Os agentes das instituições financeiras passaram a trabalhar com a perspectiva de maior inflação para 2014, deixando assim o IPCA ainda mais perto do teto da meta de inflação fixada pelo CMN – Conselho Monetário Nacional.
Inflação
Os analistas dos bancos elevaram, pela quarta semana seguida a sua estimativa para o IPCA de 2014. Desta forma o índice oficial de inflação do governo passa de 6,28% para 6,30%. Semana após semana a inflação para este ano se aproxima cada vez mais do teto da meta que é 6,50%. Para 2015 os economistas das instituições financeiras mantiveram a sua projeção para o índice balizador das metas de inflação do governo em 5,80%.
Inflação de curto prazo
Os agentes do mercado financeiro considerados Top 5, mantiveram a sua estimativa para a inflação de março em 0,84%. Da mesma forma a projeção para a inflação de abril medida pelo IPCA foi mantida, só que em 0,64%.
A expectativa dos analistas das instituições financeiras para a inflação medida pelo IPCA para os próximos 12 meses recuou de 6,20% para 6,14%.
PIB
A estimativa dos economistas das instituições financeiras para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto para 2014 voltaram a cair. Desta feita de 1,70% para 1,69%.
Da mesma forma reduziram a sua estimativa para a produção industrial de 2014, de 1,44% para 1,38%.
Para o PIB de 2015, a estimativa dos analistas das instituições financeiras foi mantida em 2,00%.
Na mesma linha, os agentes do mercado financeiro mantiveram a sua estimativa para a produção industrial brasileira de 2015 em 3,00%.
Taxa de juros
Os analistas das instituições financeiras mantiveram inalterada a sua estimativa para a taxa básica de juros de 2014 em 11,25% ao ano.
Para o próximo ano, a projeção dos agentes do mercado financeiro para a Selic foi mantida em 12,00%.
Perspectiva
O rebaixamento do rating soberano brasileiro pela agência classificadora de riscos S&P (BBB para BBB-) não causou o impacto esperado no mercado financeiro.
Isso porque, em parte, o mercado já havia precificado os motivos declinados pela agência ao justificar o rebaixamento.
O peso maior foi dado aos resultados da pesquisa Ibope sobre a popularidade da Presidente Dilma, que interrompeu uma sequencia ascendente de avaliação positiva. O momento é politicamente complicado para a Presidente, justamente quando a oposição conseguiu apoio ni Senado para instauração da CPI da Petrobras, afim de investigar sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA.
Soma-se a isso o fluxo positivo de recursos estrangeiros para os mercados emergentes, com destaque para Tailândia, Chile, Brasil, Índia e Rússia, o melhor em 6 meses.
Como destacado, o Relatório de Mercado – FOCUS manteve a tendência de aceleração da inflação, tanto no varejo quanto no atacado, e queda da produção industrial e PIB. Selic mantida em 11,25%.
A onda recente de otimismo deve perder fôlego, pois não há consistência nos fundamentos. A cautela nos movimentos continua sendo a recomendação.
Câmbio
O mercado financeiro, na pesquisa Focus divulgada hoje, reduziram a sua projeção para a taxa de câmbio no fim do período de 2014 de R$2,49 para R$2,46 por unidade da moeda norte-americana. Para 2015, a estimativa para a taxa de cambio foi mantida em R$2,55.
Balanço de pagamentos e IED
Os analistas do mercado financeiro reduziram, pela quinta semana seguida, a sua projeção para o superávit da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 de US$ 4,71 bilhões para US$ 4,25 bilhões. Para o próximo ano a estimativa foi mantida em US$ 10,0 bilhões.
A projeção dos agentes do mercado financeiro para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos foi reduzida de US$ 55,4 bilhões para US$ 59,0 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas dos bancos foi mantida em US$ 55,0 bilhões.
Preços administrados
No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.
Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.
Para 2014, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foram reduzidas de 4,50% para 4,30%. Para 2015 a estimativa foi elevada de 5,35% para 5,50%.
Com a qualificação dos gestores e membros dos comitês de investimentos, imposta pelo Ministério da Previdência através da Portaria 440/13, uma leitura que não pode ficar fora da lista de gestores e participantes de comitê de investimentos é sem dúvida o Relatório de Inflação publicado pelo Banco Central do Brasil.
O Relatório de Inflação é publicado trimestralmente pelo Banco Central do Brasil e tem o objetivo de avaliar o desempenho do regime de metas para a inflação e delinear cenário prospectivo sobre o comportamento dos preços, explicitando as condições das economias nacional e internacional que orientaram as decisões do Copom – Comitê de Política Monetária Copom em relação à condução da política monetária.
Em 2013, a economia brasileira apresentou crescimento de 2,3% medido pelo PIB – Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos dentro das fronteiras do país.
Nesta edição do Relatório de Inflação, a autoridade monetária aponta que o crescimento da produção industrial brasileira em 2014 será de 1,5%, contra 1,3% registrado em 2013.
Já a evolução do setor de serviços para este ano foi estimado em 2,2%, ante 2,0% apontados em 2013.
Nas projeções do consumo das famílias, o banco Central aponta que deve registrar crescimento da ordem de 2,0%. Em 2013 o mês item apontou evolução de 2,3%.
A autoridade monetária aponta que na sua avaliação esse crescimento será “amparado no cenário de manutenção das baixas taxas de desemprego e de ganhos reais de salários moderados”.
As exportações e importações de bens e serviços devem crescer 1,3% e 0,9%, respectivamente, em 2104, ante elevações de 2,5% e 8,4%, respectivamente, em 2013.
“As exportações devem se beneficiar do cenário de maior crescimento global e da depreciação do real, a qual também deve contribuir para o arrefecimento das importações” afirma o Banco Central.
A posição do Banco Central em elevar sua estimativa para os preços administrados, que estava com uma alta de 4,5% para 2014 e 2015, e nesta projeção passou para 5,0%, foi considerada importante. A autoridade monetária elevou sua estimativa para aumento de energia elétrica para 2014, de 7,50% para 9,50%. É importante essa manifestação do Banco Central, pois reconhece que essa política de represamento dos preços administrados pelo governo está acarretando efeitos negativos à economia, até mesmo porque mantém as expectativas de inflação muito altas no horizonte relevante para a ação do Copom.
O cenário de referência da autoridade monetária assinalou que elevou a estimativa para a inflação de 2014 de 5,60% para 6,10% e aumentou, ligeiramente, a projeção relativa a 2015, de 5,40% para 5,50%.
Caso haja interesse em conhecer documento completo, clique aqui.
Os analistas dos bancos voltaram a elevar, pela terceira semana seguida, a sua projeção para o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, e da mesma forma a sua estimativa para a taxa básica de juros em 2014. As informações constam do Relatório de Mercado Focus, divulgado hoje, 24/03, pelo Banco Centra do Brasil.
Inflação
Os agentes do mercado financeiro elevaram pela terceira semana seguida a sua projeção para a inflação de 2014. Passando de 6,11% para 6,28%. Desta forma a inflação para 2014 se aproxima perigosamente do teto da meta que é 6,50%. Para 2014 os analistas das instituições financeiras também elevaram a sua estimativa para o IPCA de 5,70% para 5,80%.
Inflação de curto prazo
Os analistas das instituições consideradas Top 5, elevaram significativamente a sua projeção para a inflação de março de 0,69% para 0,84%. Da mesma forma a estimativa para a inflação de abril medida pelo IPCA foi elevada de 0,57% para 0,64%.
A estimativa dos economistas dos bancos para a inflação medida pelo IPCA para os próximos 12 meses foi elevada, de 6,12% para 6,20%.
PIB
Os economistas das instituições financeiras mantiveram a sua estimativa para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto em 1,70% para 2014.
Em relação à produção industrial para 2014, os analistas do mercado financeiro reduziram a sua projeção, pela quinta semana seguida, para 1,44% para 1,41%.
Para o PIB de 2015, os agentes do mercado financeiro mantiveram a estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2,00%.
O Relatório Focus desta semana mostra que os analistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para a produção industrial brasileira de 2015 em 3,00%.
Taxa de juros
Os economistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para a taxa básica de juros de 2014 de 11,00% para 11,25% ao ano. Desta forma o mercado passou a apostar em uma elevação de mais 50 pb para este ano.
Para 2015, a estimativa dos analistas dos bancos para a taxa básica de juros foi mantida em 12,00%.
Perspectiva
Reunião da autoridade monetária norte americana (FOMC) realizada na semana confirmou a redução do programa de estímulos a economia, com recompra de ativos no volume de US$ 55 bi mensais. O comunicado pós reunião sugeriu a possibilidade do juro subir em 2015.
Mercados globais operaram na defensiva, aguardando os desdobramentos da anexação da Crimeia pelos russos.
Do lado doméstico, no radar os efeitos da estiagem sobre os reservatórios das hidrelétricas do sudeste e centro-oeste, que podem trazer aumento de custos da energia.
Especulações sobre um tropeço de Dilma em pesquisa eleitoral mexeu com os mercados na quinta-feira, com Ibovespa acelerando alta e juros futuros em queda.
Mercado passou a precificar mais alta na taxa Selic, após fala do Presidente do BC, Alexandre Tombini em audiência pública no Senado, na qual mostrou preocupação com a inflação de alimentos, e afirmou que o BC irá agir para garantir que esses problemas fiquem no curto prazo.
Pesquisa FOCUS trouxe aumento dos índices inflacionários, e ajustou a SELIC para 11,25% no final do ano.
Em meio aos fracos dados econômicos da China, mercado trabalha com expectativa de mais estímulos pelo governo para combater a desaceleração da economia chinesa.
Mercado continua sugerindo cautela no curto prazo.
Câmbio
Os agentes do mercado financeiro mantiveram a sua estimativa para a taxa de câmbio no fim do período de 2014 em R$2,49 por unidade da moeda norte-americana. Para 2015, a projeção para a taxa de cambio foi elevada de R$ 2,54 para R$2,55.
Balanço de pagamentos e IED
Os das economistas das instituições financeiras reduziram a sua estimativa para o superávit da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 de US$ 5,00 bilhões para US$ 4,71bilhões. Para 2015 a projeção foi mantida em US$ 10,0 bilhões.
Para 2014 a projeção para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos foi reduzida de US$ 58,8 bilhões para US$ 55,4 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas dos bancos foi mantida em US$ 55,5 bilhões.
Preços administrados
No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.
Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.
Para 2014, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foram reduzidas de 4,50% para 4,30%. Para 2015 a estimativa foi elevada de 5,35% para 5,50%.
Os economistas dos bancos voltaram a elevar a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo para 2014, e no mesmo documento elevou a sua projeção para a evolução do PIB – Produto interno Bruto brasileiro em 2014. As informações constam do Relatório de Mercado Focus, divulgado hoje, 17/03, pela autoridade monetária.
Inflação
A projeção dos agentes do mercado financeiro para a inflação de 2013 voltou a ser elevada. Passando de 6,01% para 6,11%. A meta para o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo é de 4,5% neste ano com uma margem de tolerância de 2 pontos percentuais. Para 2014 os economistas dos bancos mantiveram a sua estimativa estável, em 5,70%.
Inflação de curto prazo
Os Top 5, elevaram a sua estimativa para a inflação de março de 0,65% para 0,69%. Em contrapartida, a estimativa para a inflação de março medida pelo IPCA foi reduzida de 0,59% para 0,57%.
A estimativa dos economistas dos bancos para a inflação medida pelo IPCA para os próximos 12 meses foi mantida, pela segunda semana seguida, em 6,12%.
PIB
Os agentes do mercado financeiro, na contramão das expectativas, elevaram nesta semana a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 1,68% para 1,70% em 2014.
Entretanto os analistas do mercado financeiro reduziram a sua projeção para a evolução da produção industrial para este ano. A estimativa para o crescimento da produção industrial brasileira para 2014 foi reduzida de 1,57% para 1,44%.
Para o PIB de 2015, os agentes do mercado financeiro mantiveram a estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2,00%.
A maior surpresa trazida pelo Relatório Focus desta semana foi a evolução da estimativa para a produção industrial brasileira de 2015, os analistas das instituições financeiras elevaram a sua projeção de 2,95% para 3,00%.
Taxa de juros
Os analistas das instituições financeiras mantiveram nesta semana a sua estimativa para a taxa básica de juros de 2014 em 11,00%. Desta forma o mercado espera mais uma elevação da taxa básica de juros em 0,25 pb.
Para 2015, a projeção dos agentes do mercado financeiro para a taxa básica de juros também foi mantida, só em 12,00%.
Perspectiva
O resultado em fevereiro foi bom, mas os problemas estruturais da inflação continuam: represamento relevante de preços dos combustíveis, energia elétrica e transportes públicos, além da pressão pontual dos alimentos no curto prazo.
Desta forma, as taxas de juros futuros sinalizam para uma Selic superior a 13% ao ano em 2015.
Caso não aconteça uma compensação de outros preços, como o do setor de serviços, dificilmente a inflação será menor que 6% neste ano.
Assim, a autoridade monetária deverá se pautar entre a fraca atividade econômica, a expectativa da inflação e o comportamento da nossa moeda frente ao dólar norte americano, para determinar os próximos passos da política monetária.
O mercado aposta em mais uma elevação de 25 bps. E possivelmente outras altas ocorrerão após as eleições.
A volatilidade certamente prevalecerá.
Com o PIB, estimado pelo mercado, em 1,68% para 2014 e o risco de racionamento de energia, o cenário de risco para os ativos continua elevado, contudo o preço dos ativos já refletem um cenário potencialmente ruim.
A esse quadro acrescente-se as eleições, e as incertezas do principal consumidor de commodities, a China.
A esse quadro acrescente-se as eleições, e as incertezas do principal consumidor mundial de commodities, a China.
Entendemos que os riscos estão “no preço” dos ativos e que, apesar de dificuldade em vislumbrar um cenário mais promissor, não se deve deixar de observar as oportunidades neste mercado.
Caso saia de cena o risco de racionamento, ou mesmo a falta de energia, sinais mais animadores da economia chinesa poderiam ser o pontapé inicial rumo a uma recuperação na bolsa. E também, caso haja alguma surpresa eleitoral, acreditamos que qualquer mudança neste campo também poderia ser favorável para os ativos de risco.
Entretanto, a incerteza ainda dá o tom, a montagem de posições “defensivas” deverá continuará fazendo parte da estratégia.
Palavra de ordem: continua sendo cautela!
Câmbio
Os economistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção para a taxa de câmbio no fim do período de 2014 de R$2,48 para R$2,49 por unidade da moeda norte-americana. Para 2015, a expectativa para a taxa de cambio foi reduzida de R$ 2,55 para R$2,54.
Balanço de pagamentos e IED
A estimativa dos agentes do mercado financeiro para o superávit da balança comercial brasileira (exportações menos importações) em 2014 foi reduzida, mais uma vez, de US$ 6,36 bilhões para US$ 5,00bilhões. Para 2015 a projeção foi mantida em US$ 10,0 bilhões.
Em 2014 a estimativa para a entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos foi elevada de US$ 58,0 bilhões para US$ 58,8 bilhões. Para 2015, a projeção dos agentes do mercado financeiro foi mantida em US$ 55,5 bilhões.
Preços administrados
No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.
Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.
Para 2014, a projeção dos agentes do mercado financeiro para os preços administrados foram elevadas de 4,12% para 4,50%. Para 2015 a estimativa também foi elevada só que de 5,00% para 5,35%.