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fevereiro, 2011

Mercado projeta, Bacen elevará os juros de 11,25% para 11,75% ao ano nesta semana

Os analistas do mercado financeiro projetam que o COPOM – Comitê de Política Monetária, vá elevar a taxa básica da economia de 11,25% para 11,75% ao ano na próxima reunião que acontecerá nos dias 1 e 2 de março, terça e quarta-feiras para 11,75% ao ano. A informação foi divulgada hoje através do Relatório de Mercado, FOCUS. Caso se confirme, este será o segundo aumento da taxa de juros neste ano.

A elevação da taxa básica de juros tem por objetivo tentar refrear o aumento da inflação no país. O mercado financeiro projetam que deverá haver novos aumentos dos juros ao longo do ano, evidenciando a preocupação por parte da autoridade monetária com o combate a elevação dos índices inflacionários. A expectativa dos analistas do mercado é de que a taxa Selic encere 2011 com juros na casa dos 12,50% ao ano.

Para 2012, a projeção do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 11,25% ao ano. Isso significa que há uma expectativa queda dos juros para próximo ano. As estimativas do mercado financeiro são divulgadas semanalmente através do relatório de mercado, Focus – documento este que é objeto de pesquisa junto a 100 (cem) aos economistas de  instituições financeiras.

Política Monetária
A política econômica no Brasil é centrada no controle da inflação, com isso o CMN – Conselho Monetário Nacional estabelece uma meta para a inflação que deverá ser cumprida pelo Banco Central. Um dos instrumentos utilizados para o controle do índice inflacionários é a taxa de juros onde o Bacen, eleva ou reduz os juros para atingir a meta fixada. Para os anos de 2011 e 2012, a meta para a inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Assim sendo, o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo pode variar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Os outros instrumentos de política monetária são o depósito compulsório e o redesconto.

Inflação
Os analistas do mercado financeiro novamente elevaram, a sua estimativa para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo para 2011, que subiu de 5,79% para 5,80%. Com esta, é a décima segunda semana consecutiva de aumento da expectativa para o índice de inflação para 2011. A expectativa para o IPCA de 2012ado ficou estável em 4,78%.

Os números divulgados hoje mostram que a expectativa de inflação, na visão do mercado financeiro, para este ano é bem superior da meta central estabelecida, porém ainda dentro do intervalo de tolerância.

PIB e câmbio
Na visão dos analistas do mercado financeiro, para do PIB – Produto Interno Bruto para 2011 é de haja um recuou no crescimento da economia de 4,5% para 4,3%. Para 2012, a estimativa dos economistas mercado financeiro de crescimento do PIB continuou estavel em 4,5%.

Na avaliação do mercado financeiro, a taxa de câmbio no fim de 2011 deverá permanecer estável em R$ 1,70 por dólar. Para o encerramento de 2012, a projeção dos analistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio caiu de R$ 1,80 para R$ 1,79 por dólar.

Balanço de pagamentos e IED
Na avaliação dos analistas do mercado financeiro a balança comercial, que engloba exportações menos importações, o superávit em 2011 deve subir de US$ 11,45 bilhões para US$ 13 bilhões.

Já para 2012, a expectativa dos analistas para o resultado da balança comercial cresceu de um superávit de US$ 7,10 bilhões para US$ 7,85 bilhões.

Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, o mercado financeiro manteve em US$ 42 bilhões a projeção ingresso de recursos em 2011. Entretanto a projeção de ingressos de recursos em 2010 cresceu de US$ 42,69 bilhões para US$ 43,85 bilhões.

Mercado eleva pela 11ª semana estimativa de inflação para 2011 e 2012

Os analistas mercado financeiro, consultados pelo Banco Central, voltaram a elevar, a sua estimativa para o IPCA –  Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de 2011, que subiu de 5,75% para 5,79%. A informação consta do Relatório de Mercado – Focus,  divulgado nesta  segunda-feira, 21/02 pelo o Banco Central.

Com esta é a décima primeira semana consecutiva de aumento da expectativa de inflação para 2011. A estimativa para 2012, para o IPCA também foi elevada de 4,70% para 4,78% , com esta é a segunda semana seguida de elevação.

Juros
No intuito de conter o avanço dos índices de inflação, o Banco Central, através do COPOM elevou a taxa básica de juros da economia, Selic, no inicio deste ano, na ocasião a de juros subiu de 10,75% para 11,25% ao ano. E a projeção dos analistas do mercado financeiro é de que ocorram outras elevações ao longo do ano.

O mercado financeiro conservou a estimativa de que a taxa Selic será elevada para 11,75% ao ano na reunião do Copom que ocorre nos dias 1 e 2 de março e que ao final de 2011 a taxa deverá ficar em 12,50% ao ano. Para  2012, a projeção dos analistas do mercado para a taxa básica da economia é de estabilidade, a taxa deve encerrar o ano  em 11,25% ao ano. O que significa dizer que o mercado financeiro projeta queda dos juros básicos em 2012.

PIB e Dólar

Para os analistas do mercado financeiro o PIB – Produto Interno Bruto deve encerrar 2011 em 4,5%. A projeção para 2012, para o crescimento da economia brasileira permaneceu em 4,5%.

A estimativa dos analistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2011 cedeu de R$ 1,72 para R$ 1,70. Para o encerramento de 2012, a projeção dos analistas para a taxa de câmbio continuar a ser de R$ 1,80 por dólar.

Balanço de Pagamentos
Na projeção dos analistas do mercado financeiro a balança comercial que contempla a diferença entre exportações e importações de superávit em 2011, com elevação de US$ 10 bilhões para US$ 11,45 bilhões no final do ano.

Para 2012, a estimativa do mercado financeiro é também de queda de US$ 7,35 bilhões para US$ 7,1 bilhões do superávit do saldo da balança comercial..

Em relação aos IDE – Investimentos Estrangeiros Diretos, o mercado projeta alta no  ingresso de recursos em 2011 de US$ 40 bilhões para US$ 42 bilhões. Em  2012, a projeção de entrada de recursos no Brasil subiu de US$ 42,37 bilhões para US$ 42,69 bilhões.

O mercado hoje

Na Ásia o iene perde valor com a redução da busca por ativos seguros, sendo cotado a ¥ 83,59/$, com queda de 0,31%. O índice Nikkei fechou o pregão em alta de 0,20%, em cima de papéis das empresas exportadoras. Na China, a inflação ao consumidor registrou alta de 4,9% em janeiro, em termos anuais, ficando abaixo das estimativas do mercado (5,4%). No atacado a inflação subiu de 5,9% em dezembro para 6,6% com o dado de janeiro.

Na Europa Londres sobe 0,09%, enquanto a França e Alemanha registram altas de 0,38% e 0,22%, respectivamente. O euro é cotado a US$ 1,3518/€, com valorização de 0,22%. Neste dia de menor aversão ao risco, o dólar index recua 0,17%, neste momento.

Os índices futuros das bolsas norte-americanas operam com discretas oscilações: S&P -0,02% e D&J +0,02%.

No mercado de petróleo, o produto WTI para entrega futura é cotado a US$ 85,04/barril, com valorização de 0,27%, nesta manhã. O índice CRB Metal e o CRB Foods registram quedas de 0,36% e 0,97%, respectivamente.

Para o Ibovespa, o dia promete dar seqüência à trajetória de recuperação observada nos últimos dias. A menor aversão ao risco presente nos mercados internacionais está trazendo de volta o investidor estrangeiro, garantindo boas perspectivas para o mercado de ações brasileiro.

No mercado de câmbio, tendência de desvalorização do dólar, que deverá ser atenuada por intervenções do banco central. No mercado de juros, o ajuste para cima ocorrido ontem nos principais vértices da curva de juros deve sofrer pequenas alterações no dia de hoje. Mercado aguarda a definição do salário mínimo amanhã, que deverá funcionar como um grande sinalizador das reais intenções de austeridade fiscal do atual governo.

Mercado eleva projeção para inflação e juros em 2011 e 2012

Pela décima semana consecutiva os analistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo para o ano de 2011, que subiu de 5,66% para 5,75%. Esta informação consta do relatório de mercado, Focus, divulgado nesta  segunda-feira, dia 14/02 pelo Banco Central. Este documento, divulgado semanamente é fruto de pesquisa junto a 100 instituições do mercado financeiro.

Para o ano de 2012, a expectativa do  mercado financeiro para o IPCA foi elevada de 4,61% para 4,70%.

A politica monetária brasileira é centrada no regime de metas de inflação, sistema pelo qual o Banco Central atua na taxa básica de juros objetivando atingir os objetivos pré-estabelecidos. Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Taxa de Juros

Para tentar manter a inflação dentro dos limites estabelecidos pelo CMN – Conselho Monetário Nacional, o Banco Central através do COPOM, iniciou um ciclo de aperto monetário no início deste ano, quando a taxa básica da economia brasileira, Selic,  foi elevada de 10,75% para 11,25% ao ano. Os analistas do mercado financeiro esperam que hajam mais elevações no ao longo de 2011. Os analistas das instituições financeiras consultadas conservaram sua projeção de que a taxa Selic deverá ser elevada para 11,75% ao ano na reunião que ocorrerá nos dias 1 e 2 de março e de que encerrará 2011 em 12,50% ao ano. Para o fim de 2012, a expectativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia foi elevada de 11% ao ano para 11,25% ao ano. Isso significa que a expectativa dos analistas do mercado é de um recuo menor dos juros no em 2012.

PIB e dólar

A expectativa dos analistas do mercado financeiro  em relação ao PIB – Produto Interno Bruto foi reduzida, na semana passada, de 2011 de 4,6% para 4,5%. Para 2012, o mercado espera crescimento da economia brasileira permaneça inalterada também em 4,5%.

A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio para o encerramento de 2011 recuou de R$ 1,73 para R$ 1,72 por dólar. Para  2012, a expectativa do mercado financeiro para a taxa de câmbio continuou firme em R$ 1,80 por dólar.

Balanço de Pagamentos

A estimativa dos analistas do mercado financeiro para o resultado da balança comercial, que reflete a diferença entre exportações menos importações, para 2011 foi elevada de US$ 9,57 bilhões para US$ 10 bilhões de superávit na pesquisa da semana passada.

Para 2012, a projeção dos analistas do mercado  para o saldo da balança comercial subiu de US$ 5 bilhões para US$ 7,35 bilhões de superávit.

Em relação aos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de recursos em 2011 continuou estável em US$ 40 bilhões. Para 2012, a estimativa de ingresso de e investimentos no Brasil permaneceu inalterada em US$ 42,37 bilhões.

Índice IMA

A revisão de expectativas inflacionárias dos agentes impactou os preços dos ativos de renda fixa com exposição ao risco de taxas de juros, sobretudo aqueles de médio e longo prazos. Desta forma, o IRF-M1+ e o IMA-B5+, que haviam apresentado variações de -0,6523% e -1,4869% em janeiro, iniciaram fevereiro com trajetórias de 0,1280% e 0,2891%, respectivamente. Esse movimento do dia 1º/2, entretanto, não deve ser percebido como uma reversão dessa tendência, haja vista que a percepção dos agentes no tocante ao comportamento da inflação ainda é de elevação para os próximos meses.

O mercado hoje

No Japão, o mercado acionário local registrou alta de 0,41% no pregão de hoje, impulsionado por bons resultados corporativos e pela desvalorização do iene ante aos principais parceiros da economia japonesa. Hong Kong registrou queda de 0,29%, enquanto na China o mercado permanece fechado.

Na Alemanha, a bolsa em Frankfurt registra ligeira alta (+0,12%), enquanto na França recua 0,02% e Londres -0,16%.

Em meio a um ambiente de maior otimismo com o crescimento mundial, o dólar index registra queda de 0,18% nesta manhã, interrompendo seis dias de altas seguidas. O euro é cotado a US$ 1,3608/€, com valorização de 0,19%, ao passo que o iene é cotado a ¥ 82,10/$, com valorização de 0,28%.

Os índices futuros das bolsas americanas – S&P e D&J – operam com discreta alta: +0,11% e +0,14%, respectivamente. Não há indicadores a serem conhecidos no dia de hoje na agenda econômica americana.

No mercado de petróleo, o produto para entrega futura tipo WTI é cotado a US$ 87,47/barril, com queda de 0,02%, enquanto o índice CRB de commodities recua 0,43%, sendo que CRB Metal sobe 0,36% e CRB Alimentos +0,69%.

Expectativas positivas para os ativos brasileiros. O bom humor prevalecente nos mercados internacionais e o avanço das principais commodities poderão impulsionar o Ibovespa no dia de hoje, acelerando a trajetória de alta, após a lenta e arrastada valorização mostrada ontem. 

No mercado de câmbio, em tese, o dia favorece a apreciação do real.

No mercado de juros, principal evento será a divulgação do IPCA de janeiro, que segundo o consenso do mercado deverá registrar inflação de 0,81%.

O mercado hoje

Na Europa a bolsa de Londres  sobe 0,85%, seguida de altas de 1,22% na França e 0,95% na Alemanha.Cresce a percepção da necessidade de um euro mais valorizado para coibir as pressões inflacionárias. Em conseqüência, o euro retomou a trajetória de alta, sendo cotado a US$ 1,3602/€ nesta manhã, com valorização de 0,15%.

No Japão, bons lucros corporativos divulgados nos últimos dias levaram o índice Nikkei a se valorizar 0,46% no dia de hoje, enquanto o iene se desvaloriza 0,26% ante a moeda americana (¥ 82,40/$). Em Hong Kong, a bolsa local registrou queda de 1,49% no pregão de hoje, com investidores temerosos quanto novas medidas de aperto monetário que poderão ser anunciadas nos próximos dias. Na China, mercados permanecem fechados.

Os índices futuros das bolsas americanas operam em alta nesta manhã (S&P: +0,47% e D&J: +0,37%) embalados pela continuidade da expansão do crédito ao consumidor, que deve ter expandido US$ 2,5 bilhões em dezembro (US$ 1,35 bilhões em novembro), segundo as estimativas do mercado. Ainda que se trate de uma retomada ainda incipiente, pode reforçar a tendência de avanço do consumo nos próximos meses.

O petróleo WTI para entrega em março é cotado a US$ 89,19/barril, (+0,13% neste momento), recuando frente aos US$ 92,0/b atingidos na semana passada. No mercado de commodities, o índice CRB recua 0,61%, sendo que CRB Metal sobe 0,87%, nesta manhã.

Expectativas positivas para o mercado brasileiro, com o Ibovespa podendo acompanhar o bom humor que predomina nos mercados internacionais nesta manhã, impulsionados pelas boas perspectivas que cercam a recuperação da economia mundial. No mercado de câmbio, são esperadas novas intervenções do BC, que deverão procurar anular as forças favoráveis à apreciação do real que deverão prevalecer neste dia de menor aversão ao risco. Mercado de juros deve se mostrar relativamente estável, à espera da divulgação da inflação oficial de janeiro amanhã.

Mercado mantém expectativa para alta de inflação em 2011

Pela nona semana consecutiva os analistas do mercado financeiro elevaram, a sua projeção para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de 2011, que subiu de 5,64% para 5,66%. Estas informações foram divulgadas nesta segunda-feira, 7/02 pelo Banco Central, través do relatório de mercado, Focus . Entretanto, a projeção para 2012, para o IPCA de 2012 recuou de de 4,70% para 4,61%.

É adotada no Brasil a sistemática de “metas para a inflação” como diretriz de política monetária. As decisões do Copom têm como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pelo Conselho Monetário Nacional. Caso as metas não sejam atingidas, cabe ao presidente do Banco Central divulgar, em Carta Aberta ao Ministro da Fazenda, os motivos do descumprimento, bem como as providências e prazo para o retorno da taxa de inflação aos limites estabelecidos. Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Juros
Para tentar conter as pressões inflacionárias, o Banco Central elevou a taxa básica de juros no início deste ano, quando a Selic subiu de 10,75% para 11,25% ao ano. Os economistas do mercado financeiro estimam que maiores altas na taxa de juros devam ocorrer ao longo de 2011. A projeção para taxa Selic ao final de 2011 foi mantida pelos analistas dos bancos em 12,50% ao ano. Igualmente a estimativa para a taxa básica de juros da economia para o final de 2012, foi mantida em 11% ao ano.

PIB e câmbio

A projeção do mercado financeiro para o crescimento do PIB – Produto Interno Bruto de 2011foi mantida em 4,6%. Permaneceu inalterada, em 4,5%, a expectativa para o crescimento da economia para o ano de 2012.

O mercado financeiro espera que a taxa de cambio ao final de 2011 apresente recuou de R$ 1,75 para R$ 1,73 por dólar. Para 2012, a expectativa dos analistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio se manteve estável em R$ 1,80 por dólar.

Balanço de Pagamentos
A estimativa dos analistas do mercado financeiro para o saldo da balança comercial, diferença entre exportações e importações para 2011 é de elevação do superávit de US$ 9,52 bilhões para US$ 9,57 bilhões na última edição do relatório de mercado – Focus.

Para 2012, foi mantida a projeção dos economistas das instituições financeiras pesquisadas para o saldo da balança comercial em superávit de US$ 5 bilhões.

Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, o mercado projeta estabilidade para a entrada de recursos estrangeiros em 2011, a estimativa ficou em US$ 40 bilhões. Entretanto, para 2012, a expectativa de ingresso de investimentos no Brasil foi elevada de US$ 42,19 bilhõess para US$ 42,37 bilhões.

IMA

A revisão de expectativas inflacionárias do mercado influenciou os preços dos ativos de renda fixa expostos ao risco de taxas de juros, especialmente aos títulos com taxa de médio e longo prazos.

Logo, o IRF-M1+ e o IMA-B5+, que apresentaram, respectivamente, retorno de -0,6523% e -1,4869% em janeiro, começaram o mês de fevereiro com movimentos de 0,1280% e 0,2891%. Esses movimentos apresentados no inicio do mês, no entanto, não deve ser entendido como uma reversão dessa tendência, uma vez que a percepção do mercado financeiro no que diz respeito ao comportamento da inflação ainda é de elevação para os próximos meses.

O mercado hoje

No Japão, o índice Nikkei fechou em queda de 0,25%. Na China e demais mercados asiáticos permanecem fechados por conta dos festejos do ano novo.

Na Europa, investidores jogam na defensiva, acompanhando o desenrolar dos acontecimentos no Egito. Em Londres, a bolsa local recua 0,40%, enquanto a França apura perda de 0,85% e a Alemanha opera com discreto ganho. O euro recua frente à moeda americana, sendo cotado a US$ 1,3785/€, enquanto o iene é cotado a ¥ 81,67/$, com queda de 0,15%.

Os futuros das bolsas americanas operam com discreta alta (S&P +0,02% e D&J +0,06%).

No mercado de commodities, o petróleo se mantém em alta com o agravamento das tensões no Egito.

No mercado brasileiro, a agenda econômica não prevê nenhum indicador que possa afetar os mercados. Para o Ibovespa, apesar da alta generalizada das commodities no dia de hoje, pode prevalecer a aversão ao risco, levando a mais um dia de perdas para o mercado de ações brasileiro.

Cenário – Fevereiro 2011

O início, e o ano de 2011 apresentam-se com perspectivas de significativas volatilidades tanto no mercado de renda fixa como no de renda variável.

Em janeiro, o IBOVESPA apresentou variação negativa de 3,94%, trazendo seu valor para patamar de 66.000 / 67.000 pontos.

No segmento de renda fixa, com as expectativas do Banco Central, expressa através da Ata do Copom e do mercado, publicada no Relatório de Mercado – FOCUS, divulgado pelo Banco Central em 31/01/2011 indicando uma continuidade na política de elevação da taxa básica de juros, diante da manutenção do processo inflacionário, trouxe uma rentabilidade insatisfatória dos fundos IMA, em janeiro, pela redução dos preços unitários (pu’s) dos títulos públicos integrantes das carteiras destes fundos. Esta redução dos pu’s ocorre para que os títulos públicos em circulação, onde se incluem os das carteiras dos fundos de investimentos, se adaptem ao novo patamar de juros praticado no mercado. Pela marcação a mercado (MaM) as cotas dos fundos de investimentos que os possuem em carteira capturam este movimento.

Entretanto, esta rentabilidade é momentaneamente insatisfatória para o estoque de recursos já aplicados, porém é satisfatória para novos recursos, pois estes serão aplicados em um patamar de juros mais elevado e que estão expressos nas cotas a serem adquiridas nas novas aplicações. Apenas para exemplificar, mostraremos o patamar de juros das NTNs –B em final de Dezembro de 2010 e de Janeiro de 2011 respectivamente, nos quadros abaixo:

Fonte: Anbima

O processo descrito acima deve apresentar continuidade ao longo das próximas reuniões do COPOM, ou seja, outras elevações da taxa básica de juros da economia brasileira são esperadas. Assim, novos recursos financeiros previdenciários terão a oportunidade de, nos próximos meses, também capturarem estes novos e mais elevados patamares de juros que estarão expressos nas cotas dos fundos aplicados.

Com a confirmação do processo de elevação dos juros e do controle da inflação, por este instrumento, e outros ao alcance das autoridades monetárias se verificando podemos vir a ter também oportunidades de boas rentabilidades em fundos de investimentos indexados a percentuais acima do CDI.

Após esta abordagem, sugerimos aos nossos clientes que para os novos recursos financeiros (aportes), já a partir deste mês de fevereiro, sejam privilegiadas as aplicações em fundos indexados aos índices IMA-B e IMA GERAL, e também que uma parcela menor dos recursos financeiros seja direcionada para fundos de renda variável.

Como sempre, permanecemos à disposição dos nossos clientes para maiores esclarecimentos sobre os aspectos abordados.

Panorama Janeiro – Inflação e aversão a risco dão o tom aos investimentos em janeiro

Embora 2011 tenha começado com expectativas positivas para os segmentos do mercado financeiro e para a Bolsa de Valores, a segunda metade do mês de janeiro freou o ímpeto dos mais otimistas, com o sentimento de aversão ao risco – seja focada no noticiário europeu, ou na crise política no Egito – voltando a predominar. Este fatores em conjunto trouxeram um cenário negativo e de incerteza e  incerto para o segmento de renda variável. Por este motivo, o Índice Bovespa encerrou o mês com recuou de 3,94%.

Se servir de consolo o índice da bolsa brasileira não ficou com posto de pior investimento de janeiro, o ouro desta vez ficou no topo do ranking de pior rentabilidade. A commodity recuou  8,61%  no mes a despeito do cenário de maior aversão ao risco, que normalmente se revela promissor para a obtenção de resultado positivo para esta modalidade de investimento. Vale ressaltar no ano de 2010 o ouro ficou com o posto de melhor rentabilidade dentre às várias modalidades de investimento, com alta de 32%.

Por sua vez a variação cambial medida pela taxa Ptax apontou valorização de apenas 0,43% no mes. A despeito da variação positiva, o dólar registro retorno abaixo da inflação, encerrando  janeiro com retorno real de -0,36%. Da mesma forma a poupança, apontou rentabilidade real negativa de -0,22% no primeiro mês de 2010.

Dentre as principais métricas de investimento a superar a variação do IGP-M – Índice Geral de Preços – Mercados,  neste em janeiro, que registrou alta de 0,79%, foram os  CDBs pré-fixados com prazo de 30 dias e o CDI. O CDB proporcionou retorno ligeiramente acima da variação do CDI, ficando desta forma o primeiro lugar no ranking de melhor investimento do mês.

A volatilidade no mercado de juros por conta das incertezas em relação aos indicadores de inflação fez com que os índices de mercado com base  na negociação dos títulos públicos federais divulgados pela  Anbima apresentassem rentabilidade insatisfatória no mês.

O IDKA IPCA 3 anos mostrou a melhor rentabilidade no período com variação de 0,35%, o IDKA IPCA 30 anos, mais longo, variou -7,03%. Em relação aos índices IMA, a melhor performance ficou por conta do IMA Geral que variou 0,26%, o IRF-M apresentou retorno de -0,08 e o IMA-B o pior desempenho com retorno negativo de 0,31%.

Cenário macroeconômico

Atendendo as expectativas do mercado financeiro, a autoridade monetária sob o comando Alexandre Tombini ,  elevou a taxa básica de juros , Selic, para 11,25% ao ano em sua primeira reunião à frente do Copom -Comitê de Política Monetária do Banco Central. O presidente do Banco Central ainda fez menção a uma possível redução da meta de inflação no longo prazo. Apesar do aumento da taxa Selic, a inflação ainda preocupa.

O FMI realçou que o Brasil apresentou uma deterioração ‘acentuada’ nas contas fiscais, fazendo com que o governo não alcançasse a meta do superávit primário. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reagiu às críticas, afirmando que a análise deve ter sido feita por um “velho ortodoxo”.

Em uma análise mais positiva, o Banco Mundial estima que o PIB – Produto Interno Bruto do Brasil avance entre 4,4% e 4,3% em 2011 e 2012, respectivamente. Por outro lado a agência de rating  Moody’s assegurou que os ratings soberanos dos países da América Latina e do Caribe devem ser favorecidos em 2011 pelas “significativas conquistas de 2010″. Conforme a agencia Moody’s, uma avaliação do rating  Brasil, Baa3, deve acontecer no segundo trimestre deste ano.

Por sua vez, a Standard & Poor’s rebaixou a nota para a dívida soberana japonesa e, em conjunto com a Moody’s, informou que poderia reavaliar o rating da dívida soberana norte-americana caso não acontecessem alterações na direção da política fiscal. Em discurso ao Congresso norte-americano, o presidente Barack Obama garantiu que os gastos do governo são insustentáveis e assumiu o compromisso com as políticas de redução de gastos, com mais de US$ 400 bilhões que poderiam ser economizados na próxima década.

Em relação à economia norte-americana,PIB e relatório de emprego foram os destaques entre as notas negativas – de acordo com o presidente do FED, Ben Bernanke, a expectativa é que a economia norte-americana cresça de 3% a 4% em 2011, um ritmo saudável. Por sua vez, o crescimento da economia chinesa veio melhor do que o que se acreditava, trazendo de volta a cena receios de que um novo aperto monetário possa ocorrer.

A luta para impulsionar o dólar

Com manutenção da política monetária, pelo Banco Central norte- americano, com o objetivo de  não atrapalhar a recuperação econômica dos EUA, o Banco Central  brasileiro colocou em prática várias medidas para tentar impedir a valorização do Real. Além dos leilões no mercado à vista, a autoridade monetária brasileira passou a intervir também no mercado futuro, com leilões de swap cambial reverso, e informou que realizará leilões no mercado a termo pela primeira vez em sua história.

Entretanto, não foram estas às únicas intervenções do Banco Central no câmbio. No início de janeiro, o governo noticiou que a partir de 4 de abril passaria a recolher dos bancos brasileiros, sob forma de depósito compulsório, 60% do valor das posições de câmbio vendidas em dólar que ultrapassarem US$ 3 bilhões ou o patrimônio de referência do dealer. A medida tem por objetivo reduzir em mais de US$ 6 bilhões as posições vendidas dessas instituições.

Europa e Egito preocupam

Os mercados acompanham atentos a evolução da crise fiscal européia. O ponto positivo foram os leilões das dívidas portuguesa, italiana e espanhola que surpreenderam positivamente os mercados. No entanto, os investidores passaram a temer uma reestruturação da dívida grega após de afirmações de Lars Feld, assessor econômico do governo alemão. John Lipsky, diretor do FMI, afiançou que outro resgate pode ocorrer na Zona do Euro, caso os países periféricos fracassem em seu processo de reestruturação.

Para discutir a situação da Zona do Euro, as autoridades européias se reuniram em Bruxelas e a seguir em Davos. O presidente do BCE –  Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, destacou a necessidade de realizar reformas estruturais na Zona do Euro, com destaque para os ajustes fiscais, necessitando que sejam rapidamente implementadas com o objetivo de fortalecer as bases para um crescimento sustentado da região. Por sua vez, Nicola Sarkozy assegurou que as maiores economias do mundo necessitam adotar medidas para transformar o sistema monetário mundial, aperfeiçoar a governança econômica e conter a volatilidade nos mercados de commodities.

O cenário político é uma fonte de preocupação imprevista para o mercado. As manifestações continuam no Egito, resultando em mortes, feridos e prisões em confrontos entre os manifestantes e as forças do governo. Fatores como o alto índice do desemprego, a inflação, a corrupção e o autoritarismo do presidente Hosni Mubarak, há mais de 30 anos no poder, são os principais pretextos para a fúria dos manifestantes. Em virtude do cenário turbulento, a agência de rating Fitch Ratings rebaixou de estável para negativa o rating do país, e a Moody’s cortou a nota.

Ibovespa

O pregão que marcou o encerramento de janeiro foi de queda na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa.

A Bovespa perdeu o tom positivo da abertura do ano e caiu 3,94% no primeiro mês de 2011.

Parte da queda é atribuída a uma mudança de postura do investidor estrangeiro, que reduziu compras preocupado com inflação e juros no mercado local.

O Índice encerrou janeiro aos 66.574 pontos, menor patamar desde 8 de setembro de 2010 (66.407).