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outubro, 2013

MERCADO ACREDITA EM INFLAÇÃO E PIB MENORES EM 2014

O Relatório de Mercado Focus, divulgado esta semana pelo Banco Central revela que os economistas das instituições pesquisadas acreditam em redução para o IPCA e PIB – Produto Interno Bruto em 2014.

Inflação

Os economistas dos bancos mantiveram inalterada em 5,82% a sua projeção para o índice oficial de inflação nesta edição do Relatório de Mercado – Focus, divulgada hoje, 28/10, pelo Banco Central do Brasil. A estimativa para o índice oficial de inflação para 2014, no entanto, foi reduzida de 5,94% para 5,92%, com esta é a segunda redução consecutiva.

Inflação de curto prazo

Entre os Top 5, a projeção para a inflação de curto prazo foi mantida nesta semana. O IPCA de outubro, na avaliação dos agentes do mercado financeiro deve encerrar outubro em 0,57%. Entretanto, a projeção para inflação de novembro foi reduzida 0,68% para 0,65%.

Os analistas dos bancos reduziram, nesta semana, a sua projeção para a inflação para os próximos 12 meses. Hoje, os economistas dos bancos apontam redução da projeção para o IPCA de 6,25% para 6,22%.

PIB

Os economistas do mercado financeiro reduziram nesta semana a sua estimativa para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto em 2,50% ao final de 2013. Em relação ao crescimento da indústria, os economistas dos bancos voltaram a reduzir a sua estimativa para 2013, de 1,84% para 1,80%.

Para o próximo ano, os agentes do mercado financeiro também apostam em queda para o crescimento da economia brasileira, só que de 2,20% para 2,13%. A estimativa para produção industrial brasileira de 2014 também foi reduzida nesta semana de 2,50% para 2,39%.

Juros

Os economistas dos bancos mantiveram a sua projeção para a taxa básica de juros em 10,00% ao ano em 2013, em linha com o que vem sendo praticado no mercado futuro. Para 2014 a projeção também foi mantida, em 10,25% ao ano.

Perspectiva

O mercado de renda fixa já vislumbra novembro em tem duas questões em aberto: a expansão do “ciclo” aperto monetário com a continuidade de elevação da taxa básica de juros e a revisão da condução da política monetária norte-americana, e consequente afrouxamento, que possivelmente ficará para 2014. A redução da volatilidade, contudo, sinaliza que movimentos extremos nos preços dos ativos, incluindo a taxa de câmbio, serão menos prováveis, o que possibilitará o alongamento nos prazos das operações e dos ativos no segmento.

Na renda variável, o último trimestre do ano é tradicionalmente um período de recuperação nos preços das ações. Entretanto, é um mercado muito sensível as notícias externas, que não tem sido boas. Nos EUA, o presidente Barack Obama e os líderes congressistas não fecharam acordo sobre o aumento no teto da dívida do país. Este impasse é recorrente todos os anos, e uma solução deve aparecer antes do governo ficar sem caixa.

Neste sentido, é factível e não nos parece nenhum absurdo um movimento altista neste final de ano, com a bolsa testando os 58.000 pontos.

Câmbio

Os agentes do mercado financeiro mantiveram a sua estimativa para a taxa de câmbio de 2013 em R$2,25 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção dos analistas dos bancos foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas das instituições financeiras reduziram a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, de US$2,00 bilhões para US$1,97 bilhões. Em contra partida, para 2014, a projeção do superávit comercial foi elevada de US$ 8,20 bilhões para US$ 8,50 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi reduzida de 1,80% para 1,70%. Para 2014 a estimativa dos analistas do mercado financeiro, foi reduzida de 4,00% para 3,85%.

MERCADO ELEVA PROJEÇÃO PARA SELIC EM 2013 E 2014

O Relatório de Mercado Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central revela que os analistas do mercado financeiro já incorporaram em suas estimativas um cenário de maior aperto monetário ao reavaliar suas projeções para a taxa Selic de 9,75% para 10,25% ao ano até o fim de 2014. Deste modo, o mercado está apostando em mais uma alta de 50 bps na ultima reunião do Copom em 2013 e mais uma elevação de 25 bps no inicio do próximo ano. Em relação a inflação, os participantes de mercado voltaram a acreditar em uma  tendência de alta, projetando o IPCA em 5,83% ao fim de 2013.

Inflação

Os analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a sua estimativa para o índice oficial de inflação nesta edição do Relatório de Mercado – Focus, divulgada hoje, 21/10, pelo Banco Central do Brasil. Na avaliação dos agentes do mercado a inflação medida pelo IPCA deve subir de 5,81% para 5,83% . A estimativa para o índice oficial de inflação para 2014 foi reduzida ligeiramente de 5,95% para 5,94%.

Inflação de curto prazo

Entre os Top 5, a estimativa para a inflação de curto prazo foi reduzida nesta semana. O IPCA de outubro recuou de 0,60% para 0,57%. Entretanto, a estimativa para  inflação de  novembro foi elevada de 0,65% para 0,68%.

Os analistas dos bancos voltaram a elevar sua estimativa para a inflação para os próximos 12 meses. Nesta semana os economistas dos bancos elevaram a projeção do IPCA de 6,24% para 6,25%.

PIB

Os agentes do mercado financeiro voltaram a elevara a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2,48% para 2,50% ao final de 2013. Para o crescimento da indústria, os analistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para 2013, de 1,80% para 1,84%, esta é a segunda semana seguida de elevação desta projeção.

Para 2014, os economistas dos bancos mantiveram, mais uma vez, a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2,20%. A estimativa para produção industrial brasileira de 2014 foi elevada nesta semana de 2,39% para 2,50%.

Juros

Sem grandes surpresas os analistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para a taxa básica de juros em 0,50 pontos base, desta forma passaram a estimar que a Selic deva encerrar 2013 em 10,00% ao ano. Para 2014 a projeção também foi elevada, só que em 0,75% pontos base. Assim estima-se uma elevação dos juros em 2014 para 10,25% ao ano.

Câmbio

Os analistas dos bancos reduziram a sua estimativa para a taxa de câmbio de 2013, de R$2,29 para R$2,25 por unidade da moeda norte-americana. Para2014, a estimativa dos agentes do mercado financeiro foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Em relação à balança comercial, os economistas do mercado financeiro elevaram a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, de US$1,99 bilhões para US$2,00 bilhões. Em contra partida, para 2014, a projeção do superávit comercial foi reduzida de US$ 9,25 bilhões para US$ 9,25 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi reduzida de 1,80% para 1,70%. Para 2014 a estimativa dos analistas do mercado financeiro, foi reduzida de 4,10% para 4,00%.

MERCADO REDUZ ESTIMATIVA PARA IPCA EM 2013

A edição do Relatório de Mercado – Focus desta semana divulgado hoje, 14/10, revela que os analistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto para 2013 e reduziram ligeiramente sua estimativa para a inflação neste ano.

O mercado financeiro reduziu sua estimativa em relação ao IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo  para 2013 de 5,82% para 5,81%. Por sua vez, para 2014, a projeção ficou no mesmo patamar da semana anterior, ou seja,  5,95%.

O presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, tem garantido que a inflação mostrará queda em relação ao índice observado no ano passado, 5,84% e uma nova queda em 2014. Apesar de ainda continuar esperando uma desaceleração da inflação em 2013, os alistas do mercado financeiro projetam crescimento da inflação no próximo ano – último do mandato da presidente Dilma Rousseff.

Inflação

Na estimativa dos economistas dos bancos a inflação deve encerrar este ano abaixo da expectativa da semana anterior. A estimativa para o índice oficial de inflação deste ano foi reduzida ligeiramente de 5,82% para 5,81%%. Para o próximo ano, a projeção dos analistas para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo permaneceu em 5,95%. Entre os analistas que mais acertam as projeções para o médio prazo, os chamados de Top 5, a estimativa para o IPCA recuou de 5,77%.

Inflação de curto prazo

Entre os Top 5, para a inflação de curto prazo, os analistas elevaram a sua estimativa para o IPCA de outubro de 0,57% para 0,60% . Para novembro, a projeção recuou de 0,68% para 0,65%. Há quatro semanas, as estimativas para a inflação de curto prazo estavam respectivamente em 0,56% e 0,63%.

Os analistas dos bancos voltaram a elevar sua estimativa para a inflação para os próximos 12 meses. Nesta semana os analistas das instituições financeiras elevaram a projeção do IPCA de 6,23% para 6,24%.

PIB

Os analistas do mercado financeiro elevaram, pela segunda semana seguida, a sua estimativa para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2,47% para 2,48% ao final de 2013. Em relação à evolução do crescimento da indústria, os economistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para 2013, de 1,70% para 1,80%.

Para o próximo ano, os analistas do mercado financeiro mantiveram, também pela segunda semana, a sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2,20%. A estimativa para produção industrial brasileira de 2014 foi elevada nesta semana de 2,30% para 2,39%.

Juros

Os economistas dos bancos estimam que a autoridade monetária deva elevar a taxa básica de juros em 0,25 pontos porcentual na reunião de novembro que acontece em 26 e 27 de novembro. Sendo assim, a Selic deve encerrar 2013 em 9,75% ao ano. Para 2014 a estimativa também foi mantida em 9,75% ao ano.

Perspectiva

O mercado financeiro trabalha com a perspectiva de que não há obstáculos para que a Selic chegue ao patamar de dois dígitos ainda em 2013 e, quem sabe, prossiga em marcha ascendente no início próximo ano. Pois, daqui até a próxima reunião do comitê da autoridade monetária há eventos (impasse do teto da dívida nos EUA, por exemplo) e indicadores capazes de mexer com as projeções do Banco Central. O cenário é propicio tanto para manutenção do ritmo de elevação da taxa básica como para uma redução do ritmo do aperto monetário. Para o momento o que temos e dada à reprodução do comunicado, a perspectiva é de que a Selic possa mesmo encerrar o ano em 10, 00% ao ano, contrariando assim as estimativas do Focus.

As considerações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, não permitem qualquer interpretação diferente.  A inflação neste ano deverá menor que a do ano passado. A autoridade monetária, como não poderia deixar de ser, trabalha para que a inflação se mantenha em tendência declinante.

No mercado de juros futuros, os investidores já trabalham com a curva a termo na perspectiva de Selic em dois dígitos. A redução da diferença entre prêmios de contratos longos e curtos está em curso, um sinal de que o mercado “comprou” a ideia de um Banco Central mais duro contra a inflação. A perspectiva de que o Federal Reserve não vá tirar o pé do acelerador tão cedo contribui, é claro, para limitar a alta dos juros longos.

Além de ajudar a Bolsa, a perspectiva de juros em dois dígitos deixaria o país mais atraente aos investimentos externos, o que diminuiria a pressão sobre o dólar.

De certo, por enquanto, temos que cautela ainda é a palavra de ordem, pois uma eventual redução ou elevação no ritmo da condução da politica monetária pode afetar, com maior intensidade, o retorno tanto da renda fixa.

Os Estados Unidos irão conduzir o desempenho do mercado acionário global até este fim de ano, afinal, a China conseguiu equilibrar o pouso suave e na Europa já há sinais de recuperação da zona do euro. As atenções se voltam agora para os EUA. A decisão do congresso em não aumentar o teto da dívida já colocou de cara 800 mil pessoas sem trabalhar no país, com o presidente Obama tendo que paralisar agências e órgãos públicos.

É esperar para ver.

Câmbio

Os economistas das instituições financeiras reduziram a sua projeção para a taxa de câmbio de 2013, de R$2,30 para R$2,29 por unidade da moeda norte-americana. Para2014, a estimativa dos economistas do mercado financeiro foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Em relação à balança comercial, os analistas dos bancos reduziram a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, de US$2,00 bilhões para US$1,99 bilhões. Em contra partida, para 2014, a projeção do superávit comercial foi mantida em US$ 9,25 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi mantida em 1,80%. Para 2014 a estimativa dos analistas do mercado financeiro, foi reduzida de 4,10% para 4,00%.

MERCADO ELEVA PROJEÇÃO DE CRESCIMENTO DO PIB BRASILEIRO PARA 2,47% EM 2013

O Relatório de Mercado Focus divulgado hoje, 07/10, pelo Banco Central do Brasil revela que os economistas dos bancos elevaram a sua projeção para o crescimento da economia em 2013 e reduziram a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo em 2014.

Ainda segundo o relatório Focus, os analistas do mercado financeiro reduziram a sua estimativa para a Produção Industrial ano.

Inflação

O relatório de Mercado Focus mostra estabilidade nas estimativas dos analistas do mercado para a inflação deste ano. A estimativa para o índice de 2013 permaneceu em 5,82%, mesmo nível projetado há quatro semanas. Para 2014, a projeção para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo recuou de 5,97% para 5,95% ante o índice de 5,85% estimada há um mês. Entre os analistas que mais acertam as projeções para o médio prazo, os chamados de Top 5, não houve mudanças nas estimativas. O IPCA de 2013 deverá ficar em 5,8%.

Inflação de curto prazo

Entre os Top 5, para a inflação de curto prazo, os analistas elevaram a sua estimativa para o IPCA de setembro, que de 0,33% para 0,34% . Para outubro, a estimativa recuou de 0,59% para 0,57%. Há quatro semanas, as estimativas para a inflação de curto prazo estavam respectivamente em 0,45% e 0,55%.

Os analistas dos bancos voltaram a elevar sua estimativa para a inflação para os próximos 12 meses. Nesta semana os economistas do mercado financeiro projetam elevação do IPCA de 6,21% para 6,23%.

PIB

Os economistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2,40% para 2,47% ao final deste ano. Em relação à evolução do crescimento da indústria, os analistas dos bancos reduziram pela 3ª semana seguida a sua estimativa para 2013, de 2,07% para 1,70%.

Para 2014, os analistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2,20%. A projeção para produção industrial brasileira de 2014 também foi reduzida de 2,40% para 2,30%.

Juros

Analistas do mercado financeiro, que participam da consulta realizada pelo Banco Central avaliam que o Copom – Comitê de Política Monetária deve elevar a taxa básica de juros em 0,50 ponto porcentual na reunião que se inicia em 08 e se encerra na quarta-feira, 9/10 e deverá ainda elevar a Selic em mais 0,25 ponto porcentual na reunião do comitê em novembro.

Perspectiva

As projeções para a economia neste fim de 2013 mostram que os analistas do mercado financeiro começam a perceber uma luz no fim do túnel. Pela quarta semana seguida, o Relatório de Mercado Focus do Banco Central, que reúne estimativas dos analistas das 100 principais instituições financeiras brasileiras, sinaliza uma melhora nas perspectivas para o final de 2013. Apesar de o cenário ainda permanecer sombrio para o próximo ano, os analistas classificam setembro como um mês especialmente mais promissor do que o preconizado no início de semestre, marcado pelas manifestações nas ruas e incertezas políticas.

O Relatório Focus mostra que foram reduzidas as projeções de desvalorização do Real em comparação a moeda norte-americana para o fechamento de 2013, confrontado com as semanas anteriores — quando já havia melhorado a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB). Em que pese às projeções de taxas serem maiores que as de um mês atrás, o Focus da desta semana traz o princípio de uma desaceleração da inflação e melhora do câmbio, além de uma perspectiva mais elevada de crescimento da atividade.

Estamos observando o final de uma onda de pessimismo que se iniciou em janeiro deste ano por uma série de fatores, como o PIB ruim do primeiro trimestre, o aumento da taxa de juros, a mudança de perspectiva de risco pela Standard & Poors, a inflação acima da meta e as mais fortes manifestações de rua já vistas neste país.

É consenso que a guinada começou com a divulgação do PIB do segundo trimestre, no dia 30 de agosto, que surpreendeu o mercado ao mostra um crescimento de 1,5%, ante estimativa da ordem de 1,00%. E teve seu ápice na semana passada, com a decisão do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, de manutenção dos estímulos à economia, contendo o fluxo de saída de dólares.

Apesar do parente sinal de melhora, entendemos que a volatilidade ainda permanecerá por um bom tempo, principalmente no segmento de renda fixa nos fundo atrelados ao IMA B.

Recomendamos que seja mantida a estratégia de proteção da carteira com a alocação dos recursos originados do repasse do Ente para fundos atrelados ao IRF M 1 e CDI.

Na renda variável, o último trimestre do ano é tradicionalmente um período de recuperação nos preços das ações. Entretanto, é um mercado muito sensível as notícias externas, que não tem sido boas. Nos EUA, o presidente Barack Obama e os líderes congressistas não fecharam acordo sobre o aumento no teto da dívida do país. Este impasse é recorrente todos os anos, e uma solução deve aparecer antes do governo ficar sem caixa.

Neste sentido, é factível e não nos parece nenhum absurdo um movimento altista neste final de ano, com a bolsa testando os 58.000 pontos.

Câmbio

Os analistas do mercado financeiro mantiveram inalterada a sua estimativa para a taxa de câmbio de 2013 em R$2,30 por unidade da moeda norte-americana. Para o próximo ano, a projeção dos analistas do mercado financeiro também foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Em relação à balança comercial, os analistas dos bancos mantiveram a sua mantiveram a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, em US$2,00 bilhões. Em contra partida, para 2014, a projeção do superávit comercial foi reduzida  em US$ 10,00 bilhões para US$ 9,75 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi mantida em 1,80%. Para 2014 a estimativa dos analistas do mercado financeiro, foi reduzida de 4,20% para 4,10%.