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agosto, 2018

Nossa Visão – 27/08/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o PMI Composto preliminar de agosto avançou de 54,3 pontos em julho, para 54,4 nesse mês. O PMI industrial desacelerou de 55,1 pontos em julho, para 54,6 em agosto, enquanto o PMI de serviços cresceu de 54,2 pontos para 54,6 no período. Os dados indicaram fraco crescimento da atividade durante o verão.

Já a ata da última reunião do BCE reiterou que os juros serão mantidos no atual patamar até o verão europeu de 2019, sendo que as tensões comerciais vistas pelo mercado é um dos fatores para a manutenção.

Nos EUA, os pedidos de bens duráveis caíram 1,7% em julho, frente a junho, mas tiveram alta de 8,6% nos sete primeiros meses do ano, frente a igual período de 2017. O PMI Composto, por sua vez, cai de 55,7 pontos em julho, para 55 em agosto, o menor nível em quatro meses. Enquanto o PMI industrial caiu de 55,3 em julho para 54,5 em agosto, o de serviços recuou de 56 pontos para 55,2 no período.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã avançou 1,51%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,25%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez subiu 0,86% e registrou nova máxima histórica. O Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 1,49%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,19% na segunda quadrissemana de agosto, subiu 0,10% na terceira. Já o IPCA-15 de 0,13%, registrado no mês, foi o mais baixo para agosto desde 2010. Os aumentos nas despesas das famílias com habitação e saúde impediram um índice ainda mais baixo.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta, com o Ibovespa avançando 0,31%. Assim, o a perda no ano se reduziu para 0,18%. Em doze meses houve um avanço de 7,30%. O dólar, por sua vez, subiu 3,72% elevando a alta no ano para 23,50%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,95% na semana, acumulando alta de 3,47% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,17% em 2018, frente a 4,15% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,12%, frente a 4,10% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,47%, frente a 1,49% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,77, frente a R$ 3,70 no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,00 bilhões em 2018, frente a US$ 68 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da prévia da inflação e da confiança do consumidor em agosto, bem como da taxa de desemprego em julho.

Nos EUA teremos a divulgação da segunda prévia do PIB do segundo trimestre e da renda e os gastos pessoais em julho.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, do PIB do segundo trimestre de 2018 e da taxa de desemprego em julho.

No exterior, além da intensificação da guerra comercial entre EUA e China, com a adoção de tarifas de 25% sobre US$ 16 bilhões em mercadorias um do outro e das tensões com a Turquia, o principal dado a ser divulgado é o da prévia do PIB americano no segundo trimestre. No Brasil, o cenário eleitoral seguirá dominando, apesar da expectativa com a divulgação do PIB no segundo trimestre.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários24/08/2018

Índices de ReferênciaJulho/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o PMI Composto preliminar de agosto avançou de 54,3 pontos em julho, para 54,4 nesse mês. O PMI industrial desacelerou de 55,1 pontos em julho, para 54,6 em agosto, enquanto o PMI de serviços cresceu de 54,2 pontos para 54,6 no período. Os dados indicaram fraco crescimento da atividade durante o verão.

Já a ata da última reunião do BCE reiterou que os juros serão mantidos no atual patamar até o verão europeu de 2019, sendo que as tensões comerciais vistas pelo mercado é um dos fatores para a manutenção.

Nos EUA, os pedidos de bens duráveis caíram 1,7% em julho, frente a junho, mas tiveram alta de 8,6% nos sete primeiros meses do ano, frente a igual período de 2017. O PMI Composto, por sua vez, cai de 55,7 pontos em julho, para 55 em agosto, o menor nível em quatro meses. Enquanto o PMI industrial caiu de 55,3 em julho para 54,5 em agosto, o de serviços recuou de 56 pontos para 55,2 no período.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã avançou 1,51%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,25%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez subiu 0,86% e registrou nova máxima histórica. O Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 1,49%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,19% na segunda quadrissemana de agosto, subiu 0,10% na terceira. Já o IPCA-15 de 0,13%, registrado no mês, foi o mais baixo para agosto desde 2010. Os aumentos nas despesas das famílias com habitação e saúde impediram um índice ainda mais baixo.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta, com o Ibovespa avançando 0,31%. Assim, o a perda no ano se reduziu para 0,18%. Em doze meses houve um avanço de 7,30%. O dólar, por sua vez, subiu 3,72% elevando a alta no ano para 23,50%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,95% na semana, acumulando alta de 3,47% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,17% em 2018, frente a 4,15% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,12%, frente a 4,10% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,47%, frente a 1,49% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,77, frente a R$ 3,70 no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,00 bilhões em 2018, frente a US$ 68 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da prévia da inflação e da confiança do consumidor em agosto, bem como da taxa de desemprego em julho.

Nos EUA teremos a divulgação da segunda prévia do PIB do segundo trimestre e da renda e os gastos pessoais em julho.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, do PIB do segundo trimestre de 2018 e da taxa de desemprego em julho.

No exterior, além da intensificação da guerra comercial entre EUA e China, com a adoção de tarifas de 25% sobre US$ 16 bilhões em mercadorias um do outro e das tensões com a Turquia, o principal dado a ser divulgado é o da prévia do PIB americano no segundo trimestre. No Brasil, o cenário eleitoral seguirá dominando, apesar da expectativa com a divulgação do PIB no segundo trimestre.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Nossa Visão – 20/08/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a segunda revisão do PIB do segundo trimestre, de acordo com a agência Eurostat, apontou um crescimento de 0,4% no período e de 2,5% na base anual. O resultado foi melhor do que estimavam os analistas.

Já a produção industrial em junho, caiu 0,7% frente a maio, resultado pior do que o esperado. Por outro lado, a inflação do consumidor acelerou para 2,1% na base anual, em julho e ficou acima da meta do Banco Central Europeu, que é de 2%.

Quanto à crise turca, o temor mais recente é de que possa haver um efeito dominó provocado pela fuga de capitais do país e pelo colapso da moeda, que acaba alimentando preocupações de que empresas e bancos turcos não possam pagar suas obrigações. Restaria ao FMI ajudar.

Nos EUA, as vendas no varejo avançaram 0,5% em julho, frente a junho e subiram mais do que o previsto. Quanto à produção industrial o crescimento de 0,1% em julho, também frente a junho, ficou aquém das estimativas dos analistas, que apontavam um crescimento de 0,3%.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi de quedas, ainda com os temores sobre a Turquia. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,72%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 1,41%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 0,59%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa recuou 0,12%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,20% na primeira quadrissemana de agosto, subiu 0,19% na segunda. Já o IGP-M, depois de ter subido 0,53% na primeira  prévia do mês, acelerou a alta para 0,67% na segunda prévia.

Conforme o Banco Central, o IBC-Br cresceu 3,29% em junho, recuperando as perdas com a greve dos caminhoneiros e encerrou o segundo trimestre com queda de 0,99% e o semestre com alta de 0,89%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de queda, com o Ibovespa recuando 0,63%. Assim, o ganho acumulado no ano se transformou numa perda de 0,59%. En doze meses houve um avanço de 10,65%. O dólar, por sua vez, subiu 2,38% elevando a alta no ano para 19,07%. O IMA-B Total, por sua vez subiu 1,52% na semana, acumulando alta de 4,46% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,15% em 2018, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,10%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,49%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,70, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 68,00 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 72 bilhões, frente a US$ 74 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação do PMI industrial e de serviço de agosto e a divulgação da ata da última reunião do BCE.

Nos EUA teremos a divulgação da ata da última reunião do FED, do PMI industrial e de serviços de agosto e dos pedidos de bens duráveis em julho.

No Brasil, teremos a divulgação dos resultados parciais da inflação, inclusive do IPCA 15.

No exterior, ganham destaque as atas das últimas reuniões do BCE e do FED, bem como a evolução da crise turca. No Brasil, além da divulgação de novas pesquisas eleitorais, o IPCA-15 poderá dar uma ideia do efeito do dólar valorizado na evolução dos preços internos.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários17/08/2018

Índices de ReferênciaJulho/2018

Nossa Visão – 13/08/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, não houve a divulgação de dados de maior relevância, no entanto, no continente europeu, a crise turca, por conta de desentendimentos com os EUA se aprofundou levando a maioria das moedas dos países emergentes para baixo frente ao dólar.

A crise se iniciou no campo político, pelo desacordo sobre o destino de um pastor americano julgado na Turquia por terrorismo e espionagem e se estendeu para o campo econômico com os EUA duplicando as tarifas de importação sobre o alumínio e o aço turcos. Só na sexta-feira a moeda turca afundou 19%.

Nos EUA, a inflação do consumidor subiu 0,2% em julho e 2,9% na base anual e o núcleo da inflação, em que se exclui a variação dos preços dos alimentos e da energia também subiu 2%, tendo a maior alta desde 2008.

Para alguns mercados de ações da Europa, a semana passada foi de quedas, com temores sobre a Turquia e o possível impacto no setor financeiro. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,52%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,10%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana caiu 0,25%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 1,01%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,17% em julho, subiu 0,20% na primeira quadrissemana de agosto, já o IGP-M acelerou a alta na primeira prévia do mês, depois de ter subido 0,41% no mesmo período do mês anterior.

O IPCA de julho, por sua vez, teve alta de 0,33%, frente a 1,26% em junho e acumulou avanço de 2,94% no ano e de 4,48% em doze meses.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo subiram 0,7% no segundo trimestre de 2018, frente ao primeiro. O desempenho representa uma desaceleração ante o ritmo de crescimento verificado no primeiro trimestre do ano, quando o varejo cresceu 1%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de forte queda, com o Ibovespa caindo 6,04%. Assim, o ganho acumulado no ano chegou a 0,15% e o de doze meses a 13,59%. O dólar, por sua vez, subiu 3,42% elevando a alta no ano para 16,30%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 1,10% na semana, acumulando alta de 2,90% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,15% em 2018, frente a 4,11% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,10%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,50%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,70, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 68,00 bilhões em 2018, frente a US$ 67 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do segundo trimestre do ano, da produção industrial em junho e da inflação do consumidor de julho.

Nos EUA teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em julho

No Brasil, teremos a divulgação dos resultados parciais da inflação e do IBC-Br de junho .

No exterior, embora sejam relevantes os dados americanos sobre as vendas no varejo e a produção industrial em julho, é na crise turca que estará o maior foco. E no Brasil, onde o dólar provoca inquietações, o mercado também estará focado na Turquia, além das pesquisas eleitorais.

Quanto aos cenários que norteiam as aplicações financeiras dos RPPS, depois das turbulências ocorridas em maio e junho, tanto no exterior quanto no Brasil, tivemos um mês de julho mais calmo e de alguma recuperação das bolsas e dos IMAs. Embora no cenário externo a “guerra” comercial deflagrada pelo governo Trump, a robustez do mercado de trabalho e o alto crescimento do PIB possam levar a uma política de aumento dos juros de forma menos gradual, o cenário local, em que as eleições presidências que dão o tom, parece estar um pouco mais claro, em benefício dos candidatos que são mais bem vistos pelo mercado financeiro, além da inflação, que com a fraqueza da economia segue baixa.

Assim, o nosso Comitê de Investimento deliberou aconselharmos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários10/08/2018



Índices de ReferênciaJulho/2018


Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, não houve a divulgação de dados de maior relevância, no entanto, no continente europeu, a crise turca, por conta de desentendimentos com os EUA se aprofundou levando a maioria das moedas dos países emergentes para baixo frente ao dólar.

A crise se iniciou no campo político, pelo desacordo sobre o destino de um pastor americano julgado na Turquia por terrorismo e espionagem e se estendeu para o campo econômico com os EUA duplicando as tarifas de importação sobre o alumínio e o aço turcos. Só na sexta-feira a moeda turca afundou 19%.

Nos EUA, a inflação do consumidor subiu 0,2% em julho e 2,9% na base anual e o núcleo da inflação, em que se exclui a variação dos preços dos alimentos e da energia também subiu 2%, tendo a maior alta desde 2008.

Para alguns mercados de ações da Europa, a semana passada foi de quedas, com temores sobre a Turquia e o possível impacto no setor financeiro. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,52%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,10%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana caiu 0,25%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 1,01%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,17% em julho, subiu 0,20% na primeira quadrissemana de agosto, já o IGP-M acelerou a alta na primeira prévia do mês, depois de ter subido 0,41% no mesmo período do mês anterior.

O IPCA de julho, por sua vez, teve alta de 0,33%, frente a 1,26% em junho e acumulou avanço de 2,94% no ano e de 4,48% em doze meses.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo subiram 0,7% no segundo trimestre de 2018, frente ao primeiro. O desempenho representa uma desaceleração ante o ritmo de crescimento verificado no primeiro trimestre do ano, quando o varejo cresceu 1%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de forte queda, com o Ibovespa caindo 6,04%. Assim, o ganho acumulado no ano chegou a 0,15% e o de doze meses a 13,59%. O dólar, por sua vez, subiu 3,42% elevando a alta no ano para 16,30%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 1,10% na semana, acumulando alta de 2,90% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,15% em 2018, frente a 4,11% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,10%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,50%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,70, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 68,00 bilhões em 2018, frente a US$ 67 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do segundo trimestre do ano, da produção industrial em junho e da inflação do consumidor de julho.

Nos EUA teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em julho

No Brasil, teremos a divulgação dos resultados parciais da inflação e do IBC-Br de junho .

No exterior, embora sejam relevantes os dados americanos sobre as vendas no varejo e a produção industrial em julho, é na crise turca que estará o maior foco. E no Brasil, onde o dólar provoca inquietações, o mercado também estará focado na Turquia, além das pesquisas eleitorais.

Quanto aos cenários que norteiam as aplicações financeiras dos RPPS, depois das turbulências ocorridas em maio e junho, tanto no exterior quanto no Brasil, tivemos um mês de julho mais calmo e de alguma recuperação das bolsas e dos IMAs. Embora no cenário externo a “guerra” comercial deflagrada pelo governo Trump, a robustez do mercado de trabalho e o alto crescimento do PIB possam levar a uma política de aumento dos juros de forma menos gradual, o cenário local, em que as eleições presidências que dão o tom, parece estar um pouco mais claro, em benefício dos candidatos que são mais bem vistos pelo mercado financeiro, além da inflação, que com a fraqueza da economia segue baixa.

Assim, o nosso Comitê de Investimento deliberou aconselharmos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Nossa Visão – 06/08/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a agência Eurostat divulgou a primeira prévia do PIB da região no segundo trimestre, que avançou 0,3% ante o primeiro trimestre e 2,1% na base anual, quando se estimava um avanço de 2,2% nessa base.

A taxa de desemprego, por sua vez, manteve-se em 8,3% em junho, como era esperado. Já a inflação do consumidor em julho, conforme estimativa preliminar subiu para 2,1% na base anual, quando a prevista era de 2%.

Nos EUA, as 157 mil novas vagas de trabalho não rural criadas em julho vieram abaixo da estimativa, que era de 193 mil vagas. No entanto, a taxa de desemprego que era de 4% em junho, caiu para 3,9%, em linha com a previsão.

Por outro lado, o FED em sua reunião da última semana manteve a taxa básica de juros na faixa entre 1,75% e 2% ao ano, mas no comunicado pós-reunião reconheceu que os EUA crescem em ritmo forte, o que deve implicar em novo aumento dos juros na próxima reunião.

Para os mercados de ações internacionais, a semana passada foi mais de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,90%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 0,55%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 0,76% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa perdeu 0,83%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 1,19% em junho, desacelerou a alta para 0,17% em julho, com o alívio principalmente nos preços da alimentação.

Conforme o IBGE, a produção industrial se recuperou em julho, frente à queda de 11% em maio, com um avanço de 13,1%. Na base ano a alta foi de 3,5%. Já a taxa de desemprego no trimestre findo em junho foi de 12,4%, enquanto no ano anterior estava em 12,7%.

Em sua reunião na semana anterior, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 6,5% ao ano e indicou não haver mudança tão cedo nos juros, com o impacto da greve sobre a atividade econômica.

Para a bolsa brasileira, foi outra semana de alta, com o Ibovespa subindo 1,96%. Assim, o ganho acumulado no ano chegou a 6,59%. O dólar, por sua vez, subiu 0,10% elevando a alta no ano para 12,46%. O IMA-B Total, por sua vez subiu 0,47% na semana, acumulando alta de 4,04% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,11% em 2018, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,10%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,50%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,70, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,00 bilhões em 2018, frente a US$ 67,50 bilhões na última pesquisa e de US$ 72 bilhões, frente a US$ 70 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, não teremos divulgação relevante.

Nos EUA teremos a divulgação da inflação do consumidor em julho.

No Brasil, teremos a divulgação dos resultados parciais da inflação, do IPCA de julho, da ata da última reunião do Copom e das vendas no varejo em junho.

No exterior e no Brasil, os principais eventos serão a ata da última reunião do FED e do Copom, além do IPCA de julho.

Quanto aos cenários que norteiam as aplicações financeiras dos RPPS, depois das turbulências ocorridas em maio e junho, tanto no exterior quanto no Brasil, tivemos um mês de julho mais calmo e de alguma recuperação das bolsas e dos IMAs. Embora no cenário externo a “guerra” comercial deflagrada pelo governo Trump, a robustez do mercado de trabalho e o alto crescimento do PIB possam levar a uma política de aumento dos juros de forma menos gradual, o cenário local, em que as eleições presidências que dão o tom, parece estar um pouco mais claro, em benefício dos candidatos que são mais bem vistos pelo mercado financeiro, além da inflação, que com a fraqueza da economia segue baixa.

Assim, o nosso Comitê de Investimento deliberou aconselharmos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 06/08/2018

Índices de Referência – Junho/2018