‘Nossa Visão’

Nossa Visão 08/08/2022

RETROPESCTIVA:


O Ibovespa fechou com um avanço modesto na última sexta-feira, em sessão marcada por dados mais fortes do que o esperado sobre o mercado de trabalho norte-americano.

Sendo assim, o Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,55%, a 106.471,92 pontos, o Ibovespa acumulou um ganho de 3,2% na semana.

O dólar comercial caiu mais de 1% pelo segundo dia consecutivo e fechou na última sexta-feira cotado a R$ 5,167.

Destacando que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na última quarta-feira (3), por unanimidade, elevar a taxa Selic de 13,25% ao ano para 13,75% ao ano – alta de 0,5 ponto percentual.

Sendo a 12º aumento consecutivo na taxa de juros, tendo como principais motivos do aumento, a persistência das pressões inflacionárias globais.

Já no continente asiático, a inflação persistente de tal forma que o Banco Central da Índia elevou sua taxa básica de juros mais do que o esperado na última sexta-feira.

E nos Estados Unidos, a economia criou 528 mil empregos não-agrícolas em julho, o resultado pressupõe que a atividade econômica dos EUA continua em ritmo forte e indica que o Federal Reserve continue com o aperto monetário.

Petróleo enfraquece ainda mais em meio a temores de desaceleração, e os preços do gás natural também caíram ainda mais. Já que os preços de mercado estão caindo por consequência da expectativa de destruição da demanda na Europa, devido a medidas de economia de energia e uma recessão esperada.

RELATÓRIO FOCUS:


Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção diminuiu de 7,15 % para 7,11% em 2022. Para 2023, a previsão para o IPCA aumentou de 5,33 % para 5,36%. Para 2024, as estimativas permaneceram em 3,30%. Para 2025, as projeções ficaram em 3,00%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) é em 1,98% para 2022 e para 2023, em 0,40%. Assim como para 2024 a projeção diminuiu de 1,80% para 1,70, e para 2025, permanecendo em 2,00%.

Para a taxa de câmbio em 2022, o valor subiu de R$5,13 para R$5,20. Para 2023, a projeção se manteve R$ 5,20. Para o ano de 2024, a projeção aumentou de R$ 5,06 para R$5,10, assim como em 2025 a projeção ficou em R$5,15.

Para a taxa Selic, a projeção permaneceu a mesma em todas as projeções anuais, em 13,75% em 2022, em 11,00% para 2023, ficando em 8,00% para 2024. Fechando as projeções da semana, a projeção para a taxa Selic manteve-se em 7,50% para o ano de 2025.

EXPECTATIVA:


Sobre o calendário econômico da semana, na terça feira, sairá o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de julho, a expectativa do mercado é que a inflação comece a dar sinais de arrefecimento, com os reajustes de preços da Petrobras. Ainda na terça, sairá a ata do Comitê de Política Monetária (COPOM), que traz avaliação de cenários e projeções da economia.

No Brasil, os ânimos giram em torno da balança comercial, que elevam a sua previsão de superávit para o fim de 2022.

Já no cenário político, as pesquisas apontam para 41% das intenções de votos do primeiro turno no candidato Lula, enquanto Jair Bolsonaro está com 34%. Tal fato pode gerar volatilidade para este e o próximo mês, em vista da aproximação das eleições presidenciais.

Nos Estados Unidos, na quarta-feira, será divulgado os dados do CPI, referente ao mês de julho. Que mede a evolução dos preços dos bens e serviço, ou seja, a evolução da inflação americana.

Na quarta-feira, será divulgado o estoque de petróleo bruto, o nível dos estoques influência os preços dos produtos petrolíferos, que pode ter impacto na inflação.

Na quinta-feira, será divulgado dados a respeito dos pedidos de desemprego dos Estados Unidos, forte termômetro de como está a economia americana.

E na Europa, especificamente na Inglaterra, na sexta-feira será divulgado o PIB, que é a medida mais ampla da atividade econômica, e é um indicador chave que mostra como está a saúde de um determinado país.

Na Ucrânia os credores votam nesta semana uma proposta do governo de adiar por 24 meses os pagamentos referentes aos títulos internacionais do país devastado pela guerra, conforme Kiev espera evitar um calote de 20 bilhões de dólares.

Quanto a nossa recomendação, sugerimos cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter ainda sem desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Porém, os títulos públicos principalmente na parte curta, além de fundos de vértice, muitos RPPS aderiram por conta da recessão e havendo oportunidades a quem quiser ingressar.

Mantivemos a não recomendação de fundos de longuíssimo prazo (IMA-B 5+) 5% em fundos de longo prazo (IMA-B TOTAL E FIDC/ CRÉDITO PRIVADO/ DEBÊNTURE) e 25% em fundos Gestão Duration.

No desempenho de renda fixa, médio prazo além dos índices pôs fixados (IDKA IPCA 2A e IMA-B 5) recomendamos também a entrada gradativa em fundos atrelados ao IRF-M, chegando ao patamar de 5%.

Quanto a exposição em curto prazo, recomendamos fundos atrelados ao CDI e também ao IRF-M1 na totalidade de 15%.

Com o COPOM sinalizando uma estabilização da alta da taxa Selic, pode se entender que o mercado está precificando que os índices em médio prazo irão cair, passando parte da nossa estratégia para pré-fixados.

Uma alternativa que vem se mostrando forte nos últimos tempos, e que possui boa expectativa, é a diversificação em fundos de investimento no exterior, recomendamos a exposição de 10% em fundos que não utilizam hedge cambial.

Quanto a fundos de ações atrelados a economia doméstica recomendamos a entrada gradativa de modo que o investidor fique atento a oportunidades da bolsa de valores, construindo um preço médio mais atrativo.







Nossa Visão 01/08/2022

RETROSPECTIVA


A última semana de julho foi positiva para a bolsa de valores e para o câmbio.

O Ibovespa encerrou a semana com alta acumulada de 4,29%. Já no mês, o índice apresenta alta acumulada de 4,69%, entretanto no ano, queda de 1,58%.

O dólar encerrou a semana com queda de 5,9%. Como resultado, a moeda norte americana fechou julho com queda de 1,16%.

O preço do barril de petróleo caiu, e com isso, a Petrobrás anunciou que irá reduzir o preço da gasolina.

O IPCA-15 subiu 0,13% em julho, registrando desaceleração em relação a junho, resultado da queda no preço da gasolina e da energia elétrica.

A taxa de desemprego brasileira recuou para 9,3% no trimestre encerrado em junho, sendo o menor patamar para um segundo trimestre desde 2015.
O Ministério da Economia anunciou que teve que cortar mais R$ 2,1 bilhões para cobrir despesas discricionárias, entre elas está o seguro rural e o INSS.

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da FGV subiu 0,2 ponto em julho, para 120,8 pontos, resultado da pressão inflacionária e da política de aperto monetário global.

O Federal Reserve elevou a taxa de juros em 0,75 ponto percentual. Como resultado, o intervalo passou a ser de 2,25% a 2,5% ao ano.

Consequentemente, o mercado está mais atento à possibilidade de uma recessão americana, após dados recentes indicarem uma possível contração da economia do país.

Entretanto, a elevação de juros americana pode ser positiva para o Brasil, já que o preço das commodities serão menos impactos pelas alterações dos preços.

O PIB dos Estados Unidos recuou 0,9% no segundo trimestre do ano, sendo esse, o segundo trimestre seguido de baixa, pressionado pela alta da inflação no país, pelo aumento das taxas de juros e pela pressão sobre as cadeias de suprimento.

Já na Zona do Euro, o PIB cresceu 0,7% no segundo trimestre, estando acima do esperado.

O índice de desemprego na Alemanha subiu em julho pelo segundo mês seguido. Já crescimento da economia do país permaneceu estável no segundo trimestre, ocasionado pela aceleração da inflação derivada do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

Segundo o Fundo Monetário Internacional, a interrupção no fornecimento de gás russo para a Europa reduziria o valor do PIB alemão em 1,5% em 2022, em consequência do alto risco energético que o país vem enfrentando.


RELATÓRIO FOCUS 01/08/2022


Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção diminuiu de 7,30% para 7,15% em 2022. Para 2023, a previsão para o IPCA aumentou de 5,30 % para 5,33%. Para 2024, as estimativas permanecem na casa dos de 3,30%. Para 2025, as projeções ficaram em 3,00%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) aumentou de 1,93% para 1,97% em 2022 e para 2023, caiu de 0,49% para 0,40%. Para 2024 a projeção permanece na casa dos 1,70%, e para 2025, ficou na casa dos 2,00%.

Para a taxa de câmbio em 2022, o valor estagnou em R$5,20. Para 2023, a projeção se manteve R$ 5,20. Para o ano de 2024, a projeção permaneceu em R$5,10, assim como em 2025 a projeção ficou em R$5,15.

Para a taxa Selic, a projeção para 2022 permaneceu em 13,75% em 2022. Para 2023 aumentou de 10,75% para 11%, ficando em 8,00% para 2024. Fechando as projeções da semana, a projeção para a taxa Selic manteve-se em 7,50% para o ano de 2025.


PERSPECTIVAS


Com o resultado do IPCA-15, a expectativa é de que o pico de inflação brasileira já tenha passado. Dessa maneira, há a indicação de que realmente não haverá grandes altas da taxa Selic para os próximos períodos.

Com isso, as expectativas de crescimento da economia brasileira continuam subindo. Entretanto, no cenário global, as perspectivas de uma possível recessão continuam crescendo.

Para essa semana, teremos decisões da taxa de juros no Brasil, Reino Unido, Índia e Austrália.

Durante a semana serão divulgados índices de gerentes compras (PMIs) dos países desenvolvidos.

Quanto a nossa recomendação, sugerimos cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter ainda sem desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Porém, os títulos públicos principalmente na parte curta, além de fundos de vértice, muitos RPPS aderiram por conta da recessão e havendo oportunidades a quem quiser ingressar.

Mantivemos a não recomendação de fundos de longuíssimo prazo (IMA-B 5+) 5% em fundos de longo prazo (IMA-B TOTAL E FIDC/ CRÉDITO PRIVADO/ DEBÊNTURE) e 25% em fundos Gestão Duration.

No desempenho de renda fixa, médio prazo além dos índices pôs fixados (IDKA IPCA 2A e IMA-B 5) recomendamos também a entrada gradativa em fundos atrelados ao IRF-M, chegando ao patamar de 5%.

Quanto a exposição em curto prazo, recomendamos fundos atrelados ao CDI e também ao IRF-M1 na totalidade de 15%.

Com o COPOM sinalizando que deve continuar com ciclo de alta em menor proporção e posteriormente uma manutenção se a inflação continuar resistente mediante a política de juros, pode se entender que o mercado está precificando que os índices em médio prazo irão cair, passando parte da nossa estratégia para pré-fixados.

Uma alternativa que vem se mostrando forte nos últimos tempos, e que possui boa expectativa, é a diversificação em fundos de investimento no exterior, recomendamos a exposição de 10% em fundos que não utilizam hedge cambial.

Quanto a fundos de ações atrelados a economia doméstica recomendamos a entrada gradativa de modo que o investidor fique atento a oportunidades da bolsa de valores, construindo um preço médio mais atrativo.

Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.







Nossa Visão 18/07/2022

RETROSPECTIVA


Segundo dados divulgados, o IBC-Br, índice de Atividade Econômica do Banco Central, que é considerado uma prévia do PIB, caiu 0,11% entre maio e abril, indo contra o mercado, que projetava uma alta de 0,1% no índice, que soma uma alta de 3,74% nos últimos 12 meses.

Com a aprovação da PEC dos Auxílios na Câmera dos Deputados, anunciada semana passada, o governo poderá aumentar os gastos sociais além do teto constitucional, uma vez que foi reconhecido estado de emergência até o final de 2022, causando um impacto de 41 bilhões de Reais. Devido a isso, os riscos fiscais vêm comprimindo o prêmio de risco dos ativos brasileiros, e resultando também na desvalorização do Real perante o Dólar, que fechou a semana em R$ 5,41.

Foi aprovado pelo Plenário do Congresso Nacional, o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, com salário-mínimo de R$ 1.294,00, o mesmo segue para sanção presidencial.

Segundo dados do Serasa, a inadimplência bateu novo recorde e o Brasil atingiu a marca de 66,6 milhões de brasileiros endividados, um número muito preocupante.

O Índice Bovespa fechou a semana em queda, na casa dos 96 mil pontos. E a B3, bolsa de valores brasileira, reportou uma queda de 25% no volume diário de ações negociadas em junho com relação ao ano de 2021.

No cenário internacional, se destaca a inflação nos EUA, que fez nova máxima desde 1981, atingindo 9,1%, no acumulado dos últimos 12 meses, indiciando pressões disseminadas e uma possível elevação da taxa de juros. O índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos (CPI), subiu 1,3% entre maio e junho, acima da expectativa de mercado, que apontava 1,1%.

A probabilidade de alta de juros nos EUA, acentuou a volatilidade nos mercados de ações e commodities.

Outro destaque foi o PIB da China que ocorreu uma desaceleração no 2º trimestre impactado pelos “lockdows” e cresceu somente 0,4%, onde tinha a expectativa de crescimento entre 0,9% e 1%.

A Guerra Rússia x Ucrânia, segue sem sinal de trégua, inclusive com novos ataques de mísseis russos à centros urbanos ucranianos.

Na Europa, a crise de energia elétrica se alastra, com manutenção no gasoduto que transporta gás russo para Alemanha.

O Governo brasileiro sinalizou que pretende comprar diesel da Rússia, aproveitando descontos no preço. Segundo o Ministro das Relações Exteriores, Carlos França, a ideia seria comprar a maior quantidade possível, para baratear o preço do diesel no mercado interno. Porém, de acordo com Sérgio Araújo, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), tais operações são inviáveis, pois dependeriam de um acordo diplomático que inclua os Estados Unidos, o que é improvável.


RELATÓRIO FOCUS


Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção diminuiu de 7,67 % para 7,54% em 2022. Para 2023, a previsão para o IPCA aumentou de 5,09 % para 5,20%. Para 2024, as estimativas permanecem na casa dos de 3,30%. Para 2025, as projeções ficaram em 3,00%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) é em 1,75% para 2022 e para 2023, em 0,50%. Assim como para 2024 a projeção permanece na casa dos 1,80%, e para 2025, ficando na casa dos 2,00%.

Para a taxa de câmbio em 2022, o valor estagnou em R$5,13. Para 2023, a projeção se manteve R$ 5,10. Para o ano de 2024, a projeção diminuiu de R$ 5,06 para R$5,05, assim como em 2025 a projeção ficou em R$5,14.

Para a taxa Selic, a projeção permaneceu a mesma em todas as projeções anuais, em 13,75% em 2022, em 10,75% para 2023, ficando em 8,00% para 2024. Fechando as projeções da semana, a projeção para a taxa Selic manteve-se em 7,50% para o ano de 2025.


EXPECTATIVAS


No Brasil, os destaques serão a arrecadação federal de junho, o monitor do PIB da FGV e a segunda prévia do IGP-M de julho.

Crescem os temores de que a estatal russa de energia que administra o oleoduto, (Gazprom) aproveite a oportunidade a crise na Europa de energia elétrica, para estender a paralisação, especialmente porque a União Europeia está se preparando para impor um embargo gradual ao petróleo russo e proibir o transporte marítimo seguro para qualquer petroleiro que transporta petróleo russo.

Durante a semana serão divulgados índices de gerentes compras (PMIs) dos países desenvolvidos.

Quanto a nossa recomendação, sugerimos cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter ainda sem desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Porém, os títulos públicos principalmente na parte curta, além de fundos de vértice, muitos RPPS aderiram por conta da recessão e havendo oportunidades a quem quiser ingressar.

Mantivemos a não recomendação de fundos de longuíssimo prazo (IMA-B 5+) 5% em fundos de longo prazo (IMA-B TOTAL E FIDC/ CRÉDITO PRIVADO/ DEBÊNTURE) e 25% em fundos Gestão Duration.

No desempenho de renda fixa, médio prazo além dos índices pôs fixados (IDKA IPCA 2A e IMA-B 5) recomendamos também a entrada gradativa em fundos atrelados ao IRF-M, chegando ao patamar de 5%.

Quanto a exposição em curto prazo, recomendamos fundos atrelados ao CDI e também ao IRF-M1 na totalidade de 15%.

Com o COPOM sinalizando que deve continuar com ciclo de alta em menor proporção e posteriormente uma manutenção se a inflação continuar resistente mediante a política de juros, pode se entender que o mercado está precificando que os índices em médio prazo irão cair, passando parte da nossa estratégia para pré-fixados.

Uma alternativa que vem se mostrando forte nos últimos tempos, e que possui boa expectativa, é a diversificação em fundos de investimento no exterior, recomendamos a exposição de 10% em fundos que não utilizam hedge cambial.

Quanto a fundos de ações atrelados a economia doméstica recomendamos a entrada gradativa de modo que o investidor fique atento a oportunidades da bolsa de valores, construindo um preço médio mais atrativo.

Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.








Nossa Visão 11/07/2022

Retrospectiva:


O Ibovespa fechou em queda de 0,44% na última sexta-feira (8), mas conseguiu terminar a semana no positivo, com alta de 1,35%, aos 100.288 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira acompanhou mercado externo.

Dow Jones e S&P 50 caíram, respectivamente, 0,14% e 0,08%. A Nasdaq, porém, fechou em alta de 0,12%.

O dólar fechou em queda na última sexta-feira (8), no segundo dia seguido de perdas após as fortes altas recentes. A moeda norte-americana encerrou o dia vendida a R$ 5,2678, em queda de 1,42%. Com o resultado, encerrou a semana com queda de 0,99%. No mês, a alta acumulada é de 0,67%. No ano, ainda tem desvalorização de 5,51% frente ao real.

Após três meses de greve, os servidores do Banco Central (BC) aprovaram o retorno ao trabalho em assembleia sindical na última terça-feira.

Destacando que na semana passada, foram divulgados o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, acelerou para 0,67% em junho, após ter registrado alta de 0,47% em maio, segundo divulgou na última sexta-feira (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da maior taxa para um mês de junho desde 2018, quando ficou em 1,26%.

Na última semana comissão especial da Câmara aprova PEC dos Benefícios, que amplia em 200 reais o valor do Auxilio Brasil, aumenta o Auxilio Gás e cria um auxílio aos caminhoneiros, foi aprovada na última quinta-feira na câmara dos deputados.

Mas por se tratar de uma proposta de emenda à constituição, o texto ainda deverá passar por dois turnos de votação no plenário da câmara.

Na última semana do dia 06 de julho de 2022, foram divulgados a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), no documento, o Fed observou que a atividade econômica geral parece ter se recuperado após a queda no primeiro trimestre.

Para o banco central dos EUA, a inflação permanece elevada, refletindo desequilíbrios de oferta e demanda, preços mais altos de energia. As autoridades do FED expressaram otimismo sobre o caminho de longo prazo da economia americana, embora tenham reduzido drasticamente as previsões do PIB para 2022.


RELATÓRIO FOCUS:


Para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção diminuiu de 7,96 % para 7,67% em 2022. Para 2023, a previsão para o IPCA aumentou de 5,01 % para 5,09%. Para 2024, as estimativas subiram de 3,25% para 3,30%. Para 2025, as projeções ficaram em 3,00%.

A projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) é em 1,59% para 2022 e para 2023, em 0,50%. Assim como para 2024 a projeção diminuiu de 1,81% para 1,80, e para 2025, permanecendo em 2,00%.

Para a taxa de câmbio em 2022, o valor subiu de R$5,09 para R$5,13. Para 2023, a projeção se manteve R$ 5,10. Para o ano de 2024, a projeção diminuiu de R$ 5,07 para R$5,06, assim como em 2025 a projeção ficou em R$5,15.

Para a taxa Selic, a projeção permaneceu a mesma em todas as projeções anuais, em 13,75% em 2022, em 10,50% para 2023, ficando em 8,00% para 2024. Fechando as projeções da semana, a projeção para a taxa Selic manteve-se em 7,50% para o ano de 2025.


Expectativa:


Após um início de julho relativamente tranquilo, que viu o S&P 500 e outros índices importantes subirem, o ritmo dos dados econômicos e corporativos aumentam esta semana. Sendo uma semana bem movimentada, começando com o calendário brasileiro:

Com a retomada das divulgações dos dados econômicos brasileiros, após o fim da greve dos servidores do Banco Central, será divulgado os dados do boletim Focus nesta segunda-feira e também serão divulgados dados do crescimento do setor de serviços na terça, vendas do varejo e confiança do consumidor na quarta-feira, IBC-Br (indicador considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB)) de maio na quinta-feira e balanço orçamentário na sexta-feira.

Já nos EUA sairá relatórios CPI e dados do varejo.
Os dados de inflação de junho saem esta semana, com a maioria dos países divulgando dados na quarta-feira. Os dados de vendas no varejo dos EUA só serão divulgados na sexta-feira, dando aos investidores uma visão mais prática de como os consumidores estão respondendo aos atuais eventos econômicos.

Quanto a nossa recomendação, sugerimos cautela ao assumir posições mais arriscadas no curto prazo, a volatilidade nos mercados deve se manter ainda sem desenhar um horizonte claro, em razão principalmente pelo nosso cenário político.

Ressaltamos que ainda há oportunidade para o RPPS que queira ingressar
Porém, os títulos públicos principalmente na parte curta, além de fundos de vértice, muitos RPPS aderiram por conta da recessão e havendo oportunidades a quem quiser ingressar.

Mantivemos a não recomendação de fundos de longuíssimo prazo (IMA-B 5+) 5% em fundos de longo prazo (IMA-B TOTAL E FIDC/ CRÉDITO PRIVADO/ DEBÊNTURE) e 25% em fundos Gestão Duration.

No desempenho de renda fixa, médio prazo além dos índices pôs fixados (IDKA IPCA 2A e IMA-B 5) recomendamos também a entrada gradativa em fundos atrelados ao IRF-M, chegando ao patamar de 5%.

Quanto a exposição em curto prazo, recomendamos fundos atrelados ao CDI e também ao IRF-M1 na totalidade de 15%.

Com o COPOM sinalizando que deve continuar com ciclo de alta em menor proporção e posteriormente uma manutenção se a inflação continuar resistente mediante a política de juros, pode se entender que o mercado está precificando que os índices em médio prazo irão cair, passando parte da nossa estratégia para pré-fixados.

Uma alternativa que vem se mostrando forte nos últimos tempos, e que possui boa expectativa, é a diversificação em fundos de investimento no exterior, recomendamos a exposição de 10% em fundos que não utilizam hedge cambial.

Quanto a fundos de ações atrelados a economia doméstica recomendamos a entrada gradativa de modo que o investidor fique atento a oportunidades da bolsa de valores, construindo um preço médio mais atrativo.

Para aqueles que enxergam uma oportunidade de investir recursos a preços mais baratos, municie-se das informações necessárias para subsidiar a tomada da decisão.







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