novembro, 2011

Monitorando o cenário econômico.

O mercado financeiro vem sofrendo diversas oscilações, dessa forma qualquer movimento podem contribuir para a realização de perdas significativas, reduzindo o alcance das metas e objetivos propostos no cenário econômico.

Desde 2010 o Banco Central observou que os índices de inflação estavam em ritmo acelerado causando a perda do poder aquisitivo da moeda brasileira, para que os impactos na economia do país não fossem maiores iniciou-se um processo de aumento da taxa SELIC, uma estratégia usada para controlar a inflação.

O aumento da taxa básica de juros causa impactos também nos índices de renda fixa como é o caso do IMA  (Índice de Mercado ANBIMA), índice de investimentos de um determinado grupo de ativos.

O IMA mede a rentabilidade de uma carteira teórica de títulos públicos federais, este é composto por um índice geral (IMA-Geral) que é calculado pela média ponderada de outros sub-índices (IMA-B, IMA-C, IRF-M e IMA-S), ele é uma parâmetro de comparação, para que o investidor verifique se tem investido bem o seu dinheiro ou não. Qualquer elevação na inflação enfraquece o desempenho do índice.

O IDKA (Índice de Duração Constante ANBIMA) um conjunto de índices que medem o comportamento de carteiras sintéticas de títulos públicos federais com prazo constante. Representa ganhos e perdas provenientes dos movimentos das curvas e oscilações de juros, é importante ressaltar que este também é considerado parâmetro de referência para os investidores.

O comportamento do mercado necessita ser monitorado para que se faça uma gestão consciente a fim de se posicionar de maneira mais eficaz aproveitando as oportunidades.

Por isso nossa equipe tem enviado tabelas com o desempenho dos índices para acompanhamento diário. Assim, você gestor, pode acompanhar mais de perto os movimentos de oscilações de mercado e compreender de forma mais clara as orientações de nossos consultores.

A tabela exibe o comportamento diário desses dois Índices, deixamos em destaque a coluna que mostra o retorno no dia e acumulado no mês.

Vamos entender melhor a estrutura do IMA e do IDKA com seus sub índices:

Em caso de dúvidas nossa equipe esta preparada para prestar todas as informações que se façam necessários.

Por fim, gostaríamos de agradecer sua confiança e reiterar nosso compromisso com a qualidade dos serviços prestados, e a busca permanente por inovações que venham a facilitar o trabalho de gestão de seu RPPS.

Crédito & Mercado Consultoria em Investimentos

Mercado aposta em novo corte de juros pelo COPOM.

Os analistas das instituições financeiras apostam que o Copom – Comitê de Politica Monetária do Banco Central deve reduzir a taxa básica de juros na última reunião do ano que acontece nos dias 29 e 30 deste mês.

O Relatório de Mercado – Focus, divulgado hoje, 28/11 pelo BACEN, mostra que a estimativa dos economistas das instituições financeiras é de que o COPOM deverá promover um novo corte de 0,5 ponto percentual nos juros, para 11,00% ao ano. Para 2012, o mercado projeta que a taxa de juros encerre o ano em  10,00% ao ano – o que implicaria em novos cortes nos juros para o próximo ano.

Caso se confirme a expectativa do mercado esta será a terceira redução seguida dos juros promovida pela autoridade monetária. Após a elevação dos juros nas cinco reuniões no inicio do ano, para tentar conter a pressão inflacionária, o COPOM promoveu dois cortes nas reuniões de agosto e outubro, por conta dos efeitos da crise financeira internacional sobre os preços. O BACEN acredita que a crise tenha “efeito desinflacionário”.

Inflação

O mercado financeiro elevou  a sua projeção para inflação oficial para 2011, que avançou de 6,48% para 6,49%, pelo sistema de metas de inflação adotado como parâmetro para a politica monetária, a inflação tem teto máximo de, de 6,50%. A estimativa para o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo de 2012 foi elevado de 5,55% para 5,56%.

Os economistas do mercado financeiro mantiveram em 0,50% a sua projeção para a inflação de novembro e elevaram de 0,50% para 0,51% a sua estimativa para a inflação de dezembro.

PIB

A os economistas das instituições financeiras reduziram mais uma vez a sua projeção para o crescimento da economia brasileira em 2011. Na avaliação dos analistas a projeção caiu de 3,16% para 3,10%. Para 2012, a estimativa do mercado para o crescimento da economia brasileira caiu de em 3,50% para 3,46%.

A projeção dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio em 2011 ficou em R$ 1,75 por dólar. Para 2012, a estimativa do mercado financeiro para a taxa de câmbio permaneceu em R$ 1,75 por dólar.

Balanço de Pagamentos e IED

Os analistas do mercado financeiro projetam superávit para a balança comercial, exportações menos importações, em 2011. Na avaliação dos analistas o saldo deve subir de US$ 28 bilhões para US$ 28,22 bilhões .

Para 2012, a estimativa dos economistas para o saldo da balança comercial recuou de superávit de US$ 18 bilhões para US$ 17 bilhões.

Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, os analistas do mercado estabilidade para a entrada de recursos em 2011. Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil continuou em US$ 55 bilhões.

Mercado reduz projeção para inflação em 2012 e mantém estimativa para 2011.

O Relatório de Mercado – Focus divulgado hoje, 21/11, mostra que na percepção dos analistas do mercado financeiro a inflação medida pelo IPCA – Índice de Preço ao Consumidor Amplo, deve encerrar 2011 em 6,48%, dentro do sistema de metas de inflação do Banco Central, de 6,50%. A projeção o índice de inflação oficial do governo para de 2012, caiu de 5,56% para 5,55%.

Na avaliação dos analistas das instituições financeiras o crescimento da economia brasileira medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2011 permaneceu inalterado em 3,16%

Taxa de juros e PIB

Os analistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa de redução na taxa básica de juros da economia brasileira de 11,50% ao ano para 11,00%, na próxima reunião do COPOM – Comite de Politica Monetária do Banco Central em novembro. Para o fim de 2012, a projeção do mercado continuou em 10% ao ano – a expectativa é de novos cortes ao longo do ano.

Em relação ao crescimento da economia medido pelo PIB – Produto Interno Bruto de 2011 permaneceu em 3,16%. Para 2012, a estimativa do mercado para o crescimento da economia brasileira ficou igualmente inalterada em 3,50%.

Taxa de Cambio

A projeção dos economistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio no encerramento de 2011 ficou em R$ 1,75 por dólar. Para 2012, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio foi mantida em R$ 1,75 por dólar.

Balança comercial e IED

A expectativa do mercado financeiro para o saldo da balança comercial (exportações menos importações) em 2011 foi mantida em US$ 28 bilhões de superávit.

Para 2012, a projeção dos economistas para o saldo da balança comercial caiu de US$ 18,90 bilhões para US$ 18 bilhões de superávit.

Em relação à entrada de IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, a estimativa dos analistas do mercado para o ingresso recursos em 2011 ficou em US$ 60 bilhões. Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil subiu de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões.

Mercado reduz projeção e inflação neste e no próximo ano.

O Relatório de Mercado – Focus, divulgado hoje, 14/11, pelo Banco Central mostra que os  economistas do mercado financeiro reduziram a sua estimativa para o crescimento da economia brasileira, medida pelo PIB – Produto Interno Bruto, pela sexta semana seguida. Da mesma forma baixaram a projeção para a inflação tanto em 2011 como em 2012.

Na avaliação dos economistas das instituições financeiras pesquisadas, o PIB – Produto Interno Bruto de 2011 deve crescer 3,16%, na semana passada a projeção era de 3,20%. Para 2012, a estimativa dos analistas do mercado financeiro o crescimento da economia brasileira deve ficar em 3,50%. As reduções nas projeções para o crescimento da economia brasileira foram iniciadas após o agravamento da crise financeira internacional, com o corte da nota da divida soberanas dos Estados Unidos pela Standard & Poors.

Inflação e taxa de juros

A projeção dos analistas das instituições financeiras para o índice de inflação medida pelo IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, para 2011 recuou de 6,50% para 6,48%. A despeito da queda, o índice de inflação oficial ainda está próximo ao teto de 6,50% estabelecido pelo sistema de metas de inflação.  A estimativa para o IPCA de 2012, por sua vez, caiu de 5,57% para 5,56%.

Para a autoridade monetária, conforme divulgado através do relatório de inflação do terceiro trimestre de 2011, o IPCA deve encerrar o ano em 6,4%, com 45% de possibilidade de ficar acima do teto do sistema de metas, que é de 6,50%. Para 2012, o BACEN espera que a  inflação fique em torno de 5,00%.

Em relação à inflação de curto prazo o mercado os analistas do mercado estimam que tanto o índice de inflação de novembro como o de dezembro, medido pelo IPCA, fiquem em 0,50%.

Por mais uma semana, os economistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa de redução para a taxa básica de juros da economia brasileira, hoje em 11,50% ao ano. Para os analistas dos bancos o COPOM – Comitê de Politica Monetária do Banco central reduzirá a Taxa Selic na última reunião do ano que acontecerá em novembro, desta vez para 11% ao ano. Para 2012, a projeção do mercado é de queda para a taxa de juros, na visão dos analistas os juros devem recuar de 10,50% para 10% ao ano , logo novos cortes devem ocorrem ao longo do próximo ano.

Taxa de câmbio

A projeção dos economistas das instituições financeiras para a taxa de câmbio ao final de 2011 continuou em R$ 1,75 por dólar. Para 2012, a estimativa do mercado financeiro para a taxa de câmbio ficou em R$ 1,75 por dólar.

Balanço de Pagamentos e IED

Na avaliação dos economistas do mercado financeiro, a balança comercial (exportações menos importações), deve apresentar crescimento no superávit em 2011 subindo de US$ 27 bilhões para US$ 28 bilhões.

Para 2012, a projeção dos analistas do mercado para o superávit do saldo da balança comercial conservar-se em US$ 18,90 bilhões.

Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, a estimativa do mercado financeiro para o ingresso de 2011 permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2012, a projeção de ingresso de investimentos no Brasil foi elevada de US$ 53 bilhões para US$ 54 bilhões.

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