maio, 2018

Nossa Visão – 28/05/2018

Retrospectiva

De nada adiantou a Petrobrás reduzir em 10% o preço do diesel nas refinarias, ainda no terceiro dia da greve dos caminhoneiros, na expectativa de que o fator tempo pudesse ajudar no entendimento com o governo. Depois de amargar perdas sucessivas na gestão Dilma, parecia que o país tinha aprendido que é natural que o preço da gasolina e do óleo diesel também sejam afetados pela variação da cotação do dólar. E que não é natural que a Petrobrás, a grande importadora de petróleo do país, não repasse essa variação, ou a da própria cotação do petróleo, para os consumidores.

Mas com a greve dos caminhoneiros se prolongando, ficou ainda mais evidente o crescente descontentamento da população com a altíssima carga tributária vigente no país e o mau uso pelos governos dos recursos arrecadados. Do preço atual do litro de óleo diesel, que por sinal é o mesmo quando o preço do petróleo se situava ao redor de US$ 140, 27% é de imposto e na gasolina 43%.

Em média, o Brasil arrecada em torno de R$ 20 bilhões por ano com os tributos federais incidentes sobre os derivados de petróleo. O acordo firmado no domingo com os caminhoneiros, que entre outros itens prevê a redução de R$ 0,46 no preço do diesel por 60 dias, sendo R$ 0,30 ao longo do tempo, representará uma despesa para o governo de R$ 9,5 bilhões para que a Petrobrás não seja prejudicada. E isso diz respeito só ao diesel…

E para agravar ainda mais a situação fiscal do país, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia declarou que a Medida Provisória sobre a privatização da Eletrobrás não será votada pelo Congresso Nacional e perderá a validade.

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o crescimento econômico parece ter desacelerado. O PMI composto preliminar caiu em maio para a mínima de 18 meses ao registrar 54,1 pontos, sendo que as expectativas se situavam em 55 pontos. O PMI de serviços caiu de 54,7 para 53,9 pontos e o industrial de 56,2 para 55,5 pontos.

Nos EUA, enquanto o PMI de serviços cresceu de 54,4 em abril para 55,7 pontos em maio e o industrial de 56,5 para 56,6 pontos. Já os pedidos de bens duráveis recuaram 1,7% em abril, quando a expectativa era de um recuo de 1,2%.

Nos mercados de ações internacionais, a semana passada foi mais de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã caiu 1,07%, o FTSE-100, da bolsa inglesa recuou 0,62%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 0,31%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa perdeu 2,09%.

Em relação à economia brasileira, dos indicadores parciais de inflação, o IPC-S subiu 0,33% na terceira quadrissemana do mês, sendo que na segunda havia subido 0,24%. Já o IPCA-15 registrou deflação de 0,05%, por conta das quedas nos preços do grupo alimentação e bebidas.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de forte queda, com o Ibovespa recuando 5,04%. Assim, o ganho acumulado no ano recuou para 3,72%. O dólar, por sua vez, caiu 2,40%, reduzindo a alta no ano para 10,64%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,31% na semana, acumulando alta de 1,90% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,60% em 2018, frente a 3,50% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,00%, frente a 4,01% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, frente a 6,25% na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,37%, frente a 2,50% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 3%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,48, no fim de 2018, frente a R$ 3,43 no último relatório e em R$ 3,47 no final de 2019, frente a R$ 3,45 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 75 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 80 bilhões em 2019.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da prévia da inflação do consumidor em maio e a taxa de desemprego em abril.

Nos EUA, teremos a divulgação de nova prévia do PIB do primeiro trimestre de 2018, do Livro Bege e da taxa de desemprego em maio.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, da taxa de desemprego em abril e do PIB do primeiro trimestre deste ano.

No exterior, além da inflação do consumidor na zona do euro, em um momento em que a economia dá alguns sinais de fraqueza teremos a divulgação da segunda prévia do PIB americano e a taxa de desemprego em maio.

No Brasil, teremos a divulgação do PIB do primeiro trimestre de 2018, em uma semana ainda sob o reflexo da greve dos caminhoneiros e com um feriado na quinta-feira.

Quanto às aplicações financeiras dos RPPS, diante dos últimos acontecimentos que terão forte impacto no lado fiscal do setor público consolidado e após a realização de reunião de nosso Comitê de Investimento, passamos a não mais recomendar exposição ao vértice de longo prazo, representado pelo IMA-B Total, nem por conta de diversificação. Continuamos a considerar de 10%, a exposição em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a maior atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s aumentamos a alocação sugerida de 20%, para 35%. Lembramos que para evitar o desenquadramento aos limites da Resolução CMN nº 4.604/2017, o percentual máximo de alocação em fundos DI passou a ser de 40%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo), em detrimento das alocações em vértices mais longos.

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais supre a meta atuarial. Assim, já incluídas as alocações em fundos multimercado (10%) que com a nova resolução ficaram maiores, continua a mesma em fundos de participações – FIP (5%) e em fundos imobiliários FII (5%), sendo que a alocação em ações, com o novo perfil dos fundos multimercado passou a ser de 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.


** Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture, utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo.

Indicadores Diários25/05/2018

Índices de ReferênciaAbril/2018

Aos clientes que investem em FIDC / Crédito Privado / Fundo Debênture,

utilizar como limite máximo o percentual destinado ao Médio Prazo

Nossa Visão – 21/05/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial em março cresceu 0,5%, sobre o mês anterior, quando a expectativa era de uma alta de 0,7% e nova revisão do PIB do primeiro trimestre de 2018 reiterou o crescimento de 0,4% sobre o trimestre anterior e de 2,5% na base anual.

Também foi confirmado pela agência Eurostat, que a inflação do consumidor em abril desacelerou para 1,2% na base anual, ficando ainda mais distante da meta de 2% fixada pelo BCE.

Nos EUA, a produção industrial de abril subiu 0,7% e superou a previsão de um avanço de 0,6%, já as vendas no varejo cresceram 0,3% nesse mês, também em relação ao anterior, conforme o previsto.

Nos mercados de ações internacionais, a semana passada foi mais de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 0,59%, o FTSE-100, da bolsa inglesa avançou 0,70%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana caiu 0,54%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 0,76%.

Em relação à economia brasileira, dos indicadores parciais de inflação, o IPC-S subiu 0,24% na segunda quadrissemana do mês, sendo que na primeira havia subido 0,32%. Já o IGP-M, acelerou a alta indo de 1,12% na primeira prévia de maio, para 1,20% na segunda, por conta do aumento dos preços no atacado.

Em relação à atividade econômica, o IBC-Br do Banco Central, considerado uma prévia do PIB caiu 0,74% em março, frente a fevereiro e encerrou o primeiro trimestre com uma queda acumulada de 0,13%.

Por sua vez, o Copom, em sua última reunião contrariou os últimos pronunciamentos de seu presidente e acertadamente manteve a taxa Selic em 6,5%, por conta da piora do cenário internacional, com o continuado fortalecimento do dólar.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de queda, com o Ibovespa recuando 2,51%. Assim, a alta acumulada no ano foi de 8,74%. O dólar, por sua vez, subiu 5,04%, levando a alta no ano para 13,36%, ainda com grande influência de fatores externos. O IMA-B Total, por sua vez caiu 1,63% na semana, acumulando alta de 2,22% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,50% em 2018, frente a 3,44% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,01%, frente a 4,00% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,25%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,50%, frente a 2,51% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 3%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,43, no fim de 2018, frente a R$ 3,40 no último relatório e em R$ 3,45 no final de 2019, frente a R$ 3,40 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 75 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 80 bilhões em 2019.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação do PMI industrial e o de serviços em maio.

Nos EUA, também teremos a divulgação do PMI industrial e o de serviços em maio e os pedidos de bens duráveis em abril.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, inclusive do IPCA-15

Tanto no exterior, quanto no Brasil, a agenda de dados econômicos é mais fraca, no entanto segue merecendo total atenção a escalada do dólar nos mercados internacionais e a alta das taxas de juros nos mercados, por conta de maiores expectativas inflacionárias.

Quanto às aplicações financeiras dos RPPS, continuamos a recomendar uma exposição ao vértice de longo prazo, representado pelo IMA-B Total em 15%. E consideramos de 10%, a exposição em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a maior atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s uma alocação de 20%. Lembramos que para evitar o desenquadramento aos limites da Resolução CMN nº 4.604/2017, o percentual máximo de alocação em fundos DI passa a ser de 40%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo), em detrimento das alocações em vértices mais longos.

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, por conta da crescente melhoria das expectativas com a atividade econômica no próximo ano, que deverá refletir em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores. Assim, já incluídas as alocações em fundos multimercado (10%) que com a nova resolução ficaram maiores, continua a mesma em fundos de participações – FIP (5%) e em fundos imobiliários FII (5%), sendo que a alocação em ações, com o novo perfil dos fundos multimercado passou a ser de 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 21/05/2018

Índices de Referência – Abril/2018

NOSSA VISÃO – 14/05/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial alemã cresceu 1% em março, frente fevereiro, sendo que a expectativa era de um avanço de 0,8%.

Nos EUA, a inflação dos consumidores avançou 0,2% em abril, frente ao mês anterior, sendo que a taxa anualizada subiu para 2,5%, já acima da meta de 2% do FED e foi a maior taxa registrada em 14 meses.

Nos mercados de ações internacionais, a semana passada foi de altas, sendo que o mercado europeu registrou a maior sequência de altas semanais em 3 anos. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã subiu 1,42%, o FTSE-100, da bolsa inglesa avançou 2,08%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana 2,41%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 1,27%.

Em relação à economia brasileira, dos indicadores parciais de inflação, o IPC-S subiu 0,32% na primeira quadrissemana do mês, sendo que em abril havia subido 0,34%. Já o IGP-M, acelerou a alta indo de 0,18% na primeira semana de abril, para 1,12% na primeira semana de maio.

Por sua vez, o IPCA de abril avançou 0,22%, depois de ter subido 0,09% em março, por conta dos maiores gastos com habitação. No ano, a alta acumulada pelo índice foi de 0,92% e de 2,76% em doze meses.

Em relação à atividade econômica, as vendas no varejo subiram 0,3% em março, frente a fevereiro e 6,5% na comparação com março de 2017. O resultado veio em linha com as expectativas.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana também de alta, com o Ibovespa avançando 2,53%. Assim, a alta acumulada no ano foi de 11,54%. O dólar, por sua vez, subiu 1,13%, levando a alta no ano para 7,92%, ainda com grande influência de fatores externos. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,73% na semana, acumulando alta de 3,92% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 3,45% em 2018, frente a 3,49% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,00%, frente a 4,03% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,25%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 2,51%, frente a 2,70% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 3%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,40, no fim de 2018, frente a R$ 3,37 no último relatório e em R$ 3,40 no final de 2019, como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 75 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 80 bilhões em 2019.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da produção industrial em março, de prévia do PIB do primeiro trimestre de 2018 e da inflação do consumidor em abril.

Nos EUA, teremos a divulgação da produção industrial em março e das vendas no varejo em abril.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, do IBC-Br de março, além da reunião do Copom que deliberará sobre o direcionamento da taxa Selic.

No exterior, o principal fato é a divulgação de dados sobre a atividade econômica e no Brasil, a reunião do Copom, em que nova redução de 0,25 pp da taxa Selic pode ser decidida, mesmo em ambiente de elevação da inflação. Acreditamos que a credibilidade do Banco Central pode sair arranhada.

Quanto às aplicações financeiras dos RPPS, continuamos a recomendar uma exposição ao vértice de longo prazo, representado pelo IMA-B Total em 15%. E consideramos de 10%, a exposição em fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a maior atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 25% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s uma alocação de 20%. Lembramos que para evitar o desenquadramento aos limites da Resolução CMN nº 4.604/2017, o percentual máximo de alocação em fundos DI passa a ser de 40%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo), em detrimento das alocações em vértices mais longos.

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, por conta da crescente melhoria das expectativas com a atividade econômica no próximo ano, que deverá refletir em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores. Assim, já incluídas as alocações em fundos multimercado (10%) que com a nova resolução ficaram maiores, continua a mesma em fundos de participações – FIP (5%) e em fundos imobiliários FII (5%), sendo que a alocação em ações, com o novo perfil dos fundos multimercado passou a ser de 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 11/05/2018

Índices de Referência – Abril/2018

2º Fase Votação Prêmio Benchmark 2017

Prezados Clientes,

Nosso Diretor Felipe Affonso, foi selecionado entre os três melhores consultores de Investimentos de 2017 no prêmio Troféu Benchmark da Revista Investidor Institucional.

O prazo final de votação da segunda fase, momento determinante da premiação, termina dia 31/05/2018.

Contamos mais uma vez com o apoio de vocês.

Acesse o site da Revista Investidor Institucional e vote em nosso profissional!

http://premiobenchmark.investidorinstitucional.com.br/

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