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Nossa Visão – 15/10/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial em agosto se recuperou acima do esperado ao subir 1% frente a julho e 0,9% em comparação a agosto do ano passado.

Nos EUA, a inflação do consumidor aumentou 0,1% em setembro, com os custos da energia em baixa, depois do grande avanço em agosto. Em doze meses os preços subiram 2,3%.

Para os mercados de ações internacionais, a semana passada foi de quedas generalizadas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 4,86%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 4,41%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, 4,10% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa, 4,58%.

Em relação à economia brasileira, o IGP-M, depois de ter subido 0,79% na primeira parcial de setembro, registrou alta de 1,06% na primeira de outubro.

E de acordo com o IBGE, as vendas no varejo em agosto subiram 1,3% na comparação com setembro e registraram o melhor resultado para o mês em quatro anos.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta, com o Ibovespa avançando 0,73%. Assim, o ganho acumulado no ano foi de 8,53% e de 7,70% em doze meses. O dólar, por sua vez, caiu 3,20% trazendo a alta no ano para 13,24%. O IMA-B Total, por sua vez avançou 2,66% na semana, acumulando alta de 7,49% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 11 de outubro, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,43% em 2018, frente a 4,40% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,21%, frente a 4,20% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,34%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,81, frente a R$ 3,89 no último relatório e em R$ 3,83 no final de 2019, frente a R$ 3,80 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 68 bilhões em 2018, comparado a US$ 67,50 bilhões na última pesquisa e de US$ 76,65 bilhões, frente a US$ 76 na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da inflação do consumidor em setembro.

Nos EUA teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em setembro.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação e do IBC-Br de agosto.

No exterior, a divulgação das vendas no varejo nos EUA é o principal evento e no Brasil os dados parciais de inflação.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação sugerida é de 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 11/10/18

Índices de Referência – Setembro/2018

Nossa Visão – 08/10/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a taxa de desemprego em agosto ao recuar para 8,1%, depois de ter registrado 8,2% em julho, alcançou o seu menor patamar desde 2008. Já as vendas no varejo, nesse mês, recuaram 0,2%, depois do avanço de 0,2% em julho.

Nos EUA, as encomendas à indústria subiram 2,3% em agosto, frente a julho, o maior ganho mensal em onze meses. Por outro lado, foram criados em setembro 134 mil novos postos de trabalho não agrícola, quando a expectativa era de 190 mil. A taxa de desemprego, entretanto caiu para 3,7%, o nível mais baixo desde dezembro de 1969.

Para os mercados de ações internacionais, a semana passada foi mais de quedas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,36%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 1,16%, enquanto o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, recuou 0,04%. O Nikkey 225, da bolsa japonesa ficou estável.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,45% em setembro, registrou alta de 0,53% na primeira quadrissemana de outubro. Já o IPCA de setembro subiu 0,48%, depois de em agosto ter tido variação negativa de 0,09%. Os preços dos combustíveis e das passagens aéreas é que tiveram maior influência. No ano a inflação acumulada ficou em 3,34% e em doze meses 4,53%, ligeiramente acima da meta.

Também de acordo com o IBGE, a produção industrial brasileira caiu 0,3% em agosto, depois de uma queda de 0,1% em julho. A expectativa era de um crescimento de 0,4%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta, com o Ibovespa avançando 4,57%. Assim, o ganho acumulado no ano subiu para 12,67% e para 13,68% em doze meses. O dólar, por sua vez, caiu 2,87% trazendo a alta no ano para 13,63%. O IMA-B Total, por sua vez avançou 1,93% na semana, acumulando alta de 6,72% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 05 de outubro, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,40% em 2018, frente a 4,30% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,20%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,34%, frente a 1,35% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,89, como no último relatório e em R$ 3,83 no final de 2019, também como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 76 bilhões, frente a US$ 75,65 na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da ata da última reunião do BCE e da produção industrial em agosto.

Nos EUA teremos a divulgação da inflação do consumidor em setembro.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação e das vendas no varejo em agosto.

No exterior, a divulgação da taxa da inflação do consumidor nos EUA é o principal evento, em um momento em que as taxas de juros dos títulos do tesouro americano de 10 anos se  consolidaram nas ultimas semanas, acima do patamar de 3%. No Brasil, além das movimentações políticas em função do segundo turno das eleições presidenciais teremos a divulgação das vendas no varejo em agosto.

Conhecido o resultado das eleições presidenciais no primeiro turno, os juros futuros de longo prazo, principalmente, caíram e voltaram para o patamar de maio deste ano. A bolsa, por sua vez também acabou registrando importante alta rumo aos 90 mil pontos.

Entendemos que esses movimentos refletem muito mais o alívio do mercado financeiro com a perda de espaço político dos partidos de esquerda, do que expectativas efetivas e bem delineadas com um novo governo à direita.

Sob a ótica da alocação dos recursos dos RPPS, entendemos que o mais apropriado neste momento é mantermos as recomendações que vínhamos apresentando, até que tenhamos elementos mais concretos sobre o que seria o novo governo. Embora para a bolsa o cenário seja mais convidativo em função do potencial de desempenho, para a renda fixa o cenário é mais incerto, inclusive por conta do que ocorre no exterior.

Assim, em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação sugerida é de 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 05/10/18

Índices de Referência – Setembro/2018

Nossa Visão – 01/10/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a prévia da inflação do consumidor em setembro foi de 2,1% na base anual, sendo que em agosto ela havia sido de 2%.

Nos EUA, os gastos dos consumidores, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica aumentaram 0,3% em agosto, impulsionados pelos gastos com saúde, que compensaram a queda nas compras de veículos.

Em relação à atividade econômica, nova prévia do PIB do segundo trimestre de 2018 revelou uma alta anualizada de 4,2%, o melhor desempenho em quase quatro anos.

Em nova reunião o banco central americano, o FED elevou pela terceira vez no ano a taxa básica de juros em 0,25 pp. levando-a para a faixa entre 2% e 2,25% ao ano. Conforme projeções divulgadas após a reunião, nova alta ainda este ano poderá ocorrer.

Para os mercados de ações internacionais, a semana passada foi resultados mistos. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,48%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,27%. E enquanto o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, recuou 0,54%, o Nikkey 225, da bolsa japonesa avançou 1,05%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,32% na terceira quadrissemana do mês, encerrou setembro com alta de 0,45%. Em agosto a alta havia sido de 0,07%. Já o IGP-M encerrou setembro subindo 1,52%, mais que o dobro da alta de agosto que foi de 0,70%. A principal pressão inflacionária veio dos preços ao produtor.

Quanto ao desemprego, a taxa do trimestre encerrado em agosto foi de 12,1%. Conforme o IBGE, 12,7 milhões de trabalhadores estavam sem emprego.

Por outro lado, na ata da sua última reunião, o Copom reforçou a indicação de um possível aumento da taxa Selic, com a trajetória da inflação se inclinando para o lado negativo. E destacou a importância de ter flexibilidade para subir os juros gradualmente, quando houver necessidade.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de queda, com o Ibovespa recuando 0,13%. Assim, o ganho acumulado no ano caiu para 3,85%. Em doze meses foi 6,80%. O dólar, por sua vez, caiu 1,69% trazendo a alta no ano para 21,04%. O IMA-B Total, por sua vez recuou 0,20% na semana, acumulando alta de 2,88% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus de 28 de setembro, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,30% em 2018, frente a 4,28% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,20%, frente a 4,18% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,35%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,89, frente a R$ 3,90 no último relatório e em R$ 3,83 no final de 2019, frente a R$ 3,80 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 75,65 bilhões, frente a US$ 75,30 na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da taxa de desemprego e das vendas no varejo em agosto.

Nos EUA teremos a divulgação das encomendas à indústria em agosto e da taxa de desemprego em setembro.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, do IPCA de setembro e da produção industrial em agosto.

No exterior, a divulgação da taxa de desemprego nos EUA é o principal evento e no Brasil a divulgação do IPCA de setembro.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação sugerida é de 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 28/09/2018

Índices de Referência – Agosto/2018

Nossa Visão – 24/09/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a inflação anual ao consumidor foi efetivamente de 2% em agosto e reforçou a possibilidade do BCE começar a normalização da sua política monetária, já nos próximos meses.

Em setembro, o PMI composto da região formado pelo PMI industrial e o PMI de serviços deverá registrar queda de 54,5 pontos em agosto, para 54,2 pontos em setembro, conforme dados preliminares.

Nos EUA, o PMI industrial, que marcou 54,7 pontos em agosto, subiu para 55,6 pontos em setembro e o de serviços que havia marcado 54,8 pontos no mês anterior, caiu para 52,9 pontos na prévia de setembro.

Para os mercados de ações internacionais, a semana passada foi novamente de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã avançou 1,67%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 2,55%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, 0,85% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 3,36%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,19% na segunda quadrissemana do mês de setembro, subiu 0,32% na terceira, enquanto o IGP-M subiu 1,34% na segunda prévia do mês, depois de ter avançado 0,67% na primeira.

O IPCA-15, por sua vez avançou 0,09% em setembro, o índice mais baixo para o mês desde 2006, quando a alta foi de 0,05%.

Em relação à atividade econômica, o IBC-Br, calculado pelo Banco Central avançou 0,57% em julho, frente a junho, resultado que ficou acima das estimativas dos analistas. Por outro lado, em sua última reunião, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 6,5% ao ano, dado que as pressões inflacionárias sustentadas pela valorização do dólar foram equilibradas pelo fraco ritmo da atividade econômica.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de boa alta, com o Ibovespa avançando 5,32%. Assim, o ganho acumulado no ano foi de 3,98% e de 5,38% em doze meses. O dólar, por sua vez, caiu 2,75% trazendo a alta no ano para 23,12%. O IMA-B Total, por sua vez subiu 0,63% na semana, acumulando alta de 3,08% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,28% em 2018, frente a 4,09% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,18%, frente a 4,11% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,35%, frente a 1,36% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,90, frente a R$ 3,83 no último relatório e em R$ 3,80 no final de 2019, frente a R$ 3,75 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67 bilhões em 2018, frente a US$ 67,50 bilhões na última pesquisa e de US$ 75,3 bilhões, como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da prévia da inflação do consumidor em setembro.

Nos EUA teremos a divulgação da segunda prévia do PIB do segundo trimestre e dos gastos dos consumidores em setembro.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, da ata da última reunião do Copom e da taxa de desemprego no trimestre findo em agosto.

No exterior, a divulgação da segunda prévia do PIB do segundo trimestre é o principal evento e no Brasil a taxa de desemprego e a ata da ultima reunião do Copom, em que novamente a taxa Selic foi mantida em 6,5% ao ano.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação sugerida é de 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 21/09/2018

Índices de Referência – Agosto/2018

Nossa Visão – 17/09/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a produção industrial em julho teve queda de 0,8% frente a junho e de 0,1% na comparação anual. Por outro lado, o Banco Central Europeu – BCE, em sua reunião na semana que passou, deixou inalterada a taxa básica de juros, em 0% e a taxa de depósitos em -0,4%.

Nos EUA, as vendas no varejo subiram 0,1% em agosto, em relação a julho, quando a expectativa era de uma alta de 0,4%. Já a inflação do consumidor  nesse mês também ficou abaixo das expectativas com a alta de 0,2% e de 2,7% na base ano.

Também na semana anterior, o FED divulgou o Livro Bege, que revelou, sobretudo, a preocupação das empresas privadas com a dificuldade de repassar aos consumidores o aumento dos preços por conta da imposição de sobretaxas às importações, pelo governo Trump.

Para os mercados de ações internacionais, a semana passada foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã avançou 1,38%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,36%, o índice S&P 500, da bolsa norte-americana, 1,16% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 3,53%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,13% na primeira quadrissemana do mês de setembro, subiu 0,19% na segunda, enquanto o IGP-M subiu 0,79% na primeira prévia do mês. O IGP-10, por sua vez avançou 1,20% em setembro, após a elevação de 0,51% um mês antes.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo recuaram 0,5% em julho, perante junho, quando se esperava um avanço de 0,2%. Em termos anuais as vendas no varejo brasileiro cresceram 3,2%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de queda, com o Ibovespa recuando 1,29%. Assim, o ganho no ano se transformou em uma perda de 1,27%. Em doze meses houve um recuo de 0,43%. O dólar, por sua vez, subiu 1,01% elevando a alta no ano para 26,60%. O IMA-B Total, por sua vez subiu 0,03% na semana, acumulando alta de 2,44% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,09% em 2018, frente a 4,05% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,11%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,36%, frente a 1,40% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,83, frente a R$ 3,80 no último relatório e em R$ 3,75 no final de 2019, frente a R$ 3,70 na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,50 bilhões em 2018, frente a US$ 67 bilhões na última pesquisa e de US$ 75,3 bilhões, comparado a US$ 74 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da inflação do consumidor em agosto, bem como do PMI industrial e de serviços em setembro.

Nos EUA teremos também a divulgação do PMI industrial e o de serviços em setembro.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação e do IBC-BR de julho e realização de nova reunião do Copom.

No exterior, a confirmação da inflação do consumidor da zona do euro, em setembro, é o principal evento e no Brasil a reunião do Copom, em que novamente a taxa Selic deve ser mantida em 6,5% ao ano.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação sugerida é de 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 14/09/2018

Índices de Referência – Agosto/2018

Nossa Visão – 10/09/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, enquanto as vendas no varejo em julho recuaram 0,2% sobre abril, a segunda revisão do PIB da região confirmou um crescimento de 0,4% no segundo trimestre de 2018, em relação ao primeiro.

Nos EUA, as encomendas à indústria caíram 0,8% em julho, devido à fraca demanda por aeronaves. Já a criação de novas vagas de trabalho não agrícola, em agosto, superou a estimativa de 193 mil novos postos e atingiu a marca de 201 mil. A taxa de desemprego, por sua vez, permaneceu em 3,9%.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi novamente de baixas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 3,27%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 2,08%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez cedeu 1,03% e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 2,44%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,07% em agosto, subiu 0,13% na primeira quadrissemana do mês de setembro.

Já o IPCA de agosto recuou 0,09%, a menor taxa para o mês em dez anos. Assim, o IPCA acumulado no ano foi de 2,85% e de 4,19% em doze meses. O INPC, por sua vez, ficou estável nesse mês e acumula alta de 2,83% no ano e de 3,64% nos últimos doze meses.

Conforme o IBGE, a produção industrial brasileira recuou 0,2% em julho, frente a junho e acumulou uma alta de 2,5% no ano e de 3,2% em doze meses.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de pequena queda, com o Ibovespa recuando 0,34%. Assim, o ganho no ano se reduziu para 0,02%. Em doze meses houve um avanço de 4,57%. O dólar, por sua vez, subiu 0,26% elevando a alta no ano para 25,33%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,60% na semana, acumulando alta de 2,42% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,05% em 2018, frente a 4,16% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,11%, como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,40%, frente a 1,44% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,80, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,00 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, também como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da produção industrial em julho, além da realização de nova reunião do BCE para deliberar sobre a taxa de juros.

Nos EUA teremos a divulgação do livro Bege, bem como da inflação do consumidor em agosto e das vendas no varejo e da produção industrial em agosto.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação e das vendas no varejo em julho.

No exterior, os principais eventos serão a reunião do BCE e a divulgação do Livro Bege, que relata a atividade econômica mais recente. No Brasil, o cenário eleitoral seguirá dominando, agora de forma ainda mais emocional e teremos a divulgação das vendas no varejo em julho, como dado mais relevante.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação sugerida é de 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 10/09/2018

Índices de Referência – Agosto/2018

Nossa Visão – 03/09/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a inflação do consumidor em agosto desacelerou de 2,1% em julho, para 2% na base anual, segundo dados preliminares. E a taxa de desemprego em julho ficou inalterada em comparação a junho, ao também registrar 8,2%, o percentual mais baixo desde novembro de 2008.

Nos EUA, a segunda revisão do PIB do segundo trimestre de 2008 apontou um avanço anual de 4,2%, levemente a cima dos 4,1% apurados na estimativa anterior. Já os gastos dos consumidores, conforme apurado no PCE, subiu a uma taxa anualizada de 3,8% no segundo trimestre, ante 4% na leitura anterior.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi de baixas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 0,25%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 1,91%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez subiu 0,93% e registrou nova máxima histórica. O Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 1,17%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,10% na terceira quadrissemana de agosto, subiu 0,07% no mês. Já o IGPM fechou o mês de agosto com alta de 0,70%, depois de haver subido 0,51 em julho.

Conforme o IBGE, o PIB do Brasil cresceu 0,2% no segundo trimestre de 2018, frente ao primeiro 1% na base anual. A agropecuária ficou estável, a indústria caiu 0,6% e os serviços cresceram 0,3%.

Ainda de acordo com o IBGE, a taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho ficou em 13,3%, mas o número de desempregados ainda chega a quase 13 milhões de pessoas.

Para a bolsa brasileira, foi outra semana de alta, com o Ibovespa avançando 0,55%. Assim, a perda no ano se reverteu num ganho de 0,36%. Em doze meses houve um avanço de67,61%. O dólar, por sua vez, subiu 1,22% elevando a alta no ano para 25,01%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,45% na semana, acumulando alta de 3,04% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,16% em 2018, frente a 4,17% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,11%, frente a 4,12% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,44%, frente a 1,47% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,80, frente a R$ 3,75 no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,00 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, também como na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação das vendas no varejo em julho e de nova estimativa do PIB do segundo trimestre de 2018.

Nos EUA teremos a divulgação das encomendas à indústria em julho e da taxa de desemprego e da criação de vagas de trabalho em agosto.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, do IPCA de agosto e da produção industrial em julho.

No exterior, os principais dados a serem divulgados são nova prévia do PIB da zona do euro no segundo trimestre e da taxa de desemprego nos EUA. No Brasil, o cenário eleitoral seguirá dominando, agora sem que o ex-presidente Lula possa concorrer, teremos a divulgação do IPCA de agostro que deverá ser bem baixo.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) recomendamos uma exposição de 30% e para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s a alocação sugerida é de 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários – 31/08/2018

Índices de Referência – Julho/2018

Nossa Visão – 27/08/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o PMI Composto preliminar de agosto avançou de 54,3 pontos em julho, para 54,4 nesse mês. O PMI industrial desacelerou de 55,1 pontos em julho, para 54,6 em agosto, enquanto o PMI de serviços cresceu de 54,2 pontos para 54,6 no período. Os dados indicaram fraco crescimento da atividade durante o verão.

Já a ata da última reunião do BCE reiterou que os juros serão mantidos no atual patamar até o verão europeu de 2019, sendo que as tensões comerciais vistas pelo mercado é um dos fatores para a manutenção.

Nos EUA, os pedidos de bens duráveis caíram 1,7% em julho, frente a junho, mas tiveram alta de 8,6% nos sete primeiros meses do ano, frente a igual período de 2017. O PMI Composto, por sua vez, cai de 55,7 pontos em julho, para 55 em agosto, o menor nível em quatro meses. Enquanto o PMI industrial caiu de 55,3 em julho para 54,5 em agosto, o de serviços recuou de 56 pontos para 55,2 no período.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã avançou 1,51%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,25%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez subiu 0,86% e registrou nova máxima histórica. O Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 1,49%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,19% na segunda quadrissemana de agosto, subiu 0,10% na terceira. Já o IPCA-15 de 0,13%, registrado no mês, foi o mais baixo para agosto desde 2010. Os aumentos nas despesas das famílias com habitação e saúde impediram um índice ainda mais baixo.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta, com o Ibovespa avançando 0,31%. Assim, o a perda no ano se reduziu para 0,18%. Em doze meses houve um avanço de 7,30%. O dólar, por sua vez, subiu 3,72% elevando a alta no ano para 23,50%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,95% na semana, acumulando alta de 3,47% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,17% em 2018, frente a 4,15% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,12%, frente a 4,10% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,47%, frente a 1,49% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,77, frente a R$ 3,70 no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,00 bilhões em 2018, frente a US$ 68 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da prévia da inflação e da confiança do consumidor em agosto, bem como da taxa de desemprego em julho.

Nos EUA teremos a divulgação da segunda prévia do PIB do segundo trimestre e da renda e os gastos pessoais em julho.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, do PIB do segundo trimestre de 2018 e da taxa de desemprego em julho.

No exterior, além da intensificação da guerra comercial entre EUA e China, com a adoção de tarifas de 25% sobre US$ 16 bilhões em mercadorias um do outro e das tensões com a Turquia, o principal dado a ser divulgado é o da prévia do PIB americano no segundo trimestre. No Brasil, o cenário eleitoral seguirá dominando, apesar da expectativa com a divulgação do PIB no segundo trimestre.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários24/08/2018

Índices de ReferênciaJulho/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, o PMI Composto preliminar de agosto avançou de 54,3 pontos em julho, para 54,4 nesse mês. O PMI industrial desacelerou de 55,1 pontos em julho, para 54,6 em agosto, enquanto o PMI de serviços cresceu de 54,2 pontos para 54,6 no período. Os dados indicaram fraco crescimento da atividade durante o verão.

Já a ata da última reunião do BCE reiterou que os juros serão mantidos no atual patamar até o verão europeu de 2019, sendo que as tensões comerciais vistas pelo mercado é um dos fatores para a manutenção.

Nos EUA, os pedidos de bens duráveis caíram 1,7% em julho, frente a junho, mas tiveram alta de 8,6% nos sete primeiros meses do ano, frente a igual período de 2017. O PMI Composto, por sua vez, cai de 55,7 pontos em julho, para 55 em agosto, o menor nível em quatro meses. Enquanto o PMI industrial caiu de 55,3 em julho para 54,5 em agosto, o de serviços recuou de 56 pontos para 55,2 no período.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi de altas. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã avançou 1,51%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,25%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana, por sua vez subiu 0,86% e registrou nova máxima histórica. O Nikkey 225, da bolsa japonesa subiu 1,49%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,19% na segunda quadrissemana de agosto, subiu 0,10% na terceira. Já o IPCA-15 de 0,13%, registrado no mês, foi o mais baixo para agosto desde 2010. Os aumentos nas despesas das famílias com habitação e saúde impediram um índice ainda mais baixo.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de alta, com o Ibovespa avançando 0,31%. Assim, o a perda no ano se reduziu para 0,18%. Em doze meses houve um avanço de 7,30%. O dólar, por sua vez, subiu 3,72% elevando a alta no ano para 23,50%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 0,95% na semana, acumulando alta de 3,47% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,17% em 2018, frente a 4,15% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,12%, frente a 4,10% na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,47%, frente a 1,49% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,77, frente a R$ 3,70 no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 67,00 bilhões em 2018, frente a US$ 68 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação da prévia da inflação e da confiança do consumidor em agosto, bem como da taxa de desemprego em julho.

Nos EUA teremos a divulgação da segunda prévia do PIB do segundo trimestre e da renda e os gastos pessoais em julho.

No Brasil, teremos a divulgação dos indicadores parciais de inflação, do PIB do segundo trimestre de 2018 e da taxa de desemprego em julho.

No exterior, além da intensificação da guerra comercial entre EUA e China, com a adoção de tarifas de 25% sobre US$ 16 bilhões em mercadorias um do outro e das tensões com a Turquia, o principal dado a ser divulgado é o da prévia do PIB americano no segundo trimestre. No Brasil, o cenário eleitoral seguirá dominando, apesar da expectativa com a divulgação do PIB no segundo trimestre.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Nossa Visão – 20/08/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, a segunda revisão do PIB do segundo trimestre, de acordo com a agência Eurostat, apontou um crescimento de 0,4% no período e de 2,5% na base anual. O resultado foi melhor do que estimavam os analistas.

Já a produção industrial em junho, caiu 0,7% frente a maio, resultado pior do que o esperado. Por outro lado, a inflação do consumidor acelerou para 2,1% na base anual, em julho e ficou acima da meta do Banco Central Europeu, que é de 2%.

Quanto à crise turca, o temor mais recente é de que possa haver um efeito dominó provocado pela fuga de capitais do país e pelo colapso da moeda, que acaba alimentando preocupações de que empresas e bancos turcos não possam pagar suas obrigações. Restaria ao FMI ajudar.

Nos EUA, as vendas no varejo avançaram 0,5% em julho, frente a junho e subiram mais do que o previsto. Quanto à produção industrial o crescimento de 0,1% em julho, também frente a junho, ficou aquém das estimativas dos analistas, que apontavam um crescimento de 0,3%.

Para os mercados de ações da Europa, a semana passada foi de quedas, ainda com os temores sobre a Turquia. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,72%, o FTSE-100, da bolsa inglesa caiu 1,41%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana subiu 0,59%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa recuou 0,12%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,20% na primeira quadrissemana de agosto, subiu 0,19% na segunda. Já o IGP-M, depois de ter subido 0,53% na primeira  prévia do mês, acelerou a alta para 0,67% na segunda prévia.

Conforme o Banco Central, o IBC-Br cresceu 3,29% em junho, recuperando as perdas com a greve dos caminhoneiros e encerrou o segundo trimestre com queda de 0,99% e o semestre com alta de 0,89%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de queda, com o Ibovespa recuando 0,63%. Assim, o ganho acumulado no ano se transformou numa perda de 0,59%. En doze meses houve um avanço de 10,65%. O dólar, por sua vez, subiu 2,38% elevando a alta no ano para 19,07%. O IMA-B Total, por sua vez subiu 1,52% na semana, acumulando alta de 4,46% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,15% em 2018, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,10%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,49%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,70, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 68,00 bilhões em 2018, como na última pesquisa e de US$ 72 bilhões, frente a US$ 74 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação do PMI industrial e de serviço de agosto e a divulgação da ata da última reunião do BCE.

Nos EUA teremos a divulgação da ata da última reunião do FED, do PMI industrial e de serviços de agosto e dos pedidos de bens duráveis em julho.

No Brasil, teremos a divulgação dos resultados parciais da inflação, inclusive do IPCA 15.

No exterior, ganham destaque as atas das últimas reuniões do BCE e do FED, bem como a evolução da crise turca. No Brasil, além da divulgação de novas pesquisas eleitorais, o IPCA-15 poderá dar uma ideia do efeito do dólar valorizado na evolução dos preços internos.

Em relação à alocação dos recursos financeiros dos RPPS, aconselhamos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários17/08/2018

Índices de ReferênciaJulho/2018

Nossa Visão – 13/08/2018

Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, não houve a divulgação de dados de maior relevância, no entanto, no continente europeu, a crise turca, por conta de desentendimentos com os EUA se aprofundou levando a maioria das moedas dos países emergentes para baixo frente ao dólar.

A crise se iniciou no campo político, pelo desacordo sobre o destino de um pastor americano julgado na Turquia por terrorismo e espionagem e se estendeu para o campo econômico com os EUA duplicando as tarifas de importação sobre o alumínio e o aço turcos. Só na sexta-feira a moeda turca afundou 19%.

Nos EUA, a inflação do consumidor subiu 0,2% em julho e 2,9% na base anual e o núcleo da inflação, em que se exclui a variação dos preços dos alimentos e da energia também subiu 2%, tendo a maior alta desde 2008.

Para alguns mercados de ações da Europa, a semana passada foi de quedas, com temores sobre a Turquia e o possível impacto no setor financeiro. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,52%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,10%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana caiu 0,25%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 1,01%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,17% em julho, subiu 0,20% na primeira quadrissemana de agosto, já o IGP-M acelerou a alta na primeira prévia do mês, depois de ter subido 0,41% no mesmo período do mês anterior.

O IPCA de julho, por sua vez, teve alta de 0,33%, frente a 1,26% em junho e acumulou avanço de 2,94% no ano e de 4,48% em doze meses.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo subiram 0,7% no segundo trimestre de 2018, frente ao primeiro. O desempenho representa uma desaceleração ante o ritmo de crescimento verificado no primeiro trimestre do ano, quando o varejo cresceu 1%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de forte queda, com o Ibovespa caindo 6,04%. Assim, o ganho acumulado no ano chegou a 0,15% e o de doze meses a 13,59%. O dólar, por sua vez, subiu 3,42% elevando a alta no ano para 16,30%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 1,10% na semana, acumulando alta de 2,90% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,15% em 2018, frente a 4,11% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,10%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,50%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,70, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 68,00 bilhões em 2018, frente a US$ 67 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do segundo trimestre do ano, da produção industrial em junho e da inflação do consumidor de julho.

Nos EUA teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em julho

No Brasil, teremos a divulgação dos resultados parciais da inflação e do IBC-Br de junho .

No exterior, embora sejam relevantes os dados americanos sobre as vendas no varejo e a produção industrial em julho, é na crise turca que estará o maior foco. E no Brasil, onde o dólar provoca inquietações, o mercado também estará focado na Turquia, além das pesquisas eleitorais.

Quanto aos cenários que norteiam as aplicações financeiras dos RPPS, depois das turbulências ocorridas em maio e junho, tanto no exterior quanto no Brasil, tivemos um mês de julho mais calmo e de alguma recuperação das bolsas e dos IMAs. Embora no cenário externo a “guerra” comercial deflagrada pelo governo Trump, a robustez do mercado de trabalho e o alto crescimento do PIB possam levar a uma política de aumento dos juros de forma menos gradual, o cenário local, em que as eleições presidências que dão o tom, parece estar um pouco mais claro, em benefício dos candidatos que são mais bem vistos pelo mercado financeiro, além da inflação, que com a fraqueza da economia segue baixa.

Assim, o nosso Comitê de Investimento deliberou aconselharmos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.

Indicadores Diários10/08/2018



Índices de ReferênciaJulho/2018


Retrospectiva

Em relação à economia internacional, na zona do euro, não houve a divulgação de dados de maior relevância, no entanto, no continente europeu, a crise turca, por conta de desentendimentos com os EUA se aprofundou levando a maioria das moedas dos países emergentes para baixo frente ao dólar.

A crise se iniciou no campo político, pelo desacordo sobre o destino de um pastor americano julgado na Turquia por terrorismo e espionagem e se estendeu para o campo econômico com os EUA duplicando as tarifas de importação sobre o alumínio e o aço turcos. Só na sexta-feira a moeda turca afundou 19%.

Nos EUA, a inflação do consumidor subiu 0,2% em julho e 2,9% na base anual e o núcleo da inflação, em que se exclui a variação dos preços dos alimentos e da energia também subiu 2%, tendo a maior alta desde 2008.

Para alguns mercados de ações da Europa, a semana passada foi de quedas, com temores sobre a Turquia e o possível impacto no setor financeiro. Enquanto o Dax, índice da bolsa alemã recuou 1,52%, o FTSE-100, da bolsa inglesa subiu 0,10%. O índice S&P 500, da bolsa norte-americana caiu 0,25%, e o Nikkey 225, da bolsa japonesa 1,01%.

Em relação à economia brasileira, o IPC-S, depois de ter subido 0,17% em julho, subiu 0,20% na primeira quadrissemana de agosto, já o IGP-M acelerou a alta na primeira prévia do mês, depois de ter subido 0,41% no mesmo período do mês anterior.

O IPCA de julho, por sua vez, teve alta de 0,33%, frente a 1,26% em junho e acumulou avanço de 2,94% no ano e de 4,48% em doze meses.

Conforme o IBGE, as vendas no varejo subiram 0,7% no segundo trimestre de 2018, frente ao primeiro. O desempenho representa uma desaceleração ante o ritmo de crescimento verificado no primeiro trimestre do ano, quando o varejo cresceu 1%.

Para a bolsa brasileira, foi uma semana de forte queda, com o Ibovespa caindo 6,04%. Assim, o ganho acumulado no ano chegou a 0,15% e o de doze meses a 13,59%. O dólar, por sua vez, subiu 3,42% elevando a alta no ano para 16,30%. O IMA-B Total, por sua vez caiu 1,10% na semana, acumulando alta de 2,90% no ano.

Comentário Focus

No Relatório Focus recém-divulgado, a média dos economistas que militam no mercado financeiro estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subirá 4,15% em 2018, frente a 4,11% na semana anterior. Para 2019 a estimativa é de que suba 4,10%, também como na semana anterior.

Para a taxa Selic, o relatório informou que, para o fim de 2018 a taxa Selic estará em 6,50%, como na última pesquisa e em 8% no final de 2019, também como na pesquisa anterior.

Já para o desempenho da economia previsto para este ano, o mercado estimou a evolução do PIB em 1,50%, como na semana anterior. Para 2019 a estimativa é que o PIB cresça 2,50%, também como na semana anterior.

Para a taxa de câmbio, a pesquisa mostrou que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,70, como no último relatório e em R$ 3,70 no final de 2019, novamente como na semana anterior.

Para o Investimento Estrangeiro Direto, as expectativas são de um ingresso de US$ 68,00 bilhões em 2018, frente a US$ 67 bilhões na última pesquisa e de US$ 74 bilhões, frente a US$ 72 bilhões na pesquisa anterior.

Perspectiva

Nesta semana, na zona do euro, teremos a divulgação de nova estimativa do PIB do segundo trimestre do ano, da produção industrial em junho e da inflação do consumidor de julho.

Nos EUA teremos a divulgação das vendas no varejo e da produção industrial em julho

No Brasil, teremos a divulgação dos resultados parciais da inflação e do IBC-Br de junho .

No exterior, embora sejam relevantes os dados americanos sobre as vendas no varejo e a produção industrial em julho, é na crise turca que estará o maior foco. E no Brasil, onde o dólar provoca inquietações, o mercado também estará focado na Turquia, além das pesquisas eleitorais.

Quanto aos cenários que norteiam as aplicações financeiras dos RPPS, depois das turbulências ocorridas em maio e junho, tanto no exterior quanto no Brasil, tivemos um mês de julho mais calmo e de alguma recuperação das bolsas e dos IMAs. Embora no cenário externo a “guerra” comercial deflagrada pelo governo Trump, a robustez do mercado de trabalho e o alto crescimento do PIB possam levar a uma política de aumento dos juros de forma menos gradual, o cenário local, em que as eleições presidências que dão o tom, parece estar um pouco mais claro, em benefício dos candidatos que são mais bem vistos pelo mercado financeiro, além da inflação, que com a fraqueza da economia segue baixa.

Assim, o nosso Comitê de Investimento deliberou aconselharmos a manutenção de 15% na exposição aos fundos de investimento em títulos públicos que possuem a gestão do duration, produto a ser acompanhado com a devida atenção.

Para os vértices médios (IMA-B 5, IDkA 2A e IRF-M Total) passamos recomendar uma exposição de 30% e não mais de 20%. E para os vértices de curto prazo, representados pelos fundos DI, pelos referenciados no IRFM-1 e pelos CDB’s diminuímos a alocação sugerida de 35%, para 25%.

Permanece a recomendação de que, com a devida cautela e respeitados os limites das políticas de investimento e as exigências da nova resolução editada pelo CMN, é oportuna a avaliação de aplicações em produtos que envolvam a exposição ao risco de crédito (FIDC e FI Crédito Privado, por exemplo).

Quanto à renda variável, continuamos a recomendar a exposição máxima de 30%, também por conta da melhora da atividade econômica neste ano, que já se refle em um melhor comportamento dos lucros das empresas e, portanto, da Bolsa de Valores e também pelo fato da importância do produto como fator de diversificação de portfolio, em um momento em que as taxas de juros dos títulos públicos não mais suprem a meta atuarial.

Dessa forma, mantivemos em 10% a sugestão de alocação em fundos multimercado e reduzimos de 5% para 2,5% a alocação em FII e FIP, respectivamente, dada a pouca disponibilidade de produtos no mercado. Em compensação e tendo-se em vista o potencial de valorização do segmento com a eleição de candidato pró-mercado elevamos a recomendação do investimento em ações de 10% para 15%.

Para aqueles clientes que já contam com investimento de 5% tanto em FII, quanto em FIP, recomendamos que o teto de investimento em ações se mantenha em 10%.

Por fim, cabe lembrarmos que as aplicações em renda fixa, por ensejarem o rendimento do capital investido, devem contemplar o curto, o médio e o longo prazo, conforme as possibilidades ou necessidades dos investidores. Já as realizadas em renda variável, que ensejam o ganho de capital, as expectativas de retorno devem ser direcionadas efetivamente para o longo prazo.