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fevereiro, 2019

Nossa Visão – 18/02/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial em dezembro caiu 0,9% frente a novembro e 4,2% quando comparada ao último mês de 2018. O resultado assustou na medida em que a queda mensal esperada era de 0,3% e a anual de 3%.

Por seu turno, o crescimento econômico da região desacelerou no quarto trimestre de 2018, frente ao terceiro, conforme a prévia divulgada pela Eurostat, uma vez que o crescimento na Alemanha ficou estagnado e a Itália entrou em recessão. O avanço do PIB foi de apenas 0,2% frente ao trimestre anterior e 1,2% na base anual.

Nos EUA, as vendas no varejo tiveram em dezembro, frente a novembro, sua maior queda desde 2009, enquanto os economistas esperavam uma expansão de 0,1%. Já a produção industrial em janeiro ficou abaixo da estimativa, ao registrar queda de 0,6% frente a dezembro.

Quanto à inflação do consumidor, ela ficou estável em janeiro, quando se esperava um leve aumento de 0,1%. Na base anual a inflação foi de 1,6%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 3,60% e o FTSE-100, da bolsa inglesa 2,34%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, avançou 2,50% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 2,88%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter avançado 0,53% na primeira quadrissemana de fevereiro, subiu 0,34% na segunda. Já o IPC-Fipe, que subiu 0,66% na primeira quadrissemana de fevereiro, terminou a segunda com alta de 0,58%.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo brasileiro recuaram 2,2% em dezembro, em comparação a novembro, o pior resultado mensal desde janeiro de 2016. No entanto, encerraram 2018  com alta de 2,3%, ligeiramente acima do avanço de 2,1% em 2017.

Já o IBC-Br do Banco Central, considerado a prévia do PIB, subiu 0,21% em dezembro ante novembro e 1,15% frente ao mesmo mês do ano anterior.

Quanto a ata da primeira reunião do ano do Copom, o BC reiterou que os riscos para a alta da inflação persistem, apesar de menos intensos, razão pela qual segue firme em sua postura cautelosa quanto à condução da política monetária.

Para a bolsa brasileira, também foi uma semana de alta, com o Ibovespa subindo 2,29%. No ano a variação positiva é de 10,97% e em doze meses de 15,38%. O dólar, por sua vez, caiu 0,06% na semana e o IMA-B Total subiu 1,81%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 15 de fevereiro, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,87% em 2019, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 8,00%, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,48%, frente a 2,50% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,58%, frente a 2,50% na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 79,50 bilhões em 2019, frente a US$ 80 bilhões na última pesquisa e de US$ 82,52 bilhões em 2020, frente a US$ 82,44 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação do PMI industrial e o de serviços em fevereiro e o número final da inflação do consumidor em janeiro.

Nos EUA, teremos a divulgação dos pedidos de bens duráveis em dezembro e a divulgação da ata da última reunião do FED.

No Brasil, teremos a divulgação dos dados parciais de inflação, incluído o IPCA-15.

No exterior, o evento mais importante da semana é a divulgação da ata da última reunião do FED e no Brasil será a divulgação do IPCA-15 e talvez a da proposta de reforma da Previdência.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários –15/02/19

Índices de Referência –Janeiro/2019

Nossa Visão – 11/02/2019

Retrospectiva

Segundo o secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, o governo deve apresentar o projeto de reforma previdenciária entre os dias 19 e 21 de fevereiro, ou quando o presidente se reestabelecer. Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em recentes declarações provocou frustrações quanto à duração do trâmite da matéria no Congresso, por conta de limitações regimentais que precisarão ser respeitadas.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, as vendas no varejo em dezembro tiveram queda de 1,6%, a maior em comparação ao mês anterior desde maio de 2011. Na comparação com dezembro de 2017 houve alta de 0,8%.

Nos EUA, as encomendas à indústria caíram 0,6% em novembro, frente o mês anterior, embora a expectativa fosse de alta de 0,1%. Por outro lado, por conta da paralisia do governo ocorrida em janeiro, uma série de dados se encontram atrasados em sua divulgação.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de altas e baixas na bolsa. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 2,45%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,73%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, avançou 0,05%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa caiu 2,28%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter terminado janeiro com alta de 0,57%, registrou avanço de 0,53% na primeira quadrissemana de fevereiro. Já o IPC-Fipe, que terminou janeiro com alta de 0,58%, subiu 0,66% na primeira quadrissemana de fevereiro. O IGP-M por sua vez, subiu 0,20% na primeira prévia de fevereiro, frente a  0,03% na primeira prévia de janeiro.

Já o IPCA de janeiro subiu 0,32%, frente a dezembro, mês em que havia subido 0,15%, levando o resultado acumulado em doze meses para 3,78%.

Em sua primeira reunião do ano, o Copom decidiu por unanimidade manter a taxa Selic em 6,50% ao ano, indicando cautela em um cenário volátil, às vésperas do anuncio das reformas estruturais prometidas pelo novo governo.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de queda, com o Ibovespa recuando 2,57%. No ano a variação positiva é de 8,48% no ano. O dólar, por sua vez, subiu 1,32% na semana e o IMA-B Total caiu 1,57%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 08 de fevereiro, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,87% em 2019, frente a 3,94% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 2020 em 8,00%, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,50%, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, como no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, de novo como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 80 bilhões em 2019, frente a US$ 79,50 bilhões na última pesquisa e de US$ 82,44 bilhões em 2020, frente a US$ 80 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da produção industrial em dezembro e do PIB do quarto trimestre de 2018.

Nos EUA, teremos a divulgação da inflação do consumidor e da produção industrial em janeiro de 2019 e das vendas no varejo em dezembro 2018.

No Brasil, teremos a divulgação dos dados parciais de inflação, da ata da última reunião do Copom e das vendas no varejo em dezembro de 2018.

No exterior, o evento mais importante da semana é a divulgação da primeira prévia do PIB da zona do euro no quarto trimestre de 2108 e no Brasil será a divulgação da ata da última reunião do Copom, em que a taxa Selic deverá foi mantida.

Importante destacar que depois dos fortes avanços ocorridos nos IMA’s mais longos, exclusivamente por conta de expectativas com as reformas, a apreensão com uma eventual demora no trâmite já foi suficiente para provocar um recuo semanal dos mencionados indicadores.

Com o novo governo ainda na fase das intenções, achamos mais apropriado sugerir um aumento da alocação em fundos de gestão do duration e em fundos de ações, ao invés da exposição aos indicadores mais longos. Entendemos que os gestores de fundos de duration contam com maior agilidade na formação de posições de mercado e que o risco bolsa, neste momento, parece estar mais bem delineado do que o que seria corrido com as taxas de juros das NTN’s B longas, que já tiveram importantes quedas.

Assim, em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários –08/02/19

Índices de Referência –Janeiro/2019

Nossa Visão – 04/02/2019

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o crescimento de 0,2% do PIB do quarto trimestre de 2018, em relação ao trimestre anterior  aconteceu no ritmo mais lento em quatro anos. Em 2018 a evolução do PIB acabou sendo de 1,8%.

Quanto ao desemprego, a taxa de dezembro, de 7,9% foi igual ao mês de outubro e veio em linha com a previsão dos analistas. Já a inflação do consumidor desacelerou de 1,6% em dezembro, para 1,4% em janeiro, se afastando ainda mais da meta de 2% do BCE.

Nos EUA, a criação de 304 mil novas vagas de trabalho não rural em janeiro superou largamente as 170 mil esperadas, mas por conta do “fechamento” parcial do governo americano, a taxa de desemprego subiu de 3,9% para 4%.

No meio da semana o FED teve nova reunião de política monetária, em que foi decidida a manutenção da taxa básica de juros no intervalo entre 2,25% e 2,50% ao ano. No comunicado, foi dito que o FED será paciente em altera-las, revelando alguma preocupação com o ritmo da economia.

Para os mercados de ações internacionais, a semana que passou foi mais de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 0,90%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 3,10%. Já o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, avançou 1,57%, enquanto o Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 0,07%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S terminou janeiro com alta de 0,57%, depois de registrar alta de 0,29% em dezembro. Já o IPC-Fipe terminou janeiro com alta de 0,58%, por conta do aumento dos preços da alimentação e dos transportes. O IGP-M por sua vez, subiu 0,01% em janeiro, frente a dezembro.

E conforme o IBGE, a produção industrial de dezembro subiu 0,2% em relação a novembro e encerrou o ano de 2018 com alta de 1,1% frente ao ano anterior. Ainda em dezembro, a taxa de desemprego ficou em 11,6%, o que significou 12,8 milhões de pessoas sem trabalho.

Para a bolsa brasileira, foi outra semana de alta, com o Ibovespa subindo 0,19% e alcançando a variação positiva de 11,35% no ano. O dólar, por sua vez, caiu 2,48% na semana e o IMA-B Total subiu 1,59%.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 01 de fevereiro, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,94% em 2019, frente a 4,00% na semana anterior. Para 2020 a estimativa é de que suba 4,00%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, no fim de 2019 a taxa Selic estará em 6,50%, frente a 7% na última pesquisa e em 2020 em 8,00%, como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,50%, como na semana anterior. Para 2020 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana deverá estar em R$ 3,70 no final do ano, frente a R$ 3,75 no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2020, frente a R$ 3,78 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 79,50 bilhões em 2019, frente a US$ 80 bilhões na última pesquisa e de US$ 80 bilhões em 2020, frente a US$ 82,44 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação das vendas no varejo em dezembro.

Nos EUA, teremos a divulgação das vendas no varejo em dezembro e a primeira prévia do PIB do quarto trimestre de 2018.

No Brasil, teremos a divulgação dos dados parciais de inflação, do IPCA de janeiro, além da realização de nova reunião do Copom sobre a taxa básica de juros.

No exterior, o evento mais importante da semana é a divulgação da primeira prévia do PIB americano do quarto trimestre de 2108 e no Brasil será a realização da reunião do Copom, em que a taxa Selic deverá ser mantida.

Em relação às aplicações dos RPPS aconselhamos o investimento de 25% dos recursos em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos ainda uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDBs a alocação agora sugerida é de 15%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfólio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários –01/02/19

Índices de Referência –Dezembro/2018