Os economistas dos bancos elevaram pela segunda semana seguida a sua projeção para o índice de inflação oficial do governo medido pelo IPCA para 2013. Por outro lado, reduziram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira para este ano e para 2014. Estas informações constam do Relatório de Mercado – FOCUS, publicado semanalmente pelo Banco Central do Brasil baseado em pesquisa junto aos economistas de 100 instituições financeiras do mercado.
PIB
Os analistas das instituições financeiras reduziram, a sua projeção para o PIB – Produto Interno Bruto brasileiro em 2013 de 2,49% para 2,46%. A estimativa para a produção industrial brasileira de 2013, em contrapartida, foi elevada pelos analistas do mercado financeiro, de 2,50% para 2,56%.
Para 2014, a projeção dos economistas dos bancos para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB, recuou de 3,20% para 3,10%. Já a estimativa para a produção industrial para 2014 também recuou foi elevada de 3,20% para 3,10%.
Inflação
Os analistas do mercado financeiro elevaram, mais uma vez, a sua estimativa para o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo para 2013 de 5,83% para 5,86%. Para 2014, os economistas dos bancos mantiveram, pela sexta semana seguida, a sua projeção para o índice oficial que baliza as metas para a inflação do governo em 5,80%.
Inflação de curto prazo
As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos em sua projeção, mantiveram em 0,36% a sua estimativa para o IPCA de junho. Para o índice de inflação de julho, os analistas do mercado financeiro que mais acertam a sua projeção, reduziram a sua projeção para o IPCA de 0,31% para 0,26%.
Para a expectativa em relação ao índice de inflação acumulada para os próximos 12 meses a projeção dos analistas do mercado financeiro recuou de 5,69% para 5,66%.
Juros
Os economistas do mercado financeiro mantiveram a sua projeção para a taxa básica de juros da economia em 9,00% ao ano para 2013 e 2014.
A realocação de recursos dos investidores estrangeiros, que abrangeu todos os mercados emergentes, acontece em um momento de reavaliação das expectativas de inflação no mercado brasileiro. No primeiro momento, o reflexo mais direto, além da desvalorização do real, foi o reforço da expectativa da alta da taxa Selic por parte dos investidores, manifestado numa significativa abertura (alta) das taxas dos ativos. A esperada acomodação sazonal dos índices inflacionários para meados do ano pode assegurar alguma flexibilidade à equipe econômica na condução da política de juros. Até lá, os ajustes no cenário externo e os demais indicadores econômicos devem continuar afetando o ritmo da volatilidade.
Câmbio
Os analistas dos bancos elevaram a sua estimativa para a taxa de câmbio em 2013 de R$ 2,10 para R$2,13 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa dos analistas do mercado financeiro para o dólar foi elevada de R$2,15 para R$2,20 por dólar.
Balanço de pagamentos e IED
Os economistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a sua projeção para o saldo positivo da balança comercial brasileira para 2013 de US$6,55 bilhões para US$6,50 bilhões. Para 2014, a projeção de superávit comercial recuou de US$ 9,00 bilhões para US$ 8,00 bilhões.
A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões.
Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.
Os analistas das instituições financeiras voltaram a elevar a sua projeção para a taxa Selic em 2013 e 2014. Em contrapartida, reduziram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira para este ano. Estas informações constam do Relatório de Mercado – FOCUS, publicado semanalmente pelo Banco Central do Brasil baseado em pesquisa junto aos economistas de 100 instituições financeiras do mercado.
PIB
Por mais uma semana, a quinta, os economistas dos bancos reduziram, a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2013 de 2,53% para 2,49%. A projeção para a produção industrial brasileira de 2013 foi reduzida pelos analistas do mercado financeiro, de 2,53% para 2,50%.
Para 2014, a estimativa mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB, permaneceu em 3,20%%. Já a estimativa para a produção industrial para 2014 foi elevada de 3,00% para 3,20%.
Inflação
Os economistas dos bancos elevaram a sua projeção para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA de 2013 de 5,80% para 5,83%. Para 2014, os analistas das instituições financeiras mantiveram, pela quinta semana seguida, a sua projeção para o índice oficial que baliza as metas para a inflação do governo em 5,80%.
Inflação de curto prazo
As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos em sua projeção, elevaram a sua estimativa para o IPCA em junho de 0,35% para 0,36%. Para o índice de inflação de julho, os economistas das instituições que mais acertam a sua projeção, também elevaram a sua estimativa para o IPCA de 0,29% para 0,31%.
Para a expectativa em relação ao índice de inflação acumulada para os próximos 12 meses a estimativa dos analistas do mercado financeiro subiu 5,65% para 5,69%.
Juros
Os analistas do mercado financeiro elevaram, pela terceira semana seguida, a sua estimativa para a taxa básica de juros da economia de 8,75% para 9,00% ao ano em 2013. Para o próximo ano, a projeção para a taxa Selic, também foi elevada de 8,75% ao ano para 9,00% ao ano, o que pressupõem manutenção dos juros em 2014.
A perspectiva de elevação da taxa Selic deve contribuir para a manutenção de um cenário de volatilidade no segmento de renda fixa, sobretudo nos fundos atrelados a inflação.
Câmbio
Os analistas dos bancos mantiveram a sua projeção para a taxa de câmbio em 2013 em R$ 2,10 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa dos analistas do mercado financeiro para o dólar foi mantida em 2,15 por dólar.
Balanço de pagamentos e IED
Os analistas das instituições financeiras voltaram a reduzir a sua projeção para o saldo positivo da balança comercial brasileira para 2013 de US$7,35 bilhões para US$6,55 bilhões. Para 2014, a projeção de superávit comercial recuou de US$ 10,00 bilhões para US$ 9,00 bilhões.
A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões.
Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.
Os economistas do mercado financeiro elevaram a sua estimativa para a taxa básica de juros da economia tanto para 2013 quanto para 2014. Em relação à inflação medida pelo IPCA a publicação semanal da autoridade monetária, mostra que os analistas das instituições financeiras mantiveram a sua estimativa para 2013 e 2014. Estas informações constam do Relatório de Mercado – FOCUS, publicado semanalmente pelo Banco Central do Brasil baseado em pesquisa junto aos economistas de 100 instituições financeiras do mercado.
PIB
Pela quarta semana consecutiva os analistas do mercado financeiro reduziram, a sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2013 de 2,77% para 2,53%. A estimativa para a produção industrial de 2013 foi elevada pelo mercado financeiro, pela segunda semana seguida, de 2,50% para 2,53%.
Para 2014, a estimativa dos economistas do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB, recuou de 3,40% para 3,20%%. Já a estimativa para a produção industrial para 2014 foi mantida em 3,00%.
Inflação
O mercado financeiro reduziu a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA de 2013 de 5,81% para 5,80%. Para 2014, os economistas dos bancos mantiveram a sua projeção para o índice oficial que baliza as metas de inflação do governo em 5,80%.
Inflação de curto prazo
As instituições financeiras classificadas como Top 5, em razão de apresentarem a melhor média de acertos em sua projeção, elevaram a sua estimativa para o IPCA em junho de 0,32% para 0,35%. Para o índice de inflação de julho, os economistas das instituições que mais acertam a sua projeção, reduziram a sua estimativa para o IPCA de 0,35% para 0,29%.
Para a expectativa em relação ao índice de inflação acumulada para os próximos 12 meses a estimativa dos analistas do mercado financeiro recuou de 5,67% para 5,65%.
Juros
Os economistas dos bancos elevaram, a sua projeção para a taxa básica de juros da economia de 8,50% para 8,75% ao ano em 2013. Para 2014, a estimativa para a taxa Selic, também foi elevada de 8,50% ao ano para 8,75% ao ano, o que pressupõem manutenção dos juros em 2014.
Neste sentido mantemos a nossa perspectiva e alertamos para manutenção dos períodos de volatilidade em virtude da elevação dos juros e principalmente o noticiário relacionado ao rebaixamento da classificação de risco do Brasil pela Standard & Poor’s e o baixo crescimento econômico apresentado pelo país. As expectativas de crescimento e inflação continuarão calibrando a precificação dos ativos para o ano de 2013.
Câmbio
Os economistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção para a taxa de câmbio em 2013 de R$ 2,05 para R$2,10 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa dos analistas do mercado financeiro para o dólar também foi elevada de 2,07 para 2,10 por dólar.
Balanço de pagamentos e IED
Os analistas das instituições financeiras voltaram a reduzir a sua projeção para o saldo positivo da balança comercial brasileira para 2013 de US$8,30 bilhões para US$7,35 bilhões. Para 2014, a projeção de superávit comercial foi elevado de US$ 9,80 bilhões para US$ 10,00 bilhões.
A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos permaneceu em US$ 60 bilhões.
Para 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.
O Banco Central do Brasil divulgou a pouco a ata da reunião do Copom – Comitê de Política Monetária realizada nos dias 28 e 29/05. O documento reitera que, em momentos como o atual, a política monetária deve se manter principalmente vigilante, de modo a minimizar riscos que níveis elevados de inflação, como o observado nos últimos 12 meses, persistam no horizonte da política monetária. Na avaliação do Copom, no curto prazo, a inflação em 12 meses ainda apresenta tendência de elevação e o balanço de riscos para o cenário prospectivo se apresenta desfavorável.
A autoridade monetária, deu prosseguimento a sua politica de aperto monetário ajustando a taxa básica de juros. A decisão pela elevação da Selic para 8,00% ao ano se deu de forma unanime, sem viés. O Copom avalia, ainda, que essa decisão colaborará para o declínio da inflação e poderá garantir que essa tendência se mantenha em 2014.
O documento reproduziu a avaliação trazida na ata da reunião de abril, admitindo que a inflação de serviços segue em níveis elevados. Os diretores do Banco Central alegam que, em 12 meses, esse conjunto de preços subiu em média 8,13% – em abril de 2012 era 8,00%.
Foi destaque ainda as pressões verificadas no segmento de alimentos e bebidas. “Em síntese, a inflação de serviços segue em níveis elevados, e observam-se pressões no segmento de alimentos e bebidas“, ratificou o documento.
A ata adverte que o IPCA foi de 0,55% em abril, 0,09 ponto percentual menor se comparado ao mesmo período do ano passado. Logo, conforme com o documento, a inflação acumulada em doze meses atingiu 6,49% em abril (5,10% se comparado a abril de 2012).
Os preços administrados, ou seja, os que dependem do governo para serem majorados registraram alta de 1,55% (3,73% se comparado a abril de 2012), já os preços livres, aqueles que variam ao sabor da oferta e da procura, variaram 8,09% em doze meses (5,63% se comparado a abril de 2012). Entre os preços livres, os dos bens comercializáveis aumentaram 6,57%, e os dos bens não comercializáveis, 9,44%.
O segmento de alimentos e bebidas, afetados fortemente por fatores climáticos, variaram 0,96% em abril e 14,00% em doze meses (6,23% se comparado a abril de 2012).
IMA
No curto e médio prazos os fundos atrelados ao IMA ainda devem sofrer com a volatilidade. Entretanto é preciso estar atento aos efeitos do ajuste da politica monetária sobre a inflação, que em caso positivo, deve favorecer uma melhora significativa desta modalidade de fundos.
Mas por enquanto o mais indicado é buscar se proteger a volatilidade que afeta os fundos indexados a inflação e a taxa prefixada, principalmente aqueles com carteiras indexadas a ponta mais longa da curva de juros.