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setembro, 2014

MERCADO VOLTA A REDUZIR ESTIMATIVA PARA PIB EM 2014

As estimativas dos analistas das instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, mostra recuo pela 18ª semana seguida. De acordo com pesquisa feita pelo Banco Central, divulgada hoje (29/09), a projeção caiu de 0,33% para 0,30% para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto, que representa soma de todos os bens e serviços produzidos dentro das fronteiras do país.

Inflação

Ainda nesta edição do Relatório de Mercado – Focus, os economistas dos bancos voltaram a aumentar suas projeções para a variação índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA. Para o encerramento de 2014 a estimativa passou de 6,30% para 6,31%. Para o próximo ano os agentes do mercado financeiro elevaram as suas estimativas para o IPCA de 6,28% para 6,30%.

A estimativa para o IPCA, para os próximos 12 meses foi elevada pelos economistas dos bancos  de 6,32% para 6,33%. O que mantem a inflação perto do teto da meta para o período.

Inflação de curto prazo

Em relação a inflação para o curto prazo os analistas das instituições financeiras, considerados Top 5, mantiveram as suas projeções inalteradas para o IPCA de setembro em 0,43%. Da mesma forma, mantiveram as projeções para o índice oficial de inflação do governo de outubro em 0,50%.

Crescimento da Economia

Os economistas das instituições financeiras, mais uma vez, as suas estimativas para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2014 de 0,30% para 0,29%.

As estimativas para a evolução da produção industrial brasileira em 2014 foram reduzidas de  -1,94% para -1,95.

A projeção em relação ao crescimento da economia brasileira, medida pelo PIB para 2015 foi mantida em 1,01%.

Os agentes do mercado financeiro reduziram as suas projeções, em relação ao desempenho da produção industrial brasileira de 2015 de 1,60% para 1,50%.

Taxa de juros

Os analistas do mercado financeiro mantiveram as suas estimativas para a taxa básica de juros da economia brasileira para 2014 em 11,0%. Para o próximo ano, os agentes das instituições financeiras elevaram, ligeiramente, as suas estimativas para a taxa Selic de 11,25% para 11,38% ao ano. Esta elevação já está embutida nas projeções de juros futuros e não deve trazer maiores impactos sobre os juros negociados, hoje, no mercado financeiro.

Perspectiva

Em mais uma semana onde o foco foram as pesquisas eleitorais, a Bovespa encerrou o período em queda de 1%, aos 57.212 pontos. No mês, a queda acumulada é de 6,65%.

Uma avalanche de pesquisas veio a público durante a semana. De concreto, a queda da intenção de votos na candidata Marina Silva e a consolidação de Dilma Rousseff saindo na frente no primeiro turno. No segundo turno, virada de Dilma Rousseff, ainda que na margem de erro o empate técnico se manteve.

Do lado externo, o governo chinês anunciou que manterá a política econômica, sugerindo que não serão implementadas novas medidas de estímulo à economia chinesa. Um importante indicador de que a economia estaciona foi o consumo aparente de aço bruto, que caiu para 61,9 milhões de toneladas em agosto. Na comparação anual, a queda foi de 1,9%.

No mercado de juro, os negócios também foram guiados pelas eleições. Mas o dólar influenciou os negócios, com sua cotação pressionada e trazendo volatilidade ao mercado. A moeda encerrou a semana cotada a R$ 2,41, mas chegou a ser negociada a R$ 2,43, em um movimento global e generalizado principalmente ante as moedas de países emergentes e exportadores de commodities. Tanto que o Banco Central tomou a decisão de elevar o volume de contratos de swaps cambiais nos leilões de rolagem.

O relatório de mercado Focus, pela 18ª vez consecutiva o PIB foi revisado para baixo, em 0,29% ante 0,30% da semana anterior. O IPCA sofreu leve ajuste, de 6,31% ante 6,30% da última semana. Para 2015, a Selic foi revisada para 11,38%. Do mesmo modo que 2014, inflação em alta e PIB em queda.

Na última semana antes das eleições, as pesquisas eleitorais prometem mexer com força no mercado. Uma enxurrada de pesquisas está na pauta. Também está na agenda a divulgação de diversos indicadores, dentre os quais o PMI da China, o relatório de emprego nos EUA, e reunião do BCE que mexe com o mercado na zona do Euro.

Mercado sem direção definida e tendência de queda. Cautela nos negócios.

Câmbio

Os economistas das instituições financeiras elevaram suas projeções para taxa de câmbio para o encerramento do ano de 2014 de R$2,34 para R$2,35 por unidade da moeda norte-americana. Para 2015, as estimativas para a variação cambial foram mantidas em R$2,45 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os analistas do mercado financeiro mantiveram inalteradas as suas projeções para o saldo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 em US$2,40 bilhões. Para o próximo ano as estimativas para o saldo da balança comercial foi, igualmente, mantido só que em US$ 9,00 bilhões.

A projeção dos analistas dos bancos para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos em 2014 foram mantidos em US$ 60,0 bilhões. Para 2015, as estimativas dos economistas das instituições financeiras foram também mantidas em US$ 57,0 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contratos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2014, as estimativas dos economistas das instituições financeiras para os preços administrados foram mantidas em 5,10%.  Para 2015 a projeção foi mantida em 7,00%.

ANALISTAS DOS BANCOS REDUZEM SELIC DE 2015 PARA 11,25%

Os analistas das instituições financeiras pesquisados pelo Banco Central reduziram a perspectiva de aperto monetário no próximo ano e passaram a apostar em uma Selic em torno de 11,25% no final do ano, ante 11,5% até a semana passada, a informação foi divulgada de hoje, 22/09, pela Pesquisa Focus do Banco Central.

Inflação

Os agentes do mercado financeiro voltaram a elevar suas estimativas para a variação do IPCA ao final de 2014 de 6,29% para 6,30%. Para 2015 os economistas dos bancos reduziram as suas projeções para o IPCA de 6,29% para 6,28%.

A projeção para o IPCA, que baliza a politica monetária brasileira, para os próximos 12 meses foi elevada pelos analistas das instituições financeiras de 6,28% para 6,32%.

Inflação de curto prazo

Os economistas dos bancos, considerados Top 5, elevaram as suas estimativas para o IPCA de setembro de 0,42% para 0,43%. Em contrapartida, mantiveram as projeções para o IPCA de outubro em 0,50%.

Crescimento da Economia

Os analistas do mercado financeiro reduziram, pela 17ª semana seguida,  as suas projeções para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2014 de 0,33% para 0,30%.

As projeções para a evolução da produção industrial brasileira em 2014 foram elevadas de      -1,98% para -1,94.

As expectativa em relação a evolução do PIB em 2015 recuaram de 1,04% para 1,01%.

Os economistas dos bancos elevaram as suas estimativas, para o desempenho da produção industrial brasileira de 2015 de 1,50% para 1,60%.

Taxa de juros

Os agentes das instituições financeiras mantiveram as suas projeções para a taxa básica de juros da economia brasileira para 2014 em 11,0%. Para 2015, os economistas do mercado financeiro reduziram  as suas projeções para a taxa Selic de 11,50% para  11,25% ao ano.

Perspectiva

Mais uma semana em que as pesquisas de intenções de voto para Presidente deram o tom do mercado, o Ibovespa acumulou alta de 1,51% fechando em 57.788 pontos, e reduzindo as perdas no mês a 5,71%.

Após tocar os 60.000 pontos durante a sessão de quarta-feira, o Ibovespa perdeu fôlego em razão da divulgação de pesquisa eleitoral do Instituto Ibope que mostrava uma situação de equilíbrio entre as candidatas Dilma Rousseff e Marina Silva no quadro para o primeiro turno. Na simulação de segundo turno, a pesquisa mostrou empate técnico entre as candidatas. Quem mais se beneficiou foi o candidato Aécio Neves, que saltou dos 15% para 19% das intenções. Ainda assim, as pesquisas o mantém afastado da briga.

Pesou também sobre os negócios a conclusão da reunião do FED, que manteve o mercado incerto sobre o início e o ritmo da normalização das taxas de juros norte-americanas. O FED reafirmou a promessa de manter as taxas de juros próximas do “zero” por um horizonte relevante, mas as projeções econômicas divulgadas pela autoridade monetária e os comentários de Janet Yellen mantiveram os agentes financeiros reticentes sobre os próximos passos da instituição.

Na sexta-feira, o Instituto Datafolha divulgou pesquisa que indicou uma melhora da vantagem da candidata Dilma Rousseff em relação a Marina Silva, fato que repercutiu negativamente e reforçou um quadro incerto sobre a corrida eleitoral a duas semanas da eleição.

Da mesma forma, por trás do movimento no mercado de juros estiveram as especulações em relação as pesquisas eleitorais, os movimentos dos yields dos Treasuries do dólar. O IPCA-15 de setembro em 0,39%, após alta de 0,14% em agosto, acima do teto das projeções, impôs um movimento de alta nos juros mais curtos. Os mais longos recuaram, em linha com o recuo dos Treasuries após o FED sinalizar a direção do juro norte-americano.

O Boletim Focus divulgado pelo Banco Central mostrou que os economistas diminuíram as estimativas para o PIB deste ano, para 0,30%, e para 2015 o número foi revisado para baixo, em 1,01%. Já a projeção da inflação, medida pelo IPCA, foi aumentada para 6,30% em 2014. Para a taxa Selic em 2015, os economistas diminuíram as estimativas para 11,25%, ante 11,50% da pesquisa anterior.

Na semana o cenário não deve sofrer alteração. São pelo menos 5 novas pesquisas eleitorais agendadas que deverão mexer com o mercado. No front externo, são esperadas as divulgações do PMI da indústria da China e da zona do Euro. Por aqui, chamará atenção o Relatório de Inflação do Banco Central, sem data para ser divulgado, e que poderá trazer alguma volatilidade na ponta curta da curva de juros.

Sem direcional definido, é recomendada cautela nos negócios.

Câmbio

Os analistas do mercado financeiro elevaram as suas estimativas para taxa de câmbio para o encerramento do ano de 2014 de R$2,30 para R$2,34 por unidade da moeda norte-americana. Para o próximo ano as projeções para a variação cambial foram mantidas em R$2,45 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os agentes das instituições financeiras mantiveram as suas estimativas para o saldo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 em US$2,40 bilhões. Para 2015 a projeção para o saldo da balança comercial também foi mantido, só que em US$ 9,00 bilhões.

A estimativa dos economistas dos bancos para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos em 2014 foram mantidos em US$ 60,0 bilhões. Para o próximo ano, as projeções dos agentes das instituições financeiras foram reduzidas de US$ 57,7 bilhões para US$ 57,0 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contratos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2014, as projeções dos economistas das instituições financeiras para os preços administrados foram mantidas em 5,10%.  Para 2015 a estimativa foi mantida em 7,00%.

OS ECONOMISTAS DO MERCADO FINANCEIRO VOLTAM A ELEVAR PROJEÇÃO DE IPCA PARA 2014

Os analistas das instituições financeiras pesquisados pelo Banco Central por intermédio do Relatório de Mercado Focus voltaram a reduzir suas projeções para a taxa Selic no final do ano que vem. Na última semana, a mediana das expectativas apontava para uma variação de 11,75% ao ano para os juros e hoje recuou para 11,63%.

De acordo com o Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 08/09, não houve variação na mediana da estimativa para a Selic no fim de 2014, que segue em 11,00% ao ano. Cabe destacar que este é o nível atual da taxa básica de juros da economia brasileira.

Inflação

Os economistas dos bancos voltaram a elevar suas projeções para a variação do IPCA ao final de 2014 de 6,27% para 6,29%. Para o próximo ano os agentes do mercado financeiro mantiveram as suas estimativas para o IPCA em 6,29%.

A estimativas para o IPCA, que baliza a politica monetária basileira, para os próximos 12 foi mantida pelos agentes das instituições financeiras em 6,24%.

Inflação de curto prazo

Os analistas do mercado financeiro, considerados Top 5, elevaram as suas projeções para o IPCA de setembro de 0,41% para 0,42%. Para outubro, os agentes das instituições financeiras reduziram as suas estimativas, de 0,51% para 0,50%.

Crescimento da Economia

Os agentes das instituições financeiras voltaram a reduzir as suas estimativas para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2014 de 0,52% para 0,48%.

As estimativas para a produção industrial brasileira em 2014, também foram reduzidas de -1,70% para -1,98.

As estimativas para a evolução do PIB em 2015 foram mantidas em 1,10%.

Os analistas das instituições financeiras reduziram as suas estimativas, para o desempenho da produção industrial brasileira de 2015 de 1,70% para 1,50%.

Taxa de juros

Os economistas dos bancos mantiveram as suas projeções para a taxa básica de juros da economia brasileira para 2014 em 11,0%. Para 2015, os analistas das instituições financeiras a reduziram  as suas estimativas para a taxa Selic de 11,75% para  11,63% ao ano.

Perspectiva

Em meio às pesquisas divulgadas na noite da última quarta-feira, 03/09, por Ibope e Datafolha, embaçou a perspectiva do mercado que já apostava na vitória da candidata Marina Silva já no primeiro turno. O reflexo desta expectativa foi sentido com a elevação dos juros futuros no pregão de ontem, em uma inequívoca ocorrência de ajuste de posições após a expressiva, e por que não dizer exagerada, redução verificada nos últimos dias. A inclinação da curva a termo, contudo, mantem-se no terreno negativo, o que delineia as expectativas em uma alteração no rumo da política econômica para 2015.

Subiram as taxas dos contratos de DI Futuro com vencimento em janeiro de 2017, de 11,14% para 11,25% e janeiro de 2021, de 10,92% para 10,98%.

A pesquisa divulgada pelo Ibope mostra ligeira recuperação de Dilma que subiu de 34% para 37%, conservando a frente em relação à Marina Silva, que passou de 29% para 33%.

Por sua vez, o Datafolha, mostra Dilma com 35% e Marina Silva, com 34%. Logo, a pesquisa mostra empate técnico. Não se sustentaram os boatos de que a candidata do PSB, que lidera nas intenções de voto para o segundo turno, poderia levar a disputa já no primeiro turno.

A elevação dos prêmios de risco com a alta das taxas dos contratos dos DI’s se assemelha mais a um rearranjo técnico. A mudança repentina do cenário eleitoral fez com que vários agentes do mercado financeiro se apressassem em refazer as suas posições, o que teria evidenciado o recuo das taxas dos contratos de DI’s nos pregões anteriores.

A reestruturação dos prêmios de risco (taxa que o investidor busca por correr maior risco) também está embasada no panorama externo, marcado pela elevação das taxas dos títulos do Tesouro norte-americano (Treasuries). Além disto, o retorno real (yields) estava bem depreciado pelo choque da “fuga para a qualidade” provocada pelas tensões geopolíticas mundo afora. Até mesmo as taxas dos títulos de 10 anos da Alemanha subiram no pregão de ontem, em uma correção após a grande queda recente.

É propicio enfatizar que o cenário de taxas reduzidas no mercado global e de elevada liquidez tende a prosseguir e vai continuar ditando os rumos nas operações de renda fixa.

O BCE – Banco Central Europeu cortou a taxa básica de 0,15% para 0,05%, fato este que pegou o mercado de surpresa. Por sua vez, taxa de depósito negativa passou de -0,1 para -0,2%. Além do mias, o presidente do BCE, Mario Draghi, divulgou diversas medidas, dentre as quais a compra de títulos atrelados a ativos a partir de outubro.

As taxas dos contratos da ponta mais curta da curva mostrou ligeira elevação do contrato de DI janeiro/2015, de 10,78% para 10,81%. No dia após a reunião do Copom, o contrato foi o mais líquido do dia, com quase 700 mil contratos negociados. Ao eliminar a expressão “neste momento” no comunicado em comunicado após o encerramento da reunião do comitê da autoridade monetária, na noite de quarta-feira, em que anunciou a manutenção da Selic em 11%, deu um sinal claro, de que não aspira alterar a taxa básica em 2014. Alguns segmentos do mercado que apostavam, até, em uma redução da taxa Selic até o fim deste ano correram para ajustar posições.

Em linha com o que apresenta o cenário é recomendável que se mantenha a carteira com até 50% divididos entre IMA B e IMA Geral e da mesma forma até 30% entre CDI e IRF M 1. Para quem mantem alocação em fundos atrelados ao IMA B 5 + a recomendação é a de proteger a carteira retirando parte dos recursos destes fundos e direcionando para IMA Geral ou IMA B 5.

Câmbio

Os agentes do mercado financeiro reduziram as suas projeções para taxa de câmbio para o encerramento do ano de 2014 de R$2,35 para R$2,33 por unidade da moeda norte-americana. Para 2015 as estimativas para a variação cambial foram reduzidas de R$2,50 para R$2,49 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os analistas do mercado financeiro elevaram as suas projeções para o saldo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 de US$2,17 bilhões para US$2,41 bilhões. Para, o próximo ano, a estimativa para o saldo da balança comercial também foi elevado de US$ 8,00 bilhões para US$8,50 bilhões.

A projeção dos agentes do mercado financeiro para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos em 2014 foi mantida em US$ 60,0 bilhões. Para 2015, as estimativas dos analistas do mercado financeiro foram elevadas de US$ 55,0 bilhões para US$ 56,0 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contratos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2014, as estimativas dos agentes do mercado financeiro para os preços administrados foram elevadas de 5,05% para 5,10%.  Para 2015 a projeção foi mantida em 7,00%.

ANALISTAS VOLTAM A REDUZIR ESTIMATIVA PARA PIB EM 2014

A edição do Relatório de Mercado – Focus divulgada hoje, 01/09, revela que após a divulgação pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de que o PIB – Produto Interno Bruto mostrou recuo de 0,60% no segundo trimestre de 2014 os economistas dos bancos reduziram, pela 14ª semana, as suas projeções para a evolução da economia brasileira em 2014.

Inflação

Os analistas do mercado financeiro mantiveram suas estimativas para a variação do IPCA ao final de 2014 em 6,27%. Para 2014 os economistas dos bancos elevaram as suas projeções para o IPCA de 6,28% para 6,29%.

A projeção para o índice oficial de inflação, que baliza a politica monetária no Brasil, para os próximos 12 foi mantida pelos agentes das instituições financeiras em 6,24%.

Inflação de curto prazo

Os agentes das instituições financeiras, considerados Top 5, mantiveram as suas estimativas para o IPCA de agosto em 0,22%%. Para setembro, os analistas dos bancos também mantiveram as suas estimativas, só que em 0,41%.

Crescimento da Economia

Pela 14ª semana seguida os economistas dos bancos reduziram as suas projeções para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2014 de 0,70% para 0,52%, isso após o IBGE sinalizar que este é o prior desempenho no trimestre nos últimos anos.

As projeções para a produção industrial brasileira de 2014, entretanto, foram elevadas de -1,76% para -1,70.

As estimativas para a evolução do PIB em 2015 foram reduzidas de 1,20% para 1,10%.

Os economistas dos bancos mantiveram as suas projeções, pela 6º semana seguida, para o desempenho da produção industrial brasileira de 2015 em 1,70%.

Taxa de juros

Os agentes das instituições financeiras continuam acreditando que a taxa básica de juros da economia brasileira para 2014 fique em 11,0%. Entretanto, para o próximo ano, os economistas dos bancos voltaram a reduzir  as suas projeções para a taxa Selic de 12,0% para  11,75% ao ano.

Perspectiva

Com o cenário eleitoral continuando a ditar o ritmo nos mercados, o Ibovespa renovou a máxima de pontuação em 19 meses ao encerrar o último pregão de agosto aos 62.288 pontos, com alta de 4,93% na semana. No mês, o índice se valorizou 9,78%.

O mês de agosto foi marcado pela reviravolta eleitoral, com o trágico acidente aéreo que vitimou o candidato do PSB, Eduardo Campos, com a vice da chama, Marina Silva, assumindo a candidatura e passando a liderar as pesquisas nas simulações de segundo turno.

Os problemas geopolíticos na Ucrânia e no Iraque passaram despercebidos. Nem mesmo a divulgação do fraco resultado do PIB, que reduziu 0,6% no 2º trimestre, desanimou o mercado. Pelo contrário, teve efeito positivo na medida em que reforça o quadro mais difícil de reeleição da atual Presidente.

Na sexta-feira, após o fechamento dos mercados, foi divulgada mais uma pesquisa Datafolha, encomendada pela TV Globo e o jornal folha de São Paulo. O resultado aponta Marina Silva já empatada com Dilma Rousseff ainda no primeiro turno das eleições presidenciais, com 34% das intenções de votos para cada. Aécio Neves despencou para terceiro lugar, agora com 15%. O levantamento revela ainda que, no segundo turno, Marina ganharia de Dilma com diferença de dez pontos percentuais.

No mercado de juros não foi diferente. As expectativas em torno de uma possível vitória da candidata do PSB pressionaram para baixo os juros futuros, principalmente na ponta mais longa do vértice.

Reforçou o quadro benigno para o juro, o fato do dólar fechar cotado pouco acima de R$ 2,24. Com isso, a moeda americana acumulou queda de 1,62% na semana.

Pesou também a divulgação dos resultados fiscais, do governo central e consolidado. O governo central informou que registrou déficit de R$ 2,196 bilhões em julho, o resultado mais fraco para o mês desde o início da série histórica, em 1997.

Já o setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de R$ 4,715 bilhões em julho, o primeiro resultado negativo para o mês na história.

Na semana, apesar de uma agenda recheada (PMI da China, Reunião do COPOM, Livro Bege), os mercados devem seguir pautados pela disputa eleitoral.

Mercados podem realizar com altas recentes, mas o viés ainda é de alta no curto prazo. Mantida recomendação.

Câmbio

Os economistas dos bancos mantiveram as suas estimativas para taxa de câmbio para o encerramento do ano de 2014 em R$2,35 por unidade da moeda norte-americana. Para 2015 as projeções para a variação cambial foram, também, mantidas, só que em R$2,50 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram as suas estimativas para o saldo da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 de US$2,50 bilhões para US$2,17 bilhões. Para, para 2015, a projeção para o saldo da balança comercial foi mantido em US$ 8,00 bilhões.

A estimativa dos analistas das instituições financeiras para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos em 2014 foram mantidas em US$ 60,0 bilhões. Para 2015, as projeções dos economistas dos bancos foram reduzidas de US$ 56,0 bilhões para US$ 55,0 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contratos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2014, as estimativas dos agentes do mercado financeiro para os preços administrados foram reduzidas de 5,10% para 5,05%.  Para 2015 a projeção foi mantida em 7,00%.