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maio, 2019

NOSSA VISÃO – 27/05/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o crescimento empresarial acelerou ligeiramente neste mês, mas não tanto quanto o esperado. O PMI composto preliminar  avançou  de 51,5 pontos em abril, para 51,6 pontos em maio.

Nos EUA, na ata da última reunião do FED, logo no início de maio, a autoridade monetária disse pretender deixar as taxas de juros do país no atual patamar de entre 2,25% e 2,50% por algum tempo, mesmo se as condições globais melhorarem.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 1,86% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 0,96%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana recuou 1,17% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 0,63%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 0,34% na terceira quadrissemana de maio, depois de ter subido 0,42% na segunda. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,08% na terceira semana de maio, depois de ter subido 0,15% na segunda. E o IPCA-15 de maio, ao subir 0,35% teve a maior alta para p mês desde 2016. Os grupos saúde e transportes tiveram os maiores impactos na alta.

Para a bolsa brasileira, acabou sendo uma semana de boa recuperação. O Ibovespa subiu 4,04% nesse período. No ano a variação positiva é de 6,53% e em doze meses de 18,67%. O dólar, por sua vez, caiu 1,28% na semana e o IMA-B Total subiu 1,08%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 24 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,07% em 2019, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,25%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,23%, frente a 1,24% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 83,29 bilhões em 2019, frente a US$ 82 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, frente a US$ 82,52 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da confiança do consumidor em maio.

Nos EUA, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2019.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, a taxa de desemprego em abril e o PIB do primeiro trimestre de 2019.

No exterior e no Brasil, o evento mais importante da semana será a divulgação do PIB do primeiro trimestre de 2019.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –24/05/19

Índices de Referência –Abril/2019

NOSSA VISÃO – 20/05/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial recuou 0,3% em março, frente a fevereiro e 0,6% na comparação anual, como era previsto pelos analistas. Já a inflação do consumidor em abril foi confirmada em 1,7% na base anual.

Novos dados preliminares do PIB do primeiro trimestre de 2019 foram divulgados pela agência Eurostat. O crescimento de 0,4% da zona do euro, em relação ao trimestre anterior, veio dentro do previsto, sendo que a maior economia da região, a da Alemanha, cresceu também 0,4%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de quedas e de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 1,49% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 2,02%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana recuou 0,76% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 0,44%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 0,42% na segunda quadrissemana de maio, depois de ter subido 0,57% na primeira. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,15% na segunda semana de maio, depois de ter subido 0,20% na primeira.

Conforme o Banco Central, o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, caiu 0,28% em março,  ante fevereiro, resultado já esperado. E na ata da última reunião do Copom, também divulgada na semana que passou, o BC revelou o receio de que o PIB brasileiro tenha recuado no primeiro trimestre de 2019 e de que a inflação de doze meses deva atingir um pico no curto prazo.

Para a bolsa brasileira, com as dificuldades no andamento das reformas e o quadro externo, foi também uma nova semana de baixa. O Ibovespa caiu 4,52% nesse período. No ano a variação positiva é de 2,40% e em doze meses de 8,32%. O dólar, por sua vez, subiu 3,20% na semana e o IMA-B Total caiu 0,69%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 17 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,07% em 2019, frente a 4,04% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,25%, frente a 7,50% na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,24%, frente a 1,45% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,80 no final do ano, frente a R$ 3,75 no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 82 bilhões em 2019, frente a US$ 83,29 bilhões na última pesquisa e de US$ 82,52 bilhões em 2020, frente a US$ 84,36 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação do PMI industrial e o de serviços.

Nos EUA, teremos a divulgação da ata da última reunião do FED.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação.

No exterior, o evento mais importante da semana será a divulgação da ata da última reunião do FED e no Brasil será a do IPCA-15.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –17/05/19

Índices de Referência –Abril/2019

NOSSA VISÃO – 13/05/2019

Retrospectiva

Como o presidente Trump havia anunciado, o aumento tarifário de 10% para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos importados da China começou a vigorar na última sexta-feira. Em resposta, a China elevará tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos americanos a partir de primeiro de junho. Hoje, Trump declarou que o país asiático não deveria impor retaliações contra produtos americanos ou as coisas apenas ficariam piores.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, as vendas no varejo ficaram estáveis em março em comparação com o mês anterior e avançaram 1,9% na comparação anual. Quanto à ata da última reunião do BCE, a manutenção dos juros nos patamares atuais deverá prosseguir, pelo menos até o final do ano.

Nos EUA, a inflação do consumidor em abril foi menor que a prevista, ao registrar aumento de 0,3%, por conta da alta dos preços da gasolina, dos aluguéis e custos com saúde. O índice havia avançado 0,4% em março.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 2,84%, o FTSE-100, da bolsa inglesa recuou 2,40%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana 2,18% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 4,11%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 0,57% na primeira quadrissemana de maio, depois de ter subido 0,63% na última de abril. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,20% na primeira semana de maio, depois de ter subido 0,29% em abril. Já o IGP-M avançou 0,58% na primeira prévia de maio, após ter aumentado 0,62% na primeira leitura de abril.

Quanto ao IPCA, a alta de abril foi de 0,57%, depois de ter avançado 0,75% em março. No ano a alta acumulada é de 2,09% e de 4,94% em doze meses. Por sua vez, o INPC de abril subiu 0,60%, ante 0,77% em março. No ano acumulou 2,29% e 5,07% em doze meses.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo brasileiro cresceram 0,3% em março, em comparação a fevereiro. Em relação a março de 2018 as vendas de março caíram 4,5%.

Na última quarta-feira, o Copom manteve, pela nona vez seguida, a taxa Selic em 6,5% ao ano. Mostrou-se cauteloso diante da desaceleração da economia e da incerteza sobre as reformas econômicas do governo.

Para a bolsa brasileira, foi também uma semana de baixa. O Ibovespa caiu 1,82% nesse período. No ano a variação positiva é de 7,25% e em doze meses de 10,61%. O dólar, por sua vez, subiu 0,48% na semana e o IMA-B Total subiu 0,83%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 10 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,04% em 2019, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,50%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,45%, frente a 1,49% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,75 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 83,29 bilhões em 2019, frente a US$ 82 bilhões na última pesquisa e de US$ 84,36 bilhões em 2020, frente a US$ 85 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2019, da produção industrial em março e de nova estimativa da inflação do consumidor em abril.

Nos EUA, teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em abril.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, a ata da última reunião do Copom e o IBC-Br de março.

No exterior, o evento mais importante da semana será a divulgação de nova estimativa do PIB do primeiro trimestre da zona do euro, além do acompanhamento próximo da “guerra” comercial EUA x China. E no Brasil será a ata da última reunião do Copom, em que a manutenção da taxa Selic em 6,50% foi decidida, além das tratativas das reformas.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários –10/05/19

Índices de Referência –Abril/2019

NOSSA VISÃO – 06/05/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, foi divulgado que o PIB do primeiro trimestre de 2019 cresceu 0,4% em relação ao trimestre anterior e 1,2% na base anual, resultado que superou as expectativas dos economistas.  Já a taxa de desemprego foi de 7,7% em março, a menor já registrada desde setembro de 2008.

Quanto á inflação do consumidor, a estimativa inicial apontou um avanço de 1,7% na base anual, acelerando depois da alta de 1,4% registrada em março.

Nos EUA, os gastos dos consumidores subiram significativamente em março marcando o maior aumento mensal em quase dez anos. A alta foi de 0,9% no mês, após ter subido apenas 0,1% em fevereiro.

Conforme o Departamento do Trabalho, em abril foram geradas 263 mil novas vagas de trabalho não rural, quando a estimativa era de 190 mil. A taxa de desemprego, que era de 3,8% em março caiu para 3,6% no mês seguinte, a menor taxa desde dezembro de 1969.

Em sua reunião na semana passada, o FED decidiu manter inalterada a taxa básica de juros na faixa entre 2,25% e 2,50%, o que já era totalmente esperado.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de altas novamente. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 0,79%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 0,64%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez, subiu 0,20%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa ficou estável.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S subiu 063% em abril, depois de ter registrado avanço de 0,65% em março. O IPC-Fipe, por sua vez, subiu 0,29% em abril, depois de ter subido 0,51% em março.

Conforme o IBGE, a produção industrial em março caiu 1,3% frente a fevereiro, conforme as estimativas mais pessimistas. Já a taxa de desemprego subiu para 12,7% no trimestre encerrado em março, com 13,4 milhões de pessoas sem trabalho.

Para a bolsa brasileira, foi também uma semana de leve baixa. O Ibovespa caiu 0,24% nesse período. No ano a variação positiva é de 9,24% e em doze meses de 15,51%. O dólar, por sua vez, subiu 0,09% na semana e o IMA-B Total subiu 0,58%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 03 de maio, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,04% em 2019, frente a 4,01% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 7,50%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,49%, frente a 1,70% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,75 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2020, frente a R$ 3,79 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 82 bilhões em 2019, como na última pesquisa e de US$ 85 bilhões em 2020, frente a US$ 84,68 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação das vendas no varejo em março e a ata da última reunião do BCE.

Nos EUA, teremos a divulgação da inflação do consumidor em abril.

No Brasil, serão divulgados os dados parciais de inflação, o IPCA de abril, as vendas no varejo em março e será realizada nova reunião do Copom.

No exterior, o evento mais importante da semana será a divulgação da ata da última reunião do BCE e no Brasil será a realização de nova reunião do Copom, em que a manutenção da taxa Selic em 6,50% é esperada.

Em relação às aplicações dos RPPS, aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção por conta das posições assumidas pelo gestor.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, recomendamos uma exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais superam a meta atuarial.

Para a alocação em fundos multimercado a nossa sugestão é de 10% dos recursos e de 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado enquadrados para os RPPS. Para o investimento em ações, a nossa recomendação é de 15% dos recursos, tendo-se em vista o potencial de crescimento das empresas neste e nos próximos anos, como já dissemos, em uma conjuntura de baixa inflação e taxas de juros nas mínimas históricas. Muito embora ainda esteja no campo das expectativas, a implementação das reformas estruturais demandadas pelo mercado em muito também poderão influenciar o comportamento positivo das ações, no futuro.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

* Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

** Aos clientes que investem em Fundos de Participações e Fundos Imobiliários em percentual superior a 2,5% em cada, reduzir a exposição de 15% aos Fundos de Ações na proporção desse excesso.

Indicadores Diários -03/05/19

Índices de Referência -Março/2019