janeiro, 2012

Mercado reduz mais uma vez a projeção para a inflação de 2012.

Pela nona semana seguida os analistas das instituições financeiras que participam da pesquisa do Banco Central que dá origem ao Focus – Relatório de Mercado, reduziram a sua projeção para o IPCA -  Índice Nacional de Preços ao Mercado Amplo de 2012. Na avaliação dos analistas o índice oficial de inflação recuou de 5,29% para 5,28% em relação à última semana. A informação Focus – Relatório de Mercado divulgado hoje, 30/01.

Para 2013, a estimativa do mercado para o IPCA permaneceu estável em 5%.

Em relação a inflação de curto prazo, o mercado financeiro também reduziu de 0,58% para 0,55%  a sua estimativa para o IPCA de janeiro. Para o IPCA de fevereiro os analistas do mercado financeiro também projetam recuou, neste caso de 0,58% para 0,56%.

Politica econômica

Metas de Inflação é uma política econômica onde principal objetivo dos países que adotam é diminuir e manter a inflação em níveis baixos. Para isto eles fazem um anúncio prévio de uma meta numérica para a inflação em prazo predeterminado e se comprometem explicitamente de que o Banco Central irá buscar o cumprimento desta meta fixada. Para alcançar a meta estabelecida, muitas vezes pelo Governo, o Banco Central deve utilizar todos os instrumentos possíveis como à taxa de juros, o crescimento da base monetária ou a taxa de câmbio.

Tanto para 2012 como para  2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Assim sendo, o IPCA deve ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. A autoridade monetária busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% – no teto do sistema de metas.

Taxa de juros e cambio

A redução da taxa básica de juros de 11,00% para 10,50% ao ano na primeira reunião do Copom em 2012 e a Ata do Copom divulgada no último dia 26,levou os economistas do mercado financeiro a manter a sua projeção de que a taxa Selic deva ser reduzida novamente ao longo do ano.

A projeção para a taxa básica de juros da economia brasileira para 2012 permaneceu em 9,5% ao ano, o que indica que na percepção do mercado financeiro, deve haver mais um corte para 10,00% ao ano em março, para 9,63% ao ano em abril e em maio, um recuo para 9,5% ao ano.

Porém, para 2013, os analistas das instituições financeiras projetam uma elevação da taxa básica de juros para 10,38% ao ano. Logo, houve uma elevação da estimativa em relação a semana passada quando o mercado projetava a Selic para próximo ano em 10,25% ao ano.

Para a evolução da taxa de cambio, a estimativa do mercado financeiro em 2012 foi elevada R$ 1,78 para R$ 1,80 por dólar. Para o encerramento de 2013, a estimativa continuou inalterada em R$ 1,75 por dólar.

PIB

Para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2012, os economistas dos bancos mantiveram a sua estimativa em 3,27% . Para 2013, contudo, a expectativa para o crescimento da economia, caiu de 4,25% para 4,15%.

Balanço de pagamentos

A projeção do mercado financeiro para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) para 2012 subiu de superávit de US$ 19,6 bilhões para US$ 19,8 bilhões.

Para 2013, a projeção dos analistas do mercado financeiro para o saldo positivo da balança comercial brasileira subiu de US$ 14,5 bilhões para US$ 15 bilhões.

Para 2012, a projeção de ingresso de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil continuou em US$ 55 bilhões. Já para 2013, a estimativa do mercado financeiro para a entrada de recursos de investimentos estrangeiros diretos foi elevada de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões.

Copom vê ‘elevada probabilidade’ de juros de um digito em 2012

O COPOM – Comitê de Política Monetária divulgou hoje, 26/01 a ata da reunião encerrada no último dia 18/01, na oportunidade a taxa Selic meta foi reduzida de 11,00% para 10,50% ao ano. Na avaliação da autoridade monetária há uma “elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, ou seja, inferior a 10% ao ano.

Para o Copom, ocorreram “mudanças estruturais significativas” na economia brasileira, que determinaram recuo nas taxas de juros em geral, e, em particular, na chamada “taxa neutra” (que na teoria impediria a inflação e, e ainda, a queda no nível de emprego).

Na avaliação do Banco Central, a contribuição para a redução da taxa básica de juros da economia brasileira, as mudanças nos mercados financeiros e de capitais (bolsas de valores), bem como a o modelo de politica fiscal que prevê a manutenção de superávits primários – economia feita para pagar juros da dívida pública e manter sua trajetória de queda – e a elevação da oferta de poupança em moeda estrangeira.

“Para o Comitê, todas essas transformações caracterizam-se por um elevado grau de perenidade – embora, em virtude dos próprios ciclos econômicos, reversões pontuais e temporárias possam ocorrer – e contribuem para que a economia brasileira hoje apresente sólidos indicadores de solvência e de liquidez”, informou o Copom.

Na avaliação do Copom contribui, ainda, para a ponderação do  cenário de juros abaixo de 10% ao ano, a desaceleração da economia e a crise financeira internacional. “Considerando ainda que a desaceleração da economia brasileira no segundo semestre do ano passado foi maior do que se antecipava e que eventos recentes indicam postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia, neste momento, o Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, afirmou.

Expectativa do mercado

O Focus – Relatório de Mercado do Banco Central revelou nesta segunda, 22/01, que a expectativa dos analistas das instituições financeiras é de dois novos cortes na taxa Selic em 2012, a primeira em março e a outra em abril, ambos de 0,5 ponto percentual, o que reduziria a taxa básica de juros da economia para 9,5% ao ano – nível que encerraria o ano. Contudo, os analistas do mercado financeiro acreditam em novos aumentos a partir do começo do próximo ano – encerrando 2013 em 10,25% ao ano.

O último relatório de inflação,  divulgado em dezembro de 2011, o Banco Central projetou que o IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo, encerre  2012 em  4,7% , e para o próximo no “cenário de referência” ( estabilidade para juros e câmbio). Com projeção de queda dos juros esperado pelo mercado financeiro, a estimativa permaneceu em 4,7% para 2012, e subindo para 5,2% em 2013. Os analistas do mercado financeiro, por outro lado, projeção IPCA de 5,29% para este ano e de 5,00% para 2013.

“O Copom reconhece um ambiente econômico em que prevalece nível de incerteza muito acima do usual, e pondera que o cenário prospectivo para a inflação, desde sua última reunião, acumulou sinais favoráveis. O Comitê nota que, no cenário central com que trabalha, a taxa de inflação posiciona-se em torno da meta em 2012, e são decrescentes os riscos à concretização de um cenário em que a inflação convirja tempestivamente para o valor central da meta”.

‘Ajuste moderado’

O comitê do Banco Central ainda retirou da ata a informação de que seria possível realizar um “ajuste moderado” na taxa básica de juros. No documento divulgado após a reunião encerrada em 18/01, a autoridade monetária informou somente que, “dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 10,50% a.a., sem viés”.

O termo fazia parte no comunicado publicado logo após a reunião do Copom, na semana passada. Na ocasião, o Banco Central informou: “Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 10,50% a.a., sem viés. O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012″.

Na reunião do Copom realizada em novembro/2011, a expressão também estava presente, porém no plural. Na época, o Banco Central informou: “O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, ajustes moderados no nível da taxa básica são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012″.

Juros futuros e fundos Ima

Após a divulgação da ata do Copom – Comitê de Política Monetária, as taxas dos principais contratos de juros futuros fecharam em queda nesta quinta-feira, dia (26/01), na BM&F. A autoridade monetária reforçou a possibilidade de novos cortes na taxa básica de juro da economia brasileira.

Contrato de janeiro de 2013 fechou com taxa de 9,67%

O contrato de juros de maior liquidez nesta quinta-feira, com vencimento em janeiro de 2013, registrou uma taxa de 9,67%, 0,16 ponto percentual abaixo do fechamento de terça-feira.

Outros contratos que fecharam com bom volume negociado foram o com vencimento em janeiro de 2014, que registrou taxa de 10,23% e o de abril de 2012, com taxa de 10,18%. No fechamento de terça-feira, as taxas apontadas por estes contratos eram 10,40% e 10,18%, respectivamente.

Como consequência a rentabilidade dos fundos atrelados ao IMA devem melhorar ainda mais, devendo encerrar o mês acima da meta atuarial.

A importância do cálculo atuarial

O cálculo atuarial é a ciência que utiliza técnicas matemáticas e estatísticas de maneira a determinar o risco e retorno nos segmentos de seguros e financeiros.

Fundamentalmente o cálculo atuarial busca, por meio do conhecimento histórico, de distribuições estatísticas e hipóteses, formar o valor presente (valor atual) de um conjunto de fluxos de caixa (obrigações a pagar ou a receber em uma ou várias datas) no futuro.

Emprego

Muito embora o cálculo atuarial compreenda potencialmente tudo o que o cálculo financeiro abrange, a utilização com a qual o cálculo atuarial geralmente se identifica, é o cálculo das responsabilidades dos fundos de pensões e Regimes Próprios de Previdência. Esta estimativa mostra-se intricado por combinar variáveis como:

  • Valor de mercado dos ativos (NAV);
  • Expectativa de aumentos salariais dos participantes no fundo;
  • Expectativa de aumentos dos pensionistas;
  • Expectativa dos retornos futuros dos ativos do fundo;
  • Condições para aceder ao fundo;
  • Contribuições esperadas para o fundo até passar à situação de beneficiário;
  • Tabela de mortalidade para os participantes do fundo, para determinar o final da condição de beneficiário;
  • Etc.

História

A ciência atuarial nasceu no final da primeira metade do século XIX, na Inglaterra. Os estudos realizados então se destinavam a entidades da área de pensões e reforma, basicamente com o objetivo de estudar a mortalidade da população.

O título de primeiro atuário da História é atribuído à Domitius Ulpiames, prefeito de Roma durante o Império Romano, considerado um dos maiores economistas de sua época. Foi ele quem deu os primeiros passos para o desenvolvimento do seguro de vida, pois se interessou pelo assunto e estudou documentos sobre nascimentos e mortes dos romanos.

No século XVII, na Inglaterra e na Holanda, empenhavam-se em vender aos seus súditos títulos públicos que asseguravam ao tomador a percepção de uma renda vitalícia. Assim, foi necessário determinar com a maior precisão a importância em dinheiro que deveria ser cobrada em contraprestação ao serviço, para que não houvesse prejuízo à coroa, trabalho destinado aos melhores matemáticos da época.

Com isso, foi-se criando a base para o surgimento da matemática atuaria, principalmente a partir do cálculo da probabilidade de Pascal. Graunt e Edmond Halley, na Inglaterra, e De Witt, na Holanda, a partir dos registros de nascimentos e óbitos, estudaram o problema levando em conta as leis da probabilidade e a expectativa de vida humana. Os avanços no cálculo de anuidades apresentados por James Dodson nesta época renderam-lhe o título de inventor da ciência atuarial.

A partir de então, a atuária se desenvolveu, principalmente à medida que outros matemáticos, economistas e filósofos se interessaram pelo assunto. Cada vez mais houve a construção e especialização das tábuas de vida, como também o desenvolvimento das comutações, ferramenta do cálculo atuarial. Também aconteceu nesse período o 1º Congresso Internacional de Atuária em Bruxelas, no ano de 1895.

No século XX, a área de seguros expandiu a abrangência do estudo atuarial, e a inserção cada vez mais frequente das empresas de seguros e pensões no mercado financeiro, fez com que a ciência atuarial se especializasse cada vez mais em campos económicos e financeiros. A partir de então as empresas seguradoras passaram a oferecer programas de seguro de vida e outras especializações.

Obs.: Trecho retirado do site Think Finance

Risco

Pense em risco como a probabilidade de ocorrência de um determinado evento que gere prejuízo econômico. É importante diferenciar risco de probabilidade: a probabilidade é parte do risco, que para ser assim classificado precisa, basicamente, ser causador de uma perda econômica, reparável.

Existem ainda outras exigências para o gerenciamento de um risco, a saber, o risco deve ser:

  • Possível;
  • Incerto;
  • Futuro;
  • Independer da vontade humana;
  • Mensurável
  • Homogêneo e não catastrófico

Receita Atuarial

O cálculo de uma renda atuarial leva em conta, além de uma taxa de juros que descapitalize o montante a ser pago, a incerteza sobre seu pagamento, como no caso de uma aposentadoria, onde o risco de a pessoa estar ou não viva para o recebimento de uma renda interfere no valor que ela precisará pagar para, se viva estiver, receber tal pensão.

Vamos usar como exemplo uma pessoa que em um plano de contribuição definida deseja receber durante 10 anos uma renda de R$ 900,00. Baseados em cálculo utilizando matemática simples esta pessoa precisara hoje de R$ 108.000,00 (R$900,00 X 120) para obter está renda.

Agora se utilizarmos cálculo baseados em matemática financeira, com uma taxa de juros de média de 0,96% ao mês o custo destas hoje seria de 63.961,38.

Supondo uma incerteza (risco) de não pagamento de 20% o mesmo retorno da operação financeira acima fica em $ 51.169,11

O que é superávit técnico?

O superávit técnico é o resultado positivo obtido da diferença entre o patrimônio líquido e os compromissos totais existentes no plano. Desta forma, quando um plano de benefícios está com superávit significa que o plano possui mais recursos financeiros do que seria necessário para saldar todos os benefícios, atuais e futuros, oferecidos aos seus participantes.

A apuração dos resultados dos planos de benefícios seja positivo (superávit) ou negativo (déficit) é decorrente da gestão dos recursos financeiros e do cálculo dos compromissos futuros com o pagamento de benefícios.

Caso o superávit ultrapasse o limite de 25% das provisões matemáticas, a legislação vigente determina a constituição de uma reserva especial que, no caso de sua existência por três anos consecutivos, determinará a imediata revisão obrigatória do plano de benefícios.

Esta revisão do plano sugere uma avaliação de todas as considerações atuariais envolvidas no cálculo das reservas matemáticas: probabilidade de sobrevivência, rotatividade, crescimento salarial, taxa de juros, etc. Persistindo o resultado superavitário, poderão ser criadas medidas para utilização deste superávit, como, por exemplo, a redução de contribuições dos participantes e patrocinadores, bem como melhorias nos benefícios.

Vale ressaltar que, antes de se tomar qualquer atitude, é preciso identificar a origem e a natureza do superávit e se o mesmo está bem mensurado para se decidir, da melhor forma possível, qual será o seu destino dentro do plano de benefícios.

O mesmo se aplica aos déficits que devem ser detectados e cobertos, seja por aporte ou elevação de alíquota do patrocinador.

Mercado reduz, pela oitava semana seguida, projeção para a inflação de 2012.

Pela oitava semana seguida os analistas das instituições financeiras reduziram a sua projeção para a variação do IPCA – Índice Nacional de Preços ao Mercado Amplo de 2012. Assim o mercado estima que o índice oficial de inflação do governo caia de 5,30% para 5,29%%. A estimativa foi divulgada nesta segunda-feira, 23/01, através do Focus – Relatório de Mercado. Documento que tem origem em pesquisa junto 100 instituições financeiras. Para 2013, a estimativa dos economistas do mercado para o IPCA permaneceu em 5,00%.

Inflação de curto prazo

Para a inflação dos meses de janeiro e fevereiro, os analistas dos bancos projetam elevação do IPCA em janeiro, de 0,57% para 0,58. Para o próximo mês a estimativa caiu de 0,59% para 0,58%.

Taxa de juros e cambio

Com a redução da taxa básica de juros para 10,50% ao ano pelo COPOM – Comitê de Politica Monetária do Banco Central, o mercado financeiro manteve a projeção de que a taxa de juros deverá passar por nova redução nas próximas reuniões do comitê da autoridade monetária em 2012.

A estimativa e de que os juros básicos da economia encerrem o ano em  9,5% ao ano, mesmo patamar da semana passada, logo o mercado espera novos cortes de 0,5 ponto percentual nos encontros que acontecem em março e abril deste ano. Entretanto, os analistas das instituições financeiras esperam alta da taxa básica de juros em 2013 – pois, a projeção para o próximo ano é de que os juros encerrem o ano em 10,25% ao ano.

Para a taxa de cambio, a projeção dos economistas do mercado financeiro para de 2012 permaneceu em R$ 1,78 por dólar. Para 2013, a estimativa ficou  em R$ 1,75 por dólar, ou seja, não houve alteração da expectativa dos agentes do mercado financeiro.

PIB

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a sua projeção para o crescimento da economia brasileira medida pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2012 em 3,27%. Para 2013, a projeção do crescimento econômico, foi elevada de  4,20% para 4,25%.

Balança de Pagamentos e IED

Para o saldo da balança comercial brasileira os analistas do mercado financeiro projetam superávit em 2012. No entender dos analistas o saldo positivo da balança comercial deve subir de US$ 19,1 bilhões para US$ 19,6 bilhões. Para 2013, a projeção do mercado para o superávit balança comercial subiu de US$ 14 bilhões para US$ 14,5 bilhões.

Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil, os analistas dos bancos mantiveram a sua estimativa no mesmo patamar da semana anterior, ou seja, saldo positivo de US$ 55 bilhões. Para 2013, a estimativa do mercado financeiro  para a entrada de recursos vindos do exterior recuou de US$ 54,6 bilhões para US$ 54 bilhões.

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