontos bases, trazendo a Selic a 4,50% ao ano, apesar das recentes pressões de preços sobre a inflação corrente, sendo o mais provável que o comunicado pós-reunião deixe em aberto os movimentos futuros do comitê.

Na zona do euro, o banco central europeu (BCE, na sigla em inglês) deverá manter uma política de expansão monetária, após sinais recentes de que a economia da região está atingindo seu nível mínimo.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos uma exposição de 10%.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação sugerida é de 10%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da resolução CMN nº 3.922/2010 conforme alterada, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfólio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –06/12/19

Índices de Referência –Novembro/2019

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