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março, 2013

Com juros baixos, ainda vale a pena investir em fundos de renda fixa?

Especialistas divergem quanto à validade, ou não, de aplicar nesse tipo de fundo, já que seu prêmio não tem sido um dos melhores

Durante muitos anos investir em renda fixa era sinônimo de tranquilidade e boa rentabilidade. Mas com a mudança no cenário econômico e os consecutivos cortes da Sellic (taxa básica de juros), essa classe de ativos passou a oferecer retornos muito menores, às vezes quase empatados com a inflação. Diante dessa situação, muitos investidores começaram a se questionar se ainda vale a pena aplicar dessa maneira, mesmo em um fundo de renda fixa que oferece diversificação e, teoricamente, menor risco.

“Para quem não sabe operar em renda fixa, um fundo pode ser uma boa ideia, pois há um profissional escolhendo os ativos”, aponta o economista e especialista em investimentos, Richard Rytenband. “Mas é preciso escolher um gestor com um bom histórico e um produto com taxa de administração razoável”.

O especialista afirma que nos últimos tempos, os títulos públicos do Tesouro Direto vêm oscilando (principalmente os títulos prefixados e os atrelados à inflação) e que muitos investidores acabam não sabendo como lidar com essa situação. Por isso, deixar o trabalho de análise e seleção para um gestor pode evitar perdas desnecessárias. “Muitos estão operando no Tesouro com títulos longos, mas existe um perigo aí: quanto maior o prazo, maior a sensibilidade. Mas o investidor brasileiro não está acostumado com a volatilidade da renda fixa, e um profissional pode ajudá-lo a lidar com essa situação”, pontua.

Contraponto

Já para o gerente de renda fixa da Um Investimentos, André Mallet, é preciso tomar muito cuidado e ser muito seletivo, caso o investidor opte por um fundo desses.“ Os ativos (de renda fixa) estão com um prêmio muito pequeno, e o investidor precisa avaliar a taxa de administração para compensar essa baixa recompensa”, avalia.

De acordo com Mallet, o melhor seria migrar para um fundo multimercado que combina renda fixa e variável. “Mesmo sendo um pouco mais arriscada por ter em seu portfólio ações e derivativos, essa aplicação proporciona uma rentabilidade muito maior do que um fundo de renda fixa”, ressalta. Mas caso esse investidor prefira se manter em renda fixa, o especialista sugere a compra direta de um ativo do Tesouro Direto ou uma LCI (Letra de Crédito Imobiliário), por haver menos custos.

E por último, o diretor de renda fixa da Concórdia, Ricardo Martins, sugere uma alternativa para que o investidor não saia perdendo, em caso de maior pressão inflacionária. “Dado que a inflação continua pressionando, a indicação seria um fundo indexado ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário), pois, no caso de qualquer pressão mais forte, o Banco Central teria que fazer uso da política de juros para corrigir e trazer o índice para perto do centro da meta”.

Tipos de fundo de renda fixa

Dentro da classificação dos fundos de renda fixa, existem 3 tipos que seguem estratégias diferentes. O primeiro deles é chamado apenas de fundo de renda fixa e deve ter 80% da sua carteira lastreada em títulos públicos ou privados, pré ou pós-fixados. Os 20% restantes podem ser aplicados em investimentos mais arriscados, como os títulos privados emitidos por empresas.

No caso do fundo renda fixa crédito livre a principal diferença está no fato de que eles podem investir mais de 20% do seu patrimônio em ativos de crédito considerados de médio e alto risco – como as debêntures (títulos de dívida de empresas privadas).

E por último, renda fixa índices tem como objetivo seguir ou superar os indicadores de desempenho utilizados no mercado de RF, como o IMA-B (que mede o desempenho das NTN-B títulos atrelados ao IPCA) ou o IMA-S (que mede o desempenho das LTF – títulos atrelados à Selic), só para citar alguns. Para isso, são utilizados, principalmente, títulos públicos ou privados que sigam os índices de referência e alguns derivativos, como contratos futuros de DI.

Fonte primária da informação: Infomoney

Mercado reduz projeção de crescimento do PIB para 3% em 2013

O Relatório de Mercado – FOCUS, divulgado hoje, 25/03, revela que os economistas dos bancos reduziram pela segunda semana seguida a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira de 3,03% para 3,00%.

Para o próximo ano, mantiveram a projeção para a evolução do PIB em 3,50%.

Inflação

Os analistas das instituições financeiras reduziram pela segunda semana seguida a sua projeção para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA de 5,73% para 5,71%. Em contrapartida para 2014, o mercado financeiro elevou de 5,54% para 5,60% a sua estimativa para o IPCA.

Inflação de curto prazo

Os economistas dos bancos elevaram a sua estimativa para a inflação de março de 0,44% para 0,55%, por sua vez reduziram a projeção para o IPCA de abril de 0,50% para 0,40%.

Juros

Como a escalada da inflação é uma preocupação da autoridade monetária, os analistas dos bancos entendem que a forma como o BACEN deve lidar com o problema é elevando a taxa básica de juros da economia. Desta forma, pela terceira semana, a estimativa para a Selic foi elevada, desta feita passando de 8,25% ao ano para 8,50% ao ano em 2013. Para o próximo ano mantiveram a sua estimativa em 8,50% ao ano.

Câmbio

A estimativa dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2013 continuou em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para o dólar permaneceu em R$ 2,05 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram de US$ 14 bilhões para US$ 13 bilhões a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013. Para o próximo ano, a projeção de superávit comercial também recuou, mas de US$ 14,5 bilhões para US$ 13,3 bilhões.

A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos ficou em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Mercado reduz projeção para inflação, mas eleva estimativa para Selic

O Relatório de Mercado – FOCUS divulgado hoje, 18/03, mostra que os analistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa para a taxa básica de juros tanto em 2013 como em 2014, por sua vez reduziram a projeção para a inflação em 2013.

PIB

Os economistas dos bancos reduziram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2013 de 3,10% para 3,03%. Para o próximo ano, a estimativa do mercado financeiro para o crescimento do econômico permaneceu em 3,50%.

A prévia do PIB marcou 1,29% de dezembro para janeiro e indica que a economia brasileira vai crescer pouco neste ano.

Inflação

A projeção para a inflação de 2013, medida pelo IPCA, recuou de 5,82% para 5,73%. A redução nas expectativas dos analistas dos bancos ocorreu posteriormente a presidente Dilma Rousseff proclamar a desoneração da cesta básica de impostos federais. Para 2014, entretanto, a estimativa dos economistas do mercado financeiro para o índice oficial de inflação do governo subiu de 5,50% para 5,54%.

Inflação de curto prazo

A expectativa dos analistas das instituições que mais acertam as suas estimativas, os chamados Top 5, permaneceram estáveis tanto para o mês de março como para o mês de abril. A inflação medida pelo IPCA para o mês de março deve permanecer em 0,44% enquanto a inflação para o mês de abril deve marcar 0,50%.

Selic

Os analistas dos bancos passaram a acreditar que a autoridade monetária deverá elevar acima das expectativas o juro básico da economia em 2013. Até quatro semanas atrás, o mercado financeiro projetava que a Selic encerraria o ano em 7,25%, a uma semana elevaram esta estimativa para 8,00% ao ano. Entretanto, passaram a projetar juros maiores: passando agora para 8,25% ao ano em 2013.

Esta mudança nas expectativas do mercado podem trazer mais volatilidade aos fundos atrelados ao IMA principalmente nos títulos de prazo mais longo.

Câmbio

A estimativa dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim em 2013 ficou em R$ 2,00 por unidade da moeda norte americana. Para 2014, a projeção dos analistas das instituições financeiras para o dólar caiu de R$ 2,06 para R$ 2,05.

Balança comercial e IED

A estimativa do mercado financeiro para o saldo positivo da balança em 2013 recuou de US$ 14,9 bilhões para US$ 14 bilhões. Para o próximo ano, a projeção para o superávit comercial foi elevada de US$ 13,65 bilhões para US$ 14,5 bilhões.

Para 2013, a estimativa de ingresso de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a projeção dos economistas das instituições financeiras para a entrada de investimentos estrangeiros ficou igualmente em US$ 60 bilhões.

Em ata, BC cita cautela e diz acompanhar a economia até a próxima reunião

Ata do documento ressalta a resistência da inflação em patamares elevados e diz que alto nível de preços pode não ser um fator temporário

A política monetária deve ser conduzida com cautela e, com isso, o Copom (Comitê de Política Monetária) irá acompanhar o cenário macroeconômico até a próxima reunião, para então definir os próximos passos a serem conduzidos na política monetária, mostra a ata divulgada pelo Banco Central na manhã desta quinta-feira (14).

A ata da reunião também chama atenção para a resistência da inflação em patamares mais altos. “Embora essa dinâmica desfavorável possa não representar um fenômeno temporário, mas uma eventual acomodação da inflação em patamar mais elevado, o Comitê pondera que incertezas remanescentes – de origem externa e interna – cercam o cenário prospectivo e recomendam que a política monetária deva ser administrada com cautela.”

Na ata da última reunião, o documento dizia que a estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado era a estratégia mais adequada.

Na semana passada, o BC manteve a taxa básica de juros em 7,25% ao ano, mas a retirada do termo “suficientemente prolongado” do comunicado foi interpretada como uma sinalização de possível alta nos juros.

O documento também trouxe, mais uma vez, um alerta para os riscos da estabilidade financeira global, que continuam elevados, principalmente por conta do processo de desalavancagem nos principais blocos econômicos. “O Comitê avalia que, de modo geral, mantiveram-se inalteradas as perspectivas de atividade global moderada”, resume a ata.

Fonte primária da informação: Infomoney

Juros sobem no mercado futuro, influenciados por discurso de Tombini

As taxas de juros dos contratos negociados no mercado futuro da BM&F abriram (subiram) forte ontem, 12/03, com as declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Em discurso em Varsóvia, na Polônia, o Presidente da autoridade monetária voltou a se referir à resistência que a inflação tem mostrado em relação às medidas adotadas nos últimos meses. A expectativa é de que a alta nos preços deve iniciar trajetória de baixa a partir do segundo semestre do próximo ano 2013. No meados de fevereiro, em Nova York, Tombini tinha expectativa de que o processo de desaceleração seria observado a partir da segunda metade deste ano.

As taxas de juros dos contratos futuros até recuaram na abertura do mercado, porem, após as declarações do presidente do BACEN viram, passando a embutir a expectativa de que a Selic vai ser elevada nos próximos encontros do Copom – do Comitê de Política Monetária. No final do pregão, o contrato futuro de juros com vencimento em julho de 2013 apresentava taxa de 7,26%, ante 7,23%, praticada segunda-feira.

Dentre os contratos mais líquidos o DI para janeiro de 2014 foi negociado a 7,91%, contra 7,85% do dia anterior, o contrato para janeiro de 2015 subia 8,56% contra 8,62%. Na ponta mais longa da curva de juros, a taxa para janeiro de 2017 subia de 9,24% para 9,30% e o DI para janeiro de 2021 subia de 9,68% para 9,78%.

O mercado de juros futuros abriu o pregão em queda, de olho no leilão dos títulos da divida italiana, que registrou significativa elevação no custo do financiamento da dívida do país europeu. Contudo, ainda durante a manhã a CNI – Confederação Nacional da Indústria divulgou dados da indústria, com expressivo aumento da utilização da capacidade instalada. Aliada, ao discurso do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, mais uma vez citou a resistência dos índices de inflação. Tais fatos contribuíram para a elevação das taxas. Em relação às declarações de Tombini, o mercado entende que indica mudança na condução da politica monetária do Governo, no caso a elevação da Selic no decorrer de 2013.

As incertezas associadas ao comportamento da inflação ainda deverão provocar muita volatilidade no mercado de juros. Pois da mesma maneira que existe uma ala do mercado que trabalha com a estimativa de ata da Selic, outra corrente acredita que o Governo ainda tenha cartas na manga para reconduzir a inflação ao patamar desejado.

De fato o que temos é que prudência e acompanhar o mercado mais de perto, neste momento, são as melhores recomendações.

Analistas do mercado elevam projeção para a inflação e juros em 2013

O Relatório de Mercado – FOCUS divulgado hoje, 11/03, pelo Banco Central revela que com a divulgação do IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo do mês de fevereiro, que ficou acima das expectativas do mercado financeiro – registrando alta de 0,60%- os analistas das instituições financeiras elevaram a sua projeção para a o índice oficial de inflação para 2013.

Inflação

A estimativa dos analistas do mercado financeiro para o IPCA deste ano foi elevada de 5,70% para 5,82%. Para 2014, a projeção dos economistas do mercado financeiro para o índice de inflação do governo permaneceu em 5,50%.

Inflação de curto prazo

A mediana agregada para a inflação medida pelo IPCA de curto prazo foi igualmente revista pelos analistas dos bancos. Para o IPCA de março a estimativa para a inflação foi elevada de 0,43% para 0,45% nesta semana. Para a inflação de abril o mercado financeiro reduziu a sua estimativa de 0,51% para 0,50.

Este fato demonstra uma ligeira desaceleração da inflação para os próximos dois meses.

Juros

Os economistas dos bancos passaram a projetar que a autoridade monetária deverá elevar a taxa básica de juros em 2013. Até a semana passada, a projeção para a taxa Selic era de 7,25% ao ano, até o fim deste ano. Com a divulgação do IPCA de fevereiro, o mercado passou a apostar em uma elevação de 0,75 ponto percentual na taxa básica em 2013, encerrando o ano em 8,00% ao ano.

As projeções apontam para a elevação dos juros a partir de outubro deste ano, quando seria elevada de 7,25% para 7,75% ao ano. Em novembro, o mercado projeta que o Copom deverá elevar os juros para 8,00% ao ano – nível nos quais os juros encerrariam este ano.

PIB e cambio

Os analistas das instituições financeiras elevaram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB para 2013 de 3,09% para 3,10%. Para o próximo, a estimativa dos economistas do mercado financeiro para o crescimento da economia caiu de 3,65% para 3,50%.

A projeção dos analistas dos bancos para a taxa de câmbio em 2013 ficou em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para o dólar foi elevado de R$ 2,05 para R$ 2,06.

Balanço de pagamentos e IED

A estimativa do mercado financeiro para o saldo positivo da balança comercial de 2013 caiu de US$ 15 bilhões para US$ 14,9 bilhões. Para o próximo ano, a projeção para o superávit comercial recuou de US$ 14,5 bilhões para US$ 13,65 bilhões.

Em relação ao IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil a projeção permaneceu em US$ 60 bilhões para 2013. Para 2014, a estimativa do mercado financeiro para o ingresso de investimentos estrangeiros permaneceu igualmente em US$ 60 bilhões.

Mercado reduz projeção para PIB e eleva estimativa para IPCA em 2013

O Relatório de Mercado – FOCUS divulgado hoje, 04/03, traz como principal informação que os analistas das instituições financeiras  elevaram a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Além de projetar maior inflação, os economistas dos bancos reduziram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira.

Divulgado todas às segundas-feiras, o Relatório de Mercado – FOCUS é importante para o Banco Central acompanhar de perto as expectativas do mercado financeiro, que são uma das bases do sistema de metas para a inflação, adotado pelo País desde 1999. Nesse sistema, o BC se compromete com uma -meta de inflação -que é medida pelo IPCA – definida pelo governo para o ano, respeitando uma margem de tolerância de 2 pontos para cima ou 2 pontos para baixo. No Brasil, quem define essa meta é o CMN – Conselho Monetário Nacional, ligado ao Ministério da Fazenda e composto pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, além do presidente do Banco Central. O documento, que é fruto de pesquisa do Banco Central junto a mais de 100 instituições financeiras.

PIB

Os economistas do mercado financeiro reduziram a sua projeção em relação ao crescimento da economia brasileira de 2013, medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 3,10% para 3,09% Para o próximo ano, a estimativa do mercado financeiro foi elevada de 3,60% para 3,65%.

O  IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que  o PIB de 2012 subiu apenas 0,90%, sendo este o pior desempenho apresentado desde 2009. Para 2013, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reduziu a expectativa do governo que era de crescimento maior que 4,00%. Nesta nova avaliação o Governo revisou para baixo a sua estimativa para o crescimento em torno de 3,00% a 3,50% em 2013.

Inflação

Para a inflação de 2013, medida pelo IPCA, a projeção dos analistas do mercado financeiro foi elevada de 5,69% para 5,70%. Para o próximo ano, a projeção dos economistas dos bancos para o índice de inflação do governo permaneceu em 5,50%.

Juros

Os analistas das instituições financeiras mantiveram a sua estimativa para a taxa básica de juros da economia brasileira em 7,25% ao ano, para 2013, mesmo após as declarações do presidente do Banco Central e do Ministro da Fazenda de que a preocupação do Governo é com a inflação e não com o crescimento da economia. Para 2014, a projeção dos economistas dos bancos para a taxa Selic foi mantida em 8,25% ao ano – o que implica em projeção de alta nas taxas de juros ao longo do próximo ano.

Cambio

A estimativa dos economistas dos bancos para a taxa de câmbio em  2013 ficou em R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção dos analistas do mercado financeiro para o dólar ficou em R$ 2,05.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas dos bancos reduziram a sua estimativa para o saldo positivo da balança comercial brasileira  em 2013, de US$ 15,20 bilhões para US$ 15 bilhões. Para o próximo ano, a projeção do superávit comercial recuou de US$ 15,60 bilhões para US$ 14,50 bilhões.

A projeção de entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões em 2013. Para 2014, a estimativa do  mercado financeiro para a entrada de investimentos estrangeiros ficou  também em US$ 60 bilhões.