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fevereiro, 2013

Mercado projeta inflação menor e PIB maior em 2013

O Relatório de Mercado – Focus divulgado hoje, 25/02, revela que os analistas das instituições financeiras reduziram a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Por sua vez elevaram a estimativa para o crescimento da economia brasileira.

Em relação à inflação, medida pelo IPCA, a estimativa dos economistas do mercado financeiro cedeu de 5,70% para 5,69%.

PIB

Nesta semana, os economistas dos bancos elevaram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2013 de 3,08% para 3,10%. Os analistas das instituições financeiras tem visão diferente da do Ministério da Fazendo em relação ao crescimento da economia para este ano, pois na estimativa da autoridade econômica o PIB brasileiro deverá crescer mais de 4% em 2013. Para o próximo ano, contudo, a projeção dos economistas dos bancos para o crescimento da economia caiu de 3,65% para 3,60%.

Inflação

A inflação medida pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo para 2013 recuou na estimativa dos analistas das instituições financeiras de 5,70% para 5,69%. Para o próximo ano, a projeção dos economistas dos bancos para o IPCA permaneceu em 5,50%.

Em contrapartida, a expectativa dos Top 5, as instituições que mais acertam em suas projeções, a estimativa para o IPCA de 2013 subiu de 5,65% para 5,72%, ou seja, estas instituições estão apostando em uma inflação maior para este ano. Para a inflação de 2014, estas instituições mantiveram a sua estimativa em 5,38%.

Juros

Com a manutenção dos juros no inicio deste ano pelo Copom – Comitê de Política Monetária nos atuais 7,25% ao ano, os economistas do mercado financeiro seguem apostando que a taxa básica de juros deverá ser mantida neste nível, em que pese às declarações do presidente do Banco Central e do Ministro da Fazenda dando conta que o comitê da autoridade monetária poderá elevar os juros já nesta reunião de março, pelo menos até o fim de 2013. Para o próximo ano, a estimativa dos analistas dos bancos para a taxa Selic foi mantida em 8,25% ao ano.

Câmbio

A projeção dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2013 recuou de R$ 2,02 para R$ 2,00 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a projeção dos analistas das instituições financeiras permaneceu em R$ 2,05.

Balanço de pagamentos e IED

O mercado financeiro estima que o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013 permaneça em US$ 15,20 bilhões. Para próximo ano, a estimativa para o superávit comercial ficou em US$ 15,60 bilhões.

Em relação à estimativa de ingresso de IED – Investimento Estrangeiro Direto no Brasil, o mercado financeiro estima que fique em US$ 60 bilhões, neste ano. Para 2014, a projeção dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros permaneceu, igualmente, em US$ 60 bilhões.

Fraude em classificação de risco de empresa pode virar crime

A Câmara analisa proposta que transforma em crime a divulgação de análise e classificação de risco com o objetivo de alterar artificialmente o mercado de capitais e obter lucro. A medida está prevista no Projeto de Lei nº 4.707/12, do Deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), que também regulamenta o funcionamento das agências classificadoras de risco (agências de rating).

A classificação de risco é uma opinião sobre o risco relativo de alguém ou alguma instituição, com base na capacidade e na vontade de o devedor pagar o principal e o juro da dívida no prazo acordado. Essa análise, portanto, recai sobre a saúde financeira de empresas e países, por exemplo. Quanto menor o risco avaliado, menor é o custo para captação de recursos no mercado.

De acordo com a proposta, a pena para o crime de classificação de risco fraudulenta será de um a oito anos de reclusão, além de multa de até três vezes o valor do lucro obtido. O texto acrescenta o dispositivo à Lei nº 6.385/76, que já prevê as mesmas sanções para os casos de operações simuladas ou manobras fraudulentas em geral para manipulação do mercado de capitais.

Registro
O projeto estabelece ainda que toda agência de classificação de risco deverá ser registrada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) antes de funcionar no País. As empresas também deverão registrar na CVM cada classificação destinada à divulgação pública com antecedência mínima de cinco dias da data de publicação.

As agências ficarão responsáveis por garantir que seus funcionários não recebam recursos de qualquer pessoa jurídica a ser classificada. Além disso, as companhias de rating deverão divulgar todas as avaliações e classificações de risco realizadas, mesmo aquelas fornecidas por assinatura.

Eduardo da Fonte argumenta que as regras devem assegurar mais confiança ao mercado. “Após vários escândalos financeiro-contábeis, a necessidade de regulamentação e responsabilização das agências de classificação de risco ganhou força”, diz. O deputado lembra casos como o da Parmalat (empresa italiana de laticínios falida em 2003) e da Enron (gigante norte-americana do ramo de energia que pediu concordata em 2001), que foram classificadas com a melhor nota à véspera de suas falências, e do Banco Santos, que permaneceu avaliado com nota A até um dia após sua intervenção pelo Banco Central, em 2004.

Sanções
De acordo com o projeto, a CVM deverá cancelar o registro das agências de classificação de risco que descumprirem as novas regras. Além disso, aplicará outras sanções proporcionais à falta, que serão definidas em regulamente emitido pela comissão em até 60 dias da aprovação da nova lei.

Tanto a agência, quanto seus diretores, administradores e analistas responderão solidariamente pelos prejuízos eventualmente causados a terceiros na avaliação de risco.

Tramitação
A proposta será analisada pelas Comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e Cidadania antes de seguir para o Plenário.

Fonte primária da informação: Agência Câmara

Mercado reduz projeção de IPCA para 2013

O Relatório de Mercado – Focus  divulgado hoje, 18/02, revela que os analistas das instituições financeiras reduziram a sua estimativa para o índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 2013, bem como, para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2013 e 2014.

Inflação e juros

Para ao índice de inflação de 2013, medida pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, a estimativa  dos economistas dos bancos foi reduzida de 5,71% para 5,70%. Desta forma, o mercado financeiro interrompe uma sequencia de seis altas seguidas na estimativa do índice oficial de inflação. Para o próximo ano, a projeção dos economistas do mercado financeiro permaneceu em 5,50%.

Mesmos após as declarações do Presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, dando sinais de uma possível alta da Selic já na reunião de março, os analistas das instituições financeiras seguem esperando que a taxa básica de juros  deverá permanecer  em 7,25% ao ano, ao menos, durante o ano de 2013. Para 2014, a projeção dos economistas do mercado financeiro para a taxa Selic foi mantida em 8,25% ao ano.

Câmbio

A estimativa dos analistas das instituições financeiras para a taxa de câmbio em 2013 recuou de R$ 2,03 para R$ 2,02 por unidade da moeda norte-americana. Para de 2014, a projeção do mercado financeiro para o dólar ficou em R$ 2,05.

Balanço de pagamentos  e IED

Para o superávit da balança comercial brasileira em 2013, o mercado financeiro projeta queda de US$ 15,50 bilhões para US$ 15,20 bilhões. Para o próximo ano, a projeção para o saldo positivo da balança comercial recuou de US$ 16 bilhões para US$ 15,60 bilhões.

A estimativa de ingresso de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para o próximo ano, a projeção dos economistas dos bancos para o ingresso de investimentos estrangeiros também seguiu em US$ 60 bilhões.

“Aconselhamos os investidores a serem cada vez mais cautelosos com fundos imobiliários”

A Rio Bravo continua otimista, mas ressalta que os investidores devem fazer uma análise criteriosa antes de aplicar

SÃO PAULO – A gestora de recursos Rio Bravo continua otimista em relação ao mercado de fundos de investimento imobiliários (FIIs), mas ressalta em sua última carta aos cotistas que os investidores devem fazer uma análise criteriosa antes de investir. “Aconselhamos nossos investidores a serem cada vez mais cautelosos em suas análises de investimento. Com o crescimento do mercado e a entrada de novos gestores, através de novos fundos, faz-se ainda mais essencial analisar cada fundo em particular, seus ativos, região-alvo e perspectiva de rentabilidade, tendo em vista que está cada vez mais difícil encontrar excelentes oportunidades, como nos últimos anos”, diz a carta da Rio Bravo.

A gestora ressalta que, no último ano, o número de fundos registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) passou de 142 para 184, dos quais 103 são negociados no ambiente BM&F Bovespa. Além disso, eles lembram que o número de investidores no mercado de FII cresceu 175% em 2012, totalizando 97.128 no final do ano passado.

Para este ano, o Rio Bravo acredita na quebra de novos recordes. “O ano começa com um saldo remanescente de ofertas de cotas de FII registradas em 2012 no montante de R$ 4,2 bilhões. Somando-se as ofertas em análise e as registradas em 2013 até agora, esse volume salta para R$ 8,8 bilhões, número bastante expressivo para um ano que mal começou. Para efeito de comparação, em 2012 o volume total de cotas emitidas foi de R$ 14 bilhões”, diz a gestora.

No último ano, o número de fundos registrados na CVM passou de 142 para 184, dos quais 103 são negociados na BM&F Bovespa

Segundo a asset, o maior interesse pelos FIIs no último ano pode ser explicado pela queda da taxa de juros, que fez co que investidores de renda fixa procurassem alternativas de investimentos “na classe de ativos de baixo risco, onde se enquadram os investimentos imobiliários”.

53 negociados diariamente

Uma análise feita pela Rio Bravo com os 103 fundos negociados na bolsa mostrou que apenas 53 são negociados diariamente. Destes, 42 tiveram retorno total (valorização do principal mais distribuição de rendimentos) igual ou maior do que 10% no ano.

“Chamamos a atenção para duas pequenas parcelas: 9 fundos ultrapassaram o retorno total de 50% e 7 tiveram desempenho negativo”, aponta a gestora.

Fonte primária da informalção: Infomoney

Mercado eleva mais uma vez projeção para o IPCA de 2013

O Relatório de Mercado – Focus divulgado hoje, 13/02, revela que os analistas das instituições financeiras continuam acreditando em uma inflação maior para 2013. Nesta edição do Focus a estimativa para o índice oficial de inflação foi elevado de 5,68% para 5,71%.

Inflação de curto prazo

Em relação à inflação de curto prazo, os analistas dos bancos elevaram de 0,40% para 0,41% a sua projeção para o IPCA de fevereiro. Por sua vez, mantiveram em 0,40% a estimativa para o índice oficial de inflação de março.

Juros e cambio

A manutenção da taxa básica de juros, aliada a ata do Copom – Comitê de Política Monetária da reunião de janeiro, na qual a taxa básica de juros foi mantida em 7,25% ao ano, os economistas dos bancos, mantiveram a sua estimativa de que a Selic deverá encerrar no atual patamar em 2013. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para a Selic foi mantida em 8,25% ao ano – o que implica em uma projeção de elevação dos juros em 2014.

A estimativa dos economistas dos bancos para a taxa de câmbio em 2013 recuou de R$ 2,05 para R$ 2,03 por unidade da moeda norte-americana. Para o próximo ano, a projeção do mercado financeiro para o dólar caiu R$ 2,07 para R$ 2,05.

PIB

A estimativa dos analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto caiu de 3,10% para 3,09%. Em contrapartida, para 2014, a projeção dos analistas dos bancos em relação ao crescimento da economia brasileira subiu de 3,70% para 3,80%.

Balanço de pagamentos e IED

Os economistas das instituições financeiras mantiveram em US$ 15,50 bilhões, a sua projeção para o saldo positivo da balança comercial brasileira em 2013. Para o próximo ano, a estimativa para o superávit comercial permaneceu em US$ 16 bilhões.

A estimativa dos analistas dos bancos para o ingresso de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos para 2013 permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2014, a projeção do mercado financeiro para a entrada de recursos estrangeiros permaneceu em US$ 60 bilhões.

Juro futuros indicam alta da Selic em 2013

As declarações de Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central, sinalizam a possibilidade de que a taxa Selic seja elevada já a partir de agosto deste ano caso a inflação continue mostrando sinais de força.

A curva de juros futuros está sinalizando a expectativa do mercado de uma possível elevação da taxa básica de juros da magnitude de 0,50 ponto percentual a partir de agosto, na contramão da maior parte dos economistas do mercado financeiro que ainda projetam a manutenção da política monetária ao longo deste ano.

Os contratos de juros futuros sinalizam que a taxa básica de juros poderia ser elevada em até 1 ponto percentual em relação à atual taxa que é de 7,25%.

A autoridade monetária mudou o discurso, mostrando sua preocupação com a evolução do índice de inflação, logo, na visão do mercado financeiro o BACEN pode precipitar o início do aperto monetário.

Como já havíamos adiantado, a volatilidade vai ditar o ritmo do mercado de renda fixa em 2013, principalmente nas modalidades de investimentos atreladas a taxa pré-fixada e a índice de inflação.

Para se ter uma ideia deste movimento, o IMA B 5+ recuou 4,25% desde o dia 24/01, data da divulgação da ata do Copom, até ontem, 07/02.

Com a divulgação dos dados referentes à inflação medida pelo IPCA, que registrou alta de 0,86% em janeiro, ante uma alta de 0,79% no mês anterior, as taxa de juros futuros operaram em alta desde a abertura do mercado. Contudo, o movimento de alta se acelerou após declaração do Presidente do Banco Central, afirmando que “a inflação nos preocupa no curto prazo” e que a autoridade monetária está atenta aos índices de preços para determinar uma possível mudança no rumo da política monetária.

O mercado observa ainda, que o Banco Central trabalha com a expectativa de que a inflação deverá continuar ligeiramente acima de 6,00% durante o primeiro semestre, mas deve perder força na segunda metade do ano.

A apreensão em relação à inflação e com as questões fiscais tem elevado consideravelmente a taxa de juros dos contratos futuros negociados na BM&F, desde a divulgação da ata da última reunião do Copom – Comitê de Política Monetária.

Em que pese à inflação sinalizar que está ganhando força, os economistas do mercado financeiro trabalham com a possibilidade de que as medidas macroprudenciais, como desonerações fiscais e até de uma taxa de câmbio mais estável, poderiam ser utilizadas para auxiliar na contenção da escalada do índice oficial de inflação sem a necessidade de alteração na condução da política monetária.  Entretanto, as declarações do presidente da autoridade monetária, sinalizam que o BACEN está pronto para agir caso à situação se agrave.

O reflexo deste cenário nos preços dos ativos foi imediato. Todos os fundos de investimentos indexados a taxa pré-fixada e inflação de maior prazo (IRF-M 1+ e IMA-B 5+) acumulam perdas no ano, em razão da reprecificação dos ativos que embutem a alta da inflação.

Estávamos convictos de que havia um exagero na forte valorização desses fundos observada em 2012, e que um movimento reverso era possível. Tanto que, ao longo do segundo semestre, orientávamos no sentido de reduzir a exposição nesses fundos, com o objetivo de restringir o risco das carteiras, migrando os recursos para ativos com “duration” menores (vencimentos mais curtos).

Neste momento, nossa recomendação é no sentido de que o gestor mantenha a calma, e passe a observar com muita atenção os movimentos do mercado no curto prazo para agir, caso necessário, diante de mudanças significativas no cenário.

Mercado eleva mais uma vez a sua projeção para IPCA de 2013

O Banco Central do Brasil divulgou hoje, 04/02, o Relatório de Mercado Focus que traz a expectativa dos agentes do mercado financeiro sobre aspectos relevantes da economia brasileira. Segundo o relatório Focus, os analistas das instituições financeiras elevaram a sua estimativa em relação ao índice oficial de inflação do governo medido pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, que passou de 5,67% para 5,68%. Com esta é a quinta alta seguida do indicador da inflação oficial brasileira. Para o próximo ano, a projeção permaneceu  5,50%.

É importante entender a relevância do IPCA na economia brasileira, pois a politica econômica está centrada no controle da inflação medida pelo IPCA. Vigora no Brasil o sistema de metas de inflação, que consiste na atuação da autoridade monetária (Bacen)  sobre a taxa básica de juros (Selic) para atingir as metas pré-estabelecidas pelo CMN – Conselho Monetário Nacional. Para os anos de 2013 e 2014, o centro da meta de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Assim, o IPCA variar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Inflação de curto prazo

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a sua projeção para o IPCA de janeiro em 0,85%. Igualmente mantiveram a projeção da inflação oficial para fevereiro em 0,40%.

Juros e cambio

Após a manutenção dos juros em janeiro pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC em 7,25% ao ano, o mercado financeiro segue acreditando que a taxa permanecerá neste patamar, pelo menos, até o fim de 2013. Para o fechamento de 2014, a previsão do mercado para a taxa básica de juros foi mantida inalterada em 8,25% ao ano – o que pressupõe elevação dos juros no decorrer do próximo ano.

Produto Interno Bruto

A projeção de crescimento da economia brasileira medida pela evolução do PIB – Produto Interno Bruto, pelos analistas das instituições financeiras permaneceu no mesmo patamar da semana anterior, ou seja, 3,10%. Há cerca de quatro semanas, os economistas dos bancos projetavam que a economia brasileira mostraria um crescimento da ordem de 3,26% em 2013.

Para 2014, a estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira subiu de 3,65% para 3,70%.

Em relação à taxa de cambio, os economistas do mercado financeiro projetam queda para taxa de câmbio em 2013, de R$ 2,07 para R$ 2,05 por unidade da moeda norte-americana. Para 2014, a estimativa do mercado financeiro para o dólar caiu de R$ 2,09 para R$ 2,07.

Produção Industrial

Os analistas das instituições financeiras elevaram, pela primeira vez no ano, a sua projeção para o crescimento da indústria brasileira, que subiu de 3,10% para 3,17%. Para 2014, a estimativa foi mantida em 3,70%.

Balanço de pagamentos e IED

Para o saldo positivo da balança comercial brasileira, os analistas das instituições financeiras reduziram a sua projeção para 2013 de US$ 16,75 bilhões para US$ 15,50 bilhões. Para 2014, a estimativa para o superávit da balança comercial permaneceu em US$ 16 bilhões.

A estimativa de ingresso de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos em 2013 permaneceu em US$ 60 bilhões. Para o próximo ano, a projeção dos economistas dos bancos para a entrada de investimentos estrangeiros fixou igualmente em US$ 60 bilhões.