novembro, 2014

CNPC altera metodologia de calculo da meta atuarial para os fundos de pensão

Conforme publicado pelo jornal Valor Econômico, o CNPC – Conselho Nacional de Previdência Complementar aprovou na última quarta-feira, 20/11/2014, uma alteração profunda na metodologia de cálculo da meta atuarial para fundos de pensão.

A partir do próximo ano, a meta atuarial será específica para cada tipo de plano e vai considerar duração deste e o retorno médio da NTN-B nos últimos três anos. A meta atuarial é o retorno necessário das aplicações para garantir o pagamento das aposentadorias e pensões.

“O sistema ganhará muito com esse novo modelo, que não fica a mercê de alterações na taxa de juros”, disse o presidente do CNPC e secretário de políticas de previdência complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz .

A decisão acaba com a escada de redução que estava em vigor atualmente e previa a diminuição da meta atuarial de 6% para 4,5% gradualmente até 2018.As alterações na meta atuarial não envolveram grandes discussões no CNPC. Apenas dois pontos da norma levaram a um debate entre os conselheiros.

A Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) propôs que a norma utilizasse a média dos últimos cinco anos da NTN-B para o cálculo da meta. Ela, porém, não foi seguida nessa posição pelos outros membros do CNPC.

O outro ponto discutido durante a reunião foi o início de vigência da medida. A Abrapp propôs que ela começasse a valer já para 2014, mas a maioria do CNPC preferiu manter o início da vigência para 2015.

Dessa forma, para este ano fica mantida a legislação em vigor, que leva em conta uma meta atuarial de 5,5%. A norma também prevê que o plano que, assim o desejar ,poderá utilizar a nova norma já em 2014.

A mudança de regra terá impacto nos planos de benefício definido que respondem por, pelo menos, dois terços do patrimônio das fundações, segundo números oficiais, incluindo planos dos maiores fundos de pensão do país, como o dos funcionários da Petrobras (Petros), do Banco do Brasil (Previ) e da Caixa Econômica Federal (Funcef).

A partir de agora, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) divulgará anualmente uma tabela com os parâmetros para o cálculo da meta atuarial para cada duração.

Em seguida, cada entidade calculará, com base nesses parâmetros e na duração do seu plano, a meta atuarial que deverá utilizar.  A taxa utilizada poderá variar entre 70% da taxa parâmetro divulgada pela Previc e 0,4 ponto percentual ao ano para cima.

Acompanhe matéria completa no Jornal Valor Econômico: http://www.valor.com.br/financas/3785742/fundos-de-pensao-tem-meta-alterada

Focus – Projeção para o IPCA em 2014 sobe de 6,40% para 6,43%

Os analistas do mercado financeiro fizeram leves ajustes em suas estimativas para o índice de inflação do Governo Federal, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central divulgado hoje, 24/11.

Inflação

Os agentes dos bancos elevaram a suas projeções para a variação do IPCA, que é o balizador do sistema de metas de inflação para a condução da politica monetária para este ano de 6,40% para 6,43. Para o próximo ano os economistas também elevaram as suas estimativas, só que de 6,40% para 6,45%.

A projeção para o IPCA nos próximos 12 meses foi elevada pelos analistas do mercado financeiro de 6,44% para 6,55%, acima do teto da meta para a inflação.

Inflação de curto prazo

Os economistas das instituições financeiras, considerados Top 5, reduziram as suas projeções para o IPCA de novembro em 0,60% para 0,57% . A estimativa para o IPCA de dezembro foi elevada de 0,74% para 0,83%.

Crescimento da Economia

Nesta semana, após elevar a estimativa na semana passada, os economistas das instituições financeiras voltaram a reduzir as suas projeções para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 0,21% para 0,20% em 2014.

As estimativas para o crescimento da produção industrial brasileira para 2014 foram mantidas em -2,30%.

Para a evolução da economia brasileira em 2015, os agentes dos bancos continuam acreditando em crescimento da ordem de 0,80%.

Para a produção industrial brasileira em 2015 os analistas do mercado financeiro estimam queda de 1,31% para 1,30%.

Taxa de juros

Não houve alteração nas expectativas dos agentes econômicos em relação a taxa básica de juros, a expectativa média é que a taxa seja mantida  em 11,50% neste ano.

Para 2015, a perspectiva de manutenção dos juros também foi mantida em 12,00% ao ano.

Câmbio

Os agentes dos bancos continuam observando de perto os movimentos do mercado de cambio e dado o cenário alterando as suas estimativas para taxa de câmbio para o final deste ano que passou de R$2,53 para R$2,55 por unidade da moeda norte-americana. Para o próximo a2015 no, a estimativa para a evolução da variação cambial também sofreu reajuste passando de R$2,61 para R$2,65 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os analistas das instituições financeiras reduziram, nesta semana, as suas projeções para o saldo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 de US$0,40 bilhões US$0,10 bilhão. Para 2015 as estimativas para o saldo da balança comercial foram mantidas em US$ 6,50 bilhões.

As projeções dos economistas dos bancos para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos neste ano foram mantidos em US$ 60,0 bilhões. Para o próximo ano, as estimativas dos agentes do mercado financeiro foram mantidas em US$ 58,0 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contratos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para este ano, as projeções dos economistas do mercado financeiro para os preços administrados foram mantidos em 5,30%.  Para 2015 a projeção foi mantida em 7,00%.

Perspectiva

A guinada global de maior disposição por risco motivada pelo corte de juros por parte do BC chinês e a delineação da nova equipe econômica para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff em linha com o desejo do mercado financeiro provocaram uma queda generalizada nas taxas de juros futuros na sexta-feira na BM&F. Perspectivas de uma política econômica mais pragmática e ortodoxa, com um plano de ajuste fiscal crível, e liquidez externa farta tornam as taxas locais, que embutem prêmios de risco muito elevados, para lá de atraentes. Com esta alteração na expectativa do mercado, o IMA e seus subindices voltaram ao terreno positivo.

Não é coincidência que esta redução das taxas é mais intensa entre os contratos de médio e longo prazo que refletem precisamente a percepção de risco. Mais líquido dos contratos, com negócios superiores a 230 mil contratos, o DI com vencimento em janeiro de 2017.

As taxas futuras desceram a ladeira junto com o dólar ainda pela manhã na esteira da perspectiva de aumento da liquidez global. De forma inesperada, o Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês) promoveu o primeiro corte de juros em mais de dois anos. A taxa de empréstimo de um ano foi cortada em 0,4 ponto percentual, para 5,6%, enquanto a taxa de depósito de um ano foi reduzida em 0,25 ponto percentual, para 2,27%.  Os cortes sinalizam a disposição do governo chinês em evitar um desaceleração mais forte da economia, boa notícia para a moeda brasileira e, por tabela, para as aplicações em renda fixa.

E o presidente do BCE -Banco Central Europeu, Mario Draghi, garantiu e que “utilizará todas os ferramentas de seu mandato para atingir a meta de inflação”, em um sinal manifesto de que nova onda de estímulos monetários pode estar a caminho. Como o Federal Reserve deve começar a subir os juros apenas em meados de 2015 e de forma muito lenta e gradual, a perspectiva é de liquidez global farta.

Com um pano de fundo externo positivo, apenas uma derrapagem interna que torne real o fantasma da perda do grau do investimento no ano que vem pode dar sustentação a prêmios de risco tão elevados. Por ora, parece que o mercado celebra a trinca cogitada para comandar a política econômica. Segundo fontes, o ex-secretário do Tesouro Nacional Joaquim Levy, atual presidente da Bradesco Asset Management, será nomeado ministro da Fazenda. O ex-secretário-executivo da Fazenda Nelson Barbosa vai para o Planejamento, enquanto Alexandre Tombini segue no comando do Banco Central. O Palácio do Planalto informou, nesta tarde, que os nomes dos ministros não serão divulgados nesta segunda-feira, 24/11.

Neste contexto, mantemos a estratégia recomendada. Para aqueles que estejam mais posicionados em CDI ou IRF M 1 faz sentido direcionar os novos aportes para fundos atrelados ao IMA Geral ou IMA B até o limite da estratégia recomendada.

MERCADO ELEVA ESTIMATIVA PARA IPCA E PIB E 2014

Relatório de Mercado Focus, divulgado hoje, 17/11, pelo Banco central do Brasil revela que os analistas das instituições financeiras elevaram ligeiramente as suas estimativas para o índice de inflação oficial do governo para este ano, mantendo inalterada a estimativa para 2015.

Inflação

Os economistas dos bancos elevaram a suas estimativas para a variação do índice oficial que baliza as metas de inflação para a condução da politica monetária para este ano de 6,39% para 6,40. Para 2015 os analistas das instituições financeiras mantiveram inalteradas as suas projeções em 6,40%.

A estimativa para o IPCA nós próximos 12 meses foi elevada pelos agentes do mercado financeiro de 6,42% para 6,44%.

Inflação de curto prazo

Os analistas das instituições financeiras, considerados Top 5, elevaram as suas estimativas para o IPCA de novembro em 0,57% para 0,60% . A projeção para o IPCA de dezembro foi elevada de 0,70% para 0,74%.

Crescimento da Economia

Contrariando as expectativas os economistas dos bancos elevaram, nesta semana, as suas projeções para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 0,20% para 0,21% em 2014.

As projeções para o crescimento da produção industrial brasileira para 2014 foram reduzidas de -2,21% para -2,30%.

A estimativa para ao crescimento da economia brasileira, para  o próximo ano foi mantida em 0,80%.

Para o desempenho da produção industrial brasileira para 2015 os analistas do mercado financeiro estimam redução de 1,46% para 1,31%.

Taxa de juros

Após realinhar suas estimativas para a taxa básica de juros, os agentes do mercado financeiro mantiveram as suas estimativas para a Selic de 2014 em 11,50%.

Para o próximo ano, os economistas dos bancos mantiveram as suas estimativas para a taxa Selic em 12,00% ao ano.

Perspectiva

O principal índice da bolsa brasileira encerrou o pregão da última semana em 51.772 pontos, acumulando desvalorização de 2,72% na semana. Em novembro, o índice Bovespa cai 5,23%, enquanto no ano sobe modestos 0,51%.

O pregão de sexta-feira foi agitado. As ações da Petrobras somente iniciaram os negócios uma hora depois de iniciado o pregão. A decisão do diretor de pregão foi tomada para que o mercado tomasse conhecimento do fato relevante e dos esclarecimentos da companhia sobre o adiamento da publicação do balanço do terceiro trimestre, inicialmente prevista para a noite de sexta-feira. O impasse entre a diretoria da Petrobras e a empresa de auditoria sobre as contas da companhia atrasará a divulgação dos números. Especula-se que a PwC pretende ressalvar o parecer, dado os riscos financeiros crescentes com o aprofundamento das investigações da operação Lava Jato, o que pode fazer com que a companhia perca o grau de investimento.

No mercado de juros, a semana foi de forte volatilidade. Os vértices mais longos mantiveram o viés de queda, refletindo as incertezas com o futuro da política econômica. O mercado não recebeu bem a notícia de que o governo federal enviou ao Congresso Nacional um projeto altera as regras para o cálculo do resultado primário das contas públicas.

Outro fator que conferiu volatilidade nos negócios foi o impasse em relação à condução da economia no próximo mandato presidencial. O mercado aguarda ansioso o nome dos componentes da equipe econômica do governo, e até que os nomes sejam anunciados o mercado ficará ao sabor dos boatos e oscilará.

No mercado de câmbio, o Banco Central decidiu atuar no mercado elevando a oferta de swap cambial para rolagem dos vencimentos de dezembro. O mercado acalmou, após o dólar superar a casa dos R$ 2,62, para fechar o pregão em R$ 2,6007.

Mercado em compasso de espera, aguardando os próximos movimentos do governo federal em relação a composição da equipe econômica, e os desdobramentos das últimas ações da operação Lava Jato.

Mercado com viés de baixa reforça para uma posição defensiva. Bolsa deve manter a faixa dos 51.000 / 53.000 pontos. Juros com perspectiva de manutenção de abertura da curva.

Neste contexto, mantemos a estratégia recomendada.

Câmbio

Os economistas do mercado financeiro elevaram suas projeções para taxa de câmbio para o final de 2014 de R$2,50 para R$2,53 por unidade da moeda norte-americana. Para o próximo ano, a projeção em relação à variação cambial foi também sofre ajuste para cima, só que de R$2,60 para R$2,61 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os agentes do mercado financeiro voltaram a reduzir as suas estimativas para o saldo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 de US$1,00 bilhões US$0,40 bilhão. Para 2015 as projeções para o saldo da balança comercial foram também reduzidas, só que de US$ 7,00 bilhões para US$ 6,50 bilhões.

As estimativas dos economistas dos bancos para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos neste ano foram mantidos em US$ 60,0 bilhões. Para o próximo ano, as projeções dos agentes do mercado financeiro foram reduzidas de US$ 58,5 bilhões para US$ 58,0 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contratos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para este ano, as projeções dos economistas do mercado financeiro para os preços administrados foram mantidos em 5,30%.  Para 2015 a projeção foi mantida em 7,00%.

ABRAPP quer mudança no cálculo das metas atuariais

São Paulo, 12 – Uma mudança da forma do cálculo das metas atuariais é um pleito que está sendo tratado como prioridade pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Segundo o presidente da entidade, José Ribeiro Pena Neto, essa solicitação visa red

uzir a volatilidade na carteira dos planos. “A oscilação das taxas de juros vem sendo algo muito prejudicial para os nossos planos”, disse.

A meta atuarial é o nível de rentabilidade necessário para garantir o equilíbrio das contas e o pagamento das aposentadorias no futuro. A expectativa, disse Penna, é que o tema da precificação dos ativos e passivos seja deliberado na próxima reunião do Conselho Nacional e Previdência Complementar (CNPC) marcada para o próximo dia 19. Hoje a meta atuarial está em 5,5% ao ano. Essa regra foi alterada no fim de 2012, na esteira do cenário de queda dos juros, quando se estabeleceu que a meta cairia de forma a atingir 4,5% ao ano em 2018.

A Abrapp propôs que a definição da meta atuarial tenha como base uma taxa média de rentabilidade das NTNBs dos últimos cinco anos, considerando-se também um prêmio de risco. As NTN-Bs, títulos públicos indexados a um índice de inflação, são comuns na carteira de um fundo de pensão. Por mais que os títulos flutuem até o seu vencimento, uma taxa média da sua rentabilidade geraria um impacto menor para os fundos de pensão.

Ainda em relação a esse tema, a Abrapp pede para que cada fundo tenha sua meta interna calculada de acordo com a sua duration, que é o prazo médio que o plano tem para pagar as aposentadorias. Com isso, haveria uma meta com faixa de tolerância para os fundos.

Outro pedido foi para que a marcação dos ativos seja realizada na curva, ou seja, os títulos só seriam contabilmente registrados quando de fato chegarem ao seu vencimento e a rentabilidade obtida se refletiria diretamente na carteira de investimentos do fundo de pensão. Neste modelo, os fluxos do passivo e do ativo são trazidos para o presente pela mesma taxa.

“O ativo e passivo compatíveis aliviariam muito a questão da volatilidade dos nossos resultados”, disse. Pena destacou que, no ano passado, com o aumento das taxas de juros, “a foto não ficou boa e se criou um problema junto aos participantes”, disse. Ele destacou que apesar da situação difícil no curto prazo não há expectativa de problemas para honrar os compromissos no futuro. “O fluxo de recebimento está compatível com os pagamentos, na média dos planos”, completou.

Em 2013, diante da elevação das taxas de juros, os fundos tiveram que fazer a marcação a mercado, ou seja, contabilizados pelo valor no dia. Com a queda nos juros, os títulos no portfólio perderam valor, levando a que muitos fundos encerrassem o ano com déficit, em vários casos acima de 10%, o máximo permitido pelas regras. Foi permitida uma tolerância do déficit para 15%, mas apenas para o resultado referente a 2013.

Este ano, segundo o presidente da Abrapp, os resultados deverão ser um pouco mais positivos, mas as fundações ainda não deverão bater a meta atuarial. A distância da meta dependerá de como fechará o Ibovespa no acumulado do ano, explicou.

Quanto ao nível de solvência, o presidente da entidade diz que sugere que o limite, hoje estipulado em 10% do patrimônio líquido, seja calculado em função da duration de cada plano. “A sugestão é que o nível de solvência seja proporcional à duration, ao invés de um número fixo e que tenha uma margem de tolerância.” No entanto, o executivo disse que esse pedido não estará na pauta da próxima reunião do CNPC, “mas em dezembro, numa visão otimista”.

Fonte Primaria da informação: Agência Estado

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