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setembro, 2013

FOCUS – MERCADO ELEVA PROJEÇÃO PARA INFLAÇÃO OFICIAL

Os analistas do mercado financeiro elevaram ligeiramente a estimativa para o índice oficial de inflação do governo em 2013. A informação consta do Relatório de Mercado Focus divulgado hoje, 27 de setembro.

Ainda segundo o relatório do Banco Central, os economistas dos bancos mantiveram a estimativa do PIB para este ano.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para o IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo em 2013 de 5,81% para 5,82. Da mesma maneira, o mercado financeiro elevou a sua projeção para o IPCA de 2014 de 5,96% para 5,97%.

Inflação de curto prazo

As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos. Os economistas dos bancos Top 5 mantiveram nesta semana a sua projeção para o IPCA de setembro em 0,33%. Da mesma maneira, mantiveram a sua estimativa para o IPCA de outubro, em 0,59%.

Os economistas do mercado financeiro voltaram a elevar sua estimativa para a inflação para os próximos 12 meses. Nesta semana os analistas do mercado financeiro estimam que o IPCA suba de 6,20% para 6,21%.

PIB

Os analistas das instituições financeiras mantiveram inalterado por mais uma a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto em 2,40% ao final de 2013. Em relação à evolução do crescimento da indústria, os analistas dos bancos reduziram a sua estimativa para 2013, de 2,10% para 2,07%.

Para 2014, os analistas dos bancos reduziram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira de 2,22% para 2,20%. A projeção para produção industrial brasileira de 2014 também foi reduzida de 2,50% para 2,40%.

Juros

Por mais uma semana os economistas dos bancos mantiveram inalterada, em 9,75% ao ano, a sua projeção para a taxa básica de juros da economia brasileira para 2013. Para o próximo ano, os analistas do mercado financeiro mantiveram a sua estimativa para a Selic em 9,75% ao ano.

Perspectiva

O cenário ainda não permite uma projeção mais otimista para os fundos atrelados ao IMA B, principalmente para os fundos investidos em títulos da ponta mais longa da curva de juros. Logo a recomendação ainda é, cautela.

Câmbio

Os economistas dos bancos voltaram a reduzir a sua projeção para a taxa de câmbio de 2013 de R$2,33 para R$2,30 por unidade da moeda norte-americana. Para o próximo ano, a projeção do mercado financeiro foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

O Relatório Focus desta semana revela que os analistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, em US$2,00 bilhões. Para 2014, a projeção do superávit comercial foi mantida em US$ 10,00 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi mantida em 1,80%. Para 2014 a estimativa do mercado financeiro, foi mantida em 4,20%.

ECONOMISTAS DO MERCADO FINANCEIRO REDUZEM ESTIMATIVA PARA ÍNDICE DE INFLAÇÃO OFICIAL EM 2013

Os analistas das instituições financeiras pesquisados pelo Banco Central reduziram a sua projeção para o índice oficial do governo em 2013. Em contrapartida, elevaram a estimativa para a inflação no próximo ano.

Inflação

O mercado financeiro reduziu nesta semana a sua projeção para o IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo em 2013 de 5,82% para 5,81. Entretanto, elevaram a sua projeção para o IPCA de 2014 de 5,90% para 5,91%.

Inflação de curto prazo

As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos. Os economistas dos bancos Top 5 voltaram a reduzir nesta semana a sua projeção para o IPCA de setembro de 0,43% para 0,33%. Da forma contraria, elevaram a sua estimativa para o IPCA de outubro, de 0,56% para 0,59%.

Os economistas dos bancos reduziram  a sua estimativa para a inflação para os próximos 12 meses. Nesta semana os analistas do mercado financeiro estimam que o IPCA recue de 6,21% para 6,20%.

PIB

Em relação ao índice de inflação, os analistas das instituições financeiras mantiveram a sua estimativa para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto em 2,40% ao final de 2013.  O mercado financeiro freou a sua expectativa de em uma melhora consistente no ritmo de crescimento da economia brasileira. Em relação à evolução do crescimento da indústria, os analistas dos bancos também reduziram a sua estimativa para 2013, de 2,12% para 2,10%.

Os analistas dos bancos mantiveram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira para 2014 em 2,22%. A estimativa para produção industrial brasileira de 2014 também foi reduzida de 2,65% para 2,50%.

Juros

Pela segunda semana seguida os analistas das instituições financeiras mantiveram inalterada, em 9,75% ao ano, a sua projeção para a taxa básica de juros da economia brasileira para o final deste ano. Para 2014, o mercado financeiro também manteve a sua estimativa para a Selic em 9,75% ao ano.

Câmbio

Oo mercado financeiro voltou a reduzir a sua projeção para a taxa de câmbio de 2013 de R$2,35 para R$2,33 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção dos analistas das instituições financeiras foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os analistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, em US$2,00 bilhões. Para 2014, a projeção do superávit comercial foi mantida em US$ 10,00 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi mantida em 1,80%. Para 2014 a estimativa do mercado financeiro, foi mantida em 4,20%.

Mercado financeiro eleva para 2,4% projeção de alta para o PIB em 2013

As instituições financeiras que participam da pesquisa elaborada pelo Banco Central ajustaram para cima as suas projeções para o crescimento da economia.

Da mesma forma reviram para cima a sua estimativa em relação a evolução da indústria para 2013.

Inflação

Os economistas dos bancos mantiveram a sua estimativa para o IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo em 2013 em 5,82%. Entretanto, elevaram a sua projeção para o IPCA de 2014 de 5,85% para 5,90%.

Inflação de curto prazo

As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos. Os economistas das instituições Top 5 reduziram nesta semana a sua estimativa para o IPCA de setembro de 0,45% para 0,43%. Da mesma forma, reduziram a sua projeção para o IPCA de outubro, de 0,57% para 0,55%.

Os analistas das instituições financeiras permanecem apostando inflação maior para os próximos 12 meses. Nesta semana os analistas do mercado financeiro elevaram a sua estimativa para o IPCA de 6,13% para 6,21%.

PIB

Os analistas das instituições financeiras elevaram, pela terceira semana seguida, a sua estimativa para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2,35% para 2,40% ao final de 2013.  O mercado financeiro voltou a acreditar em uma melhora no ritmo de crescimento da economia brasileira. Em relação à evolução do crescimento da indústria, os analistas dos bancos também elevaram a sua estimativa para 2013, de 2,10% para 2,12%.

Os economistas do mercado financeiro reduziram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira para 2014 de 2,28% para 2,22%. A estimativa para produção industrial brasileira de 2014 também foi reduzida de 3,00% para 2,65%.

Juros

Os economistas dos bancos mantiveram inalterada, em 9,75% ao ano, a sua estimativa para a taxa básica de juros da economia brasileira para o final deste ano. Para 2014, o mercado financeiro também manteve a sua projeção para a Selic em 9,75% ao ano.

Câmbio

Os analistas do mercado financeiro, reduziram a sua estimativa para a taxa de câmbio de 2013 de R$2,36 para R$2,35 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção dos analistas das instituições financeiras foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013, desta vez de US$2,50 bilhões para US$2,00 bilhões. Para 2014, a projeção do superávit comercial foi mantida em US$ 10,00 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi mantida em 1,80%. Para 2014 a estimativa do mercado financeiro, entretanto foi reduzida de 4,35% para 4,20%.

Perdi dinheiro em títulos públicos, e agora?

Reproduzimos o texto abaixo como forma de melhor explicar o que ocorre com as aplicações em fundos de renda fixa, atrelados à inflação e corrigidos por taxa prefixada.

É preciso ainda frisar que a perda apenas ocorrer em caso de resgate do investimento, pois à medida que o tempo passa a rentabilidade tende a convergir para a média de retorno histórico.

Perdi dinheiro em títulos públicos, e agora?

É possível perder dinheiro na renda fixa? Pode parecer estranho, mas não só é possível, como é muito mais comum do que se imagina.

São incontáveis os casos neste ano de investidores de perfil mais conservador que se assustaram ao investir seu dinheiro em aplicações que apesar de serem consideradas “renda fixa” já acumulam perda de mais de 8% em alguns casos. Essas aplicações às quais me refiro são os famosos fundos de inflação e títulos públicos pré-fixados.

Diante desse cenário recebo muitas perguntas sobre o que o investidor deve fazer hoje, mesmo depois das perdas, e uma delas me chamou bastante a atenção. No caso desse investidor, ele havia comprado NTN-B (Notas do Tesouro Nacional – Série B) quando a taxa Selic ainda marcava juros de 7,25%a.a. e seus títulos pagavam IPCA + 3% a.a.. Com a alta da Selic ao longo do ano e a expectativa de que ainda deva subir mais, hoje é possível encontrar NTN-B que paguem até 5,84 % + IPCA, dependendo de seu vencimento. Assim, a dúvida do investidor é simples: “Vale a pena vender meu título atual para comprar um novo título mais rentável?”.

Para responder a essa pergunta, primeiro é necessário entender um pouco mais sobre o funcionamento dos títulos públicos.

Precificação e taxa de retorno dos títulos públicos

Apesar de os títulos públicos serem aplicações de renda fixa, essa definição só vale para aquele investidor que aplicar o seu dinheiro com objetivo de mantê-lo até o vencimento. Isto acontece, pois caso o investidor resolva “resgatar” o valor aplicado antes do vencimento, deverá vender o título público para outro investidor e como o preço do título sofre oscilações ao longo do tempo de acordo com a variação das taxas de juros (Selic) e o prazo do título, pode acabar vendendo por um preço menor do que foi pago por ele no momento da aplicação. Calma, esse efeito é muito mais simples do que parece. Vejamos um exemplo para uma LTN (Letra do Tesouro Nacional) que paga juros pré-fixados, de por exemplo 10% a.a.

No caso das LTN, o preço pago por esses títulos será sempre do valor de R$ 1.000,00 descontada a taxa de juros que remunera a aplicação (deságio), ou seja, seu preço será um valor ‘x’ que depois de receber a remuneração de uma taxa de juros ‘y’ por um período ‘z’, chegará ao valor final de R$ 1.000,00. Portanto, no nosso exemplo, uma LTN que tenha vencimento de 1 ano e remunere o investidor à uma taxa de juros de 10% a.a., custará exatamente R$ 9 0 9 ,0 9 . Para conferir esse valor, basta aplicar uma taxa de 10% sobre o preço do título que o iguale a 1000: 1000 = 909,09 x (1 + 10%).

Agora supondo que o governo resolva subir as taxas de juros para um valor tal que as LTN passem a remunerar 15% a.a.. Para que o valor final dos títulos continue sendo de R$1.000,00, mas remunerem uma taxa maior, é necessário portanto que o investidor compre agora esses títulos por um preço menor, nesse caso por exatamente R$ 869 ,57 . O mesmo vale para o avesso: se por outro lado o governo tivesse reduzido a taxa de juros e agora as LTN remunerassem apenas 5% a.a., então o preço do título seria de R$ 952,38.

Perceba que a relação entre o preço do título e a taxa de juros é inversamente proporcional, ou seja, quando um subir, necessariamente o outro deve cair. O tamanho do impacto dessa relação é chamado pelos economistas de duration e quanto maior for o seu valor, menor precisa ser a oscilação dos juros para haver forte oscilação nos preços dos títulos. Títulos pré-fixados como as LTN e as NTN-F tendem a possuir uma duration mais elevada, ao passo que títulos indexados à inflação como as NTN-B e NTN-C tendem a apresentar uma duration menor.

Outro fator importante dessa relação é o prazo, no qual quanto mais longo for o vencimento, maior deverá ser a duration e consequentemente o impacto da variação dos juros sobre o preço do título, uma vez que um prazo mais longo recebe maior influência dos juros compostos.

Para encerrar esse tópico, vale destacar que existe um título que é imune desse efeito. As Letras Financeiras do Tesouro (LFT) por serem títulos pós-fixados e remunerarem o investidor justamente de acordo com as oscilações da Selic possuem como característica a duration igual a zero, ou seja, oscilações na taxa de juros não influencia seu preço. Sem entrar na metodologia de cálculo do seu preço, isso acontece simplesmente porque se os juros subirem, ela remunerará mais o investidor automaticamente e o inverso também é verdadeiro.

O que esperar dos juros daqui em diante

Voltando agora para o caso do investidor, aqui é que mora o grande perigo. Apesar de previsões serem sempre algo incerto, nesse momento em específico as chances de que elas estejam ainda mais incorretas é maior ainda. Mudanças na presidência e nas políticas de incentivo econômico do Fed, elevada volatilidade cambial, copa do mundo e eleições em 2014 são apenas algumas das inúmeras incertezas que nos esperam pelo menos até o final do ano que vem.

Com isso, o grande risco é o da mudança incorreta. E se vender os títulos com prejuízo e os juros voltarem a cair, mesmo que a previsão ainda seja de alta? Ou mesmo, e se comprar novos títulos com os juros atuais acreditando na manutenção da taxa e os juros subirem ainda mais, causando uma nova perda?

Sim, essa incerteza sempre existiu e sempre existirá (embora nos dias de hoje esteja um pouco maior que o normal), mas a verdade é que o investidor mais conservador de renda fixa que não aceita o mínimo de perdas jamais poderia destinar seus recursos à fundos de inflação (altamente voláteis em períodos de instabilidade como o atual) ou mesmo em títulos públicos, caso seu objetivo não estivesse focado no vencimento da aplicação. Se assim o fez, ou foi por falta de informação, ou foi mal orientado.

Bem, então o que fazer?

Existem duas alternativas nesse caso, que podem ser seguidas de acordo com o perfil e objetivo de cada investidor. Vejamos cada uma delas:

1 . Saia às compras!

Se seu único problema é querer títulos que remunerem mais, não adiantará nada vender o título atual para comprar um novo título. Como vimos no primeiro tópico deste artigo, você trocará literalmente “seis por meia dúzia”, e sua remuneração permanecerá exatamente a mesma, uma vez que os títulos já precificaram a diferença. Entretanto, se você é um investidor que ainda faz aportes na sua carteira, a melhor alternativa sem dúvidas é fazer o famoso “preço médio”, ou nesse caso, taxa média.

Para alguns analistas, inclusive o mercado exagerou na alta dos juros e nesse exato momento existem títulos pré-fixados e indexados à inflação pagando mais do que deveriam devido à expectativa dos investidores e os juros futuros. Se esses analistas estiverem corretos, a Selic deverá manter-se constante por algum tempo na faixa dos 9,5% a 10%a.a. ao longo do ano que vem, fazendo com que os títulos que hoje remuneram quase 12%a.a. (como as LTN) venham à convergir com a Selic. Nesse contexto e mesmo na grande incerteza, se seu objetivo é comprar títulos pensando no vencimento, as taxas de juros atuais são invejáveis na maior parte do mundo e sem dúvidas são uma excelente alternativa no patamar atual.

2 . Perca dinheiro, mas não perca tempo.

A segunda alternativa pode doer um pouco mais no começo, mas assim como o famoso Merthiolate, depois de passada a “ardida” inicial, o resultado será uma carteira mais saudável e imune de elementos indesejáveis (como a volatilidade na carteira de um investidor conservador).

Assim, se esse for o seu caso, o ideal é assumir o prejuízo atual e realocar seu capital de acordo com o seu perfil. Se ainda quiser investir em títulos públicos, que sejam títulos com o vencimento mais curto que vençam dentro do seu horizonte de planejamento, ou então que sejam títulos pós-fixados como LFTs. Assim como escrevi no meu último artigo aqui na Infomoney , é melhor aceitar o erro agora e se antecipar para corrigi-lo a aguardar insistentemente uma recuperação que pode levar anos para que ocorra e tirar a tranquilidade e o bom sono do investidor.

Fonte: Infomoney

MERCADO ELEVA PROJEÇÃO PARA SELIC EM 2013

O Banco Central divulgou hoje, 09/09, através do Relatório de Mercado Focus que os economistas das 100 principais instituições do mercado financeiro, elevaram as suas estimativas para a taxa básica de juros em 2013.

Por sua vez os analistas dos bancos voltaram a elevar a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira para o final de 2013.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras reduziram nesta semana a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo em 2013, de 5,83% para 5,82%. Em contrapartida os economistas dos bancos elevaram a sua projeção em relação ao IPCA para 2014 de 5,84% para 5,85%.

Inflação de curto prazo

As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos. As instituições Top 5 mantiveram a sua projeção para o IPCA de setembro em 0,45%. Para o IPCA de outubro, os analistas do mercado financeiro elevaram a sua estimativa de 0,56% para 0,58%.

Os analistas das instituições financeiras permanecem apostando inflação maior para os próximos 12 meses. Nesta semana os analistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção  para o IPCA de 6,12% para 6,13%.

PIB

Os economistas dos bancos elevaram a sua projeção para crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2,32% para 2,35% ao final de 2013.  O mercado financeiro voltou a acreditar em uma melhora no ritmo de crescimento da economia brasileira. Contudo, em relação a evolução do crescimento da indústria, os analistas dos bancos reduziram a sua estimativa para 2013, de 2,11% para 2,10%.

Os economistas das instituições financeiras reduziram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira de 2,30% para 2,28%. A estimativa para produção industrial brasileira de 2014 foi mantida em 3,00%.

Juros

Os analistas das instituições financeiras, em linha com a expectativa do mercado financeiro, elevou a sua estimativa para a taxa básica de juros de 9,50% para 9,75% ao ano para o encerramento de 2013. Para 2014, o mercado financeiro manteve a sua projeção para a Selic em 9,75% ao ano. Assim, o mercado financeiro voltou a projetar estabilidade para dos juros para o próximo ano.

Câmbio

O mercado financeiro, nesta semana, manteve a sua projeção para a taxa de câmbio de 2013 em R$2,36 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção dos analistas das instituições financeiras também foi mantida, só que em R$2,40 por dólar.

De acordo com a ata do Copom, que elevou a Selic para 9,00% ao ano na reunião de agosto do Copom, o aumento da taxa básica de juros contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano. A ata continua explicando que, tendo em vista os danos que a persistência desse processo de deterioração das expectativas causaria à tomada de decisões sobre consumo e investimentos, é necessário que esse movimento seja revertido “com a devida tempestividade”. O Bacen Central repetiu ainda que continua “vigilante”.

Ainda segundo a ata, no cenário de referência, foi utilizada uma taxa de R$ 2,40, ante cotação de R$ 2,25 usada na reunião do Copom de julho. No dia 29/08, dia da decisão do Copom, o dólar valia R$ 2,3460. Nas vésperas, porém, o dólar quase chegou em R$ 2,45. O cenário de referência utilizou também uma taxa Selic maior em agosto, de 8,50% ao ano, do que a usada na decisão anterior, de 8,00% ao ano.

No cenário de referência, de acordo com a ata, a projeção para a inflação de 2013 manteve-se estável em relação ao valor considerado na reunião do Copom de julho. Portanto, permanece acima da meta de 4,5% fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). No cenário de mercado, que leva em conta as trajetórias de câmbio e de juros coletadas pelo BC com analistas de mercado às vésperas da reunião do Copom, a projeção de inflação para 2013 elevou-se em relação ao valor considerado na reunião de julho.

Para 2014, no cenário de referência, a projeção de inflação manteve-se estável em relação ao valor considerado na reunião do Copom de julho e aumentou no cenário de mercado – nos dois casos, está acima da meta de 4,5%.

Balanço de pagamentos e IED

Os analistas do mercado financeiro reduziram por mais uma semana a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013 de US$3,00 bilhões para US$2,50 bilhões. Para 2014, a projeção do superávit comercial foi elevada de US$ 8,00 bilhões para US$ 10,00 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi mantida em 1,80%. Para 2014 a estimativa do mercado financeiro, entretanto foi reduzida de 4,50% para 4,35%.

Inflação será desafio até 2015, indica ata do Copom

A alta da inflação continuará a ser um desafio para o Banco Central até, pelo menos, meados de 2015, primeiro ano do próximo governo, de acordo com a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada na manhã desta quinta-feira, 5. O documento detalha a decisão de aumentar a Selic para 9,00% ao ano.

De acordo com o BC, o IPCA seguirá acima do centro da meta de 4,5% até o segundo trimestre de 2015. No documento, o colegiado sinalizou que continuará a subir os juros, diante da piora nas suas próprias previsões de inflação.

O documento traz ainda mudança importante em relação à avaliação da instituição sobre a política fiscal e cita também a necessidade de fortalecer a confiança de empresas e famílias para garantir a aceleração da economia brasileira. A avaliação do comitê, no entanto, é a de que o ritmo de alta dos juros praticado até o momento tem sido “apropriado”, o que abre portas para expectativa de novas elevações de 0,50 ponto porcentual.

Em meio à continuidade de tendência de alta do dólar, o BC repetiu que o repasse dessa elevação para a inflação pode e deve ser limitado pela política monetária. Mesmo assim, a perspectiva do Copom é de alta para a inflação neste e no próximo ano, com todas as previsões, independente do cenário utilizado, acima do centro da meta de 4,5%. Ainda sobre inflação, a ata destacou que o aumento dos índices de preços ao consumidor nos últimos doze meses contribui para que a inflação mostre resistência. Apesar de citar uma menor dispersão dessas elevações, o documento voltou a mostrar preocupação em relação à piora da percepção dos agentes sobre a dinâmica dos preços. É preciso, de acordo com o BC, que esse processo seja revertido o mais rápido possível.

Numa ata marcada pela repetição de vários trechos, houve mudanças relevantes em apenas quatro dos 15 parágrafos que compõem sua parte principal, os que tratam da implementação da política monetária. Além da questão da resistência inflacionária, um dos temas mais relevantes entre os alterados é o da avaliação da política fiscal. Foram retiradas em dois parágrafos as menções de que a condução dessa política é expansionista e o BC diz agora que criam-se condições para que o setor público caminhe em direção a uma zona de neutralidade, o que pode indicar a concretização desse “deslocamento” apenas em 2014. O tema era motivo de tensão com o Ministério da Fazenda e a mudança se dá após o anúncio de novo corte do orçamento, que começou, inclusive, a ser implementado pelo BC.

Outro tema modificado foi em relação à preocupação do colegiado com a confiança das empresas e famílias. Na ata anterior, o BC dizia que a piora do humor poderia conter a recuperação econômica se não fosse revertida. Agora, a instituição afirma apenas que é preciso fortalecer a confiança para garantir a recuperação.

A ata frustrou o mercado financeiro ao não trazer uma nova perspectiva para o aumento dos preços da gasolina este ano. Foi mantida a projeção de reajuste de 5% para 2013. Já para o gás, o Copom colocou nas contas uma elevação de 2,5%. Se, por um lado diminuiu o alívio com a percepção de redução de preços de telefonia fixa, que era de 2% para este ano e passou para 1%, por outro aumentou a previsão de que a energia elétrica terá um recuo de 16%, e não mais de 15% como era esperado antes para 2013.

Mais dois assuntos ficaram de fora do documento. No setor externo, apesar de o BC citar que o petróleo pode subir por causa da piora dos riscos geopolíticos, em nenhum momento o documento menciona a possibilidade de intervenção iminente americana à Síria. No âmbito doméstico, ficou de fora o pacote do próprio BC para tentar conter a disparada do câmbio. No dia 22 de agosto, a autoridade monetária anunciou que faria leilões diários nesse mercado até o final do ano, numa intervenção total de cerca de US$ 100 bilhões.

Fonte primária da informação: Agencia Estado

MERCADO PROJETA PIB E INFLAÇÃO MAIORES EM 2013

O Relatório de Mercado Focus divulgado hoje, 02/09, revela que os analistas do mercado financeiro esperam que a taxa básica de juros da economia a Selic, seja elevada para 9,75% ao final de 2014.

Na avaliação do mercado financeiro a economia brasileira deve apresentar desempenho melhor ao final de 2013, assim como o comportamento do segmento industrial que, na avaliação analistas das instituições financeiras deve encerrar 2014 em acima da projeção da semana passada.

Inflação

O mercado financeiro voltou a elevar a sua estimativa para a inflação medida pelo IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo em 2013, de 5,80% para 5,83%. Para 2014, os analistas dos bancos mantiveram a sua projeção em relação ao IPCA na casa de 5,84%.

Inflação de curto prazo

As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos. As instituições Top 5 mantiveram a sua projeção para o IPCA de agosto em 0,27%. Da mesma forma mantiveram a sua estimativa para o IPCA de setembro em 0,45%. Desta forma, a meta atuarial medida pelo IPCA para agosto deve ficar em 0,78%, assim como a meta atuarial para setembro deve fechar em 0,94% se as condições se mantiverem inalteradas.

Os economistas dos bancos continuam apostando em inflação maior para os próximos 12 meses. Nesta semana os analistas dos bancos elevaram a sua estimativa para o IPCA de 6,08% para 6,12%.

PIB

A expectativa dos economistas dos bancos em relação ao crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto melhorou nesta semana, pois foi elevada de 2,20% para 2,32% ao final de 2013.  O mercado financeiro voltou a acreditar em uma melhora no ritmo de crescimento da economia brasileira. Para a evolução do crescimento industrial, os analistas das instituições financeiras mantiveram a sua projeção para 2013, em 2,11%.

Para 2014, o mercado financeiro reduziu  a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira de 2,40% para 2,30%. A estimativa para produção industrial brasileira de 2014, por sua vez, foi reavaliada para cima, subindo de 2,90% para 3,00%.

Juros

O mercado financeiro, após elevar a sua estimativa para a taxa básica de juros da economia brasileira, na última semana, passou a trabalhar com a estimativa de manutenção dos juros em 9,50% ao ano para o encerramento de 2013. Para 2014, os economistas dos bancos, entretanto, elevaram a sua projeção para a Selic de 9,50% para 9,75% ao ano. Assim, o mercado financeiro voltou a projetar elevação dos juros para o próximo ano.

Câmbio

Os analistas dos bancos elevaram, mais uma vez, a sua estimativa para a taxa de câmbio de 2013, de R$2,32 para R$2,36 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para o dólar também foi elevada, mas de R$2,35 para R$2,40 por dólar.

Próxima do teto estabelecido pelo governo, à inflação tem sido pressionada pela subida do dólar. Uma estimativa recente aponta que para cada R$ 0,20 de alta no valor da moeda norte-americana, a inflação suba um ponto percentual ao longo do ano. Desde o início deste ano, o dólar já subiu mais de R$ 0,30, reforçando a ameaça de que, ao final do ano, a inflação no Brasil ultrapasse o teto da meta, medida pelo IPCA, que é de 6,50% para o IPCA – em 12 meses encerrados em julho, a alta foi de 6,27%.

A alta do dólar está associada a pressões dentro e fora do Brasil. No país, pesa a insatisfação de investidores com a política econômica do governo, considerada pouco afeita a negociações. Também há incerteza se o país conseguirá cumprir a meta da inflação e manter as contas sob controle. Tais inseguranças levam muitos investidores a migrar seus dólares para mercados mais seguros. Até o dia 23 de agosto, a saída de dólares do Brasil superava a entrada em US$ 2,7 bilhões no mês.

O principal motivo, no entanto, está no Exterior: a retomada da economia dos Estados Unidos torna mais próximo o momento da retirada de parte dos US$ 85 bilhões em incentivos que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) injeta na economia mensalmente. Se isso ocorrer, o governo americano terá de subir o juro para atrair o dinheiro para financiar sua dívida, e dólares que estão investidos hoje em mercados emergentes (inclusive o Brasil) deverão migrar para os EUA.

Perspectiva

A palavra de ordem continua sendo, cautela.

A semana vem carregada de eventos importantes e que devem influenciar o comportamento da curva de juros no mercado futuro. Amanhã, 03/09, serão divulgados os dados sobre a produção industrial de julho, o primeiro indicador referente ao terceiro trimestre, desta formar o mercado pode ter pistas sobre o desempenho da atividade econômica após ser surpreendido com o PIB do terceiro trimestre, que subiu 1,5%, em relação ao período anterior.

Somo a isto, na sexta-feira, serão divulgados os números relativos à inflação medida pelo IGP-DI e pelo IPCA de agosto. Nesta segunda-feira, foi divulgado, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) que ficou em 0,20% em agosto contra (0,17%) de julho, os dados foram divulgados pela FGV – Fundação Getúlio Vargas. Em que pese o número estar no piso do intervalo das estimativas de mercado, 0,20% a 0,26%, o grupo do segmento Alimentação voltou a apresentar variação positiva de 0,17% e puxou a alta no encerramento de agosto.

Outro aspecto que permanece a deteriorar as expectativas inflacionárias é a alta do dólar frente ao real. Como informamos acima, os analistas do mercado financeiro, elevou a estimativa para o IPCA de 2013, de 5,80% para 5,83%.

Por sua vez, o resultado de alta do PIB brasileiro surpreendeu o mercado, levando a revisão das projeções para a economia.

O mercado aguarda com grande expectativa a ata da última reunião do COPOM – Comitê de Política Monetária, que acontece na próxima quinta-feira, 05/09. O mercado espera por maiores detalhes da motivação do comitê do Banco Central em manter o ritmo de elevação da taxa básica de juros em 0,5 ponto porcentual, além de possíveis informações sobre os próximos movimentos do BACEN na condução da politica monetária.

No sábado, 31/08, durante o discurso de encerramento de evento na BM&F Bovespa, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reforçou a estratégia de atuação no câmbio, ao falar em ofertar de proteção, mas não deixou claro se a autoridade monetária lançará mão de leilões de dólar à vista. Ele destacou que há uma estratégia clara do BACEN no mercado de cambio, com os leilões semanais de swap cambial e de venda de dólares com compromisso de recompra.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos voltaram a reduzir a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira de 2013 de US$3,40 bilhões para US$3,00 bilhões. Para 2014, a projeção do superávit comercial recuou de US$ 9,00 bilhões para US$ 8,00 bilhões.

Em 2013 a projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Preços administrados

No Brasil, o termo “preços administrados por contrato ou administrados”, refere-se aos preços que são insensíveis às condições de oferta e de demanda porque são estabelecidos por contrato ou por órgão público.

Os preços administrados estão divididos nos seguintes grupos: os que são regulados em nível federal – pelo próprio governo federal ou por agências reguladoras federais – e os que são determinados por governos estaduais ou municipais. Nos primeiro grupo, estão incluídos os preços de serviços telefônicos, derivados de petróleo (gasolina, gás de cozinha, óleo para motores), eletricidade e planos de saúde. Os preços controlados por governos subnacionais incluem a taxa de água e esgoto, o IPVA, o IPTU e a maioria das tarifas de transporte público, como ônibus municipais e serviços ferroviários.

Para 2013, a projeção dos economistas dos bancos para os preços administrados foi mantida em 1,80%. Para 2014 a estimativa do mercado financeiro, também foi mantida, só que em 4,50%.