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abril, 2013

MERCADO ELEVA PROJEÇÃO DE IPCA E MATÉM ESTIMATIVA PARA PIB DE 2013

O Banco Central do Brasil divulgou hoje, 29/04, o Relatório de Mercado – FOCUS onde os analistas das instituições financeiras voltaram a elevar a sua estimativa para o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 2013, mantendo a expectativa de inflação para o próximo ano.  Em relação ao crescimento da economia brasileira o mercado financeiro manteve a sua estimativa tanto para 2013 como para 2014.

PIB

Os economistas dos bancos mantiveram, pela terceira semana, a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 3,00% para 2013. Para o próximo ano, a projeção do mercado financeiro para a evolução do PIB brasileiro, permaneceu igualmente no mesmo patamar da semana anterior.

Inflação

Os economistas dos bancos elevaram, pela segunda semana seguida, a sua estimativa para o IPCA de 5,70% para 5,71%. Para 2014 a projeção dos analistas das instituições financeiras foi mantida em 5,71%.

Inflação de curto prazo

Os analistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para o IPCA de abril de 0,44% para 0,45%. Para o índice de inflação de maio, os economistas dos bancos também elevaram a sua projeção, de 0,31% para 0,32%.

Juros

Após a divulgação da Ata do Copom, na última quinta-feira, os economistas dos das instituições financeiras mantiveram, a sua projeção para a taxa básica de juros da economia em 8,25% ao ano em 2013. Para 2014, a estimativa para a taxa básica de juros da economia foi reduzida de 8,50% ao ano para os atuais 8,25% ao ano.

ATA do COPOM

De acordo com o documento oficial da reunião do Copom – Comitê de Politica Monetária, o nível elevado de inflação e a dispersão do aumento de preços favorece para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta da política monetária.

O documento mostra que o Copom ponderou, porém, que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com “cautela”.

A ata explicou ainda que o julgamento de todos os membros do Copom é convergente no que se refere à necessidade de uma ação de política monetária destinada a neutralizar riscos que se apresentam no cenário prospectivo para a inflação, notadamente para o próximo ano.

Câmbio

A projeção dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2013 permaneceu em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa do mercado financeiro para o dólar foi mantida em 2,04 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram de US$ 10,60 bilhões para US$ 10,25 bilhões a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013. Para o próximo ano, a projeção de superávit comercial recuou de US$ 11,30 bilhões para US$ 11,05 bilhões.

A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos ficou em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Os perigos da renda garantida nos fundos imobiliários

Em alguns casos, a renda garantida “maquia” o retorno real do fundo e, quando acaba, o cotista ganha muito menos

Alguns fundos imobiliários recém-lançados oferecem a chamada renda mínima garantida, que consiste em pagar ao investidor um rendimento mensal, por um período predeterminado.

Essa renda existe porque, dependendo do fundo, pode demorar algum tempo até que o imóvel comece a gerar rendimentos por meio do aluguel e esta “garantia” faz com que os investidores tenham mais interesse em aplicar durante a fase pré-operacional do fundo.

Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa

O problema é que, em alguns casos, a renda garantida “maquia” o retorno real e quando ela acaba a rentabilidade mensal pode despencar. Foi isso que aconteceu no ano passado com o fundo do Shopping West Plaza (WPLZ11B). Com a renda garantida, os cotistas recebiam mensalmente R$ 0,83 por cota. Quando ela terminou, os investidores passaram a receber em torno de R$ 0,33 por cota, referente às receitas de aluguel do shopping. “É importante que as pessoas saibam como funciona e entendam que essa receita é artificial, podendo ou não ser atingida pela renda operacional (real) no futuro”, aponta o advogado e especialista em fundos imobiliários Arthur Vieira de Moraes.

Outro fundo que possui renda garantida e que deve distribuir menos rendimentos para os cotistas depois do seu término é o Floripa Shopping (FLRP11B). A renda de R$ 8,80 por cota será distribuída até o mês de outubro. Depois disso, o fundo passará a distribuir apenas a renda das receitas, que, em dezembro de 2012, foi de R$ 2,50 por cota. Nos meses de outubro e novembro de 2012, as receitas líquidas foram de R$ 4 e R$ 3,90 por cota, respectivamente.

Mas não é sempre que os fundos imobiliários com renda garantida pagam menos para o investidor depois do final do seu período de vigência. Fundos como o Shopping Pátio Higienópolis e o CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11) utilizaram este recurso no início e depois continuaram oferecendo bons retornos para os cotistas. Outro fundo que conta com a renda garantida, mas cujas receitas já são suficientes para pagar rentabilidade maior é o Shopping Dom Pedro (PQDP11). A renda garantida deste fundo é de R$ 0,83 por cota, mas a distribuição de rendimentos já é maior por conta das receitas.

A renda é garantida mesmo?

É importante lembrar que nenhum fundo pode prometer rentabilidade para os cotistas. Por isso, a renda garantida é oferecida por um terceiro, normalmente pela construtora ou pela administradora do imóvel e, mesmo que não seja comum, pode haver problemas no seu pagamento.

Isso já aconteceu com dois fundos imobiliários: o FII Projeto Água Branca (FPAB11) e o FII Memorial Office. Na emissão inicial, a construtora Ricci ofereceu a renda garantida aos fundos, que não foi paga. No caso do fundo Projeto Água Branca, 6 investidores institucionais que participaram da emissão inicial foram afetados e no Memorial Office (FMOF11) o calote da construtora impactou 11 investidores, também institucionais, que compraram as cotas na primeira emissão.

Fernando Silva Telles, diretor da Coinvalores, gestora responsável pelos dois fundos, explica que isso não afetou os investidores que compraram as cotas no mercado secundário. “O investidor atual, que adquiriu as cotas na bolsa, não sofreu nenhum tipo de perda”, diz.

No último relatório de administração dos dois fundos, a Coin mostra que as cobranças contra a construtora Ricci estão em andamento na justiça. Em caso de ressarcimento, os valores serão devolvidos aos investidores institucionais que entraram na emissão inicial de cotas e levaram prejuízo – os cotistas atuais não sofreram perdas e também não têm direito a este pagamento.

Como em qualquer mercado, Telles lembra que existe risco nos fundos imobiliários, mesmo aqueles que oferecem a renda garantida. “Onde quer que você pretenda investir, deve sempre estudar o mercado e saber o que está comprando. Precisa saber de quem é o empreendimento, se o imóvel está pronto, os inquilinos. Tudo deve ser muito bem analisado”, ressalta.

Dinheiro do investidor

Para Arthur Vieira de Moraes, a renda garantida é uma alternativa para os fundos conseguirem investidores que apoiem projetos de longo prazo. “O investidor brasileiro ainda não tem cultura de longo prazo, assim, convence-lo a participar de um projeto sabendo que ele precisará esperar um ou dois anos para começar a ter retorno é algo difícil, e a renda garantida por um lado atende a essa demanda de curto prazo e, por outro, permite que os FII financiem grandes empreendimentos imobiliários”, afirma Moraes, ressaltando que esta renda não deve ser utilizada como argumento de venda do fundo.

O advogado lembra que os recursos utilizados para pagar esta renda garantida são do próprio investidor e isso deve ficar claro para quem aplica. Funciona de seguinte maneira: Se um fundo precisasse construir um imóvel e, para isso, o valor de cada cota devesse custar R$ 88, o gestor pode emitir as cotas a um preço mais caro – R$ 100, por exemplo. Desta forma, com estes R$ 12 de diferença, ele pode distribuir R$ 1 por mês, durante um ano, como rentabilidade garantida ao cotista.

Fonte primária da informação: Infomoney

MERCADO ELEVA PROJEÇÃO DE IPCA PARA 2013 E 2014

O Relatório de Mercado – FOCUS divulgado hoje, 22/04, pela autoridade monetária revela que os economistas dos bancos voltaram a elevar a sua estimativa para o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo tanto de 2013 como do próximo ano. Em contrapartida reduziram a projeção para o crescimento da produção industrial brasileira.

PIB

Os analistas do mercado financeiro mantiveram, pela segunda semana seguida, a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira  em 3,00% para este ano. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para a evolução do PIB brasileiro, também permaneceu no mesmo patamar da semana anterior, 3,50%.

Inflação

Os analistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA de 5,68% para 5,70%. O mercado financeiro elevou de 5,70% para 5,71% a sua projeção para o IPCA de 2014.

Inflação de curto prazo

Da mesma maneira que aposta em inflação maior para o fim do período, os analistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para o IPCA de abril de 0,42% para 0,44%. Para o índice de inflação de maio, os economistas dos bancos também elevaram a sua projeção, só que de 0,29% para 0,31%.

Juros

Após a elevação dos juros pelo COPOM – Comitê de Politica Monetária, os economistas dos das instituições financeiras reduziram, a sua estimativa para a taxa básica de juros da economia de 8,50% ao ano para 8,25% ao ano em 2013. Para 2014, a estimativa para a taxa básica de juros da economia foi mantida em 8,50%.

Top 5

Tops 5, assim são conhecidos os bancos que mais acertam as suas projeções para o Boletim de Mercado – Focus. Mensalmente o BACEN, divulga a lista das 5 instituições que mais acertam suas projeções em relação ao desempenho dos principais indicadores econômicos da economia brasileira.

Nesta edição do FOCUS, os analistas dos Top 5, também reduziram a sua estimativa para a taxa Selic em 2013 de 8,50% ao ano para 8,25% ao ano. Igualmente passaram a trabalhar com a possiblidade de taxa de juros de 8,25% ao ano também em 2014, logo reduziram sua estimativa para os juros no próximo ano.

COPOM

Nesta semana o Banco Central do Brasil elevou a taxa básica de juros da economia em 0,25% que passou para 7,5% ao ano. A mensagem do Banco Central foi de cautela até mesmo na hora de subir os juros.

O Banco Central está preocupado com uma inflação resistente.

Os analistas do mercado financeiro esperam que esse seja o inicio de um ciclo de alta na taxa básica de juros, mas pelo tom da nota divulgada apos a reunião, acreditam  que a autoridade monetária será  moderado.

No comunicado, o Copom admite que a inflação está alta e é resistente, mas diz que as “incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela”.

O que de certo ficou foi que o tamanho da alta dos juros foi menor do que o esperado pelo mercado o que provocou uma melhor na rentabilidade dos ativos atrelados ao IMA e seus subindices.

Câmbio

A projeção dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2013 permaneceu em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa do mercado financeiro para o dólar foi elevada de R$ 2,03 para 2,04 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram de US$ 10,64 bilhões para US$ 10,60 bilhões a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013. Para o próximo ano, a projeção de superávit comercial recuou de US$ 12,00 bilhões para US$ 11,30 bilhões.

A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos ficou em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

O primeiro trimestre de 2013 – volatilidade e risco

No segmento de renda fixa, o primeiro trimestre de 2013 foi marcado pela dificuldade em se estabelecer um cenário que pudesse projetar com maior segurança as estratégias dos investidores no médio e longo prazo. A expectativa do desfecho da reunião do Copom em abril, fez com que não houvesse consenso em relação à direção da taxa básica de juros e com diferentes interpretações em relação aos indicadores econômicos, principalmente inflação e nível de atividade econômica. Aliado a isso o mercado divergiu em relação aos comunicados emitidos pelo governo, e tal fato reforçou o cenário de insegurança.

A possibilidade de que essa dinâmica possa continuar pautando o mercado por um período mais longo – a próxima reunião do Copom está prevista para o final de maio – tem provocado uma elevação da volatilidade dos índices de renda fixa das carteiras de longo prazo, que atingiu no início de abril o maior patamar no ano.

Ao longo do primeiro trimestre, com o cenário bem mais volátil, grande parte dos investidores passou a diminuir sua exposição à taxa de juros prefixados de longo prazo em seu portfólio de renda fixa, afetando desta forma a formação da taxa desses ativos e a percepção de valorização dos respectivos índices no período.

O primeiro trimestre de 2013 foi um período marcado pela volatilidade das principais aplicações financeiras, independentemente do nível de risco, em relação à inflação.

Essa pode ser considerada o motivo pelo qual os investidores passaram a migrar de investimentos mais arriscados para outros menos voláteis de retorno pós-fixados, atrelados ao CDI, como indicam os dados mais atualizados do desempenho do mercado financeiro no trimestre.

No segmento de renda variável, os números indicam uma maior procura por ativos e produtos de gestão ativa, ao invés de produtos e fundos de ações que buscam acompanhar o desempenho dos principais índices da Bolsa de Valores, Ibovespa e IBrX.

Fundos DI

Os números relativos ao primeiro trimestre revelam que mais de R$ 3,3 bilhões foram sacados dos Fundos DI, enquanto um montante de R$ 27 bilhões (aplicações e resgates) girou nos fundos de Renda Fixa, em contraste com o cenário observado no início do ano passado.

Os fundos DI ganham quando a taxa básica de juros aumenta, enquanto os fundos de Renda Fixa, atrelados à taxa pré-fixada, têm desempenho mais vantajoso quando o cenário é de queda dos juros.

Contudo, os números apresentados em março chamam a atenção: somente considerando os fundos DI, as aplicações excedem as retiradas em R$ 2,1 bilhões. Por sua vez, os fundos de Renda Fixa apresentaram resgates superiores ao volume aplicado com uma diferença de R$ 4,8 bilhões.

Ainda é prematuro afirmar que os dados do trimestre se configuram como uma tendência. Entretanto, essa provável modificação no comportamento dos investidores faz sentido. Até dezembro de 2012, a maior parte dos analistas e economistas de mercado estimava uma redução da taxa básica de juros, com base no baixo ritmo de crescimento econômico. Mas 2013 traz uma percepção quase geral de que a taxa Selic deverá subir novamente.

O Relatório de Mercado – FOCUS, que traz as projeções dos economistas de cem instituições financeiras, assinala a Selic em 8,5% ao ano em dezembro deste ano. Mesmo patamar esperado para o próximo ano, ante uma taxa de 7,25% observada atualmente.

A taxa de juros é um dos principais instrumentos de politica monetária do governo para controlar a liquidez (quantidade de dinheiro em circulação) da economia porque, entre outros motivos, afeta diretamente o custo do dinheiro para os consumidores e empresas. Quando a politica econômica está voltada para o baixo crescimento, a taxa de juros tende a ser reduzida. Quando a preocupação com a inflação é a maior, a tendência é de elevação dos juros.

IMA – Índice de Mercado Anbima

O resultado consolidado dos retornos das carteiras dos títulos públicos no primeiro trimestre sugeriu um movimento favorável aos índices com ativos de menor prazo médio. O IRF-M 1 e o IMA-B 5 – com carteiras prefixada e indexada ao IPCA de até um e cinco anos, proporcionaram, respectivamente, variações no trimestre de 0,19% e 0,38%, em contrapartida as carteiras compostas por títulos mais longos (IRF-M 1+ e IMA-B5+) apresentaram retornos negativos acumulados no primeiro trimestre de 2013, de -0,38% e -3,83%.

Observamos que no acumulado do primeiro trimestre, o desempenho dos títulos de prazo mais curto foi mais favorável, ainda que esse resultado não reflita a diversidade de movimentos de valorização dessas carteiras observada no mercado ao longo de 2013.

Bolsa de Valores

A falta de interesse do investidor pessoa física pela Bolsa de Valores é aparente: a participação deste grupo de investidores no movimento da Bolsa desabou de 25% para 15% em 2012, uma tendência que se observa também o primeiro trimestre deste ano.

A fraca performance do Índice Bovespa nos três últimos anos são os fatores que podem explicar o desinteresse do investidor. É provável que o investidor não perceba que as quedas recentes possam se configurar em oportunidade para alocações pontuais em momentos de baixa, ou que tenha cansado de esperar a recuperação do mercado.

Este sentimento de aversão ao risco que observamos neste momento, pode ocorrer, via de regra, por falta de maiores informações. As possibilidades de ganhos existem, pois diversas empresas consideradas sólidas têm apresentado bons lucros, porém estas oportunidades, não estão atreladas as ações componentes do Índice Bovespa, ou outro indicador de desempenho de ações de primeira linha.

Por sua vez os investidores institucionais (fundos de pensão, seguradoras, etc.) apostam suas fichas em fundos que buscam retorno superior ao Ibovespa e outros indicadores de liquidez bolsa. Estes investidores apostam em fundos small caps, dividendos, consumo e infraestrutura como forma de rentabilizarem seus investimentos.

Perspectiva

De concreto, o que se vê é um cenário complicado, onde a cautela se faz necessária, buscando proteção contra a volatilidade, sobretudo à observada no segmento de renda fixa, especificamente em títulos de longo prazo de taxa pré-fixada e atrelados ao IPCA.

MERCADO REDUZ PROJEÇÃO PARA IPCA EM 2013

O Banco Central do Brasil divulgou hoje, 15/04, o Relatório de Mercado – FOCUS mostrando que os analistas das instituições financeiras mais uma vez reduziram a sua projeção para a inflação medida pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo em 2013. Por sua vez mantiveram  a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira neste ano.

PIB

Os economistas dos bancos mantiveram sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2013 em 3,00%. Para o próximo ano, a projeção dos analistas do mercado financeiro para o crescimento do PIB, também permaneceu no mesmo patamar da semana passada, ou seja, em 3,50%.

Inflação

Os analistas do mercado financeiro reduziram pela segunda semana seguida a sua projeção para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA de 5,70% para 5,68%. Para 2014, os economistas das instituições financeiras mantiveram em 5,70% a sua projeção para o IPCA.

Inflação de curto prazo

Para a inflação de curto prazo o mercado financeiro reduziu a sua estimativa de 0,41% para 0,38% para o IPCA de abril. Para o IPCA de maio, os analistas dos bancos também reduziram a sua estimativa, só que de 0,35% para 0,29%.

Juros

Os analistas das instituições financeiras mantiveram, pela terceira semana seguida, a sua estimativa para a Selic em 8,50% ao ano para 2013. Para o próximo ano, a estimativa para a taxa básica de juros da economia também foi mantida em 8,50%.

Top 5

Tops 5, assim são conhecidos os bancos que mais acertam as suas projeções para o Boletim de Mercado – Focus. Mensalmente o BACEN, divulga a lista das 5 instituições que mais acertam suas projeções em relação ao desempenho dos principais indicadores econômicos da economia brasileira.

Nesta edição do FOCUS, os analistas dos Top 5, voltaram a subir a sua estimativa para a taxa Selic de 2013 de 8,25% ao ano para 8,50% ao ano. A projeção para a elevação da Selic na próxima reunião do Copom – Comitê de Politica Monetária permaneceu inalterada em 7,25% ao ano pela 25º semana seguida, desta forma os analistas que mais acertam suas estimativas não acreditam em elevação dos juros na próxima reunião que acontece nos dias 16 e 17/04.

COPOM

Nesta semana, o COPOM – Comitê de Política Monetária do Banco Central se reúne para decidir a mudança na taxa básica de juros Selic. O anúncio será feito na quarta-feira. Segundo expectativas, de grande parte, dos analistas do mercado financeiro, o Banco Central deve aumentar o juro em 0,25 ponto percentual, levando a Selic dos atuais 7,25% para 7,50% ao ano. Além disso, na sexta-feira, o IBGE divulga o IPCA-15, índice de preços que é considerado uma prévia da inflação no mês.

Câmbio

A projeção dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2013 permaneceu em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa do mercado financeiro para o dólar recuou de R$ 2,04 para 2,03 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram de US$ 11,00 bilhões para US$ 10,64 bilhões a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013. Para o próximo ano, a projeção de superávit comercial permaneceu em US$ 12,00 bilhões.

A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos ficou em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

MERCADO REDUZ ESTIMATIVA PARA INFLAÇÃO E PIB EM 2013

O Relatório de Mercado – FOCUS, divulgado hoje, 08/04, pelo Banco Central do Brasil revela que os economistas do mercado financeiro reduziram a sua estimativa para o índice de inflação oficial em 2013, como também reduziu a sua projeção para o crescimento da economia neste ano.

PIB

A autoridade monetária revelou hoje através do Relatório de Mercado – FOCUS, que os analistas dos bancos reduziram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2013 de 3,01% para 3,00%. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para o crescimento do PIB permaneceu em 3,50%.

O mercado aguarda com muita expectativa a divulgação do PIB para o primeiro trimestre do ano. Este número pode indicar qual rumo o Governo seguirá na condução da politica econômica.

Inflação

Os economistas do mercado financeiro reduziram a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA de 5,71% para 5,70%. Para 2014, os analistas das instituições financeiras elevaram de 5,68% para 5,70% a sua projeção para o IPCA.

Inflação de curto prazo

Para a inflação de curto prazo os analistas das instituições financeiras mantiveram, pela segunda semana, a sua estimativa para a inflação de março em 0,50%. O índice de inflação de abril medido pelo IPCA também permaneceu inalterado em relação a semana anterior, na avaliação dos analistas dos bancos deve ficar em 0,40%.

Juros

Os analistas das instituições financeiras mantiveram a sua estimativa para a Selic em 8,50% ao ano para 2013. Para o próximo ano, a estimativa para a taxa básica de juros da economia foi igualmente mantida em 8,50%.

Top 5

Tops 5, assim são conhecidos os bancos que mais acertam as suas projeções para o Boletim de Mercado – Focus. Mensalmente o BACEN, divulga a lista das 5 instituições que mais acertam suas projeções em relação ao desempenho dos principais indicadores econômicos da economia brasileira.

Nesta edição do FOCUS, os analistas dos Top 5, reduziram a sua projeção para a taxa Selic para o fim de 2013 de 8,50% ao ano para 8,25% ao ano. A projeção para a elevação da Selic na próxima reunião do Copom – Comitê de Politica Monetária permaneceu inalterada em 7,25% ao ano pela 25º semana seguida, desta forma os analistas que mais acertam suas estimativas não acreditam em elevação dos juros na próxima reunião que acontece nos dias 16 e 17/04.

Câmbio

A projeção dos analistas dos bancos para a taxa de câmbio em 2013 continuou em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa do mercado financeiro para o dólar permaneceu em R$ 2,05 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram de US$ 12,40 bilhões para US$ 11,00 bilhões a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013. Para o próximo ano, a projeção de superávit comercial também recuou, mas de US$ 12,65  bilhões para US$ 12,00 bilhões.

A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos ficou em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Fundos imobiliários atingem 100 mil investidores e 100 fundos negociados na bolsa

No final de 2008, havia apenas 25 fundos imobiliários cadastrados na bolsa

Os fundos imobiliários atingiram duas marcas importantes no final do mês de março. De acordo com dados da BM&FBovespa, o terceiro mês do ano se encerrou com 102.691 investidores e 100 fundos negociados na Bolsa de Valores.

Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa

Para se ter ideia do crescimento desta indústria, no final de 2008 havia 25 fundos cadastrados na bolsa. Já o crescimento do número de investidores foi ainda mais impressionante: em janeiro de 2011,  19.732 pessoas aplicavam seus recursos em fundos imobiliários, o que indica um aumento de 5 vezes em pouco mais de dois anos. Para o advogado e especialista em fundos imobiliários, Arthur Vieira de Moraes, a velocidade do crescimento é o que mais chama atenção. “É um crescimento que impressiona. Mas se pensarmos na população do Brasil e no número de investidores potenciais, 100 mil investidores ainda pode ser considerado pouco. Este mercado tem muito potencial para crescer”, disse.

Já em relação ao número de fundos, ele acredita que a tendência é de que haja um crescimento de proporções menores ao número de investidores daqui para frente. “Ainda temos muitos fundos monoativos (que possuem apenas um imóvel na carteira), quando o ideal são fundos mais diversificados, com uma quantidade maior de imóveis no portfólio. A tendência é que surjam menos fundos, com mais imóveis, características de mercados desenvolvidos, como nos EUA”, aponta.

No ano passado, algumas ofertas contribuíram para popularizar ainda mais este mercado. A mais relevante foi a do BB Progressivo II (BBPO11), que investe em agências e prédios comerciais do Banco do Brasil. Em apenas 8 pregões (o fundo estreou no dia 12 de dezembro), o fundo movimentou mais de R$ 546 milhões na bolsa brasileira e se tornou um dos fundos imobiliários mais negociados. “Com este crescimento [da indústria de fundos imobiliários], foram criadas espécies de ‘blue chips’ dos fundos imobiliários”, afirma o diretor de investimentos imobiliários da Rio Bravo Investimentos, José Diniz.

Junto com o BB Progressivo II, outros fundos já possuem grande liquidez na bolsa, como o BTG Corporate Office Fund, conhecido como BC Fund, maior fundo imobiliário do país, que negocia mais de R$ 3 milhões por dia, em média. O fundo Santander Agências (SAAG11) e o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) também negociam na casa dos “milhões” diariamente.

Valorização

Em 2012, o Ifix, índice de fundos imobiliários calculado pela bolsa paulista, avançou 35%, muito acima de outros investimentos – O Ibovespa, por exemplo, valorizou 7% neste período. Para especialistas, a queda da taxa de juros deixou os investimentos em fundos imobiliários mais atrativos – com menos prêmio na renda fixa, era natural que houvesse mais interesse por outras aplicações. A valorização dos imóveis nos últimos anos também contribuiu para este crescimento.

Para este ano, o diretor  da Rio Bravo afirma que os investidores ainda podem esperar valorização, mas não nessas proporções. “É mais natural que se espere algo entre 10% e 20%”, acredita. Este ano, o Ifix acumula leve alta de 0,13%.

Fonte primária da informação: Infomoney

Fundo imobiliário anuncia que não pagará rendimento na data prevista e cotas caem 3%

As cotas do RB Capital Prime Realty I terminaram o dia vendidas a R$ 61,13

A RB Capital informou na última quinta-feira (28), que o fundo RB Capital Prime Realty I (RBPR11) não realizará o pagamento de rendimentos no 10º dia útil de abril – como havia sido informado em fato relevante no dia 1º de março. As cotas do fundo terminaram o dia com queda de 2,95%, vendidas a R$ 61,13.

Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa

De acordo com a gestora do fundo, não foi possível operacionalizar a distribuição de dividendos por parte de determinadas sociedades investidas pelo fundo, mesmo que alguns empreendimentos já tenham gerado parte do caixa esperado. A gestora informou ao InfoMoney que o problema é apenas operacional e que o projeto em que o fundo investe está performando normalmente.

Ainda segundo o gestor, a equipe está trabalhando para resolver o problema operacional que dificulta o pagamento na data estipulada anteriormente e os esforços são para que o fundo consiga pagar os cotistas até o 10º dia útil de abril – o que, se concretizado, será informado por meio de novo fato relevante.

No comunicado, a RB Capital informou que assim que os recursos forem recebidos pelo fundo, “será realizado o pagamento extraordinário de amortização e rendimentos das cotas seniores, nos termos do comunicado a ser oportunamente divulgado ao Mercado e a BM&FBovespa”.

Sobre o fundo

O RB Capital Prime Realty I FII tem como objetivo investir, indiretamente via cota sênior, em um portfólio diversificado de empreendimentos imobiliários residenciais predefinidos, localizados em diferentes regiões do Brasil. O patrimônio do fundo está dividido em duas classes de cotas, ume sênior, que tem preferência no recebimento de rendimentos e amortização do principal, e outra subordinada. O fundo captou R$ 80 milhões em cotas sêniors e R$ 20 milhões em cotas subordinadas.

Fonte primária da informação: Infomoney

MERCADO MANTÉM ESTIMATIVA PARA INFLAÇÃO EM 2013, MAS ELEVA PROJEÇÃO DE PARA 2014

O Relatório de Mercado – FOCUS, divulgado hoje, 01/04, mostra que os analistas das instituições financeiras mantiveram inalterada a sua projeção para a inflação oficial do governo medida pelo IPCA de 2013. Em contrapartida elevaram a sua estimativa para a inflação de 2014.

PIB

Os economistas dos bancos elevaram sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2013 de 3,00% para 3,01%. Para o próximo ano, a estimativa do mercado financeiro para o crescimento do econômico permaneceu em 3,50%.

A prévia do PIB marcou 1,29% de dezembro para janeiro e indica que a economia brasileira vai crescer abaixo do esperado pelo Governo.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras mantiveram a sua projeção para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA em 5,71%. Para o próximo ano, os economistas do mercado financeiro elevaram de 5,60% para 5,68% a sua estimativa para o IPCA.

Inflação de curto prazo

Para a inflação de curto prazo os analistas das instituições financeiras também mantiveram a sua estimativa para a inflação de março de em 0,50%. O índice de inflação de abril medido pelo IPCA também ficou inalterado em relação a semana passada, na avaliação dos analistas dos bancos deve ficar em 0,40%.

Juros

Como a escalada da inflação é uma preocupação da autoridade monetária, os analistas dos bancos entendem que a forma como o BACEN deve lidar com o problema é elevando a taxa básica de juros da economia. Desta forma, a estimativa para a Selic foi elevada na semana passada para 8,50% ao ano. Nesta semana os analistas do mercado financeiro mantiveram a sua estimativa para 2013. Para o próximo ano mantiveram, também,  a sua estimativa em 8,50% ao ano.

Câmbio

A estimativa dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2013 continuou em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para o dólar permaneceu em R$ 2,05 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram de US$ 13 bilhões para US$ 12,40 bilhões a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013. Para o próximo ano, a projeção de superávit comercial também recuou, mas de US$ 13,3  bilhões para US$ 12,65 bilhões.

A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos ficou em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.