Nova Medida Provisória


Publicada no Diária Oficial da União de quarta-feira, 28/07, a Medida Provisória nº1.058 de 27 de Julho de 2021, altera a Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019, para criar o Ministério do Trabalho e Previdência.


Para ler a Medida Provisória em sua íntegra, acesse:
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.058-de-27-de-julho-de-2021-334838067


Entenda o que são os Fundos Ilíquidos!


São fundos de investimentos com prazos de resgates de longo prazo.


Eles atendem o propósito do Regime de Previdência visando o pagamento dos aposentados e pensionistas no futuro, ou seja, seu retorno está atribuído ao final do período determinado no regulamento do fundo de investimento.


Fundos que têm em sua composição 100% Títulos Públicos, devem, de fato, possuir prazos de resgate mais curtos, já que eles têm ampla liquidez e profundidade de negociação no mercado.


Por outro lado, os fundos que apresentem em sua composição investimentos que representam menor liquidez como debêntures, CCBs, CCIs, imóveis ou participações em empresas, devem possuir prazos de resgate mais longos devido à iliquidez dos investimentos, sendo o melhor mecanismo para os próprios investidores, já que a carência ou um prazo de resgate mais longo permite ao gestor a liberdade de planejar e executar investimentos de longo prazo.


O fato mais importante nesse entendimento é que os investidores são premiados em termos de rentabilidade por essa iliquidez dos papéis, cabendo ao gestor desses fundos de investimento cumprir o mandato do Fundo que possui perante os investidores.


Portanto, não é correto atribuir os retornos auferidos pelos fundos de investimentos ilíquidos, ou fundos de investimentos de longo prazo a apresentarem resultados imediatos.

100% de investimento no exterior, equiparação de BDRs com fundos e harmonização do IR: Anbima apresenta agenda de internacionalização

Propostas, entregues ao governo e órgãos reguladores, visam reduzir assimetrias mapeadas pela associação

SÃO PAULO – A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) divulgou nesta quarta-feira (28) uma série de propostas que têm como objetivo facilitar tanto a atração de capital internacional para o mercado de capitais local bem como o aporte de recursos no exterior pelos investidores brasileiros.


Segundo a associação do mercado, foram mapeadas possíveis mudanças em leis e regulações, que têm potencial para aumentar a internacionalização do mercado de capitais brasileiro.


Entre os principais pontos, a Anbima defende que os fundos de investimento para o investidor de varejo, que hoje podem investir apenas 20% da carteira no exterior, possam alocar 100% do portfólio nos mercados internacionais, desde que cumpridas determinadas regras, como a apresentação de demonstrações financeiras auditadas e o cálculo das cotas no mínimo a cada 30 dias.


“É fundamental rever os limites definidos pela ICVM 555 para investimento no exterior por todos os fundos de investimento, especialmente aqueles que não são restritos a investidores qualificados ou profissionais”, defende a associação, no documento intitulado “Agenda de Internacionalização”, que foi apresentado ao governo e órgãos reguladores.


Ainda entre as medidas propostas está a equiparação da regulação dos BDRs (certificados que representam ativos emitidos por empresas em outros países, mas que são negociados no pregão da B3) com os fundos de investimento, o que ofereceria aos investidores locais, segundo a associação, “mais liberdade de escolha e capacidade de diversificação”.


Além disso, a Anbima defende a diminuição da burocracia cambial para facilitar a remessa de valores para investimentos no exterior – pelo modelo atual, a depender da natureza da remessa, a instituição precisa informar determinado código para efetivar a operação.


A sugestão é ter um único código para qualquer remessa feita por pessoa física com o objetivo de investir nos mercados financeiro e de capitais no exterior. Segundo a Anbima, possíveis distorções podem ser resolvidas com a definição de um limite condizente com o perfil do investidor de pequeno porte.


“Os benefícios da internacionalização se estendem para toda a indústria. Para o investidor, significa um leque maior de possibilidades que se adequam às suas necessidades de prazo, risco e retorno. Para os gestores, permite uma maior diversificação na composição das carteiras”, declarou Carlos Ambrósio, presidente da Anbima, em nota.

Fonte: https://www.infomoney.com.br/onde-investir/100-de-investimento-no-exterior-equiparacao-de-bdrs-com-fundos-e-harmonizacao-do-ir-anbima-apresenta-agenda-de-internacionalizacao/

XP: nova metodologia do índice de sustentabilidade da B3 tem papel importante na agenda ESG do país

Mudança foi anunciada esta semana e permite que gestores e investidores possam mapear quais são as empresas da Bolsa mais avançadas nessas práticas


SÃO PAULO – A B3 anunciou nesta semana a nova metodologia do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), o índice brasileiro que tem como objetivo indicar o desempenho médio das empresas bem posicionadas na agenda ESG (de melhores práticas sociais, ambientais e de governança).
Entre as principais mudanças estão a divulgação para o público investidor da nota geral que todas as empresas (inclusive as não selecionadas para a carteira teórica) recebem no cumprimento de cada um dos critérios de avaliação.
Além disso, para garantir que a pontuação obtida pelas melhores empresas também influencie a composição do ISE, as mudanças levarão as companhias com as notas mais altas a terem maior peso na composição do benchmark. Confira as principais mudanças, que entram em vigor em janeiro de 2022, aqui.
Em relatório publicado na noite de terça-feira (20), a XP destaca que a avaliação do ISE contará ainda com questionários avaliados pela RepRisk, uma companhia de ciência de dados ambientais, sociais e de governança corporativa, e pelo Carbon Disclosure Project (CDP), uma organização reconhecida mundialmente que ajuda empresas a divulgarem seu impacto ambiental, principalmente relacionado à emissão de carbono.
“Isso é positivo, dado que inclui opiniões terceiras e não somente autodeclaradas na elaboração do índice”, escrevem os analistas.
Na avaliação da XP, o anúncio como um todo é positivo, dado que contempla critérios mais rígidos e específicos, contribuindo para a realização de questionários mais robustos.
Os analistas escrevem ainda que a mudança incentiva a adesão das empresas à agenda ESG e promove o compromisso de companhias brasileiras com a agenda climática global e com os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), evidenciados pelas parcerias externas.
O aumento da credibilidade das empresas melhor posicionadas no ISE também é citado pela XP, uma vez que o peso das companhias na composição da carteira não será mais baseado no seu valor de mercado, mas sim, pelo melhor desempenho ESG.
“Além da atual onda de mudança impulsionada pela sociedade civil e pelos investidores, também acreditamos que as mudanças impostas pela regulamentação estão e terão, cada vez mais, um papel importante em direcionar as empresas no caminho de melhores práticas ESG. Embora ainda haja claramente muito a ser feito em relação ao tema no Brasil, evoluções, como a feita pela B3, possuem um papel importante no progresso da agenda ESG no país”, escreve o time de análise.
Desde a criação do índice ISE, em 2006, o Ibovespa apresenta ganhos de 265% até ontem (20), ante valorização da ordem de 289% do ISE no mesmo período.

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