Os analistas do mercado financeiro projetam que o COPOM – Comitê de Política Monetária, vá elevar a taxa básica da economia de 11,25% para 11,75% ao ano na próxima reunião que acontecerá nos dias 1 e 2 de março, terça e quarta-feiras para 11,75% ao ano. A informação foi divulgada hoje através do Relatório de Mercado, FOCUS. Caso se confirme, este será o segundo aumento da taxa de juros neste ano.
A elevação da taxa básica de juros tem por objetivo tentar refrear o aumento da inflação no país. O mercado financeiro projetam que deverá haver novos aumentos dos juros ao longo do ano, evidenciando a preocupação por parte da autoridade monetária com o combate a elevação dos índices inflacionários. A expectativa dos analistas do mercado é de que a taxa Selic encere 2011 com juros na casa dos 12,50% ao ano.
Para 2012, a projeção do mercado financeiro para os juros básicos da economia continuou em 11,25% ao ano. Isso significa que há uma expectativa queda dos juros para próximo ano. As estimativas do mercado financeiro são divulgadas semanalmente através do relatório de mercado, Focus – documento este que é objeto de pesquisa junto a 100 (cem) aos economistas de instituições financeiras.
Política Monetária
A política econômica no Brasil é centrada no controle da inflação, com isso o CMN – Conselho Monetário Nacional estabelece uma meta para a inflação que deverá ser cumprida pelo Banco Central. Um dos instrumentos utilizados para o controle do índice inflacionários é a taxa de juros onde o Bacen, eleva ou reduz os juros para atingir a meta fixada. Para os anos de 2011 e 2012, a meta para a inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Assim sendo, o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo pode variar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Os outros instrumentos de política monetária são o depósito compulsório e o redesconto.
Inflação
Os analistas do mercado financeiro novamente elevaram, a sua estimativa para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo para 2011, que subiu de 5,79% para 5,80%. Com esta, é a décima segunda semana consecutiva de aumento da expectativa para o índice de inflação para 2011. A expectativa para o IPCA de 2012ado ficou estável em 4,78%.
Os números divulgados hoje mostram que a expectativa de inflação, na visão do mercado financeiro, para este ano é bem superior da meta central estabelecida, porém ainda dentro do intervalo de tolerância.
PIB e câmbio
Na visão dos analistas do mercado financeiro, para do PIB – Produto Interno Bruto para 2011 é de haja um recuou no crescimento da economia de 4,5% para 4,3%. Para 2012, a estimativa dos economistas mercado financeiro de crescimento do PIB continuou estavel em 4,5%.
Na avaliação do mercado financeiro, a taxa de câmbio no fim de 2011 deverá permanecer estável em R$ 1,70 por dólar. Para o encerramento de 2012, a projeção dos analistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio caiu de R$ 1,80 para R$ 1,79 por dólar.
Balanço de pagamentos e IED
Na avaliação dos analistas do mercado financeiro a balança comercial, que engloba exportações menos importações, o superávit em 2011 deve subir de US$ 11,45 bilhões para US$ 13 bilhões.
Já para 2012, a expectativa dos analistas para o resultado da balança comercial cresceu de um superávit de US$ 7,10 bilhões para US$ 7,85 bilhões.
Em relação aos IED – Investimentos Estrangeiros Diretos, o mercado financeiro manteve em US$ 42 bilhões a projeção ingresso de recursos em 2011. Entretanto a projeção de ingressos de recursos em 2010 cresceu de US$ 42,69 bilhões para US$ 43,85 bilhões.
Os analistas mercado financeiro, consultados pelo Banco Central, voltaram a elevar, a sua estimativa para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de 2011, que subiu de 5,75% para 5,79%. A informação consta do Relatório de Mercado – Focus, divulgado nesta segunda-feira, 21/02 pelo o Banco Central.
Com esta é a décima primeira semana consecutiva de aumento da expectativa de inflação para 2011. A estimativa para 2012, para o IPCA também foi elevada de 4,70% para 4,78% , com esta é a segunda semana seguida de elevação.
Juros
No intuito de conter o avanço dos índices de inflação, o Banco Central, através do COPOM elevou a taxa básica de juros da economia, Selic, no inicio deste ano, na ocasião a de juros subiu de 10,75% para 11,25% ao ano. E a projeção dos analistas do mercado financeiro é de que ocorram outras elevações ao longo do ano.
O mercado financeiro conservou a estimativa de que a taxa Selic será elevada para 11,75% ao ano na reunião do Copom que ocorre nos dias 1 e 2 de março e que ao final de 2011 a taxa deverá ficar em 12,50% ao ano. Para 2012, a projeção dos analistas do mercado para a taxa básica da economia é de estabilidade, a taxa deve encerrar o ano em 11,25% ao ano. O que significa dizer que o mercado financeiro projeta queda dos juros básicos em 2012.
PIB e Dólar
Para os analistas do mercado financeiro o PIB – Produto Interno Bruto deve encerrar 2011 em 4,5%. A projeção para 2012, para o crescimento da economia brasileira permaneceu em 4,5%.
A estimativa dos analistas do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2011 cedeu de R$ 1,72 para R$ 1,70. Para o encerramento de 2012, a projeção dos analistas para a taxa de câmbio continuar a ser de R$ 1,80 por dólar.
Balanço de Pagamentos
Na projeção dos analistas do mercado financeiro a balança comercial que contempla a diferença entre exportações e importações de superávit em 2011, com elevação de US$ 10 bilhões para US$ 11,45 bilhões no final do ano.
Para 2012, a estimativa do mercado financeiro é também de queda de US$ 7,35 bilhões para US$ 7,1 bilhões do superávit do saldo da balança comercial..
Em relação aos IDE – Investimentos Estrangeiros Diretos, o mercado projeta alta no ingresso de recursos em 2011 de US$ 40 bilhões para US$ 42 bilhões. Em 2012, a projeção de entrada de recursos no Brasil subiu de US$ 42,37 bilhões para US$ 42,69 bilhões.
Na Ásia o iene perde valor com a redução da busca por ativos seguros, sendo cotado a ¥ 83,59/$, com queda de 0,31%. O índice Nikkei fechou o pregão em alta de 0,20%, em cima de papéis das empresas exportadoras. Na China, a inflação ao consumidor registrou alta de 4,9% em janeiro, em termos anuais, ficando abaixo das estimativas do mercado (5,4%). No atacado a inflação subiu de 5,9% em dezembro para 6,6% com o dado de janeiro.
Na Europa Londres sobe 0,09%, enquanto a França e Alemanha registram altas de 0,38% e 0,22%, respectivamente. O euro é cotado a US$ 1,3518/€, com valorização de 0,22%. Neste dia de menor aversão ao risco, o dólar index recua 0,17%, neste momento.
Os índices futuros das bolsas norte-americanas operam com discretas oscilações: S&P -0,02% e D&J +0,02%.
No mercado de petróleo, o produto WTI para entrega futura é cotado a US$ 85,04/barril, com valorização de 0,27%, nesta manhã. O índice CRB Metal e o CRB Foods registram quedas de 0,36% e 0,97%, respectivamente.
Para o Ibovespa, o dia promete dar seqüência à trajetória de recuperação observada nos últimos dias. A menor aversão ao risco presente nos mercados internacionais está trazendo de volta o investidor estrangeiro, garantindo boas perspectivas para o mercado de ações brasileiro.
No mercado de câmbio, tendência de desvalorização do dólar, que deverá ser atenuada por intervenções do banco central. No mercado de juros, o ajuste para cima ocorrido ontem nos principais vértices da curva de juros deve sofrer pequenas alterações no dia de hoje. Mercado aguarda a definição do salário mínimo amanhã, que deverá funcionar como um grande sinalizador das reais intenções de austeridade fiscal do atual governo.
Pela décima semana consecutiva os analistas do mercado financeiro elevaram a sua projeção para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo para o ano de 2011, que subiu de 5,66% para 5,75%. Esta informação consta do relatório de mercado, Focus, divulgado nesta segunda-feira, dia 14/02 pelo Banco Central. Este documento, divulgado semanamente é fruto de pesquisa junto a 100 instituições do mercado financeiro.
Para o ano de 2012, a expectativa do mercado financeiro para o IPCA foi elevada de 4,61% para 4,70%.
A politica monetária brasileira é centrada no regime de metas de inflação, sistema pelo qual o Banco Central atua na taxa básica de juros objetivando atingir os objetivos pré-estabelecidos. Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Para tentar manter a inflação dentro dos limites estabelecidos pelo CMN – Conselho Monetário Nacional, o Banco Central através do COPOM, iniciou um ciclo de aperto monetário no início deste ano, quando a taxa básica da economia brasileira, Selic, foi elevada de 10,75% para 11,25% ao ano. Os analistas do mercado financeiro esperam que hajam mais elevações no ao longo de 2011. Os analistas das instituições financeiras consultadas conservaram sua projeção de que a taxa Selic deverá ser elevada para 11,75% ao ano na reunião que ocorrerá nos dias 1 e 2 de março e de que encerrará 2011 em 12,50% ao ano. Para o fim de 2012, a expectativa do mercado financeiro para os juros básicos da economia foi elevada de 11% ao ano para 11,25% ao ano. Isso significa que a expectativa dos analistas do mercado é de um recuo menor dos juros no em 2012.
A expectativa dos analistas do mercado financeiro em relação ao PIB – Produto Interno Bruto foi reduzida, na semana passada, de 2011 de 4,6% para 4,5%. Para 2012, o mercado espera crescimento da economia brasileira permaneça inalterada também em 4,5%.
A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio para o encerramento de 2011 recuou de R$ 1,73 para R$ 1,72 por dólar. Para 2012, a expectativa do mercado financeiro para a taxa de câmbio continuou firme em R$ 1,80 por dólar.
A estimativa dos analistas do mercado financeiro para o resultado da balança comercial, que reflete a diferença entre exportações menos importações, para 2011 foi elevada de US$ 9,57 bilhões para US$ 10 bilhões de superávit na pesquisa da semana passada.
Para 2012, a projeção dos analistas do mercado para o saldo da balança comercial subiu de US$ 5 bilhões para US$ 7,35 bilhões de superávit.
Em relação aos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de recursos em 2011 continuou estável em US$ 40 bilhões. Para 2012, a estimativa de ingresso de e investimentos no Brasil permaneceu inalterada em US$ 42,37 bilhões.
A revisão de expectativas inflacionárias dos agentes impactou os preços dos ativos de renda fixa com exposição ao risco de taxas de juros, sobretudo aqueles de médio e longo prazos. Desta forma, o IRF-M1+ e o IMA-B5+, que haviam apresentado variações de -0,6523% e -1,4869% em janeiro, iniciaram fevereiro com trajetórias de 0,1280% e 0,2891%, respectivamente. Esse movimento do dia 1º/2, entretanto, não deve ser percebido como uma reversão dessa tendência, haja vista que a percepção dos agentes no tocante ao comportamento da inflação ainda é de elevação para os próximos meses.