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janeiro, 2012

Mercado reduz mais uma vez a projeção para a inflação de 2012.

Pela nona semana seguida os analistas das instituições financeiras que participam da pesquisa do Banco Central que dá origem ao Focus – Relatório de Mercado, reduziram a sua projeção para o IPCA -  Índice Nacional de Preços ao Mercado Amplo de 2012. Na avaliação dos analistas o índice oficial de inflação recuou de 5,29% para 5,28% em relação à última semana. A informação Focus – Relatório de Mercado divulgado hoje, 30/01.

Para 2013, a estimativa do mercado para o IPCA permaneceu estável em 5%.

Em relação a inflação de curto prazo, o mercado financeiro também reduziu de 0,58% para 0,55%  a sua estimativa para o IPCA de janeiro. Para o IPCA de fevereiro os analistas do mercado financeiro também projetam recuou, neste caso de 0,58% para 0,56%.

Politica econômica

Metas de Inflação é uma política econômica onde principal objetivo dos países que adotam é diminuir e manter a inflação em níveis baixos. Para isto eles fazem um anúncio prévio de uma meta numérica para a inflação em prazo predeterminado e se comprometem explicitamente de que o Banco Central irá buscar o cumprimento desta meta fixada. Para alcançar a meta estabelecida, muitas vezes pelo Governo, o Banco Central deve utilizar todos os instrumentos possíveis como à taxa de juros, o crescimento da base monetária ou a taxa de câmbio.

Tanto para 2012 como para  2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Assim sendo, o IPCA deve ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. A autoridade monetária busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% – no teto do sistema de metas.

Taxa de juros e cambio

A redução da taxa básica de juros de 11,00% para 10,50% ao ano na primeira reunião do Copom em 2012 e a Ata do Copom divulgada no último dia 26,levou os economistas do mercado financeiro a manter a sua projeção de que a taxa Selic deva ser reduzida novamente ao longo do ano.

A projeção para a taxa básica de juros da economia brasileira para 2012 permaneceu em 9,5% ao ano, o que indica que na percepção do mercado financeiro, deve haver mais um corte para 10,00% ao ano em março, para 9,63% ao ano em abril e em maio, um recuo para 9,5% ao ano.

Porém, para 2013, os analistas das instituições financeiras projetam uma elevação da taxa básica de juros para 10,38% ao ano. Logo, houve uma elevação da estimativa em relação a semana passada quando o mercado projetava a Selic para próximo ano em 10,25% ao ano.

Para a evolução da taxa de cambio, a estimativa do mercado financeiro em 2012 foi elevada R$ 1,78 para R$ 1,80 por dólar. Para o encerramento de 2013, a estimativa continuou inalterada em R$ 1,75 por dólar.

PIB

Para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2012, os economistas dos bancos mantiveram a sua estimativa em 3,27% . Para 2013, contudo, a expectativa para o crescimento da economia, caiu de 4,25% para 4,15%.

Balanço de pagamentos

A projeção do mercado financeiro para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) para 2012 subiu de superávit de US$ 19,6 bilhões para US$ 19,8 bilhões.

Para 2013, a projeção dos analistas do mercado financeiro para o saldo positivo da balança comercial brasileira subiu de US$ 14,5 bilhões para US$ 15 bilhões.

Para 2012, a projeção de ingresso de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil continuou em US$ 55 bilhões. Já para 2013, a estimativa do mercado financeiro para a entrada de recursos de investimentos estrangeiros diretos foi elevada de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões.

Copom vê ‘elevada probabilidade’ de juros de um digito em 2012

O COPOM – Comitê de Política Monetária divulgou hoje, 26/01 a ata da reunião encerrada no último dia 18/01, na oportunidade a taxa Selic meta foi reduzida de 11,00% para 10,50% ao ano. Na avaliação da autoridade monetária há uma “elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, ou seja, inferior a 10% ao ano.

Para o Copom, ocorreram “mudanças estruturais significativas” na economia brasileira, que determinaram recuo nas taxas de juros em geral, e, em particular, na chamada “taxa neutra” (que na teoria impediria a inflação e, e ainda, a queda no nível de emprego).

Na avaliação do Banco Central, a contribuição para a redução da taxa básica de juros da economia brasileira, as mudanças nos mercados financeiros e de capitais (bolsas de valores), bem como a o modelo de politica fiscal que prevê a manutenção de superávits primários – economia feita para pagar juros da dívida pública e manter sua trajetória de queda – e a elevação da oferta de poupança em moeda estrangeira.

“Para o Comitê, todas essas transformações caracterizam-se por um elevado grau de perenidade – embora, em virtude dos próprios ciclos econômicos, reversões pontuais e temporárias possam ocorrer – e contribuem para que a economia brasileira hoje apresente sólidos indicadores de solvência e de liquidez”, informou o Copom.

Na avaliação do Copom contribui, ainda, para a ponderação do  cenário de juros abaixo de 10% ao ano, a desaceleração da economia e a crise financeira internacional. “Considerando ainda que a desaceleração da economia brasileira no segundo semestre do ano passado foi maior do que se antecipava e que eventos recentes indicam postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia, neste momento, o Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, afirmou.

Expectativa do mercado

O Focus – Relatório de Mercado do Banco Central revelou nesta segunda, 22/01, que a expectativa dos analistas das instituições financeiras é de dois novos cortes na taxa Selic em 2012, a primeira em março e a outra em abril, ambos de 0,5 ponto percentual, o que reduziria a taxa básica de juros da economia para 9,5% ao ano – nível que encerraria o ano. Contudo, os analistas do mercado financeiro acreditam em novos aumentos a partir do começo do próximo ano – encerrando 2013 em 10,25% ao ano.

O último relatório de inflação,  divulgado em dezembro de 2011, o Banco Central projetou que o IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo, encerre  2012 em  4,7% , e para o próximo no “cenário de referência” ( estabilidade para juros e câmbio). Com projeção de queda dos juros esperado pelo mercado financeiro, a estimativa permaneceu em 4,7% para 2012, e subindo para 5,2% em 2013. Os analistas do mercado financeiro, por outro lado, projeção IPCA de 5,29% para este ano e de 5,00% para 2013.

“O Copom reconhece um ambiente econômico em que prevalece nível de incerteza muito acima do usual, e pondera que o cenário prospectivo para a inflação, desde sua última reunião, acumulou sinais favoráveis. O Comitê nota que, no cenário central com que trabalha, a taxa de inflação posiciona-se em torno da meta em 2012, e são decrescentes os riscos à concretização de um cenário em que a inflação convirja tempestivamente para o valor central da meta”.

‘Ajuste moderado’

O comitê do Banco Central ainda retirou da ata a informação de que seria possível realizar um “ajuste moderado” na taxa básica de juros. No documento divulgado após a reunião encerrada em 18/01, a autoridade monetária informou somente que, “dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 10,50% a.a., sem viés”.

O termo fazia parte no comunicado publicado logo após a reunião do Copom, na semana passada. Na ocasião, o Banco Central informou: “Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 10,50% a.a., sem viés. O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012″.

Na reunião do Copom realizada em novembro/2011, a expressão também estava presente, porém no plural. Na época, o Banco Central informou: “O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, ajustes moderados no nível da taxa básica são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012″.

Juros futuros e fundos Ima

Após a divulgação da ata do Copom – Comitê de Política Monetária, as taxas dos principais contratos de juros futuros fecharam em queda nesta quinta-feira, dia (26/01), na BM&F. A autoridade monetária reforçou a possibilidade de novos cortes na taxa básica de juro da economia brasileira.

Contrato de janeiro de 2013 fechou com taxa de 9,67%

O contrato de juros de maior liquidez nesta quinta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 9,67%, 0,16 ponto percentual abaixo do fechamento de terça-feira.

Outros contratos que fecharam com bom volume negociado foram o com vencimento em janeiro de 2014, que registrou taxa de 10,23% e o de abril de 2012, com taxa de 10,18%. No fechamento de terça-feira, as taxas apontadas por estes contratos eram 10,40% e 10,18%, respectivamente.

Como consequência a rentabilidade dos fundos atrelados ao IMA devem melhorar ainda mais, devendo encerrar o mês acima da meta atuarial.

A importância do cálculo atuarial

O cálculo atuarial é a ciência que utiliza técnicas matemáticas e estatísticas de maneira a determinar o risco e retorno nos segmentos de seguros e financeiros.

Fundamentalmente o cálculo atuarial busca, por meio do conhecimento histórico, de distribuições estatísticas e hipóteses, formar o valor presente (valor atual) de um conjunto de fluxos de caixa (obrigações a pagar ou a receber em uma ou várias datas) no futuro.

Emprego

Muito embora o cálculo atuarial compreenda potencialmente tudo o que o cálculo financeiro abrange, a utilização com a qual o cálculo atuarial geralmente se identifica, é o cálculo das responsabilidades dos fundos de pensões e Regimes Próprios de Previdência. Esta estimativa mostra-se intricado por combinar variáveis como:

  • Valor de mercado dos ativos (NAV);
  • Expectativa de aumentos salariais dos participantes no fundo;
  • Expectativa de aumentos dos pensionistas;
  • Expectativa dos retornos futuros dos ativos do fundo;
  • Condições para aceder ao fundo;
  • Contribuições esperadas para o fundo até passar à situação de beneficiário;
  • Tabela de mortalidade para os participantes do fundo, para determinar o final da condição de beneficiário;
  • Etc.

História

A ciência atuarial nasceu no final da primeira metade do século XIX, na Inglaterra. Os estudos realizados então se destinavam a entidades da área de pensões e reforma, basicamente com o objetivo de estudar a mortalidade da população.

O título de primeiro atuário da História é atribuído à Domitius Ulpiames, prefeito de Roma durante o Império Romano, considerado um dos maiores economistas de sua época. Foi ele quem deu os primeiros passos para o desenvolvimento do seguro de vida, pois se interessou pelo assunto e estudou documentos sobre nascimentos e mortes dos romanos.

No século XVII, na Inglaterra e na Holanda, empenhavam-se em vender aos seus súditos títulos públicos que asseguravam ao tomador a percepção de uma renda vitalícia. Assim, foi necessário determinar com a maior precisão a importância em dinheiro que deveria ser cobrada em contraprestação ao serviço, para que não houvesse prejuízo à coroa, trabalho destinado aos melhores matemáticos da época.

Com isso, foi-se criando a base para o surgimento da matemática atuaria, principalmente a partir do cálculo da probabilidade de Pascal. Graunt e Edmond Halley, na Inglaterra, e De Witt, na Holanda, a partir dos registros de nascimentos e óbitos, estudaram o problema levando em conta as leis da probabilidade e a expectativa de vida humana. Os avanços no cálculo de anuidades apresentados por James Dodson nesta época renderam-lhe o título de inventor da ciência atuarial.

A partir de então, a atuária se desenvolveu, principalmente à medida que outros matemáticos, economistas e filósofos se interessaram pelo assunto. Cada vez mais houve a construção e especialização das tábuas de vida, como também o desenvolvimento das comutações, ferramenta do cálculo atuarial. Também aconteceu nesse período o 1º Congresso Internacional de Atuária em Bruxelas, no ano de 1895.

No século XX, a área de seguros expandiu a abrangência do estudo atuarial, e a inserção cada vez mais frequente das empresas de seguros e pensões no mercado financeiro, fez com que a ciência atuarial se especializasse cada vez mais em campos económicos e financeiros. A partir de então as empresas seguradoras passaram a oferecer programas de seguro de vida e outras especializações.

Obs.: Trecho retirado do site Think Finance

Risco

Pense em risco como a probabilidade de ocorrência de um determinado evento que gere prejuízo econômico. É importante diferenciar risco de probabilidade: a probabilidade é parte do risco, que para ser assim classificado precisa, basicamente, ser causador de uma perda econômica, reparável.

Existem ainda outras exigências para o gerenciamento de um risco, a saber, o risco deve ser:

  • Possível;
  • Incerto;
  • Futuro;
  • Independer da vontade humana;
  • Mensurável
  • Homogêneo e não catastrófico

Receita Atuarial

O cálculo de uma renda atuarial leva em conta, além de uma taxa de juros que descapitalize o montante a ser pago, a incerteza sobre seu pagamento, como no caso de uma aposentadoria, onde o risco de a pessoa estar ou não viva para o recebimento de uma renda interfere no valor que ela precisará pagar para, se viva estiver, receber tal pensão.

Vamos usar como exemplo uma pessoa que em um plano de contribuição definida deseja receber durante 10 anos uma renda de R$ 900,00. Baseados em cálculo utilizando matemática simples esta pessoa precisara hoje de R$ 108.000,00 (R$900,00 X 120) para obter está renda.

Agora se utilizarmos cálculo baseados em matemática financeira, com uma taxa de juros de média de 0,96% ao mês o custo destas hoje seria de 63.961,38.

Supondo uma incerteza (risco) de não pagamento de 20% o mesmo retorno da operação financeira acima fica em $ 51.169,11

O que é superávit técnico?

O superávit técnico é o resultado positivo obtido da diferença entre o patrimônio líquido e os compromissos totais existentes no plano. Desta forma, quando um plano de benefícios está com superávit significa que o plano possui mais recursos financeiros do que seria necessário para saldar todos os benefícios, atuais e futuros, oferecidos aos seus participantes.

A apuração dos resultados dos planos de benefícios seja positivo (superávit) ou negativo (déficit) é decorrente da gestão dos recursos financeiros e do cálculo dos compromissos futuros com o pagamento de benefícios.

Caso o superávit ultrapasse o limite de 25% das provisões matemáticas, a legislação vigente determina a constituição de uma reserva especial que, no caso de sua existência por três anos consecutivos, determinará a imediata revisão obrigatória do plano de benefícios.

Esta revisão do plano sugere uma avaliação de todas as considerações atuariais envolvidas no cálculo das reservas matemáticas: probabilidade de sobrevivência, rotatividade, crescimento salarial, taxa de juros, etc. Persistindo o resultado superavitário, poderão ser criadas medidas para utilização deste superávit, como, por exemplo, a redução de contribuições dos participantes e patrocinadores, bem como melhorias nos benefícios.

Vale ressaltar que, antes de se tomar qualquer atitude, é preciso identificar a origem e a natureza do superávit e se o mesmo está bem mensurado para se decidir, da melhor forma possível, qual será o seu destino dentro do plano de benefícios.

O mesmo se aplica aos déficits que devem ser detectados e cobertos, seja por aporte ou elevação de alíquota do patrocinador.

Mercado reduz, pela oitava semana seguida, projeção para a inflação de 2012.

Pela oitava semana seguida os analistas das instituições financeiras reduziram a sua projeção para a variação do IPCA – Índice Nacional de Preços ao Mercado Amplo de 2012. Assim o mercado estima que o índice oficial de inflação do governo caia de 5,30% para 5,29%%. A estimativa foi divulgada nesta segunda-feira, 23/01, através do Focus – Relatório de Mercado. Documento que tem origem em pesquisa junto 100 instituições financeiras. Para 2013, a estimativa dos economistas do mercado para o IPCA permaneceu em 5,00%.

Inflação de curto prazo

Para a inflação dos meses de janeiro e fevereiro, os analistas dos bancos projetam elevação do IPCA em janeiro, de 0,57% para 0,58. Para o próximo mês a estimativa caiu de 0,59% para 0,58%.

Taxa de juros e cambio

Com a redução da taxa básica de juros para 10,50% ao ano pelo COPOM – Comitê de Politica Monetária do Banco Central, o mercado financeiro manteve a projeção de que a taxa de juros deverá passar por nova redução nas próximas reuniões do comitê da autoridade monetária em 2012.

A estimativa e de que os juros básicos da economia encerrem o ano em  9,5% ao ano, mesmo patamar da semana passada, logo o mercado espera novos cortes de 0,5 ponto percentual nos encontros que acontecem em março e abril deste ano. Entretanto, os analistas das instituições financeiras esperam alta da taxa básica de juros em 2013 – pois, a projeção para o próximo ano é de que os juros encerrem o ano em 10,25% ao ano.

Para a taxa de cambio, a projeção dos economistas do mercado financeiro para de 2012 permaneceu em R$ 1,78 por dólar. Para 2013, a estimativa ficou  em R$ 1,75 por dólar, ou seja, não houve alteração da expectativa dos agentes do mercado financeiro.

PIB

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2012 em 3,27%. Para 2013, a projeção do crescimento econômico, foi elevada de  4,20% para 4,25%.

Balança de Pagamentos e IED

Para o saldo da balança comercial brasileira os analistas do mercado financeiro projetam superávit em 2012. No entender dos analistas o saldo positivo da balança comercial deve subir de US$ 19,1 bilhões para US$ 19,6 bilhões. Para 2013, a projeção do mercado para o superávit balança comercial subiu de US$ 14 bilhões para US$ 14,5 bilhões.

Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil, os analistas dos bancos mantiveram a sua estimativa no mesmo patamar da semana anterior, ou seja, saldo positivo de US$ 55 bilhões. Para 2013, a estimativa do mercado financeiro  para a entrada de recursos vindos do exterior recuou de US$ 54,6 bilhões para US$ 54 bilhões.

Em linha como o mercado, Copom corta a Selic em 50 pontos-base, para 10,50% ao ano

Em consenso com as expectativas dos analistas dos mercado financeiro o Copom – Comitê de Política Monetária, formado pela diretoria e pelo presidente da autoridade monetária, decidiu nesta quarta-feira, 18/01, reduzir novamente a taxa de juros básica da economia brasileira, de 11% para 10,50% ao ano.

Como citado anteriormente, esta é a quarta redução seguida dos juros. Com a decisão, o Banco Central ratificou a projeção dos economistas do mercado financeiro e com isso fez com que os juros recuassem ao patamar de início do governo Dilma Rousseff. Naquela época a taxa de juros era de 10,75% ao ano.

Relatório de Mercado – Focus

Para 2012 e 2013, o mercado financeiro projeta que o IPCA fique em 5,30% e de 5%, respectivamente. Logo, ainda superior a meta central de inflação. Cabe ressaltar que Bacen, através do Relatório de inflação, projeta inflação ainda acima da meta central, tanto em 2012 quanto em 2013. No último relatório de inflação, divulgado em dezembro de 2011, a autoridade monetária projetou o IPCA de 2012 em 4,7% e para 2013 estabilidade de cambio e juros. Com um cenário de redução da taxa básica de juros esperada pelo mercado financeiro, a projeção ficou em 4,7% para 2012 e em 5,2% para o próximo ano.

Metas de Inflação do CMN

A politica monetária adotada no Brasil é de sistema de metas de inflação, onde a autoridade monetária deve calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, que tem por base o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. Para 2012 e 2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Comunicado oficial

Ao término da reunião, a autoridade monetária divulgou a seguinte nota explicando a decisão do Copom: “Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 10,50% ao ano, sem viés.

O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012″.

A redução da taxa básica de juro é parte de uma estratégia adotada pelo governo para proteger a economia doméstica da crise financeira internacional, que ameaça o consumo e o crescimento da indústria local.

Projeção para os juros

No entendimento dos analistas do mercado financeiro é que a taxa básica de juros, siga caindo nos próximos meses. O Relatório de Mercado – Focus, divulgado nesta segunda-feira, dia 16/01, revela que o mercado espera juros recuem para 10% ao ano em março e para 9,5% ao ano em abril deste ano – nível que deverá encerrar  2012. Contudo, a projeção dos economistas do mercado financeiro é de novos ajustes nas taxas de juros possam ocorrer a partir do início de 2013 – encerrando o ano em 10,25% ao ano.

Mercado financeiro espera que o Copom confirme uma nova redução dos juros na reunião desta semana

O Relatório de Mercado – Focus divulgado hoje, 16/01, as vésperas da reunião do Copom que acontece nos dias 17 e 18 de janeiro, revela que os economistas do mercado financeiro mantiveram, a projeção de redução para os juros básicos da economia brasileira já nesta primeira reunião do Comitê em 2012.

Na percepção dos analistas das instituições financeiras a taxa Selic deve cair para 10% ao ano em março e a 9,5% ao ano em abril – patamar no qual fechariam o ano de 2012

Hoje, a taxa básica de juros da economia está em 11,00% ao ano. Na avaliação dos economistas do mercado financeiro os juros devem ceder 0,5 ponto percentual ao final da reunião desta semana, para 10,50% ao ano. Caso se confirme esta expectativa, este será a quarta redução seguida na taxa Selic – o inicio do processo de flexibilização da politica monetária teve inicio em agosto do ano passado.

Na estimativa do mercado, a autoridade monetária deve dar prosseguimento  a redução na taxa básica de juros. O mercado projeta que os juros básicos caiam para 10% ao ano em março e para 9,50% ao ano em abril deste ano. Neste nível, os analistas esperam que se encerre o ano de 2012.

Projeção para a inflação e cambio

Os economistas das instituições financeiras projetam queda para o IPCA de 2012 de 5,31% para 5,30%. Com esta é a sétima redução consecutiva. Para 2013, a projeção do mercado financeiro é que o índice oficial de inflação fique em 5%.

Em relação a inflação de curto prazo medida pelo IPCA, os analistas das instituições financeiras esperam que o índice encerre em  0,55%, mesma projeção da semana anterior. Para fevereiro, o mercado estima uma redução no índice oficial de inflação de 0,58% para 0,55%.

A projeção dos analistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio ao final de 2012 subiu de R$ 1,77 para R$ 1,78 por dólar. Para 2013 os analistas mantiveram a estimativa para a variação da taxa de cambio em R$1,75 por dólar.

PIB

Os economistas do mercado financeiro reduziram de 3,30% para 3,27%, a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira 2012. Para 2013, a projeção o crescimento do PIB – Produto Interno Bruto permaneceu em 4,20%.

Balanço de Pagamentos e IED

Para o saldo da balança comercial brasileira de 2012 os analistas do mercado financeiro projetam redução no superávit de US$ 19,4 bilhões para US$ 19,1 bilhões. Para 2012, a estimativa de entrada de investimentos no Brasil continuou estável em US$ 55 bilhões.

Em relação ao IED – Investimentos Estrangeiros Direitos, os economistas das instituições financeiras mantiveram em US$ 55,0 bilhões a sua estimativa para entrada de recursos em 2012. Para 2013, os analistas projetam redução da entrada de recursos de US$55,0 para US$54,6 bilhões.

Conheça os principais tipos de fundos a disposição no mercado

O fundo de investimentos é uma modalidade de aplicação financeira muito procurada por investidores que escolhem confiar à gestão de sua carteira de ativos a terceiros. Ocorre que, quando o investidor opta por aplicar seus recursos através de fundo, é o gestor quem define para quais os ativos serão direcionados os recursos, sempre de acordo com o que determina a politica de investimentos do fundo descrita em seu regulamento.

Por este motivo, a CVM – Comissão de Valores Mobiliários criou uma classificação, de maneira a facilitar a comparação entre as diferentes classes de fundos, e definir as “regras do jogo”.

Definições Legais

Fundo de Investimento é uma comunhão de recursos, captados de pessoas físicas ou jurídicas, com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aplicação em títulos e valores mobiliários. Ou seja, os recursos dos investidores são usados para comprar bens (títulos) que passam a ser de propriedade de todos os investidores, na proporção de seus investimentos.

A característica principal de um fundo de investimento é o da prestação de serviços em regime de melhores esforços. Tanto o administrador quanto os demais prestadores de serviços utilizarão todos os meios e métodos legais para alcançar os melhores resultados para o fundo.

É importante ressaltar que o investimento em fundos não é garantido pelo administrador, gestor, FGC ou qualquer mecanismo de proteção.

FI – Fundo de Investimento

São investimentos regulamentados pela CVM e são classificados como os referenciados DI, os de renda fixa, os de ações, entre outros, em um total de sete diferentes classes. Para compor sua carteira compram e vendem, diretamente, títulos e valores mobiliários ou qualquer outro ativo disponível no mercado.

São investimentos que possuem carteira própria de títulos, lastreando diretamente todas as aplicações de seus investidores. Podem vender cotas para Pessoas Físicas e Jurídicas e também para outros fundos (FIC’s).

FIC (FIQ) – Fundo de Investimentos em Cotas de FI

O FIC também é regulamentado pela CVM e sua carteira deve ter no mínimo 95% de cotas de outros fundos pertencentes a uma determinada classe de fundo de investimento. Isto proporciona maior flexibilidade ao gestor para a criação de estratégias de aplicação, resgates e comercialização.

Além da sigla FICFI, deve constar no nome do fundo a classe a que ele pertence, como por exemplo: FICFIA (Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Investimentos em Ações).

Fundos Referenciados

Os fundos referenciados têm por objetivo acompanhar a variação do índice de referência (benchmark) definido em seu regulamento e para isso devem aplicar, no mínimo, 95% de seus recursos em ativos que acompanhem este indicador.

Deste segmento, o fundo mais popular é o referenciado DI, que tem como objetivo acompanhar a variação diária das taxas de juros no mercado interbancário e seu benchmark é o CDI – Certificado de Depósito Interbancário.

Este fundo é indicado para um cenário de alta de taxa de juros, uma vez que com a elevação da taxa sua rentabilidade tende a ser melhor, o contrario é verdadeiro, pois quando a taxa está em queda o retorno tende a ser menor.

É vedada a cobrança de taxa de performance por este tipo de fundo. Entretanto, ser for destinado a investidor qualificado.

A utilização de derivativos na composição da carteira é permitida, desde que apenas com a finalidade exclusiva de proteção (hedge), vedado o uso de alavancagem.

Investidor Qualificado

Classe de investidor institucional, ou profissional, que já está familiarizado com as operações de investimento realizadas no mercado financeiro e de capitais. A CVM editou regulamentação estabelecendo os critérios de definição deste tipo de investidor, dentre os exemplos deste tipo de investidor podemos citar: fundações, seguradoras, administradores de recursos, etc.

Ainda de acordo com a Instrução CVM nº 409, de 18 de agosto de 2004, são considerados investidores qualificados as pessoas físicas ou jurídicas que possuam investimentos financeiros no valor superior a R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) e que, adicionalmente, atestem por escrito sua condição de investidor qualificado mediante termo próprio.

Em outras palavras, o investidor precisa ter capital aplicado em quaisquer aplicações onde o montante total supere o valor de R$ 300 mil. Além disso, ele precisa assinar uma declaração atestando que possui conhecimento sobre o mercado de capitais suficiente, pois existe uma série de proteções legais que não se aplicam a esse tipo de investidor.

Fundos de Renda Fixa

É a classe de fundo mais popular no Brasil. Representa perto de 1/3 de todo o patrimônio líquido da indústria de fundos. Mas, será que a grande maioria dos investidores sabe como é constituída a carteira de um fundo desta modalidade e quais as suas principais características?

Aplicam uma parcela significativa de seu patrimônio (mínimo 80%) em títulos de renda fixa prefixados (que rendem uma taxa de juro previamente acordada) ou pós-fixados (que acompanham a variação da taxa de juros ou um índice de preço). Além disso, usam instrumentos de derivativos com o objetivo de proteção (hedge).

Nos fundos de Renda Fixa acontece o oposto dos fundos Referenciados DI, pois se beneficiam em um cenário de redução das taxas de juros.

Os fundos de Renda Fixa podem aplicar até 10% do seu patrimônio em ativos negociados no exterior.

A legislação  permite a utilização de derivativos tanto para proteção da carteira (hedge) quanto para alavancagem.

Nos fundos de Renda Fixa a rentabilidade pode ser beneficiada pela inclusão, em carteira, de títulos que apresentem maior risco de crédito, como os títulos privados (emitidos por empresas).

Fundos Multimercado

São fundos que possuem políticas de investimento que envolvem vários fatores de risco, pois combinam investimentos nos mercados de renda fixa, câmbio, ações, entre outros. Além disso, utilizam-se ativamente de instrumentos de derivativos para alavancagem de suas posições, ou para proteção de suas carteiras (hedge). São fundos com alta flexibilidade de gestão, por isso dependem do talento do gestor na escolha do melhor momento de alocar os recursos (market timing), na seleção dos ativos da carteira e no percentual do patrimônio que será investido em cada um dos mercados (asset mix).

Os fundos Multimercado podem aplicar até 20% do seu patrimônio em ativos negociados no exterior.

Por conta das grandes diferenças entre os níveis de risco, é sempre importante conhecer bem o perfil de cada fundo, e ver se é adequado ao seu perfil, como investidor.

Fundos de Ações

Para quem gosta e precisa diversificar suas aplicações e está disposto a correr algum risco quando o assunto é investimento. Mas, não tem muito tempo e nem o conhecimento necessário para escolher os ativos e compor a sua própria carteira.

Para este tipo de investidor, os fundos de ações podem ser uma boa alternativa. Mas antes de optar por investir neste tipo de aplicação, é importante avaliar um pouco mais as suas características.

Este, também conhecidos com fundos de renda variável, devem investir no mínimo, 67% de seu patrimônio em ações. Alguns fundos deste tipo têm como objetivo de investimento, descrito em seus regulamento, acompanhar ou superar a variação de um índice do mercado acionário, tal como o Ibovespa ou o IBX.

Seu principal fator de risco é o de mercado, ou seja, o da variação nos preços das ações que compõem a carteira do fundo, que pode ser tanto positiva quanto negativa. Logo, trata-se de uma modalidade de investimento indicado para objetivos de longo prazo e para investidores que suportem uma maior exposição a riscos em troca de uma expectativa de rentabilidade maior.

Mercado reduz pela 6ª semana estimativa de inflação para 2012

Pela sexta semana consecutiva  os economistas do mercado financeiro reduziram a sua projeção para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de 2012. Nesta edição do Relatório de Mercado – Focus, a estimativa para o índice oficial de inflação recuou de 5,32% para 5,31%.

Relatório de Mercado – Focus

O Boletim Focus como é conhecido é fruto pesquisa junto a 100 instituições do mercado financeiro.

Inflação 2011

No último dia 6/01, o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que o IPCA do mês de dezembro de 2011 que ficou em 0,50% e o acumulado do ano que marcou exatos 6,50%,  no teto do sistema de metas de inflação.

A meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Logo, o IPCA deve ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. O BC procura manter a inflação para o centro da meta de 4,5% em 2012 utilizam os instrumentos de politica monetária. A meta de inflação para 2011, 2012 e 2013 fixada pelo CMN – Conselho Monetário Nacional é de 4,5%,

Taxa de juros e cambio
Os analistas do mercado financeiro mantivera estável em 9,5% ao ano a projeção para a taxa básica de juros para 2012. O mercado projeta que o Copom – Comitê de Politica Monetária reduza a Selic recue para 10,50% ao ano na primeira reunião do ano que acontece em janeiro, passando para 10% ao ano em março e caindo para 9,50% ao ano em abril – nível que fechará 2012.

A projeção dos economistas mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2012 foi elevada de R$ 1,75 para R$ 1,77 por dólar.

PIB
A projeção dos economistas das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto  de 2011 ficou no mesmo patamar da estimativa da semana anterior, ou seja,  2,87%. Para 2012, a estimativa dos analistas do mercado para o crescimento da economia brasileira permaneceu em 3,30%.

Balanço de pagamentos e IED
A estimativa dos economistas do mercado financeiro para o saldo da balança comercial em 2012 foi elevada de superávit de US$ 17,9 bilhões para US$ 19,4 bilhões.

Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, a estimativa do mercado para o ingresso de recursos em 2011 subiu de US$ 63 bilhões para US$ 63,2 bilhões. Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil continuou em US$ 55 bilhões.

Mercado financeiro projeta inflação e crescimento menores para 2012

A primeira edição do Relatório de Mercado – Focus, revela que os economistas do mercado financeiro reduziram a sua estimativa para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de 2012, bem como a projeção para o crescimento da economia brasileira em mais um ano em que os efeitos da crise financeira internacional ainda devem repercutir.

Na avaliação do analista das instituições financeiras elevaram de 6,54% para 6,55% a sua estimativa para o IPCA de 2011. O Banco Central revelou que, em sua avaliação, a probabilidade de o IPCA ficar acima do o teto do sistema de metas é de 55%. Para 2012, contudo, a projeção caiu de 5,33% para 5,32%.

Sistema de metas de inflação

A politica monetária brasileira é baseada no sistema de metas de inflação. Por este regime a autoridade monetária deve calibrar a taxa de juros para atingir as metas pré-estabelecidas. O Banco Central está nivelando a taxa de juros para atingir a meta de inflação em 2011.

Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% em 2012.

Taxa de juros e câmbio

Os analistas do mercado financeiro projetam que a taxa básica de juros deverá continuou em 9,5% ao ano para 2012. A trajetória da taxa de juros projetada pelo mercado é de queda para 10,50% ao ano já na reunião do Copom – Comitê de Politica Monetária, que acontece nos dias 17 e 18 de janeiro. Passando para 10% ao ano em março e para 9,50% ao ano em abril – nível que deverá fechar 2012.

PIB

A projeção dos economistas do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira  para de 2011 recuou de 2,90% para 2,87%. Com esta é sexta queda seguida do PIB. Para 2012, a estimativa do mercado para a evolução do PIB – Produto Interno Bruto caiu de 3,40% para 3,30%.

A edição do Relatório Focus desta semana mostra que  os , a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2012 ficou em R$ 1,75 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED

A projeção dos economistas do mercado financeiro para o saldo da balança comercial em 2011 recuou de superávit de US$ 29 bilhões para US$ 28,10 bilhões.

Para 2012, a autoridade monetária informou que a estimativa dos economistas para o saldo da balança comercial recuou US$ 18,28 bilhões para US$ 17,90 bilhões.

Em relação ao IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, a projeção do mercado para a entrada de recursos em 2011, foi elevada de US$ 60,20 bilhões para US$ 63 bilhões. Para 2012, a estimativa de entrada de investimentos no Brasil continuou em US$ 55 bilhões.