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outubro, 2019

NOSSA VISÃO – 28/10/2019

Retrospectiva

Mais uma semana em que o noticiário político e econômico determinou os rumos do mercado, com o apetite a riscos dos investidores mantendo o ritmo de apreciação dos preços dos ativos negociados nos mercados financeiros globais.

EUA e China mantiveram conversas animadoras e avançaram em temas específicos do acordo tarifário. O gabinete do representante comercial americano emitiu comunicado informando que as partes estão próximos de concluir algumas seções do acordo da chamada “fase 1”, cujo foco é o tema “propriedade intelectual”.

Na região do Euro, a Câmara dos Comuns do Reino Unido aprovou, por maioria de votos, o acordo para a saída da união europeia proposto pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson. Porém, não foi aprovado o cronograma de saída, cuja data está marcada para 31 de outubro. Com isso, o bloco deverá decidir sobre a extensão do prazo.

O Banco Central Europeu, o BCE, decidiu manter a política monetária da região inalterada, com a taxa de refinanciamento mantida em 0% e a de depósito em -0,50%. A autoridade monetária local também confirmou que retomará seu programa de alívio quantitativo (QE, na sigla em inglês), através do qual comprará 20 bilhões de euros em ativos mensalmente a partir de 1º novembro.

O índice de confiança do consumidor da zona do Euro caiu mais que o previsto em outubro, com recuo em 1,1 pontos, para -7,6 pontos, ante uma leitura de -6,5 pontos em setembro. Conforme a Comissão Europeia, o índice mantém uma trajetória acima da média de longo prazo, de -10,7 pontos.

Ainda na zona do Euro, foi divulgado que o índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) composto, que engloba os setores industrial e de serviços subiu para 50,2 pontos, ante 50,1 pontos em setembro, conforme informou a agência IHS Markit. Destaque para o setor de serviços do bloco que aumentou de 51,6 em setembro para 51,8 em outubro.

Para os mercados de ações internacionais, a semana foi movida também pela safra de balanços trimestrais divulgados, com destaque para os resultados corporativos das empresas do setor de tecnologia. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, subiu 2,07% e o FTSE-100, da bolsa inglesa, avançou 2,43%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, valorizou 1,22% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, cresceu 1,37%.

Do lado doméstico, em semana de agenda fraca, foi divulgado que o Índice de Confiança do Comércio – ICOM, da FGV, passou para 98,4 pontos, ante 97,2 pontos em setembro. Conforme a FGV, a melhora recente no mercado de trabalho adicionado de novas rodadas de liberação de recursos do FGTS deve manter o cenário de recuperação gradual no curto prazo.

Destaque para a aprovação em segundo turno (60 votos a 19), pelo Senado Federal, da reforma da previdência. Com a votação, o texto da reforma vence os dois turnos necessários na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, e deverá ser promulgado pelo Congresso Nacional em sessão simbólica até meados de novembro para então entrar em vigor.

Para a bolsa brasileira a semana foi de ganhos nos preços das ações, seguindo o movimento das principais praças. O Ibovespa avançou 2,52% na semana, acumulando valorização no ano de 22,16% e 25,25% em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,0094 na venda. Na semana, a moeda norte-americana recuou 2,67%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com valorização de 0,42%, acumulando ganhos no mês de 2,70% e no ano de 22,78%.

Relatório Focus

No Relatório Focus revelado hoje, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,29% em 2019, uma elevação ante os 3,26% da pesquisa anterior e interrompendo uma larga sequencia de previsões em queda. Para 2020 a estimativa foi reduzida para 3,60%, ante 3,66% da pesquisa anterior. O resultado continua distante da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%.

Para a taxa Selic, o mercado financeiro manteve suas apostas em relação à taxa de juros, informando que ao final de 2019 a taxa estará em 4,50%, mesma taxa da semana anterior. Para 2020, a previsão foi reduzida para os mesmos 4,50% deste ano, ante 4,75% da semana anterior.

A expectativa de crescimento da economia medido pelo PIB em 2019 passou de 0,88% para 0,91%, a segunda alta consecutiva conforme o documento revelado hoje. Há quatro semanas, a estimativa de alta era de 0,87%. Para 2020, o mercado financeiro manteve a previsão de expansão do PIB em 2,00%. Quatro semanas atrás, estava no mesmo patamar. Em setembro, o Bacen atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 0,8% para elevação de 0,9%.

O relatório mostrou manutenção no cenário para o dólar em 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em R$ 4,00, mesma cotação de quatro semanas antes. Para o próximo ano, a projeção para o câmbio também foi mantida em R$ 4,00.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, a mediana das previsões para 2019 foi de US$ 80,00 bilhões da semana passada para US$ 80,35 bilhões. Há um mês, estava em US$ 83,40 bilhões. Para 2020, a expectativa foi mantida em US$ 80,00 bilhões, ante US$ 83,20 bilhões de um mês antes.

Perspectiva

Em agenda carregada de indicadores econômicos, os destaques semanais são as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e do Banco Central do Brasil – BACEN, na quarta-feira dia 30/10.

Para a reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom) do BACEN, se espera um corte de meio ponto percentual, com a Selic caindo dos atuais 5,50% para 5,00% ao ano. Qualquer movimento diferente será considerado surpresa pelo mercado.

Para a reunião do Comitê de Política Monetária (FOMC) do Federal Reserve, a expectativa do mercado é de um corte na taxa em 25 pontos bases, o que levaria as taxas de juros da economia americana ao patamar entre 1,50% e 1,75%.

Também ocorrerão reuniões dos bancos centrais do Japão (BoJ, na sigla em inglês) e Canadá (BoC, na sigla em inglês), nas quais se esperam manutenções das políticas monetárias.

Além da política monetária, dados de emprego nos EUA deve ter impacto nos preços dos ativos financeiros. Na sexta-feira será revelado o relatório do mercado de trabalho, conhecido como “payroll”, além da leitura do PIB local dois dias antes.

Também é aguardada a divulgação do PIB do terceiro trimestre na zona do Euro, além de dados de emprego e inflação por lá.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos uma exposição de 10%.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação sugerida é de 10%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da resolução CMN nº 3.922/2010 conforme alterada, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –28/10/19

Índices de Referência –Setembro/2019

NOSSA VISÃO – 21/10/2019

Retrospectiva

Os mercados de maior risco mantiveram a semana no ganho, influenciados por indicadores econômicos divulgados e por noticiários políticos.

O Fundo Monetário Internacional – FMI – divulgou as projeções para o crescimento da economia mundial, refletindo o grau de incerteza causado pelas tensões comerciais entre EUA e China. Conforme revelou o relatório, o crescimento da economia mundial será de 3% em 2019, ante 3,2% da projeção anterior, o nível mais baixo desde a crise financeira de 2008. Em relação à América Latina, as previsões também foram reduzidas para 0,2% em 2019 e 1,8% em 2020. No caso do Brasil, o relatório informa que o crescimento em 2019 será de 0,9%, enquanto para 2020 a estimativa é de avanço em 2,0%. As previsões de crescimento nos EUA para 2019 foram de 2,4%, devido à incerteza sobre as tensões comerciais. Na zona euro, as previsões de crescimento para 2019 ficaram em 1,2%, enquanto em 2020 foram reduzidas para 1,4%, devido à situação da principal economia europeia, a Alemanha, afetada pelo estresse global do comércio. O FMI estima que a economia chinesa cresça 6,1% em 2019, uma desaceleração de 0,5 pontos percentuais a menos do que em 2018.

Na China, foi divulgado que a inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) acelerou para o ritmo mais alto em seis anos, tendo subido 3,0% em setembro em relação ao ano anterior. A taxa foi puxada pelos alimentos, que subiram 11,2% na mesma comparação.

Conforme divulgou o Escritório Nacional de Estatísticas chinês (NBS, na sigla em inglês), o PIB da China avançou 6,0% no terceiro trimestre ante o mesmo período do ano passado. A leitura marca o ritmo mais lento de crescimento da economia chinesa desde o início da série histórica, em 1992. O resultado atingiu a margem inferior da meta de crescimento do governo chinês em 2019, entre 6,0% e 6,5%.

Na zona do euro, foi divulgado que a inflação caiu para o ritmo mais baixo em mais de três anos em setembro. Conforme informou a agência Eurostat, os preços nos 19 países da zona do euro subiram 0,8% em setembro sobre o ano anterior, contra estimativa anterior de 0,9% e expectativa do mercado de 0,9%. A leitura revisada da inflação marcou uma desaceleração mais intensa do que a taxa de 1% de agosto. Foi o resultado mais fraco desde novembro de 2016, quando os preços subiram 0,6%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana foi movimentos mistos nas bolsas de valores. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, subiu 0,97% e o FTSE-100, da bolsa inglesa, recuou -1,33%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, valorizou 0,54% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, avançou 3,18%.

Aqui no Brasil, foi divulgado que o país criou 157.213 novas vagas de empregos formais em setembro. Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED – o resultado é o melhor setembro desde 2013, quando foi registrado número positivo de 211.068 vagas. No acumulado do ano, o país gerou 761.776 empregos.

O Bacen divulgou que o IBC-Br, considerado a prévia do PIB, avançou 0,7% em agosto ante julho, após recuo de -0,7% em julho. A leve alta do índice ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas. O índice acumula alta de 0,66% no ano e 0,87% em doze meses.

Para a bolsa brasileira a semana foi de ganhos nos preços das ações. O Ibovespa avançou 0,86% na semana, acumulando valorização no ano de 19,18% e 24,35% em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,1193 na venda. Na semana, a moeda norte-americana avançou 0,59%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com valorização de 1,05%, acumulando ganhos no mês de 2,27% e no ano de 22,86%.

Relatório Focus

No Relatório Focus revelado hoje, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,26% em 2019, uma redução ante os 3,28% da semana anterior, sendo a décima primeira revisão consecutiva para baixo. Para 2020 a estimativa foi reduzida para 3,66%, ante 3,73% da pesquisa anterior. O resultado se distancia ainda mais da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%.

Para a taxa Selic, o mercado financeiro reduziu suas expectativas em relação à taxa de juros, informando que ao final de 2019 a taxa estará em 4,50%, ante 4,75% da semana anterior. Para 2020, a previsão foi mantida e, 4,75%. Agora, a projeção geral se alinha à do Top-5, grupo que mais acerta as previsões, que já havia feito esse movimento no levantamento anterior.

A expectativa de crescimento da economia em 2019 passou de 0,87% para 0,88%. Há quatro semanas, a estimativa de alta era de 0,87%. Para 2020, o mercado financeiro manteve a previsão de alta do Produto Interno Bruto (PIB), em 2,00%. Quatro semanas atrás, estava no mesmo patamar. Em setembro, o Bacen atualizou, por meio do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), sua projeção para o PIB em 2019, de alta de 0,8% para elevação de 0,9%.

O relatório mostrou manutenção no cenário para o dólar em 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em R$ 4,00, ante R$ 3,95 de um mês atrás. Para o próximo ano, a projeção para o câmbio foi de R$ 3,95 para R$ 4,00, ante R$ 3,90 de quatro pesquisas atrás.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, as expectativas são de um ingresso de US$ 80,00 bilhões em 2019 e de US$ 80,0 bilhões em 2020, ambos piores que a pesquisa anterior.

Perspectiva

O calendário desta semana está repleto de dados relevantes que devem influenciar os preços dos ativos negociados no mercado financeiro, com um viés de baixa, caso os números venham piores do que as estimativas.

Nos EUA, serão conhecidos os números de vendas de imóveis existentes e de imóveis novos, e também os números do estoque de petróleo, bem como o número de pedidos de bens duráveis. Por lá também serão revelados o PMI de manufatura e de serviços.

Na Europa, será divulgado o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) alemão e o índice de confiança do consumidor na zona do euro, além do Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) na Alemanha e na zona do euro.

Por aqui, destaque para o noticiário político. Os investidores acompanharam o progresso da votação da reforma da previdência no Senado, após o destravamento da pauta com a aprovação da divisão dos recursos do pré-sal.

Na pauta também a crise provocada pelo racha entre apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e políticos ligados ao deputado que comanda o PSL, Luciano Bivar.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos uma exposição de 10%.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação sugerida é de 10%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da resolução CMN nº 3.922/2010 conforme alterada, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –21/10/19

Índices de Referência –Setembro/2019

NOSSA VISÃO – 14/10/2019

Retrospectiva

A semana foi de recuperação para os ativos de riscos, com o alívio vindo do noticiário externo após a trégua na guerra comercial que envolve os EUA e a China, anunciada antes do fechamento dos mercados na sexta-feira.

Ainda que parcial, o acordo firmado entre as duas maiores potências econômicas traz certa estabilidade para o comércio mundial. O acordo abrange questões sobre agricultura, moeda e proteção da propriedade intelectual, e representa o maior avanço para a resolução da batalha comercial que já dura 15 meses.

Em virtude do pacto, os EUA decidiram suspender o aumento de 25% para 30% as tarifas sobre US$ 250 bilhões em produtos chineses, que deveriam entrar em vigor na próxima semana. Por sua vez, o país asiático se comprometeu a adquirir de US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões em produtos agrícolas norte-americano.

Nos EUA, foi revelado que a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) referente ao mês de setembro apresentou deflação de 0,3%, aumentando ainda mais as chances de novo corte nas taxas de juros pelo Federal Reserve (FED, na sigla em inglês).

Ainda por lá, foi conhecida a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do FED, que decidiu pela redução do juro norte-americano. O documento mostra um banco central mais preocupado com o ritmo de crescimento da economia local, na medida em que foram discutidos alguns modelos de projeções que mostraram um aumento na probabilidade de recessão nos próximos meses.

Para os mercados de ações internacionais, a semana foi de expressivas valorizações nas bolsas de valores. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, subiu 4,15% e o FTSE-100, da bolsa inglesa, avançou 1,28%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, valorizou 0,62% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, ganhou 1,81%.

Do lado doméstico, destaque para o noticiário político. O plenário da Câmara aprovou o projeto de Lei que define o rateio de parte dos reursos captados na cessão onerosa do leilão de petróleo do pré-sal entre os estados e municípios. Pelo acordo, 15% do excedente ficarão com os estados, 15% com os municípios e 3% com os estados confrontantes à plataforma continental. Agora, o projeto de Lei passará pelo Senado.

O IBGE divulgou que as vendas no varejo cresceram 0,1% em agosto, na comparação com o mês anterior. As projeções indicavam crescimento de 0,3%, segundo a Reuters. Na comparação com agosto de 2018, o avanço foi de 1,3%. O crescimento foi sustentado pelos supermercados, indicando um perfil de consumo mais básico, destinado às compras de primeira necessidade.

Quanto à inflação, o IBGE divulgou que o IPCA de setembro variou -0,04%, o menor resultado para o mês de setembro deste 1998. O resultado veio no piso das estimativas da agência Broadcast. No acumulado do ano de 2019, o IPCA registra inflação em 2,49% e, no acumulado dos últimos 12 meses, em 2,89%. O índice segue abaixo da meta oficial para o ano, que é de 4,25% com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. A queda no índice foi puxada principalmente pelo grupo “alimentação e bebidas”, que variou -0,43%.

Para a bolsa brasileira a semana foi de ganhos nos preços das ações. O Ibovespa avançou 1,98% na semana, acumulando valorização no ano de 18,14% e 25,22% em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,095 na venda. Na semana, a moeda norte-americana avançou 0,95%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com valorização de 1,02%, acumulando ganhos no mês de 1,20% e no ano de 20,99%.

Relatório Focus

No Relatório Focus revelado hoje, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,28% em 2019, uma redução ante os 3,42% da semana anterior, sendo a décima revisão consecutiva para baixo. Para 2020 a estimativa foi reduzida para 3,73%, ante 3,78% da pesquisa anterior. O resultado se distancia ainda mais da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%.

Para a taxa Selic, o mercado financeiro manteve as expectativas com o relatório informando que, ao final de 2019, a taxa Selic estará em 4,75%. Há um mês estava em 5,00%. Para 2020, a previsão foi reduzida para 4,75%, ante 5,00% das últimas pesquisas. Destaque para as estimativas do Top-5, grupo que mais acerta as previsões, que passou a ver a Selic deste ano em 4,50%.

O levantamento semanal manteve a estimativa para a taxa de crescimento da economia este ano em 0,87%. Para 2020 a expansão do PIB também foi mantida em 2,00%.

Os profissionais consultados pelo BACEN mantiveram as previsões para o dólar a R$ 4,00 neste ano. Para o encerramento de 2020, a estimativa também foi mantida em R$ 3,95.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, as expectativas são de um ingresso de US$ 81,85 bilhões em 2019 e de US$ 83,2 bilhões em 2020.

Perspectiva

A semana vem recheada de eventos que certamente exercerão influência sobre os preços dos ativos negociados nos mercados financeiros.

Após o anúncio do acordo comercial parcial entre EUA e China, a partir de agora serão conhecidos os detalhes das negociações, que serão colocadas no papel para assinatura pelos presidentes Donald Trump e Xi Jinping. Porém, os chineses já adiantaram que pretendem incluir outras questões no acordo antes da assinatura, elevando o grau de incerteza sobre o tema.

No Brasil, o destaque para a votação, pelo Senado, do projeto aprovado na Câmara definindo as regras de rateio entre estados e municípios de verba originária da cessão onerosa do pré-sal. A aprovação é dada como certa e a finalização do debate é essencial para garantir a votação da reforma da Previdência, prevista para acontecer neste mês.

Na agenda de indicadores a serem revelados, destaque para o número do PIB chinês e dados da indústria, varejo e balança comercial chinesa.

Nos EUA, serão conhecidos os dados de varejo e construção, enquanto na região do Euro serão conhecidos os dados da produção industrial.

Por aqui, o banco central divulgará o IBC-Br de agosto, considerado a prévia do PIB nacional e utilizado como parâmetro avaliativo do ritmo de crescimento da economia brasileira.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos uma exposição de 10%.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação sugerida é de 10%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da resolução CMN nº 3.922/2010 conforme alterada, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –14/10/19

Índices de Referência –Setembro/2019

NOSSA VISÃO – 07/10/2019

Retrospectiva

O noticiário externo deu o tom em semana de aversão a risco para os mercados, diante da divulgação de importantes indicadores da economia americana.

Nos EUA, o índice de atividade industrial divulgado pelo Instituto para Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês) recuou de 49,1 em agosto para 47,8 em setembro, o nível mais baixo desde junho de 2009, e abaixo das projeções dos analistas de alta em 50,1. A queda reflete uma diminuição da confiança nos negócios, com o comércio global no cerne da questão em razão da guerra tarifária.

O setor de serviços também recuou ao menor nível em três anos, conforme divulgou o ISM. O índice caiu para 52,6 em setembro, ante 56,4 no mês anterior. A leitura ficou abaixo das expectativas de 55,0 de uma pesquisa da Reuters com 67 economistas, e foi a mais baixa desde agosto de 2016.

O relatório de emprego não agrícola americano revelou que foram criados 136 mil postos de trabalho em setembro, ante previsão de 150 mil. A taxa de desemprego norte-americana caiu para 3,5%, a menor em 50 anos.

Outro dado que reflete a preocupação de um cenário macroeconômico recessivo é a queda do petróleo. O mercado parecia equilibrado, com o preço variando em US$ 60 para o tipo WTI e de US$ 70 para o Brent após o ataque de 14 de setembro às instalações de petróleo da Arábia Saudita, está agora de volta aos mínimos pré-ataque. Hoje, o petróleo WTI é negociado na casa dos US$ 53, enquanto o Brent a US$ 58.

Em meio à escalada das tensões comerciais e a perspectiva de desaceleração global, a Organização Mundial do Comércio (OMC, na sigla em inglês) divulgou a projeção para o crescimento das transações globais em 2019. Conforme o relatório, a expansão será de 1,2% este ano, bem abaixo da projeção apresentada apenas seis meses atrás, de 2,6%. Para 2020, a previsão é de crescimento de 2,7%, ante previsão de 3% feita em abril.

Os mercados chineses permaneceram fechados durante a semana, em razão dos festejos pelos 70 anos de aniversário da fundação da República Popular da China, não sem antes serem revelados números sobre a economia local. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) oficial da indústria da China subiu a 49,8 em setembro, um pouco melhor do que o esperado e ante 49,5 em agosto, porém abaixo da marca de 50 que separa expansão de contração. A pesquisa do instituto Caixin/Markit mostrou também que a atividade industrial acelerou inesperadamente para a máxima de 51,4 em setembro, devido principalmente ao aumento nas encomendas domésticas conforme fazem efeito as medidas de suporte do governo.

Para os mercados de ações internacionais, a semana foi de queda na maior parte das bolsas de valores. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã, caiu -2,97% e o FTSE-100, da bolsa inglesa, recuou -3,65%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, perdeu -0,33% e o Nikkei 225, da bolsa japonesa, cedeu -2,14%.

Do lado doméstico, foi revelado que a produção industrial medida pelo IBGE teve uma alta de 0,8% em agosto ante julho, interrompendo três meses consecutivos de queda. No acumulado do ano, o índice tem queda de 1,7%.

Conforme divulgou o Ministério da Economia, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,25 bilhões, o pior resultado para o mês de setembro em cinco anos e uma queda de 55% em comparação a setembro do ano passado. As exportações somaram US$ 18,74 bilhões, uma queda de 11,63% em relação um ano atrás, enquanto as importações somaram US$ 16,49 bilhões.

Para a bolsa brasileira a semana foi de desvalorização nos preços das ações. O Ibovespa recuou 2,40% na semana, acumulando valorização no ano de 16,69% e 24,57% em doze meses. O dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira cotado a R$ 4,057 na venda. Na semana, a moeda norte-americana recuou 2,39%. Já o IMA-B Total encerrou a semana com valorização de 0,18%, acumulando ganhos no mês de 0,18% e no ano de 19,76%.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,42% em 2019, uma redução ante os 3,43% da semana anterior, sendo a nona revisão consecutiva para baixo. Para 2020 a estimativa foi reduzida para 3,78%, ante 3,79% da pesquisa anterior. O resultado se distancia ainda mais da meta de inflação fixada pelo CMN para este ano, de 4,25%.

Para a taxa Selic, o mercado financeiro manteve as expectativas com o relatório informando que, ao final de 2019, a taxa Selic estará em 4,75%. Há um mês estava em 5,00%. Para 2020, a previsão foi mantida em 5,00%.

O mercado financeiro manteve a estimativa para a taxa de crescimento da economia este ano em 0,87%. Para 2020 a expansão do PIB também foi mantida em 2,00%.

Os profissionais consultados pelo BACEN mantiveram as previsões para o dólar a R$ 4,00 neste ano. Para o encerramento de 2020, a estimativa foi aumentada para R$ 3,95, ante R$ 3,91 da projeção anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia, as expectativas são de um ingresso de US$ 83,00 bilhões em 2019 e de US$ 84,00 bilhões em 2020.

Perspectiva

A volatilidade nos preços dos ativos tende a permanecer durante esta semana, com muitos dados econômicos e importantes eventos políticos aqui e no exterior.

No Brasil, o governo vai continuar negociando com os senadores para garantir a aprovação em segundo turno da reforma da previdência, que emperrou em meio à pressão dos parlamentares por verbas do leilão de cessão onerosa do pré-sal. Na agenda econômica destaque para os dados de inflação, com IBGE divulgando o IPCA de setembro. Serão divulgados, também pelo IBGE, os dados de varejo e do setor de serviços de agosto.

Na agenda internacional, o destaque será a ata da mais recente reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, na sigla em inglês), que reduziu a taxa de juro americana em 0,25 pontos-base. Está previsto discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, que pode dar pistas sobre a condução da política monetária na próxima reunião do Fomc, prevista para o dia 30 deste mês. Destaque para o encontro nos dias 10 e 11 na capital Washington, entre altos funcionários dos EUA e China para discutir o conflito tarifário e buscar negociações que ponham um ponto nas questões, e que ocorre em meio ao pedido de impeachment contra o presidente norte-americano Donald Trump. O processo ganhou mais força no fim de semana com a informação de que outro agente do serviço de inteligência teria confirmado as acusações de que o presidente tentou negociar com o governo da Ucrânia investigações contra o filho do possível candidato democrata Joe Biden.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices de longo prazo (especificamente o IMA-B Total) recomendamos uma exposição de 10%.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total), a recomendação é para uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação sugerida é de 10%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da resolução CMN nº 3.922/2010 conforme alterada, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora do ambiente econômico neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –07/20/19

Índices de Referência –Agosto/2019