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dezembro, 2013

ANALISTAS DOS BANCOS ELEVAM PROJEÇÃO PARA O IPCA EM 2013 E 2014

Os agentes do mercado financeiro, elevaram a sua estimativa para o IPCA no penúltimo Boletim Focus de 2014 divulgado no dia 20/12, pelo Banco Central.

A mediana das projeções para o fim de 2013 subiu de 5,70% para 5,72%.

Inflação

Os economistas do mercado financeiro elevaram a sua estimativa para a inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de 5,70% para 5,72% ao fim deste ano. Para 2014, a projeção para a inflação medida pelo IPCA foi elevada de 5,95% para 5,97%.

Inflação de curto prazo

Os analistas das instituições financeiras, considerados top 5, mantiveram a sua estimativa para a inflação de dezembro em 0,72%, com isso a meta atuarial para o mês de ficar em 1,21%, assim a meta atuarial para 2013 medida pelo IPCA deve ficar em 13,48%. Para a inflação de janeiro de 2014 os economistas dos bancos reduziram a sua projeção para o IPCA de 0,75% para 0,74%.

A inflação medida pelo IPCA para os próximos 12 meses foi elevada pelos economistas dos bancos, de 6,03% para 6,05%. Há um mês, essa estimativa era de 6,14%.

PIB

Os agentes do mercado financeiro mantiveram inalterada a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto em 2,30% ao final de 2013.

A projeção para a evolução da produção industrial em 2013 foi reduzida, ligeiramente, pelos economistas dos bancos de 1,61% para 1,60%.

Para 2014, os analistas dos bancos, reduziram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira de 2,01% para 2,00%.

Para a produção industrial brasileira em 2014, os analistas das instituições financeiras reduziram a sua estimativa de 2,31% para 2,23%.

Juros

Com a elevação dos juros pelo Copom – Comitê de Política Monetária do Banco Central, em 27/11 a taxa básica de juros da economia brasileira encerra 2013 em 10,0% ao ano.

Para 2-14, os economistas das instituições financeiras mantiveram a sua projeção para a taxa básica de juros para 2014 em 10,50% ao ano.

Perspectiva

Prestes a fechar 2013, o mercado já se programa para o que deve comandar a economia brasileira em 2014, quando haverá copa do mundo e eleições.

O ano de 2013 foi bastante atribulado para os investidores brasileiros, e 2014 promete ser ainda mais complicado. Entretanto, poderá haver boas oportunidades em investimentos ligados à inflação e que se beneficiem do juro alto e em fundos de ações small caps. Uma combinação de estratégias que já funcionaram neste ano com estratégias adaptadas ao cenário mais duro.

De concreto é que 2013, para o mercado financeiro, já é passado. Para 2014 a estratégia ainda é cautela no direcionamento dos recursos.

Cambio

Os agentes do mercado financeiro elevaram a sua projeção para a taxa de câmbio de 2013 de R$2,33 para R$2,34 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa também foi elevada só que de R$2,43 para R$2,45 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os analistas das instituições financeiras reduziram, mais uma vez, a sua projeção para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, de US$1,19 bilhões para US$1,18 bilhões. Para 2014, a estimativa para o superávit comercial foi elevada de US$ 7,85 bilhões para US$ 8,03 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos analistas do mercado financeiro para os preços administrados foi reduzida de 1,50% para 1,35%. Para 2014 a estimativa dos economistas dos bancos, foi elevada de 3,85% para 4,00%.

MERCADO ELEVA ESTIMATIVA PARA O DÓLAR EM 2013 E 2014

Os economistas das instituições financeiras elevaram suas estimativas para a cotação do dólar ao fim de 2013 e do próximo ano, as informações constam do  Boletim Focus, do Banco Central  divulgado hoje, 16/12.

A mediana das estimativas para o fim de 2013 subiu de R$ 2,30 para R$ 2,33 e para o próximo, de R$ 2,40 para R$ 2,43.

Inflação

Os analistas do mercado financeiro mantiveram a sua estimativa para a inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, em 5,70% para o fim deste ano. Para 2014, a projeção para a inflação medida pelo IPCA foi elevada de 5,92% para 5,95%.

Inflação de curto prazo

Os agentes do mercado financeiros, considerados top 5, elevaram a sua projeção para a inflação de dezembro de 0,70% para 0,72%. Para a inflação de janeiro de 2014 os analistas dos bancos elevaram a sua estimativa para o IPCA de 0,74% para 0,75%.

A inflação medida pelo IPCA para os próximos 12 meses foi reduzida pelos analistas das instituições financeiras, de 6,04% para 6,03%. Há um mês, essa estimativa era de 6,14%.

PIB

Após apresentar estabilidade em suas estimativas, os economistas do mercado financeiro reduziram, pela segunda semana seguida, a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2,35% para 2,30% ao final de 2013.

A estimativa para a evolução da produção industrial em 2013 também foi reduzida pelos analistas dos bancos de 1,63% para 1,61%.

Para 2014, os agentes do mercado financeiro, reduziram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira de 2,10% para 2,01%.

Para a produção industrial brasileira para 2014, os economistas dos bancos elevaram  a sua estimativa de 2,25% para 2,31%.

Juros

Com a elevação dos juros pelo Copom – Comitê de Política Monetária do Banco Central, em 27/11 a taxa básica de juros da economia brasileira encerra 2013 em 10,0% ao ano.

Para o próximo ano, os analistas das instituições financeiras mantiveram a sua projeção para a taxa básica de juros para 2014 em 10,50% ao ano.

Perspectiva

No mercado de renda fixa, o peso dos fatores domésticos se tornou predominante na definição das expectativas dos investidores, principalmente após as indicações de que a normalização da política monetária norte americana seria postergada para o primeiro trimestre de 2014, o que abriu espaço para a correção para cima dos preços dos ativos entre setembro e outubro. A partir da segunda quinzena de outubro, entretanto, a conjugação de baixo crescimento doméstico, expectativas inflacionárias ainda desancoradas, resultados fiscais ruins e a possibilidade de rebaixamento do rating do país acirrou a piora de percepção de Câmbio.

Também no segmento de renda variável permanece a indefinição, como base no cenário tanto interno como externo.

De concreto, se percebe que a volatilidade permanece e com este cenário cautela continua sendo a palavra de ordem.

Cambio

Os economistas dos bancos elevaram a sua projeção para a taxa de câmbio de 2013 de R$2,30 para R$2,33 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção também foi elevada só que de R$2,40 para R$2,43 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os analistas das instituições financeiras reduziram, mais uma vez, a sua projeção para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, de US$1,25 bilhões para US$1,19 bilhões. Para 2014, a estimativa para o superávit comercial foi elevada de US$ 7,45 bilhões para US$ 7,85 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos analistas do mercado financeiro para os preços administrados foi mantida em 1,50%. Para 2014 a estimativa dos economistas dos bancos, foi elevada de 3,80% para 3,85%.

MERCADO REDUZ PROJEÇÃO PARA O IPCA EM 2013

Os agentes do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central do Brasil para composição do Relatório de Mercado Focus, em 09 de dezembro, reduziram a projeção para inflação brasileira medida pelo IPCA.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras reduziram, pela quarta semana, a sua estimativa para a inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de 5,81% para 5,70% em 2013. Para 2014, a estimativa para a inflação medida pelo IPCA foi mantida em 5,92%.

Inflação de curto prazo

Os analistas dos bancos, considerados top 5, reduziram a sua estimativa para a inflação de dezembro de 0,74% para 0,70%. Para a inflação de janeiro de 2014 os economistas do mercado financeiro elevaram a sua estimativa para o IPCA de 0,72% para 0,74%.

A inflação medida pelo IPCA para os próximos 12 meses recuou ainda mais, saindo de 6,09% para 6,04%. Há um mês, essa estimativa era de 6,18%.

PIB

Os agentes do mercado financeiro reduziram nesta semana, após seis semanas seguidas de alta, a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2,50% para 2,35% ao final de 2013.

Em relação à evolução da produção industrial, os analistas dos bancos reduziram, mais uma vez, a sua estimativa para 2013 de 1,69% para 1,63%.

Para 2014, os analistas dos bancos, igualmente reduziram a sua estimativa a o crescimento da economia brasileira de 2,11% para 2,10%.

Para a produção industrial brasileira para 2014, os economistas dos bancos reduziram a sua estimativa de 2,50% para 2,25%.

Juros

Com a elevação dos juros pelo Copom – Comitê de Política Monetária do Banco Central, em 27/11 a taxa básica de juros da economia brasileira encerra 2013 em 10,0% ao ano.

Para 2014, os economistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para a taxa básica de juros para 2014 em 10,50% ao ano.

Perspectiva

Com um comunicado lacônico, onde tira do texto a parte que dá maior peso a inflação, o Copom – Comitê de Politica Monetária do Banco Central sinaliza que possamos estar na fase final do ciclo de aperto monetário, mesmo com o agravamento da situação das contas públicas e do patamar elevado da inflação. Contudo, a atividade econômica parece precisar de uma dinâmica de crescimento plausível, estado que recomenda uma reavaliação do ciclo de alta dos juros por parte do Banco Central. Assim sendo, esperamos que as taxas de juros nominais de curto prazo proporcionem boa relação retorno x risco. Em relação às taxas de juros reais, a liquidez baixa dos ativos e prazos de vencimentos mais elevados deixa esta classe mais vulnerável aos eventos externos e à evolução do quadro fiscal. Porém, taxas superiores a 6% a.a. certamente devem ser seguidas com maior atenção pelo investidor. Por sua vez o real, o patamar deve permanecer ao redor de R$2,35 por unidade da moeda norte-americana, analisando as incertezas correntes.

Para encerra, no mercado de ações, entendemos que os segmentos ligados ao mercado externo e com um certo poder de repassar seus preços, além do setor financeiro, podem ser um boa opção. Porém, parece admissível arriscar em aumento da volatilidade, na medida em que se aproxima o período eleitoral e da possível redução dos estímulos monetários americanos.

Câmbio

Os analistas do mercado financeiro mantiveram a sua estimativa para a taxa de câmbio de 2013 em R$2,30 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção foi mantida, em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram, mais uma vez, a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, de US$1,30 bilhões para US$1,25 bilhões. Para 2014, a estimativa para o superávit comercial recuou de US$ 7,85 bilhões para US$ 7,45 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos analistas do mercado financeiro para os preços administrados foi mantida em 1,50%. Para 2014 a estimativa dos economistas dos bancos, foi mantida em 3,80%.

ECONOMISTAS DOS BANCOS REDUZEM PROJEÇÃO PARA IPCA EM 2013

Os economistas do mercado reduziram, pela terceira semana consecutiva, suas expectativas para a inflação de 2013 e, desta vez, também cortaram suas projeções para 12 meses. A informação consta do Relatório de Mercado Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central.

A mediana das projeções para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo em 2013 caiu de 5,82% para 5,81%.

As novas estimativas, possivelmente, não levam em conta o reajuste da gasolina pela Petrobras, anunciado na última sexta-feira, 29/11. A estatal divulgou acréscimo de 4% no preço da gasolina nas refinarias. Caso este reajuste seja repassado, na totalidade, ao consumidor, o reflexo seria de 0,16 ponto percentual ao longo de 30 dias. Contudo, mesmo esse impacto deve permitir que o governo apresente um índice de inflação abaixo do apresentado em 2012, de 5,84%, como tem anunciado. O último reajuste de preços da gasolina entrou em vigor no dia 30 de janeiro e foi de 6,6o% na refinaria. De lá até março, os preços nos postos acumularam aumento de 4,48% e depois começaram a recuar. Nunca chegaram, pelo IPCA, ao percentual máximo concedido na refinaria.

Inflação

Os economistas dos bancos voltaram a reduzir, pela terceira semana seguida, a sua projeção para a inflação medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de 5,82% para 5,81%. Para 2014, a estimativa para a inflação oficial do governo foi mantida em 5,92%.

Inflação de curto prazo

A inflação medida pelo IPCA para os próximos 12 meses recuou de 6,14% para 6,09%. Há um mês, essa estimativa era de 6,21%.

A inflação de novembro apresentou estabilidade, ou seja, a estimativa permaneceu em 0,63%. Há um mês estava em 0,65%. Para a inflação de dezembro os analistas do mercado financeiro mantiveram inalterada a sua estimativa em 0,74%.

PIB

Os analistas do mercado financeiro mantiveram, pela sexta semana seguida,  a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto em 2,50% ao final de 2013. Com isso o mercado espera um crescimento bem superior ao apresentado em 2012.

Em relação à evolução da produção industrial, os analistas dos bancos reduziram a sua estimativa para 2013 de 1,70% para 1,69%.

Para 2014, os agentes do mercado financeiro elevaram a sua estimativa para a evolução do PIB de 2,10% para 2,11%.

Para a produção industrial brasileira para 2014, os economistas dos bancos mantiveram a sua estimativa em 2,50%.

Juros

O Copom – Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou, como esperado pelo mercado, na última quarta-feira (27/11) a taxa básica de juros da economia brasileira de 9,50% para 10,0% ao ano. Foi o sexto aumento seguido de abril para cá, quando a taxa estava em 7,25%, no nível mais baixo desde que o Copom foi criado, em junho de 1996.

A elevação de 0,5 ponto percentual era esperada pelos analistas financeiros. Além disso, as atas das últimas reuniões do Copom sinalizaram a tendência de manutenção do processo de aperto monetário.

Para 2014, os analistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para a taxa básica de juros para 2014 em 10,50% ao ano.

Perspectiva

Após um mês em que o desempenho da bolsa foi fortemente influenciado por episódios políticos e decisões judiciais – que contribuíram para a queda de 3,27% -, o mês de dezembro deve ser mais tranquilo para o mercado de ações. Entretanto, o mercado não espera que a tradição de um rali de fim de ano se repita. Desde 2003, o principal índice de ações da bolsa brasileira subiu em todos os meses de dezembro, com exceção do ano de 2011. Para o próximo ano, há consenso entre os agentes do mercado de que os investidores deverão continuar a ser muito seletivos na seleção das ações. Essa tarefa tornou-se mais difícil com a interferência do governo em diversos setores da economia nos últimos anos, dizem especialistas.

No segmento de renda fixa os dados ruins das contas do governo refletiram negativamente nos juros futuros que oscilaram bastante durante a semana passada o que contribuiu para a volatilidade do mês de novembro. Estes fatos também deram força para o dólar acentuar os ganhos ante o real. Segundo o Banco Central, o setor público consolidado teve um superávit primário de R$ 6,188 bilhões no mês de outubro, o que assinalou uma reversão em relação ao déficit de R$ 9,048 bilhões apontado em setembro, mas foi o menor valor para o mês da série.

Os agentes do mercado financeiro aguardam agora a divulgação, nesta quinta-feira (5/12), da ata da reunião do Copom – Comitê de Política Monetária do Banco Central, após o comunicado da instituição trazer alterações importantes. Além da ata, também são augurados indicadores econômicos, entre os quais o PIB- Produto Interno Bruto do terceiro trimestre e a produção industrial de outubro, além do IPCA fechado de novembro.

De certo mesmo é que a volatilidade ainda dite o tom do mercado e assim a estratégia de proteção da carteira deve ser mantida. Cautela ainda é a palavra de ordem.

Câmbio

Os economistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para a taxa de câmbio de 2013 em R$2,30 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção foi mantida, em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas das instituições financeiras reduziram, nesta semana, a sua projeção  para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, de US$1,40 bilhões para US$1,30 bilhões. Para 2014, a estimativa para o superávit comercial recuou de US$ 8,10 bilhões para US$ 7,85 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos analistas do mercado financeiro para os preços administrados foi mantida em 1,50%. Para 2014 a estimativa dos economistas dos bancos, foi mantida em 3,80%.